terça-feira, janeiro 24, 2012

Coincidências? O mundo de 1912 pré-Primeira Guerra e o mundo de 2012 pré-Terceira Guerra

Estive pensando apenas em algumas coisas que se assemelham ao ano de 1912, lá o Titanic afundou e levou muitos a deixarem esta vida por conta do desastre. E hoje em 2012, um navio de cruzeiro afunda e faz vítimas na costa da Itália.

Em 1912 a economia de alguns países estava em franca expansão e outras mergulhadas em crises que precediam tempos difíceis.
Também naquela época não o Oriente Médio, mas a região dos Balcãs no sudeste europeu mergulhava em guerras explosivas que antecipavam a evolução para o primeiro grande conflito conhecido da história moderna, envolvendo diversas nações ou seja 'a Primeira Guerra Mundial 1914 a 1918' e ela veio como reflexo de desconfianças entre as grandes potências na época e por interesses econômicos e territoriais latentes e nada mais faltou para que um estopim para que ela fosse iniciada e começasse assim a modelar uma nova fase do mundo a partir de então. E este estopim fora o assassinato por um cidadão sérvio do Príncipe herdeiro do Império Austro-Húngaro, Francisco Ferdinando, que estava em visita a Sarajevo, capital da Bósnia, em finais de junho de 1914.

Agora em 2012, temos um mundo em crise econômica cada vez mais latente, onde grandes nações estão vindo a bancarrota para satisfazer ao prazer dos especuladores e dos bancos sedentos por mais dinheiro e poder a custa da desgraça alheia.

Temos hoje, não uma região balcânica, mas um Oriente Médio, prestes a arder em chamas, não só por conta de interesses petrolíferos, mas pela hegemonia daquela região em direção a um projeto complexo de poder absoluto global, patrocinado por uma certa elite sem escrúpulos, que se pretende desferir a partir de 2012 seu plano golpista de alcance mundial nos preceitos de uma NOM.

O mundo de hoje como o de 1912, marca paralelos semelhantes, pois espelham as desconfianças que existem entre nações, mesmo que elas pareçam que não existam para você. Mas dá para se ver nas entrelinhas das manobras diplomáticas divergentes entre alguns grupos de nações.

O Irã e a Síria hoje são dois focos que marcam bem este ponto de convergência que ao mesmo tempo se diverge e aí está o nó da questão. Alguns querem ir adiante como um rolo compressor e outros se fazem como um muro de aço intransponível à maquina de guerra americana.Assim como nas vizinhanças do ano de 1912, como foi 1914, só resta agora um estopim para entrarmos na arena da Terceira Guerra.

Arriscam a riscar este fósforo em uma piscina de petróleo a céu aberto?

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