quinta-feira, julho 07, 2011

Fabricando Doenças

Alguns vírus e bactérias conhecidos e desconhecidos por nós, meros civis, podem ter sido criados em laboratórios para serem utilizados como armas biológicas.

Dois famosos exemplos são a AIDS e o Ebola. Ambos possuem origens estranhas - surgiram quase que repentinamente - e um grande poder patogênico. Além da possibilidade de terem sido criados em laboratório, também temos que ter em mente que a cura para tais doenças deve existir já a algum tempo, se não desde sua origem. No segundo caso, imaginem a AIDS por exemplo. Cientistas criam um vírus poderoso e fazem testes secretos com seres humanos em uma aldeia na África que chama pouca atenção.

Mas acontece um imprevisto: O vírus escapa do seu laboratório de testes natural e acaba se espalhando pelo mundo. As autoridades responsáveis se calam e deixam a notícia crescer naturalmente, com suas inúmeras conclusões erradas - que muitas vezes são plantadas por essas mesmas autoridades responsáveis - até que se torne uma coisa banal, cotidiana. Se uma cura já existisse previamente, ela poderia ser mantida em segredo por várias razões, entre elas a observação da ação do vírus a nível mundial e o lucro obtido com a criação de fármacos que não levam à cura, apenas ao prolongamento do tempo de vida do indivíduo infectado. Se a cura não existisse desde a criação do agente patológico, a situação seria mais complicada, porque nesse caso até os criadores do vírus teriam que tentar achar uma cura.

Isso nos leva a uma outra possibilidade: O vírus criado pode ser o "vilão" que criará o "herói", seja ele a nação, a agência ou o próprio homem que o criou juntamente com sua cura. Provas? Não temos. Argumentos? Sim, alguns. Tirem suas próprias conclusões.

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