segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Redução do Apoio a Israel pela Administração Obama

Muitos cristãos bem-intencionados estão entrando em pânico nestes dias, porque as decisões recentes da Casa Branca em relação ao Estado de Israel parecem ominosas. O presidente Obama está provando ser o "pior pesadelo" para Israel. Ele parece querer desfazer as seis décadas de apoio irrestrito que os EUA deram ao minúsculo Israel. A seguinte matéria de notícias resume o sentimento de muitas pessoas atualmente, e é grave o bastante para causar preocupação a qualquer um que apoie Israel.

Resumo da Notícia: "Os EUA e Israel Agora São Inimigos", Before It's News, 3 de maio de 2010.

"Uma mudança de paradigma ocorreu nas relações entre os EUA e Israel. Eles agora são inimigos. Os EUA estão solapando Israel a cada oportunidade. Esta nova realidade veio ao meu conhecimento por meio de uma mensagem de correio eletrônico recebida de uma fonte que ocupa um cargo importante... Nós a ouvimos de um consultor que se reúne uma vez por mês com o presidente na Casa Branca. Isto é o que realmente aconteceu com o relacionamento com Israel e os EUA, e não é nada bonito:"

1) "Durante os governos Clinton e Bush, os aviões da Força Aérea de Israel tinham o direito de pousar na Turquia e nas bases americanas no Oriente Médio e, mais recentemente, durante o governo Bush, também podiam pousar no Iraque. Isto era para o caso de Israel ser invadido pelo Irã, pela Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe. Obama cancelou esses direitos de pouso. Israel agora não tem onde reabastecer seus aviões no Oriente Médio.

2) "Netanyahu foi chamado para um encontro na Casa Branca. Ele foi conduzido para dentro pela porta de serviço — o único chefe de Estado na história dos EUA a receber esse tratamento desrespeitoso. Não lhe ofereceram nem uma xícara de chá — mas ele teve de ouvir um sermão de Obama, que lhe disse que ele não estava autorizado a atacar o Irã, que teria de retirar todas as forças da Margem Ocidental do Jordão e não poderia construir novos assentamentos (bairros) na zona leste de Jerusalém."

3) "Israel descobriu que quatro terroristas estavam se reunindo em Dubai. Como fez nos últimos 62 anos, o governo de Israel informou o governo americano e disse que aqueles terroristas tinham de receber uma lição. Obama disse não, de forma alguma. Israel decidiu agir sozinho. Agentes israelenses mataram o único terrorista que apareceu. Entretanto, a CIA foi enviada ali por Obama para filmar todo o evento — e depois uma campanha de relações públicas foi produzida pela Casa Branca para desacreditar Israel e aquilo que tinha realizado — esse tipo de ação sempre ocorreu com o apoio dos EUA nos últimos 62 anos, pois os dois países têm inimigos comuns."

4) "Obama se recusou a se opor ao rearmamento do Hezbollah e do Hamas por parte da Síria — Israel agora está sob o risco iminente de ser atingido por muitos mísseis que podem ser lançados contra seu território."

5) "Israel nunca revelará novamente seus planos aos EUA — pois não pode mais confiar neles."

Estes eventos retratam uma séria erosão do suporte americano a Israel. As pessoas com discernimento têm todo o direito de se preocupar. Os cristãos que apoiam a nação de Israel agora têm o direito de exigir explicações do que está ocorrendo no governo do primeiro presidente islâmico na história americana. A sabedoria convencional diz que os inimigos de Israel podem empurrá-lo para o mar rapidamente se o suporte americano for removido.

Nunca Desarraigado Novamente

Cremos literalmente na Bíblia Sagrada, de modo que compreendemos que Deus garantiu que, uma vez que Israel voltar para sua terra, nunca mais será arrancado dela novamente.

"E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o SENHOR teu Deus." [Amós 9:15].

Esta Escritura não poderia ser mais clara! Deus prometeu neste verso a Israel que trará de volta seu povo para a terra, para que ele possa se tornar uma nação novamente, e então promete que o Israel renascido nunca mais será derrotado, nunca mais será tirado da sua terra para a qual Deus o trouxe de volta. Portanto, os planos das hordas islâmicas não serão bem-sucedidos! Independente do número de soldados que eles lancem contra Israel, independente do número de mísseis que lancem e independente de quantos aliados possam arregimentar contra Israel, Deus nunca permitirá que Israel seja novamente desarraigado e lançado para fora de sua terra.

Israel poderá ser severamente afetado pelos ataques, mas a nação sobreviverá para que Jesus Cristo possa ter Sua nação para a qual voltar, em cumprimento a Zacarias 12:9-10.

O tipo de dano severo que Israel sofrerá no fim dos tempos, mas ao qual sobreviverá, é visto no capítulo 14 de Zacarias:

"Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres forçadas; e metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o restante do povo não será extirpado da cidade. E o SENHOR sairá, e pelejará contra estas nações, como pelejou, sim, no dia da batalha."[Zacarias 14:2-3].

Observe que Deus promete que não somente impedirá que Israel seja destruído, mas que sairá pessoalmente para intervir a favor de Israel. Deus tomará para si a responsabilidade de derrotar os inimigos de Israel. Talvez esse seja o tempo em que o arcanjo Miguel, responsável por Israel, "se levantará" para defender a terra santa de Deus:

"E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro." [Daniel 12:2].

Mais uma vez, vemos que a profecia diz que Israel será terrivelmente danificado por seus inimigos, porém em face de uma derrota quase certa, Deus intervirá pessoalmente para proteger a nação.

Muitas e muitas vezes, a Bíblia diz que Deus trabalha por meio das pessoas e das nações de modo a realizar Seu prometido livramento. Isto não quer dizer que Deus não possa e não intervenha diretamente nos eventos mundiais, mas Ele realmente trabalha por meio de indivíduos, nações e organizações para cumprir Sua vontade e Suas profecias. Nesta era moderna, Deus está usando a Maçonaria iluminista como Seu instrumento para garantir que as doutrinas, lendas e planos dos maçons sejam tão fortemente orientados em relação a Israel que cada país controlado pelos líderes maçons usem todas as armas de seus arsenais para garantir que Israel não seja aniquilado.

A principal razão para a Maçonaria estar tão interessada em preservar Israel é porque a loja se desenvolveu em uma religião.

Os Maçons Declaram Que a Maçonaria é uma Religião!

Vamos parar aqui por um instante, para analisarmos a atual mentira maçônica de que sua organização não é uma religião. Vejamos algumas citações:

"Toda loja maçônica é um templo de religião, e seus ensinamentos são instrução em religião." [Morals and Dogma, Albert Pike, pág. 231-L].

"Ela [a Maçonaria] é a religião universal, eterna e imutável, como Deus a plantou no coração da humanidade universal." [Ibidem, pág. 219-M].

"Mas as organizações maçônicas nas quais estas lendas foram cultivadas, como as lojas maçônicas de hoje, eram corpos religiosos." [The Holy Bible: The Great Light In Masonry, King James Version, Temple Illustrated Edition, A. J. Holman Company, 1968, pág. 26].

"... a Maçonaria pode perfeitamente reivindicar ser chamada de instituição religiosa." [A New and Revised Edition: An Encyclopaedia of Freemasonry and Its Kindred Sciences, de Albert Mackey, MD, Grau 33, volume II, pág. 618].

Não se deixe enganar; a Maçonaria é uma religião!

Porém, mais especificamente, a Maçonaria é uma religião baseada frouxamente nas lendas do antigo judaísmo, especialmente as lendas do Monte do Templo e o Terceiro Templo de Salomão.

O Templo de Salomão é o Coração e a Alma da Maçonaria!

O cristão genuíno não tem afinidade com o templo de Salomão, porque Deus o destruiu, e anulou o sacerdócio levítico que o acompanhava, mas vamos examinar o quão importante esse templo é para a prática da religião maçônica.

"De todos os objetos que constituem a ciência maçônica do simbolismo, o mais importante, o mais amado pelo maçom, e de longe o mais significativo, é o Templo de Jerusalém. A espiritualização do Templo é o primeiro, o mais proeminente e o mais penetrante de todos os símbolos da Maçonaria... Tire da Maçonaria sua dependência em relação ao Templo; exclua de seu ritual todas as referências ao edifício sagrado e às lendas e tradições relacionadas com ele, e o próprio sistema decairia e morreria de vez..." [Encyclopaedia of Freemasonry, de Albert Mackey, Grau 33 e Charles T. McClenachan, Grau 33, Revised Edition, de Edward L. Hawkins, Grau 30, e William J. Hughan, Grau 32, volume II, M-Z, publicado pela The Masonic History Company, Chicago, Nova York, Londres, 1873, A. G. Mackey, 1927, pela Masonic History Company].

Permita-nos repetir a compreensão crítica que o afamado autor maçom do Grau 33, Albert Mackey, acaba de nos fornecer:

"Tire da Maçonaria sua dependência em relação ao Templo; exclua de seu ritual todas as referências ao edifício sagrado e às lendas e tradições relacionadas a ele, e o próprio sistema decairia e morreria de vez..."

Portanto, a primeira coisa que queremos que você compreenda é que a Maçonaria está completamente, 100% devotada ao Templo de Salomão, sem o qual toda a estrutura e fundação da Maçonaria morreria! Assim, ela se coloca em total contraste com o genuíno cristianismo bíblico. Em outras palavras, a Maçonaria está enraizada em sua fundação mais profunda à primeira aliança do Antigo Testamento, enquanto que o cristianismo bíblico está enraizado na segunda aliança de Jesus Cristo, conforme delineada no Novo Testamento!

O autor Mackey também deixa esse fato bem claro: "A Maçonaria derivou seu simbolismo do templo, como fez com quase todas suas idéias simbólicas, do modelo hebraico..." [Ibidem] Uma vez que o Antigo Testamento foi escrito originalmente em hebraico, e o Novo Testamento em grego, Mackey está claramente afirmando que a Maçonaria está enraizada no Antigo Testamento!

Na Bíblia maçônica, Temple Illustrated Edition, o autor do prefácio lança mais alguma luz sobre a importância do Templo de Salomão para a Maçonaria:

"As tradições e o romance do Templo do rei Salomão são de grande interesse para todos os que leem a Bíblia. São de importância transcendente para os maçons. O Templo é o símbolo supremo na Maçonaria, e a história lendária da construção do Templo é a base fundamental da regra e da orientação maçônica para a conduta na vida... A nata dos escritos históricos e filosóficos maçônicos foi extraída da descrição do Templo e de sua relação com o ritual maçônico." [The Holy Bible: The Great Light in Masonry, King James Version, Temple Illustrated Edition, A. J. Holman Company, 1968, prefácio intitulado "The Bible and King Solomon's Temple in Masonry", de John Wesley Kelchner].

Permita-nos rever o segmento importante:

"As tradições e o romance do Templo do rei Salomão... são de importância transcendente para os maçons."

A palavra "transcendente" é usada pelo cristianismo bíblico genuíno para descrever o próprio Deus. Assim como o dicionário explica, Deus é verdadeiramente "transcendente", "que transcende os limites da experiência possível; metafísico"; "que não resulta do jogo natural de certa classe de seres ou de ações, mas que supõe a intervenção de um princípio que lhe é superior"; "que ultrapassa a nossa capacidade de conhecer" [Novo Dicionário Aurélio]. Em outras palavras, o Templo de Salomão é para o maçom aquilo que Deus é para o cristão genuíno!

Portanto, a crença no Templo de Salomão transcende toda a própria Maçonaria, existindo acima e independente dela. A Maçonaria pôs sua fé "transcendente" em um edifício que o Deus Verdadeiro pessoalmente destruiu, não uma, mas duas vezes!

Espiritualizando o Templo de Salomão

Começando pelo fim da citação dessa Bíblia Temple Illustrated Edition, referida anteriormente, lemos:

"... Em todo o rico simbolismo da Maçonaria da Antiga Arte, dois símbolos, ou temas simbólicos, predominam. Um é a busca pela luz; o outro é o labor da construção. A fonte de luz é a Bíblia Sagrada, e a grande representação da arte do construtor é o Templo do rei Salomão... Era natural que os pedreiros (maçons) criativos, muito antes do desenvolvimento de algo como nossa moderna fraternidade, tivessem sentido alguma ligação com os grandes construtores de todas as épocas. Era natural também que tivessem percebido uma atração peculiar pelo mais famoso e glorioso de todos os empreendimentos de construção, o Templo do rei Salomão e a cidadela. O interesse e a atração pela maravilhosa estrutura sobre o monte Moriá aumentou, em vez de diminuir... até hoje o Templo de Salomão é o lar espiritual de todo maçom." [Masonic Holy Bible, Temple Illustrated Edition, A. J. Holman Company, 1968, págs. 11-14].

Um pouco mais à frente, esses autores explicam: "O Templo do rei Salomão era a expressão arquitetônica perfeita da fé religiosa de um povo." [pág. 25] "Talvez o interesse maçônico também tenha aumentado de uma percepção mais ou menos incidental do templo para uma preocupação final com ele como um símbolo do homem espiritual." [pág. 29; ênfase adicionada].

De fato, a liderança maçônica espiritualizou o significado do Templo na vida de todo maçom. Albert Mackey explica: "Para o mestre maçom, o Templo de Salomão é verdadeiramente o símbolo da vida humana... ele se torna um símbolo adequado da vida humana ocupada na busca da Verdade Divina, que não é encontrada em lugar algum... Este é o simbolismo do primeiro templo, o de Salomão, conforme é familiar para a classe dos mestres maçons." [Encyclopaedia of Freemasonry, Mackey, pág. 774; ênfase adicionada].

Entretanto, embora o Templo de Salomão seja o símbolo da vida humana mortal para o mestre maçom, uma classe mais elevada de maçons atribui uma interpretação diferente para outro Templo. Veja a explicação de Mackey:

"Mas há uma segunda e mais elevada classe da fraternidade, os Maçons do Arco Real, para os quais esse simbolismo do templo é ainda mais desenvolvido. Essa segunda classe, abandonando o simbolismo anterior, e olhando para além desse templo de Salomão, encontra na história da Escritura outro templo que, anos após a destruição do primeiro, foi erigido sobre suas ruínas; e eles escolheram o segundo Templo, o Templo de Zorobabel, como seu símbolo proeminente. E, como a primeira classe de maçons encontra em seu templo o símbolo da vida mortal, limitada e perecível, eles, ao contrário, vêem no segundo templo, construído sobre as fundações do primeiro, um símbolo da vida eterna, onde a verdade perdida poderá ser encontrada, onde um novo incenso subirá de um novo altar, e cuja perpetuidade foi prometida pelo seu grande Mestre quando, no mesmo espírito do simbolismo, exclamou: 'Derribai este templo, e em três dias o levantarei'."

"Assim, para essas duas classes ou ordens de maçons, o simbolismo do Templo apresenta-se de forma conectada e contínua. Para o mestre maçom, o Templo de Salomão é o símbolo desta vida; para o maçom do Arco Real, o Templo de Zorobabel é o símbolo da vida futura. Para o primeiro, seu Templo é o símbolo da busca pela verdade; para o último, seu Templo é o símbolo da descoberta da verdade; e assim o círculo está completo e o sistema perfeitamente acabado." [Ibidem, págs. 774-775; ênfase adicionada].

O Templo é tão importante para o maçom que ele dá o passo final para espiritualizar seu significado. Os mestres maçons olham para o Templo de Salomão como um símbolo da vida humana, enquanto os maçons do Arco Real consideram o templo inferior de Zorobabel como um símbolo da vida eterna! Os dois símbolos, tomados em conjunto, formam um círculo espiritual, "aperfeiçoando", dessa forma, o sistema simbólico maçônico!

Agora você pode compreender como o templo de Salomão se tornou um assunto tão "transcendente" para os maçons!

Conclusão Lógica Dessa Crença Transcendente no Templo de Salomão

Já que a Maçonaria reverencia tanto o Templo de Salomão, e já que esse templo possui uma posição tão preeminente em toda a Maçonaria, da sua base até o telhado, seria exagero imaginar que a Maçonaria deseja ardentemente reconstruir o Templo de Salomão no único local em que ele pode ser construído — no Monte do Templo em Jerusalém?

Permita-nos examinar alguns desses escritos para observarmos o desejo fervoroso dos maçons de reconstruir o Templo de Salomão!

"Os maçons têm, em todos os eventos, agarrado com avidez a idéia de representar em sua linguagem simbólica o homem interior e espiritual por meio de um templo material... O grande corpo da Arte Maçônica, olhando apenas para o primeiro Templo erigido pela sabedoria do rei Salomão, faz dele o símbolo da vida; e como o grande objetivo da Maçonaria é a busca pela verdade, eles são instruídos a construir esse templo como um receptáculo adequado para a verdade..." [Encyclopaedia of Freemasonry, de Albert Mackey, Grau 33 e Charles T. McClenachan, Grau 33, Revised Edition, por Edward L. Hawkins, Grau 30 e William J. Hughan, Grau 32, volume II, M-Z, publicado por The Masonic History Company, Chicago, Nova York, Londres, 1873, A. G. Mackey, 1927, pela Masonic History Company, pág. 774].

A palavra "avidez" é definida como "desejo ardente, sofreguidão, ambição". Dessa forma, podemos ver que eles são "instruídos a construir esse templo" com sofreguidão e ambição! Mackey então prossegue para falar sobre esse novo templo e alguns de seus novos detalhes.

"... um novo incenso subirá de um novo altar, e cuja perpetuidade foi prometida pelo seu grande Mestre quando, no mesmo espírito do simbolismo, exclamou: 'Derribai este templo, e em três dias o levantarei'." [Ibidem].

"Novo incenso" subindo de um "novo altar", no templo que Mackey acaba de associar com o "grande mestre maçom", Jesus Cristo! Em outras palavras, Mackey vinculou o novo Templo com o Cristo, ou uma figura messiânica. Em outro livro, o autor maçom Edward Waite é ainda mais explícito. Veja:

"O templo da Maçonaria é, daí em diante, a casa do Cristo..." [Edward Waite, págs. 486-7, A New Encyclopedia of Freemasonry and of Cognate Instituted Mysteries: The Rites, Literature and History, volume II, reimpresso em 1970 pela Weathervane Books, pág. 314].

O novo Templo de Salomão deve, daqui em diante, ser chamado de "a casa do Cristo". O leitor ingênuo pode pensar que Waite esteja se referindo a Jesus Cristo, mas ele não disse isso, disse? Você sabia que o termo "Cristo" literalmente significa o "ofício do Messias prometido"? Jesus cumpriu esse ofício quando viveu e serviu entre os homens, e foi reconhecido por ter cumprido esse ofício messiânico. Veja:

"E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo." [Mateus 16:16].

Observe que Pedro disse "Tu és o Cristo"; em outras palavras, Pedro reconheceu que Jesus era o cumprimento divino/humano do ofício do Messias.

"E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus." [Mateus 26:63].

O sumo sacerdote perguntou diretamente a Jesus se ele era o cumprimento desse ofício messiânico.

"E, estando o povo em expectação, e pensando todos de João, em seus corações, se porventura seria o Cristo" [Lucas 3:15].

Até mesmo o judeu comum entendia essa distinção entre o ofício ["o Cristo"] e o homem que o cumpriria.

No entanto, a Bíblia diz que outro Cristo surgirá, e este será o Anticristo, ou alguém que venha disfarçado de Cristo, fingindo ser o Messias. Infelizmente, quase todas as pessoas que viverem naquele tempo serão iludidas e acreditarão que ele é o Messias e o seguirão entusiasticamente [Apocalipse 13:3-4].

Já que a Maçonaria é um cristianismo falsificado, parece lógico que Mackey e Waite estejam falando sobre o Anticristo, e não sobre Jesus Cristo. Dessa forma, Waite realmente disse:

"O templo da Maçonaria é, daí em diante, a casa do [Anti]Cristo".

Se os planos para reconstruir o Templo de Salomão estiverem realmente em prática, isto será feito para o Anticristo, e não para Jesus Cristo. E a Bíblia prediz exatamente esse tipo de evento, não é? Veja:

"E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos... Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo..."[Mateus 24:11,15].

Jesus está citando Daniel 9:27, 11:31 e 12:11, o momento em que o Anticristo adentra no Santo dos Santos e perpetra a "abominação desoladora". O apóstolo Paulo explica melhor por que as ações do Anticristo serão tão ofensivas a Deus:

"Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus." [2 Tessalonicenses 2:3-4].

Mateus 24:15 subitamente retrata o Anticristo entrando no Santo dos Santos para declarar-se Deus, exigindo orgulhosamente ser adorado como Deus. Apocalipse 13:15 nos diz que o Anticristo irá, na verdade, erigir uma imagem criada à sua semelhança; essa imagem não será apenas capaz de falar, mas possuirá o poder sobrenatural de matar a todos os que não a adorarem!

Agora compreendemos. O Anticristo adentrará em um templo reconstruído sobre o Monte do Templo em Jerusalém, declarará ser Deus, exigirá ser adorado como tal e erigirá uma imagem falante feita à sua semelhança!

Portanto, o templo reconstruído predito por Jesus está diretamente associado ao Anticristo! Por que deveríamos estar surpresos ao sermos informados pelo autor maçom Waite que "o Templo da Maçonaria é, daí em diante, a casa do Cristo"? Esse novo templo planejado será o templo do Anticristo, em absoluto cumprimento às Escrituras.

Construindo Outro Templo em Jerusalém

"... nos Altos Graus ouvimos sobre uma intenção secreta de construir ainda outro templo em Jerusalém." [Edward Waite, págs. 486-7, A New Encyclopedia of Freemasonry and of Cognate Instituted Mysteries: The Rites, Literature and History, volume II, reimpresso em 1970 pela Weathervane Books].

No fim do século 19, o autor e autoridade maçônica, Edward Waite, afirmou categoricamente que existe um plano secreto na Maçonaria para "construir ainda outro templo em Jerusalém". Isto representa um problema, não é mesmo? Em meados do século 7, o Domo da Rocha muçulmano foi construído precisamente sobre o Monte do Templo em Jerusalém. Assim, qualquer "intenção secreta" da elite da liderança maçônica de reconstruir o Templo de Salomão em Jerusalém precisa necessariamente incluir um plano para remover o Domo da Rocha existente!

Portanto, lemos exatamente a respeito desse plano sendo executado no livro The Armageddon Script, do autor de Nova Ordem Mundial Peter Lemesurier: "... pode ser possível para o Novo Davi chegar montado a Jerusalém em toda a sua resplandecente majestade. Observe a palavra 'montado'... em um jumento, conforme predito em Zacarias 9:9... parece recomendável para o novo Messias repetir isso, com o jumento e tudo... A rota da procissão irá, é claro, passar diretamente pelo ribeiro de Cedron, o mais próximo possível do Monte do Templo... ele deve ser entronizado e ungido com azeite (um sinal do Salmo 45:6-7) em meio às ruínas do Domo da Rocha..." [pág. 233-5].

Assim, vemos claramente o plano para reduzir o Domo da Rocha a ruínas, de forma que o Templo de Salomão possa ser reconstruído. Além disso, Lemesurier vincula essa destruição do Domo da Rocha ao aparecimento do "Novo Davi", o Cristo da Nova Era — na verdade, o Cristo maçônico, que a Bíblia chama de Anticristo.

Em complemento à declaração de fervor dessa "intenção secreta de construir ainda outro templo em Jerusalém", lemos:

"Talvez o interesse maçônico também tenha aumentado de uma percepção mais ou menos incidental do Templo para uma preocupação final com ele como um símbolo do homem espiritual." [Masonic Holy Bible, Temple Illustrated Edition, 1968, pág. 29].

Para reiterar:

Os maçons estão "preocupados" com o Templo do rei Salomão.

Eles estão tão "preocupados" que se estendem longamente para justificar a construção de um novo Templo de Salomão sobre o Monte do Templo em Jerusalém. Veja:

"Acerca da construção desse templo, o Zohar ensina que o Templo de Salomão não foi construído segundo os planos originais... Em uma palavra, o Senhor não construiu a Casa, e trabalharam em vão os que a construíram... Haverá um tempo, entretanto, por vir, em que o Santíssimo se lembrará de seu povo, Israel, e o Senhor construirá a Casa." [Edward Waite, págs. 486-7, A New Encyclopedia of Freemasonry and of Cognate Instituted Mysteries: The Rites, Literature and History, volume II, reimpresso em 1970 pela Weathervane Books].

Para reiterar:

"O Zohar ensina que o Templo de Salomão não foi construído segundo os planos originais... Em uma palavra, o Senhor não construiu a Casa, e trabalharam em vão os que a construíram... Haverá um tempo, entretanto, por vir, em que o Santíssimo se lembrará de seu povo, Israel, e o Senhor construirá a Casa."

Agora que fomos informados que Salomão não seguiu o plano original de Deus ao construir seu Templo, percebemos a importância que os maçons atribuem ao "Santíssimo" que virá para "se lembrar de seu povo, Israel", e comemorará essa lembrança construindo a casa que originalmente pretendeu que Salomão construísse! Em outras palavras, o rei Salomão bagunçou os planos reais para o Templo! Ele não seguiu o plano original de Deus, portanto Deus permitiu que o magnífico Templo de Salomão fosse destruído! O Cristo vindouro o reconstruirá, mas fará isso segundo o plano divino original.

Agora, será que você consegue apreciar a decisão tomada há alguns anos pela liderança judaica ortodoxa que "somente o Messias poderá construir o Templo"? Quando o Cristo maçônico vier, então será cumprida a citação de Waite: "o Senhor construirá a Casa"!

"Aguardando o Homem"

Espantosamente, a moderna Bíblia maçônica, citada anteriormente, confirma o fato que o Templo de Salomão terá de aguardar pelo aparecimento de um homem muito especial. Veja:

"É de conhecimento de todos os leitores da Bíblia e dos estudiosos da época de Salomão, que uma descrição maravilhosamente detalhada do Templo e de suas estruturas associadas tem sido preservada nas névoas da antiguidade pelas Escrituras. As medidas lineares, os materiais utilizados, e os detalhes ornamentais são apresentados de uma forma tão detalhada que a restauração do Templo, a qualquer momento desde alguns séculos atrás, aguarda apenas a vinda de um homem com a visão para reconhecer seu valor histórico, e a imaginação para assumir a tarefa." [Prefácio, The Bible and King Solomon's Temple in Masonry, de John Wesley Kelchner, 1968, A. J. Holman Company].

Para reiterar o ponto principal:

"... a restauração do Templo... aguarda apenas a vinda de um homem com a visão..."

Os Eventos Atuais Estão Sendo Conduzidos Por Esse Plano

Assim que você compreender que os eventos no Oriente Médio estão sendo conduzidos por esse desejo maçônico ardente de reconstruir o Templo de Salomão em Jerusalém, então poderá entender o que está acontecendo atualmente. Para realizar esse sonho, o controle de Jerusalém e do Monte do Templo especialmente, deve sair das mãos de Israel; mas não deve passar para a mão dos árabes. Ao invés disso, o controle de Jerusalém deve passar para a comunidade internacional iluminista.

Deus está usando a "preocupação" maçônica para unir todas as nações do mundo contra Jerusalém. Literalmente, do meio da fumaça, da devastação e do terror da planejada Terceira Guerra Mundial, o Cristo [o Anticristo] surgirá caminhando, como Peter Lemesurier indica em seu livro The Armageddon Script. [Observe como a Maçonaria iluminista deriva toda sua religião do modelo hebraico; portanto, o árabe é considerado um inimigo a ser vencido. Todos os árabes precisam compreender que são um alvo para a extinção, já que sua religião fortemente monoteísta jamais lhes permitiria aceitar completamente as reivindicações do Cristo. No artigo N1631, "Sangue Nas Ruas": Um Modelo Perfeito da Vindoura Destruição do Iraque e de Todos os Muçulmanos em Seguida", detalhamos o plano para essa erradicação dos muçulmanos.].

O Cristo agirá no cenário delineado por Lemesurier; será ungido como Messias "em meio às ruínas do Domo da Rocha". A Maçonaria ocidental iluminista — guiada pelo Reino Unido, EUA e Israel — está cuidadosamente manipulando os eventos no Oriente Médio para apressar a guerra que não apenas permitirá que seu Cristo apareça [Tim Cohen, Antichrist and a Cup of Tea], mas que destruirá o Domo da Rocha por meio de um terremoto deliberadamente induzido ou pela guerra [Peter Lemesurier, The Armageddon Script (leia a resenha].

Conforme Cohen afirma enfaticamente, a liderança principal desse roteiro está em Londres, na Casa de Windsor. Eles criam a política, e as autoridades dos governos do Reino Unido, dos EUA e de Israel a implementam. Temos notado ultimamente o verdadeiro "Eixo do Mal" que está conduzindo os eventos mundiais — Inglaterra, EUA e Israel. Embora alguns considerem que o rei espanhol Juan Carlos seja um forte candidato a Anticristo, ainda não encontrei evidências mais embasadas a respeito dos príncipes Charles ou William do que aquelas que Cohen apresenta em seu livro Antichrist and a Cup of Tea. Pudemos rastrear o início desse moderno fluxo da história até o iluminista britânico Francis Bacon e à igualmente iluminista rainha Elizabeth I. Isso, porém, é assunto para outro artigo em outro momento! Entretanto, a questão é que, como o início do plano iluminista para a Nova Ordem Mundial pode ser rastreado até a liderança britânica do fim do século 16, faz sentido que o Anticristo venha da Grã-Bretanha.

Assim, podemos compreender os muitos planos que os Illuminati criaram para tornar a reconstrução do templo de Salomão uma realidade. Leia também alguns outros artigos que mencionam o controle internacional sobre Jerusalém. [A espada do Espírito]

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