terça-feira, fevereiro 28, 2012

Apascentando Ovelhas ou Entretendo Bodes?


Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las.

Da pregação em alta voz, como faziam os Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de atingir as massas.

Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou dele? “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.” (Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele tivesse adicionado “e proporcionem divertimento para aqueles que não tem prazer no evangelho.” Nenhuma destas palavras, contudo, são encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido.

Então novamente, “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores… para a obra do ministério” (Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há lista de mártires.

Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi a atitude da Igreja quanto ao mundo? “Vós sois o sal” (Mateus 5:13), não o doce açucarado – algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta e severa foi a expressão: “deixa os mortos sepultar os seus mortos.” (Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade.

Se Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão, ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: “Corra atrás destas pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de qualquer forma.” O Messias Yaohushua se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou por eles, mas nunca procurou entretê-los.

Em vão serão examinadas as Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de entretenimento! A mensagem delas é: “Saia, afaste-se, mantenha-se afastado!” É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não empregavam outra arma.

Após Pedro e João terem sido presos por pregar o evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram: “Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão felizes nós somos.” Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram por todos lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor, limpe a Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e traga-nos de volta aos métodos apostólicos.

Finalmente, a missão de entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e escarnecedores, que agradecem ao Criador pela Igreja os terem encontrado no meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada à verdadeira espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida, que coloque os homens em fogo.

Por: Blog do DigãoTexto de Charles H. Spurgeon, que pode ser encontrado aqui. Uma triste nota é que, se a coisa já andava feia no século XIX, no século XXI desandou de vez.

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Isso Pode, Aquilo não Pode!


Antes de me converter, na adolescência, achava muito engraçado o comportamento dos crentes. Cheios de não me toques e restrições, eram um povo à parte. Depois de minha conversão, aos 17 anos, continuei achando engraçado o comportamento de alguns deles. Ainda cheios de maneirismos, pretensamente espirituais, dizendo que era da "vontade de Deus" tal e tal comportamento.

Acho que, pelo fato de não ter pedigree, ou seja, não ser de família evangélica, sempre me encafifei com isso. Por exemplo: por que, em algumas igrejas, ter televisão era pecado mortal? E por que, nestas mesmas igrejas, hoje é possível até mesmo pastor ter blog e programa de TV? Mudou O Criador, mudou a Bíblia ou mudaram os tempos?

Este é o grande problema em se sacralizar aquilo que deve ser entendido apenas como o jeito de uma época de se entender as coisas. Ou seja, a cultura, este óculos para se enxergar a realidade, é apenas uma construção humana, pessoal, falha.

Mas é com base na cultura, e não nas Escrituras, que muitos pautam suas vidas. Onde está na Bíblia, por exemplo, que crente deve apenas ouvir música dita evangélica? Onde está escrito que devo trocar, de bom grado, The long and winding road, dos Beatles, por algum ponto-de-macumba gospel? É óbvio que ouço música evangélica, mas apenas a de boa qualidade. Mantra vazio e mercantilista eu dispenso.
Onde está na Bíblia que cristão deve ser sempre sisudo, circunspecto, nunca podendo rir ou brincar? Aliás, este é um ponto interessante, pois sempre que se questiona algum bezerro de ouro do mundim góspi, logo aparecem suas catifundas dizendo que prestaremos "contas a Deus" por mexermos com gente untada, ops, ungida. Ora essa, este é o mais novo fenômeno gospel: a idolatria por gente viva, e bem viva, por sinal! Ao Pai verdadeiro toda a glória, honra e louvor; mas para esses hômi di delz, todo escracho e esculacho ainda é pouco!

Onde está na Bíblia que todo pastor deve ter cara de pastor? Aliás, gostaria de saber como é cara de pastor. Cada vez que alguém diz que não me pareço com um pastor, só respondo graças ao Pai!, pois esta imagem pré-formatada na cabeça de muitos não quero pra mim. Aliás, as pessoas confundem pastor com executivo, empresário, coisas do gênero. Acham que o pastor só é fiel a Deus se fizer a igreja bombar. Substituíram a ação do Espírito pelo marketing e por estratégias gerenciais. Parafraseando o Sal mo 23, muita gente diz Chiavenato é o meu pastor...

Onde está na Bíblia que o mundo deveria nos aplaudir? Onde está na Bíblia que o sinal da aprovação de Yaohu é uma apresentação no programa do Luciano Huck, vender bastante CD e DVD, ficar rico e famoso e distribuir autógrafos para a platéia? Como fica Jo 15.19 nesta história?

Enfim, a cultura é uma coisa passageira. Charles Spurgeon, o príncipe dos pregadores, seria execrado hoje em dia, por causa do seu tabagismo. O mesmo poderia ser dito de Calvino e seu vinho ou de Lutero e sua cerveja. Ao se absolutizar aquilo que é relativo e passageiro, corremos o risco de relativizarmos Aquele que é o Absoluto. Como, aliás, tem acontecido muito ultimamente.
Por: Digão - Blog do Digão

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segunda-feira, fevereiro 27, 2012

A Força e o Alcance da Internacional Socialista

Autor: William F. Jasper
Forcing Change, Volume 4, Edição 11

Nota do Editor: Há anos que venho pensando em escrever uma exposição sobre a Internacional Socialista, uma organização guarda-chuva que reúne socialistas, protocomunistas e vários outros partidos políticos de base marxista. Embora a maioria das pessoas nunca tenha ouvido falar sobre a Internacional Socialista, ela é uma das maiores associações políticas que existe no mundo e exerce um papel-chave na promoção da governança global dentro da comunidade internacional.

Investiguei a Internacional Socialista pela primeira vez no fim dos anos 1990, quando o terceiro maior partido político do Canadá — o Novo Partido Democrático (NDP) — promoveu abertamente na Câmara dos Comuns a instituição de um tributo mundial e um governo mundial. Pouco tempo depois, a ideia de um tributo mundial foi colocada em votação e aprovada, tornando oficialmente o Canadá o primeiro país a instituir esse tributo. Essencialmente, quando o mundo adotar essa medida, o Canadá será o primeiro a se apresentar como um contribuinte global. (Veja Forcing Change, Vol. 1, Edição 8).

Ao tentar compreender a agenda do tributo global do NDP, descobri que o partido era um membro pleno da Internacional Socialista. Na verdade, ele era, e é, o único membro canadense da I. S. Para os leitores do meu país, isto pode parecer chocante — mas também explica a política externa e a agenda de bem-estar social promovida internamente por esse partido. Desde então, comecei a estudar e monitorar a Internacional Socialista e seu papel como criadora de tendências na governança global.

Portanto, quando encontrei este artigo escrito por William F. Jasper, aproveitei a oportunidade para compartilhá-lo com vocês. O autor fez um excelente trabalho de conectar a plataforma socialista/comunista da Internacional Socialista com os grandes acontecimentos atuais. Leia e depois releia todo o artigo. Assim, você terá uma compreensão de como o xadrez político global está sendo jogado. Além disso, acrescentei a lista completa dos partidos-membro da Internacional Socialista no fim desta edição de Forcing Change. Essa lista somente já diz muito. [NT: A lista não será incluída nesta tradução, mas o único partido brasileiro afiliado à I. S. é o PDT, Partido Democrático Trabalhista.].
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Governo mundial e socialismo mundial. Estes são os objetivos explícitos da Internacional Socialista (I. S.), uma das organizações mais influentes do mundo, mas que é virtualmente desconhecida pela vasta maioria das pessoas, pois é raramente mencionada na grande mídia.

Nas duas últimas semanas de dezembro de 2009 e durante todo o mês de janeiro de 2010, a matéria da manchete no alto da página inicial do sítio na Internet da Internacional Socialista falava com orgulho da influência e do poder político proeminentes da organização na Conferência Sobre Mudança Climática, promovida pela ONU em Copenhagen, na Dinamarca.

Entretanto, o curto artigo, intitulado "A IS na COP15 em Copenhagen: reafirmando as prioridades sociais e democráticas", não começa a fazer justiça ao papel central da Internacional Socialista, não somente em promover o atual alarmismo com relação ao aquecimento global, mas também em construir um lóbi ambientalista militante global desde 1970 até o presente. [Nota do Editor da Forcing Change: A Internacional Socialista foi influente em definir a agenda para as mais recentes conversações sobre o clima, promovidas pela ONU no México.]

A Internacional Socialista foi mais notavelmente representada em Copenhagem pelo seu presidente, George Papandreou, que também é o atual primeiro-ministro da Grécia. "Neste tempo, estamos observando o nascimento da governança global", Papandreou disse em seu discurso na Conferência da ONU, em 18 de dezembro de 2009. "Entretanto, precisamos concordar com uma obrigação e nos comprometer em efetivá-la", ele enfatizou.

Sabemos agora, é claro, que a discussão em Copenhagen fracassou em produzir um acordo vinculante para substituir os Protocolos de Kyoto, ou produzir as estruturas que a Internacional Socialista espera estabelecer dentro da Organização das Nações Unidas para transformá-la em um genuíno governo global. Entretanto, esse fracasso é visto pela Internacional Socialista como um revés temporário, que será corrigido nas confabulações anuais sobre mudança climática, como a continuação da Conferência de Copenhagen, realizada no México no fim de 2010.

Em seu congresso em Oslo, na Noruega, em 1962, a Internacional Socialista declarou claramente:

"O objetivo final dos partidos da Internacional Socialista é nada menos que o governo mundial... A participação como membro da Organização das Nações Unidas precisa ser universalizada."

A Internacional Socialista nunca se afastou desse objetivo, embora tenha suavizado sua retórica, adotando o termo menos ameaçador "governança global" para substituir suas propostas anteriores de um "governo mundial".

É importante manter isto em mente, pois os ex e atuais primeiros-ministros e presidentes que são membros da Internacional Socialista constituem um grande e influente contingente de líderes mundiais que aparecem de forma proeminente nos encontros de cúpula globais e regionais. Atualmente, a Internacional Socialista afirma ter 170 organizações e partidos políticos em todo o mundo, incluindo muitos que estão atualmente no poder e controlando governos nacionais.

Membros proeminentes da Internacional Socialista incluem os seguintes:
  • Partido Trabalhista Britânico (Gordon Brown, primeiro-ministro);
  • Partido Trabalhista Australiano (Kevin Rudd, primeiro-ministro);
  • Congresso Nacional Africano, da África do Sul (Jacob Zuma, presidente);
  • Partido dos Trabalhadores Socialistas, da Espanha (José Zapatero, presidente);
  • Frente Sandinista de Libertação, da Nicarágua (Daniel Ortega, presidente);
  • Organização Popular do Sudoeste da África, da Namíbia (Hifikepunye Lucas Pohamba, presidente);
  • Partido Socialista Chileno (Michelle Bachelet, presidente) e
  • Partido Nacional Democrata, do Egito (Hosni Mubarak, presidente).

Estes e outros partidos-membro da Internacional Socialista e seus líderes têm sido bastante claros em sua propostas por uma "governança global" para tratar aquilo que afirmam serem "crises globais" que não podem ser tratadas (eles dizem) no sistema atual de nações soberanas. Como o The New American reportou, os primeiros-ministros Gordon Brown e Kevin Rudd têm sido especialmente enfáticos, fazendo pronunciamentos histéricos sobre a suposta necessidade de uma governança da ONU para evitar o aquecimento global catastrófico.

Em um discurso em novembro de 2009, o primeiro-ministro australiano criticou os céticos do aquecimento global — incluindo respeitáveis cientistas e políticos — como "malignos negadores da mudança climática", que são "perigosos" e estão "mantendo o mundo como refém".

Como ministro da Fazenda durante o governo do primeiro-ministro Tony Blair e depois como primeiro-ministro, Gordon Brown propôs a transformação do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) e das instituições formadas na Conferência de Bretton Woods (o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial) em um Conselho Econômico das Nações Unidas com força total, para complementar o Conselho de Segurança da ONU. Gordon Brown é membro da Sociedade Fabiana, a organização socialista britânica que serviu como modelo e incubadora para a Internacional Socialista. De fato, a sede mundial da I. S. em Londres e os escritórios da Sociedade Fabiana, também em Londres, são apenas duas mãos do mesmo corpo.

Em 16 de janeiro de 2010, Brown fez o discurso "Causas Pelas Quais Lutar" na Conferência de Ano Novo da Sociedade Fabiana. Ele já falou ao grupo diversas vezes. Embora os fabianos sejam normalmente apresentados como socialistas "moderados" e "democráticos", a verdade é que a Sociedade Fabiana tem sido uma aliada fundamental dos comunistas desde os tempos de Lenin até o presente, incluindo o fornecimento de ajuda especial para encobrir os crimes indizíveis de Josef Stálin.

Os Congressos da Internacional Socialista, bem como seus vários comitês e comissões, publicaram inúmeros relatórios e declarações ao longo dos anos, reiterando sua proposta de 1962 de um governo mundial e uma governança global. "Governança em uma Sociedade Global — A Abordagem Social-Democrata", emitido pelo XXII Congresso da Internacional Socialista em São Paulo, em 2003, é um bom exemplo. A declaração da Internacional Socialista no Encontro do Conselho de 2006, em Santiago, no Chile, que se reuniu sob o estandarte de "Governo, energia e mudança climática: novos horizontes para a paz" é outra.

O encontro em Santiago também forneceu a oportunidade para estabelecer a Comissão da Internacional Socialista para uma Sociedade Global Sustentável (SI-CSWS), que agora se associou com as Nações Unidas. Ricardo Lagos, da Internacional Socialista, e ex-presidente do Chile, é um dos co-presidentes da comissão, junto com Goran Persson, ex-primeiro-ministro da Suécia.

Lagos também foi indicado por Ban Ki-Moon, como Enviado Especial do Secretário-Geral da ONU na Conferência Sobre o Clima.

"A governança global não é mais um conceito, mas uma necessidade urgente", declarou a Comissão em Santiago. Ela também disse:

"A política precisa ser global para garantir paz e estabilidade, para salvaguardar o meio ambiente, para gerar desenvolvimento e coesão social, para assegurar economias robustas que possam resistir às pressões especulativas e criar justiça e oportunidades para todos."

"Nenhuma outra questão ilustra melhor a natureza sem fronteiras e verdadeiramente global dos desafios que estão diante do mundo hoje, e a necessidade de apresentar respostas comuns, do que o aquecimento global e a mudança climática."


Verde, Rosa e Vermelho

Desde sua formação em 1951, a Internacional Socialista fez esforços cosméticos para se distanciar dos socialistas comunistas. Ela continua a fazer isso, temperando suas propostas de socialismo e de governança global com garantias de apoio aos princípios "democráticos'. Entretanto, sua "boa fé" democrática e sua suposta oposição ao socialismo totalitário estão tão surradas hoje como sempre estiveram.

Durante a Guerra Fria, a Internacional Socialista se alinhou com o terrorista comunista Yasser Arafat e sua OLP (Organização para a Libertação da Palestina), um dos principais instrumentos do terror da União Soviética. Ela também manteve boas relações fraternais com as ditaduras comunistas do Pacto de Varsóvia, da África e da América Latina. O regime de Fidel Castro, em Cuba, e o sandinista, na Nicarágua, se tornaram favoritos da Internacional Socialista.

Quando Gunther Guillaume, companheiro e assessor principal do chanceler alemão ocidental Willy Brandt, foi exposto como um agente comunista a serviço da KGB, da União Soviética, e da Stasi, da Alemanha Oriental, Brandt foi forçado a renunciar. A conexão Guillaume-KBG ajudou a explicar as incríveis posições políticas que Brandt estava tomando em alinhamento com Moscou e com o mundo comunista. Entretanto, as revelações sobre Brandt e a KGB não incomodaram os líderes da Internacional Socialista, que lhe permitiram continuar como o presidente da Internacional que mais tempo permaneceu no cargo.

Pouca coisa mudou aqui; comunistas e partidos comunistas "reformados" são bem-vindos com braços abertos e ocupam postos na hierarquia da Internacional Socialista. A mencionada Comissão da I. S. para uma Sociedade Global Sustentável é um caso em vista. Seus membros incluem Aleksander Kwasniewski, ex-presidente da Polônia, que era um membro obstinado do Partido Comunista até que se tornou conveniente mudar para o rótulo de "reforma". O mesmo se aplica ao membro da CSWS Sergei Mironov, que pertenceu ao aparato do Partido Comunista da União Soviética e que permanece um sólido apoiador do principal homem da KGB, o ex-primeiro-ministro Vladimir Putin.

Outro garoto-propaganda da Internacional Socialista é Sergei Stanishev, primeiro-ministro da Bulgária e presidente do Partido Socialista Búlgaro (chamado anteriormente de Partido Comunista Búlgaro). Ainda outro é Ayza Mutallibov, ex-ditador comunista da República Soviética do Azerbaijão. Logicamente, devemos mencionar outra vez o presidente nicaraguense Daniel Ortega, pois seu regime comunista sandinista tem algumas conexões especiais com a Internacional Socialista.

Talvez um dos ex-membros mais importantes da CSWS seja Carol Browner, ex-administradora da Agência de Proteção Ambiental dos EUA durante o governo Bill Clinton, que atualmente é diretora do Gabinete da Casa Branca Para Energia e Política Sobre Mudança Climática, no governo Obama. Por alguma razão, nenhum jornalista da grande mídia achou importante questionar Browner ou o presidente Obama sobre a participação dela como membro e em atividades nessa comissão da Internacional Socialista.

Um dos mais importantes vínculos entre a Internacional Socialista e o regime sandinista é a pessoa do ex-membro da Junta Sandinista, Miguel D'Escoto, que agora tem assento como presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas. Como reportamos em um artigo publicado em junho de 2009, intitulado "O Plano Marxista da ONU para o Governo Global", a Comissão de Especialistas Sobre Reformas dos Sistemas Monetário e Financeiro Internacionais da ONU foi presidida por Joseph Stiglitz, que também é simultaneamente presidente da Comissão da Internacional Socialista Sobre as Questões Financeiras Globais.

O livro de Spiglitz, The Roaring Nineties, publicado em 2003, foi descrito pela agência de notícias econômicas Bloomberg News como "uma pedra fundamental no projeto de Barack Obama para remodelar a economia dos EUA."

Stiglitz, que recebeu o Prêmio Nobel em Economia, "foi mentor de diversos membros da equipe econômica de Obama, incluindo o diretor de Orçamento, Peter Orszag, 40, e Jason Furman, 38, vice-diretor do Conselho Econômico Nacional", de acordo com a Bloomberg.

Em sua autobiografia, intitulada Dreams From My Father (Sonhos de Meu Pai), Barack Obama escreve sobre as "conferências socialistas das quais algumas vezes participei enquanto estudava na Universidade Colúmbia, na cidade de Nova York." Ele nunca explicou que impacto recebeu dessas conferências, e também nunca foi questionado sobre isso durante suas entrevistas com a grande mídia.

Joseph Stiglitz, o economista socialista e presidente da Comissão da Internacional Socialista, leciona agora na Universidade Colúmbia, e é mentor dos assessores que estão elaborando os planos de Obama para socializar virtualmente todos os setores da economia norte-americana. Além disso, a ex-comissária da Internacional Socialista, Carol Browner, chefia os esforços do governo para impor um esquema de controle regulatório sobre o povo americano que é mais ambicioso, intrusivo e potencialmente totalitário do que qualquer coisa que tenha sido imaginada pelos primeiros líderes socialistas, como Karl Marx, Vladimir Lenin, ou Mao Tsé-Tung: um plano global para controlar e regular toda a produção e consumo de energia e todas as emissões de dióxido de carbono.

"Cada vez que você respirar, ou cada vez que se mover, estaremos observando você."

Esta frase é parte da letra de uma famosa canção da banda de Rock britânica The Police. Se a Internacional Socialista, a ONU e o governo Obama conseguirem fazer o que querem, essa frase poderá ser colocada no hino da Polícia Verde Global.


De Davos a Porto Alegre

A Internacional Socialista serve como uma das pontes mais indispensáveis por meio da qual as elites globalistas transferem seus projetos para o governo mundial para os líderes empresarias e financeiros globais e para os líderes socialistas e comunistas de todo o mundo.

Esta importante função de ponte foi demonstrada durante a última semana de janeiro de 2010, quando líderes globalistas se reuniram para dois encontros de cúpula mundiais concorrentes — e supostamente opostos: O Fórum Econômico Mundial (FEM), em Davos, Suíça, e o Fórum Social Mundial (FSM), em Porto Alegre, no Brasil.

As discussões em Davos são de longe as mais glamourosas dos dois eventos e, normalmente, têm como participantes os super-ricos (os nomes na lista incluem Rockefeller, Rothschild, Gates, Buffet, Soros e Branson), os politicamente conectados (nomes como Kissinger, Clinton, Greenspan, Bernanke, Summers, Sarkozi e Blair), celebridades do meio artístico (nomes como Pitt, Jolie, Bono e Gere). Cerca de 2.500 a 3.000 grandes empresários, magnatas, presidentes e potentados formam suas redes e confabulam no encontro de quatro dias mais esplendoroso do planeta.

O evento anual do Fórum Econômico Mundial representa, pode-se pensar, a reunião máxima dos senhores do capitalismo. Enquanto isso, o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, é uma aglomeração radical de cerca de 30 a 50 mil socialistas, comunistas, anarquistas, sindicalistas, marxistas, leninistas, trotskistas, maoístas, feministas, ativistas sociais e ambientalistas.

Deplorando a cobiça capitalista, o poder das grandes empresas e a globalização, os líderes do FSM propõem a construção de um novo sistema global baseado na "justiça social e no meio ambiente". Os heróis do FSM são Fidel Castro, Che Guevara, Hugo Chavez, Evo Morales, Daniel Ortega e Lula da Silva.

O jornalista Alan Clendenning, da agência Associated Press, reportou sobre o estilo de celebridade do presidente Lula da Silva no encontro deste ano do FSM. Ele escreveu:

"Ex-líder sindicalista radical, Luís Inácio Lula da Silva — conhecido por quase todos como Lula — foi saudado como um astro da música Rock pelos ativistas em um estádio esportivo, que cantavam "Lula, Lula, o guerreiro do povo brasileiro!"

"Ele recebeu mais saudações após prometer repreender os líderes mundiais e os banqueiros no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, e dizer para eles que as políticas de livre mercado que promovem há décadas são culpadas pela difícil situação financeira mundial."

Lula, um líder e ativista de longa data do comunista Partido dos Trabalhadores, não somente é um fundador do FSM, mas também fundador (junto com Fidel Castro) do até mais radical Foro de São Paulo, que inclui entre suas organizações-membro a maioria dos partidos comunistas oficiais da América Latina, bem como notórias organizações terroristas. Entre os membros do Foro de São Paulo na lista de grupos terroristas compilada pelo Departamento de Estado dos EUA, estão os colombianos FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e ELN (Exército de Libertação Nacional), o peruano MRTA (Movimento Revolucionário Tupac Amaru), e o MIR chileno (Movimento da Esquerda Radical).

Pode parecer estranho para alguns observadores que o presidente Lula, um socialista radical, seja homenageado tanto no FEM quanto no FSM. Este ano, ele foi o primeiro chefe de Estado a receber o novo "Prêmio Estadista Global", do Fórum Econômico Mundial.

Infelizmente, devido a uma crise de pressão alta, e por recomendação médica, Lula foi forçado a enviar um representante para receber o prêmio em seu lugar e fazer seu discurso de "reprimenda" à assembleia em Davos. Como seus camaradas comunistas em Pequim, Lula frequentemente recebe premiações dos principais luminares dos mundos empresarial e financeiro, por suas políticas supostamente pró-capitalistas.

Entretanto, como os astutos chineses, Lula está meramente seguindo o programa de gradualismo paciente proposto pelos socialistas fabianos — e pelo próprio Lenin, que, em seu Novo Plano Econômico, alegremente fez parcerias com as grandes empresas ocidentais com o objetivo de usar o capitalismo para construir o comunismo, até o momento em que o comunismo for forte o suficiente para esmagar o capitalismo.

Lula não é um membro formal da Internacional Socialista, mas é um aliado. Ele recebeu como anfitrião o Congresso da I. S. no Brasil em 2003, e foi elogiado ali pelo seu presidente, George Papandreou. Além disso, líderes da I. S., como Papandreou, Zapatero, Zuma, Brown e Rudd — para citar apenas alguns — estiveram em Davos para promover a agenda socialista fabiana e globalista.

Da mesma forma, a chanceler alemã Angela Merkel não é um membro formal da I. S., porém no encontro de Davos deste ano, ela promoveu avidamente o programa socialista de seu colega britânico da I. S., Gordon Brown. Ela propôs uma remodelagem geral no sistema financeiro global e a elaboração de uma nova Carta que poderá até mesmo levar à criação de um Conselho Econômico da ONU, exatamente como o Conselho de Segurança foi criado após a Segunda Guerra Mundial."

"Salvaguardar o meio ambiente e reduzir a pobreza são princípios fundamentais que precisam ser inseridos em uma Carta da ordem econômica global que possa levar ao estabelecimento de um Conselho Econômico da ONU", Merkel disse no Fórum Econômico Mundial.


"O Homem de Davos", Também Conhecido como "Cidadão Global"

Embora o FEM e o FSM pareçam, pelo menos à primeira vista, serem opostos um ao outro na questão da globalização econômica, na realidade ambos estão levando adiante o globalismo, isto é, o desenvolvimento da ONU como um governo mundial todo-poderoso.

O "homem de Davos", diz David Rothkopf, em Superclass: The Global Power Elite and the World They Are Making (A Superclasse: A Elite Global do Poder e o Mundo Que Está Sendo Criado) representa "a ascensão de uma elite do poder global, uma superclasse, para a nova era global. O homem de Davos representa, diz Rothkopf, "o cidadão global, o líder para quem as fronteiras estão se tornando cada vez mais irrelevantes".

Rothkopf, que é ele mesmo um homem de Davos (presidente de uma firma de consultoria muito influente, a Garten Rothkopf, um ex-diretor-gerente da Kissinger Associates, um membro veterano do Conselho das Relações Internacionais (o CFR) e um participante frequente dos encontros do FEM, escreve:

"Estas elites globais cristalizaram uma tensão entre a ideia de quase 400 anos do Estado-nação como a unidade de definição da governança global, e a realidade emergente do mundo em que as nações estão não somente diminuindo em influência, mas também estão sendo superadas pelas necessidades transnacionais além de seu alcance e dos centros de poder transnacionais que fazem avançar as agendas internacionalistas ou supranacionais."

"Internacionalistas versus nacionalistas. Globalistas versus regionalistas. Uma batalha que não é a respeito da redistribuição da riqueza, mas a respeito da redistribuição da soberania e do poder."

Rothkopf não está sendo exatamente honesto nesta última frase acima; a batalha é de fato a respeito da redistribuição da riqueza — e também da soberania e do poder. Entretanto, não se trata de redistribuir a riqueza dos globalistas que se reúnem em Davos; trata-se de redistribuir a riqueza das classes médias produtivas nos países desenvolvidos para as classes políticas dos países em desenvolvimento escolhidos pelos globalistas.

Os veículos usados para redistribuir a riqueza são a ONU e seus agências, juntamente com várias agências de "ajuda" nacionais e regionais, bem como as ONGs (organizações não governamentais) que receberam a bênção da elite do poder globalista.

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Nova Era do Gelo em 2014 !???

Os cientistas russos apresentam a sua versão do fim do mundo. Segundo a sua opinião, daqui a dois anos a Terra começará a esfriar bruscamente. A nova era glacial durará ao menos dois séculos e literalmente congelará o mundo.

O diretor do Setor das Investigações Cósmicas do Observatório de Pulkovo da Academia de Ciências da Rússia, Doutor em Ciências Habibullo Abdusamatov declara que o planeta já começou a esfriar. Estudando a periodicidade das alterações da atividade solar, é possível predizer os futuros aquecimentos e esfriamentos globais. “Conforme os nossos dados, a temperatura começará a decrescer estavelmente a partir do ano 2014. O pico do frio será em 2055, ou 11 anos antes ou depois desta data”, afirma o cientista.

“O esfriamento fará que as superfícies cobertas pelas culturas agrícolas diminuam significativamente. Além dos problemas com a alimentação será muito mais difícil organizar escavações de petróleo e gás nas latitudes nortenhas. Problemas de aquecimento fornecido à população também vão se agravar. O esfriamento será sentido em muitos países, quase em todos, mas principalmente ao norte”, adverte Habibullo Abdusamatov.

O esfriamento duradouro prognosticado poderá ser já a quinta menor era do gelo nos últimos nove séculos. Os fenômenos climáticos parecidos foram registados nos séculos XIII, XV, XVII e XIX.

“Como acontece frequentemente, no início diz-se que tudo isso é ridículo, não é ciência nenhuma, não pode ser verdade, depois encontra-se alguma coisa nisso e, finalmente, diz-se que nós sabemos isso desde sempre. A teoria sobre o esfriamento está sendo reconhecida por todo o mundo”, conclui o cientista.

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terça-feira, fevereiro 21, 2012

Venda de diplomação de obreiro, pastor, bispo e outros títulos, inclusive apóstolo!

É possível alguém, “exercer um ministério no Reino de Yaohu” com um diploma de ministro, ou até mesmo de “Apóstolo”, comprando o título?

Acredite, é possível! Vejam:



Adquira hoje mesmo o seu diploma e saia dando “carteiradas” em quem não valoriza o teu trabalho no reino de “deus”, você pode escolher, são vários e dos mais diversos graus: obreiro, diácono, presbítero, missionário, co-pastor, evangelista, pastor, juiz de paz, capelão, conferencista internacional, compositor, cantor gospel e a tão almejada carteira e diploma de “Apostolo” (uau!).

“São esses os que se introduzem pelas casas e conquistam mulheres instáveis sobrecarregadas de pecados, as quais se deixam levar por toda espécie de desejos. Elas estão sempre aprendendo, e jamais conseguem chegar ao conhecimento da verdade. Como Janes e Jambres se opuseram a Moisés, esses também resistem à verdade. A mente deles é depravada; são reprovados na fé. Não irão longe, porém; como no caso daqueles, a sua insensatez se tornará evidente a todos.” 2 Timóteo 3.6-9 NVI

Podemos aqui citar outros versículos bíblicos condenando tal prática (2Tm 2.15, Mt 5.16, Ef 5.11-12).

“... pois preferiam a aprovação dos homens do que a aprovação do Criador.” João 12.43 NVI

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Navios do Irã alcançam a Síria, China alerta sobre guerra civil

Bashar al Assad, presidente da Síria
O principal jornal da China acusou os países ocidentais de instigarem a guerra civil na Síria e dois navios de guerra iranianos aportaram em uma base naval síria, ressaltando as tensões internacionais crescentes com a crise que já dura quase um ano.

Apesar de continuar com a repressão militar sobre a oposição em cidades de todo o país, o ditador Bashar al Assad seguiu adiante com planos de realizar um referendo no final da semana.

Ativistas na cidade de Hama, no oeste da Síria, disseram que soldados, policiais e milícias ergueram dezenas de bloqueios nas ruas, isolando os bairros.

"Hama está isolada do mundo exterior. Não há telefones, nenhuma rede de celular e não há internet. Prisões de casa em casa são feitas diariamente, e às vezes de forma repetida nos mesmos bairros", dizia um comunicado da oposição.

As tropas do governo aumentaram seu controle sobre Hama depois de uma ofensiva na semana passada que se concentrou nos bairros ao norte, perto das terras que serviam de abrigo para rebeldes do Exército Livre Sírio.

Os combatentes rebeldes vinham atacando milicianos, conhecidos como shabbiha, enquanto evitavam o confronto aberto com forças blindadas que se reuniram ao redor de Hama.

As forças do governo também mantinham o cerco a bairros pró-oposição de Homs, ao sul de Hama. Ativistas da oposição divulgaram bombardeios esporádicos durante a manhã no bairro de Baba Amro.


As forças de segurança também lançaram uma campanha de prisões e incursões em dois subúrbios da cidade de Deraa e havia sons de artilharia, disseram ativistas. Os relatos não puderam ser verificados de forma independente.

As ações de segunda-feira seguiram-se a um final de semana que viu uma das maiores manifestações até agora na capital, enquanto o levante pró-democracia contra os 11 anos de governo de Assad aproxima-se do seu primeiro aniversário.

As forças de segurança mataram pelo menos 5.000 pessoas, segundo grupos de defesa dos direitos humanos, em uma campanha para esmagar a revolta, enquanto o governo de Assad diz ter perdido mais de 2.000 soldados e agentes de segurança no que descreve ser uma luta contra terroristas apoiados no exterior.

O conflito também colocou as potências ocidentais e os países árabes do Golfo contra Assad e seus aliados, Rússia, China e Irã.

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segunda-feira, fevereiro 20, 2012

Redução do Apoio a Israel pela Administração Obama

Muitos cristãos bem-intencionados estão entrando em pânico nestes dias, porque as decisões recentes da Casa Branca em relação ao Estado de Israel parecem ominosas. O presidente Obama está provando ser o "pior pesadelo" para Israel. Ele parece querer desfazer as seis décadas de apoio irrestrito que os EUA deram ao minúsculo Israel. A seguinte matéria de notícias resume o sentimento de muitas pessoas atualmente, e é grave o bastante para causar preocupação a qualquer um que apoie Israel.

Resumo da Notícia: "Os EUA e Israel Agora São Inimigos", Before It's News, 3 de maio de 2010.

"Uma mudança de paradigma ocorreu nas relações entre os EUA e Israel. Eles agora são inimigos. Os EUA estão solapando Israel a cada oportunidade. Esta nova realidade veio ao meu conhecimento por meio de uma mensagem de correio eletrônico recebida de uma fonte que ocupa um cargo importante... Nós a ouvimos de um consultor que se reúne uma vez por mês com o presidente na Casa Branca. Isto é o que realmente aconteceu com o relacionamento com Israel e os EUA, e não é nada bonito:"

1) "Durante os governos Clinton e Bush, os aviões da Força Aérea de Israel tinham o direito de pousar na Turquia e nas bases americanas no Oriente Médio e, mais recentemente, durante o governo Bush, também podiam pousar no Iraque. Isto era para o caso de Israel ser invadido pelo Irã, pela Arábia Saudita ou qualquer outro país árabe. Obama cancelou esses direitos de pouso. Israel agora não tem onde reabastecer seus aviões no Oriente Médio.

2) "Netanyahu foi chamado para um encontro na Casa Branca. Ele foi conduzido para dentro pela porta de serviço — o único chefe de Estado na história dos EUA a receber esse tratamento desrespeitoso. Não lhe ofereceram nem uma xícara de chá — mas ele teve de ouvir um sermão de Obama, que lhe disse que ele não estava autorizado a atacar o Irã, que teria de retirar todas as forças da Margem Ocidental do Jordão e não poderia construir novos assentamentos (bairros) na zona leste de Jerusalém."

3) "Israel descobriu que quatro terroristas estavam se reunindo em Dubai. Como fez nos últimos 62 anos, o governo de Israel informou o governo americano e disse que aqueles terroristas tinham de receber uma lição. Obama disse não, de forma alguma. Israel decidiu agir sozinho. Agentes israelenses mataram o único terrorista que apareceu. Entretanto, a CIA foi enviada ali por Obama para filmar todo o evento — e depois uma campanha de relações públicas foi produzida pela Casa Branca para desacreditar Israel e aquilo que tinha realizado — esse tipo de ação sempre ocorreu com o apoio dos EUA nos últimos 62 anos, pois os dois países têm inimigos comuns."

4) "Obama se recusou a se opor ao rearmamento do Hezbollah e do Hamas por parte da Síria — Israel agora está sob o risco iminente de ser atingido por muitos mísseis que podem ser lançados contra seu território."

5) "Israel nunca revelará novamente seus planos aos EUA — pois não pode mais confiar neles."

Estes eventos retratam uma séria erosão do suporte americano a Israel. As pessoas com discernimento têm todo o direito de se preocupar. Os cristãos que apoiam a nação de Israel agora têm o direito de exigir explicações do que está ocorrendo no governo do primeiro presidente islâmico na história americana. A sabedoria convencional diz que os inimigos de Israel podem empurrá-lo para o mar rapidamente se o suporte americano for removido.

Nunca Desarraigado Novamente

Cremos literalmente na Bíblia Sagrada, de modo que compreendemos que Deus garantiu que, uma vez que Israel voltar para sua terra, nunca mais será arrancado dela novamente.

"E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o SENHOR teu Deus." [Amós 9:15].

Esta Escritura não poderia ser mais clara! Deus prometeu neste verso a Israel que trará de volta seu povo para a terra, para que ele possa se tornar uma nação novamente, e então promete que o Israel renascido nunca mais será derrotado, nunca mais será tirado da sua terra para a qual Deus o trouxe de volta. Portanto, os planos das hordas islâmicas não serão bem-sucedidos! Independente do número de soldados que eles lancem contra Israel, independente do número de mísseis que lancem e independente de quantos aliados possam arregimentar contra Israel, Deus nunca permitirá que Israel seja novamente desarraigado e lançado para fora de sua terra.

Israel poderá ser severamente afetado pelos ataques, mas a nação sobreviverá para que Jesus Cristo possa ter Sua nação para a qual voltar, em cumprimento a Zacarias 12:9-10.

O tipo de dano severo que Israel sofrerá no fim dos tempos, mas ao qual sobreviverá, é visto no capítulo 14 de Zacarias:

"Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres forçadas; e metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o restante do povo não será extirpado da cidade. E o SENHOR sairá, e pelejará contra estas nações, como pelejou, sim, no dia da batalha."[Zacarias 14:2-3].

Observe que Deus promete que não somente impedirá que Israel seja destruído, mas que sairá pessoalmente para intervir a favor de Israel. Deus tomará para si a responsabilidade de derrotar os inimigos de Israel. Talvez esse seja o tempo em que o arcanjo Miguel, responsável por Israel, "se levantará" para defender a terra santa de Deus:

"E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro." [Daniel 12:2].

Mais uma vez, vemos que a profecia diz que Israel será terrivelmente danificado por seus inimigos, porém em face de uma derrota quase certa, Deus intervirá pessoalmente para proteger a nação.

Muitas e muitas vezes, a Bíblia diz que Deus trabalha por meio das pessoas e das nações de modo a realizar Seu prometido livramento. Isto não quer dizer que Deus não possa e não intervenha diretamente nos eventos mundiais, mas Ele realmente trabalha por meio de indivíduos, nações e organizações para cumprir Sua vontade e Suas profecias. Nesta era moderna, Deus está usando a Maçonaria iluminista como Seu instrumento para garantir que as doutrinas, lendas e planos dos maçons sejam tão fortemente orientados em relação a Israel que cada país controlado pelos líderes maçons usem todas as armas de seus arsenais para garantir que Israel não seja aniquilado.

A principal razão para a Maçonaria estar tão interessada em preservar Israel é porque a loja se desenvolveu em uma religião.

Os Maçons Declaram Que a Maçonaria é uma Religião!

Vamos parar aqui por um instante, para analisarmos a atual mentira maçônica de que sua organização não é uma religião. Vejamos algumas citações:

"Toda loja maçônica é um templo de religião, e seus ensinamentos são instrução em religião." [Morals and Dogma, Albert Pike, pág. 231-L].

"Ela [a Maçonaria] é a religião universal, eterna e imutável, como Deus a plantou no coração da humanidade universal." [Ibidem, pág. 219-M].

"Mas as organizações maçônicas nas quais estas lendas foram cultivadas, como as lojas maçônicas de hoje, eram corpos religiosos." [The Holy Bible: The Great Light In Masonry, King James Version, Temple Illustrated Edition, A. J. Holman Company, 1968, pág. 26].

"... a Maçonaria pode perfeitamente reivindicar ser chamada de instituição religiosa." [A New and Revised Edition: An Encyclopaedia of Freemasonry and Its Kindred Sciences, de Albert Mackey, MD, Grau 33, volume II, pág. 618].

Não se deixe enganar; a Maçonaria é uma religião!

Porém, mais especificamente, a Maçonaria é uma religião baseada frouxamente nas lendas do antigo judaísmo, especialmente as lendas do Monte do Templo e o Terceiro Templo de Salomão.

O Templo de Salomão é o Coração e a Alma da Maçonaria!

O cristão genuíno não tem afinidade com o templo de Salomão, porque Deus o destruiu, e anulou o sacerdócio levítico que o acompanhava, mas vamos examinar o quão importante esse templo é para a prática da religião maçônica.

"De todos os objetos que constituem a ciência maçônica do simbolismo, o mais importante, o mais amado pelo maçom, e de longe o mais significativo, é o Templo de Jerusalém. A espiritualização do Templo é o primeiro, o mais proeminente e o mais penetrante de todos os símbolos da Maçonaria... Tire da Maçonaria sua dependência em relação ao Templo; exclua de seu ritual todas as referências ao edifício sagrado e às lendas e tradições relacionadas com ele, e o próprio sistema decairia e morreria de vez..." [Encyclopaedia of Freemasonry, de Albert Mackey, Grau 33 e Charles T. McClenachan, Grau 33, Revised Edition, de Edward L. Hawkins, Grau 30, e William J. Hughan, Grau 32, volume II, M-Z, publicado pela The Masonic History Company, Chicago, Nova York, Londres, 1873, A. G. Mackey, 1927, pela Masonic History Company].

Permita-nos repetir a compreensão crítica que o afamado autor maçom do Grau 33, Albert Mackey, acaba de nos fornecer:

"Tire da Maçonaria sua dependência em relação ao Templo; exclua de seu ritual todas as referências ao edifício sagrado e às lendas e tradições relacionadas a ele, e o próprio sistema decairia e morreria de vez..."

Portanto, a primeira coisa que queremos que você compreenda é que a Maçonaria está completamente, 100% devotada ao Templo de Salomão, sem o qual toda a estrutura e fundação da Maçonaria morreria! Assim, ela se coloca em total contraste com o genuíno cristianismo bíblico. Em outras palavras, a Maçonaria está enraizada em sua fundação mais profunda à primeira aliança do Antigo Testamento, enquanto que o cristianismo bíblico está enraizado na segunda aliança de Jesus Cristo, conforme delineada no Novo Testamento!

O autor Mackey também deixa esse fato bem claro: "A Maçonaria derivou seu simbolismo do templo, como fez com quase todas suas idéias simbólicas, do modelo hebraico..." [Ibidem] Uma vez que o Antigo Testamento foi escrito originalmente em hebraico, e o Novo Testamento em grego, Mackey está claramente afirmando que a Maçonaria está enraizada no Antigo Testamento!

Na Bíblia maçônica, Temple Illustrated Edition, o autor do prefácio lança mais alguma luz sobre a importância do Templo de Salomão para a Maçonaria:

"As tradições e o romance do Templo do rei Salomão são de grande interesse para todos os que leem a Bíblia. São de importância transcendente para os maçons. O Templo é o símbolo supremo na Maçonaria, e a história lendária da construção do Templo é a base fundamental da regra e da orientação maçônica para a conduta na vida... A nata dos escritos históricos e filosóficos maçônicos foi extraída da descrição do Templo e de sua relação com o ritual maçônico." [The Holy Bible: The Great Light in Masonry, King James Version, Temple Illustrated Edition, A. J. Holman Company, 1968, prefácio intitulado "The Bible and King Solomon's Temple in Masonry", de John Wesley Kelchner].

Permita-nos rever o segmento importante:

"As tradições e o romance do Templo do rei Salomão... são de importância transcendente para os maçons."

A palavra "transcendente" é usada pelo cristianismo bíblico genuíno para descrever o próprio Deus. Assim como o dicionário explica, Deus é verdadeiramente "transcendente", "que transcende os limites da experiência possível; metafísico"; "que não resulta do jogo natural de certa classe de seres ou de ações, mas que supõe a intervenção de um princípio que lhe é superior"; "que ultrapassa a nossa capacidade de conhecer" [Novo Dicionário Aurélio]. Em outras palavras, o Templo de Salomão é para o maçom aquilo que Deus é para o cristão genuíno!

Portanto, a crença no Templo de Salomão transcende toda a própria Maçonaria, existindo acima e independente dela. A Maçonaria pôs sua fé "transcendente" em um edifício que o Deus Verdadeiro pessoalmente destruiu, não uma, mas duas vezes!

Espiritualizando o Templo de Salomão

Começando pelo fim da citação dessa Bíblia Temple Illustrated Edition, referida anteriormente, lemos:

"... Em todo o rico simbolismo da Maçonaria da Antiga Arte, dois símbolos, ou temas simbólicos, predominam. Um é a busca pela luz; o outro é o labor da construção. A fonte de luz é a Bíblia Sagrada, e a grande representação da arte do construtor é o Templo do rei Salomão... Era natural que os pedreiros (maçons) criativos, muito antes do desenvolvimento de algo como nossa moderna fraternidade, tivessem sentido alguma ligação com os grandes construtores de todas as épocas. Era natural também que tivessem percebido uma atração peculiar pelo mais famoso e glorioso de todos os empreendimentos de construção, o Templo do rei Salomão e a cidadela. O interesse e a atração pela maravilhosa estrutura sobre o monte Moriá aumentou, em vez de diminuir... até hoje o Templo de Salomão é o lar espiritual de todo maçom." [Masonic Holy Bible, Temple Illustrated Edition, A. J. Holman Company, 1968, págs. 11-14].

Um pouco mais à frente, esses autores explicam: "O Templo do rei Salomão era a expressão arquitetônica perfeita da fé religiosa de um povo." [pág. 25] "Talvez o interesse maçônico também tenha aumentado de uma percepção mais ou menos incidental do templo para uma preocupação final com ele como um símbolo do homem espiritual." [pág. 29; ênfase adicionada].

De fato, a liderança maçônica espiritualizou o significado do Templo na vida de todo maçom. Albert Mackey explica: "Para o mestre maçom, o Templo de Salomão é verdadeiramente o símbolo da vida humana... ele se torna um símbolo adequado da vida humana ocupada na busca da Verdade Divina, que não é encontrada em lugar algum... Este é o simbolismo do primeiro templo, o de Salomão, conforme é familiar para a classe dos mestres maçons." [Encyclopaedia of Freemasonry, Mackey, pág. 774; ênfase adicionada].

Entretanto, embora o Templo de Salomão seja o símbolo da vida humana mortal para o mestre maçom, uma classe mais elevada de maçons atribui uma interpretação diferente para outro Templo. Veja a explicação de Mackey:

"Mas há uma segunda e mais elevada classe da fraternidade, os Maçons do Arco Real, para os quais esse simbolismo do templo é ainda mais desenvolvido. Essa segunda classe, abandonando o simbolismo anterior, e olhando para além desse templo de Salomão, encontra na história da Escritura outro templo que, anos após a destruição do primeiro, foi erigido sobre suas ruínas; e eles escolheram o segundo Templo, o Templo de Zorobabel, como seu símbolo proeminente. E, como a primeira classe de maçons encontra em seu templo o símbolo da vida mortal, limitada e perecível, eles, ao contrário, vêem no segundo templo, construído sobre as fundações do primeiro, um símbolo da vida eterna, onde a verdade perdida poderá ser encontrada, onde um novo incenso subirá de um novo altar, e cuja perpetuidade foi prometida pelo seu grande Mestre quando, no mesmo espírito do simbolismo, exclamou: 'Derribai este templo, e em três dias o levantarei'."

"Assim, para essas duas classes ou ordens de maçons, o simbolismo do Templo apresenta-se de forma conectada e contínua. Para o mestre maçom, o Templo de Salomão é o símbolo desta vida; para o maçom do Arco Real, o Templo de Zorobabel é o símbolo da vida futura. Para o primeiro, seu Templo é o símbolo da busca pela verdade; para o último, seu Templo é o símbolo da descoberta da verdade; e assim o círculo está completo e o sistema perfeitamente acabado." [Ibidem, págs. 774-775; ênfase adicionada].

O Templo é tão importante para o maçom que ele dá o passo final para espiritualizar seu significado. Os mestres maçons olham para o Templo de Salomão como um símbolo da vida humana, enquanto os maçons do Arco Real consideram o templo inferior de Zorobabel como um símbolo da vida eterna! Os dois símbolos, tomados em conjunto, formam um círculo espiritual, "aperfeiçoando", dessa forma, o sistema simbólico maçônico!

Agora você pode compreender como o templo de Salomão se tornou um assunto tão "transcendente" para os maçons!

Conclusão Lógica Dessa Crença Transcendente no Templo de Salomão

Já que a Maçonaria reverencia tanto o Templo de Salomão, e já que esse templo possui uma posição tão preeminente em toda a Maçonaria, da sua base até o telhado, seria exagero imaginar que a Maçonaria deseja ardentemente reconstruir o Templo de Salomão no único local em que ele pode ser construído — no Monte do Templo em Jerusalém?

Permita-nos examinar alguns desses escritos para observarmos o desejo fervoroso dos maçons de reconstruir o Templo de Salomão!

"Os maçons têm, em todos os eventos, agarrado com avidez a idéia de representar em sua linguagem simbólica o homem interior e espiritual por meio de um templo material... O grande corpo da Arte Maçônica, olhando apenas para o primeiro Templo erigido pela sabedoria do rei Salomão, faz dele o símbolo da vida; e como o grande objetivo da Maçonaria é a busca pela verdade, eles são instruídos a construir esse templo como um receptáculo adequado para a verdade..." [Encyclopaedia of Freemasonry, de Albert Mackey, Grau 33 e Charles T. McClenachan, Grau 33, Revised Edition, por Edward L. Hawkins, Grau 30 e William J. Hughan, Grau 32, volume II, M-Z, publicado por The Masonic History Company, Chicago, Nova York, Londres, 1873, A. G. Mackey, 1927, pela Masonic History Company, pág. 774].

A palavra "avidez" é definida como "desejo ardente, sofreguidão, ambição". Dessa forma, podemos ver que eles são "instruídos a construir esse templo" com sofreguidão e ambição! Mackey então prossegue para falar sobre esse novo templo e alguns de seus novos detalhes.

"... um novo incenso subirá de um novo altar, e cuja perpetuidade foi prometida pelo seu grande Mestre quando, no mesmo espírito do simbolismo, exclamou: 'Derribai este templo, e em três dias o levantarei'." [Ibidem].

"Novo incenso" subindo de um "novo altar", no templo que Mackey acaba de associar com o "grande mestre maçom", Jesus Cristo! Em outras palavras, Mackey vinculou o novo Templo com o Cristo, ou uma figura messiânica. Em outro livro, o autor maçom Edward Waite é ainda mais explícito. Veja:

"O templo da Maçonaria é, daí em diante, a casa do Cristo..." [Edward Waite, págs. 486-7, A New Encyclopedia of Freemasonry and of Cognate Instituted Mysteries: The Rites, Literature and History, volume II, reimpresso em 1970 pela Weathervane Books, pág. 314].

O novo Templo de Salomão deve, daqui em diante, ser chamado de "a casa do Cristo". O leitor ingênuo pode pensar que Waite esteja se referindo a Jesus Cristo, mas ele não disse isso, disse? Você sabia que o termo "Cristo" literalmente significa o "ofício do Messias prometido"? Jesus cumpriu esse ofício quando viveu e serviu entre os homens, e foi reconhecido por ter cumprido esse ofício messiânico. Veja:

"E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo." [Mateus 16:16].

Observe que Pedro disse "Tu és o Cristo"; em outras palavras, Pedro reconheceu que Jesus era o cumprimento divino/humano do ofício do Messias.

"E, insistindo o sumo sacerdote, disse-lhe: Conjuro-te pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus." [Mateus 26:63].

O sumo sacerdote perguntou diretamente a Jesus se ele era o cumprimento desse ofício messiânico.

"E, estando o povo em expectação, e pensando todos de João, em seus corações, se porventura seria o Cristo" [Lucas 3:15].

Até mesmo o judeu comum entendia essa distinção entre o ofício ["o Cristo"] e o homem que o cumpriria.

No entanto, a Bíblia diz que outro Cristo surgirá, e este será o Anticristo, ou alguém que venha disfarçado de Cristo, fingindo ser o Messias. Infelizmente, quase todas as pessoas que viverem naquele tempo serão iludidas e acreditarão que ele é o Messias e o seguirão entusiasticamente [Apocalipse 13:3-4].

Já que a Maçonaria é um cristianismo falsificado, parece lógico que Mackey e Waite estejam falando sobre o Anticristo, e não sobre Jesus Cristo. Dessa forma, Waite realmente disse:

"O templo da Maçonaria é, daí em diante, a casa do [Anti]Cristo".

Se os planos para reconstruir o Templo de Salomão estiverem realmente em prática, isto será feito para o Anticristo, e não para Jesus Cristo. E a Bíblia prediz exatamente esse tipo de evento, não é? Veja:

"E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos... Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo..."[Mateus 24:11,15].

Jesus está citando Daniel 9:27, 11:31 e 12:11, o momento em que o Anticristo adentra no Santo dos Santos e perpetra a "abominação desoladora". O apóstolo Paulo explica melhor por que as ações do Anticristo serão tão ofensivas a Deus:

"Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus." [2 Tessalonicenses 2:3-4].

Mateus 24:15 subitamente retrata o Anticristo entrando no Santo dos Santos para declarar-se Deus, exigindo orgulhosamente ser adorado como Deus. Apocalipse 13:15 nos diz que o Anticristo irá, na verdade, erigir uma imagem criada à sua semelhança; essa imagem não será apenas capaz de falar, mas possuirá o poder sobrenatural de matar a todos os que não a adorarem!

Agora compreendemos. O Anticristo adentrará em um templo reconstruído sobre o Monte do Templo em Jerusalém, declarará ser Deus, exigirá ser adorado como tal e erigirá uma imagem falante feita à sua semelhança!

Portanto, o templo reconstruído predito por Jesus está diretamente associado ao Anticristo! Por que deveríamos estar surpresos ao sermos informados pelo autor maçom Waite que "o Templo da Maçonaria é, daí em diante, a casa do Cristo"? Esse novo templo planejado será o templo do Anticristo, em absoluto cumprimento às Escrituras.

Construindo Outro Templo em Jerusalém

"... nos Altos Graus ouvimos sobre uma intenção secreta de construir ainda outro templo em Jerusalém." [Edward Waite, págs. 486-7, A New Encyclopedia of Freemasonry and of Cognate Instituted Mysteries: The Rites, Literature and History, volume II, reimpresso em 1970 pela Weathervane Books].

No fim do século 19, o autor e autoridade maçônica, Edward Waite, afirmou categoricamente que existe um plano secreto na Maçonaria para "construir ainda outro templo em Jerusalém". Isto representa um problema, não é mesmo? Em meados do século 7, o Domo da Rocha muçulmano foi construído precisamente sobre o Monte do Templo em Jerusalém. Assim, qualquer "intenção secreta" da elite da liderança maçônica de reconstruir o Templo de Salomão em Jerusalém precisa necessariamente incluir um plano para remover o Domo da Rocha existente!

Portanto, lemos exatamente a respeito desse plano sendo executado no livro The Armageddon Script, do autor de Nova Ordem Mundial Peter Lemesurier: "... pode ser possível para o Novo Davi chegar montado a Jerusalém em toda a sua resplandecente majestade. Observe a palavra 'montado'... em um jumento, conforme predito em Zacarias 9:9... parece recomendável para o novo Messias repetir isso, com o jumento e tudo... A rota da procissão irá, é claro, passar diretamente pelo ribeiro de Cedron, o mais próximo possível do Monte do Templo... ele deve ser entronizado e ungido com azeite (um sinal do Salmo 45:6-7) em meio às ruínas do Domo da Rocha..." [pág. 233-5].

Assim, vemos claramente o plano para reduzir o Domo da Rocha a ruínas, de forma que o Templo de Salomão possa ser reconstruído. Além disso, Lemesurier vincula essa destruição do Domo da Rocha ao aparecimento do "Novo Davi", o Cristo da Nova Era — na verdade, o Cristo maçônico, que a Bíblia chama de Anticristo.

Em complemento à declaração de fervor dessa "intenção secreta de construir ainda outro templo em Jerusalém", lemos:

"Talvez o interesse maçônico também tenha aumentado de uma percepção mais ou menos incidental do Templo para uma preocupação final com ele como um símbolo do homem espiritual." [Masonic Holy Bible, Temple Illustrated Edition, 1968, pág. 29].

Para reiterar:

Os maçons estão "preocupados" com o Templo do rei Salomão.

Eles estão tão "preocupados" que se estendem longamente para justificar a construção de um novo Templo de Salomão sobre o Monte do Templo em Jerusalém. Veja:

"Acerca da construção desse templo, o Zohar ensina que o Templo de Salomão não foi construído segundo os planos originais... Em uma palavra, o Senhor não construiu a Casa, e trabalharam em vão os que a construíram... Haverá um tempo, entretanto, por vir, em que o Santíssimo se lembrará de seu povo, Israel, e o Senhor construirá a Casa." [Edward Waite, págs. 486-7, A New Encyclopedia of Freemasonry and of Cognate Instituted Mysteries: The Rites, Literature and History, volume II, reimpresso em 1970 pela Weathervane Books].

Para reiterar:

"O Zohar ensina que o Templo de Salomão não foi construído segundo os planos originais... Em uma palavra, o Senhor não construiu a Casa, e trabalharam em vão os que a construíram... Haverá um tempo, entretanto, por vir, em que o Santíssimo se lembrará de seu povo, Israel, e o Senhor construirá a Casa."

Agora que fomos informados que Salomão não seguiu o plano original de Deus ao construir seu Templo, percebemos a importância que os maçons atribuem ao "Santíssimo" que virá para "se lembrar de seu povo, Israel", e comemorará essa lembrança construindo a casa que originalmente pretendeu que Salomão construísse! Em outras palavras, o rei Salomão bagunçou os planos reais para o Templo! Ele não seguiu o plano original de Deus, portanto Deus permitiu que o magnífico Templo de Salomão fosse destruído! O Cristo vindouro o reconstruirá, mas fará isso segundo o plano divino original.

Agora, será que você consegue apreciar a decisão tomada há alguns anos pela liderança judaica ortodoxa que "somente o Messias poderá construir o Templo"? Quando o Cristo maçônico vier, então será cumprida a citação de Waite: "o Senhor construirá a Casa"!

"Aguardando o Homem"

Espantosamente, a moderna Bíblia maçônica, citada anteriormente, confirma o fato que o Templo de Salomão terá de aguardar pelo aparecimento de um homem muito especial. Veja:

"É de conhecimento de todos os leitores da Bíblia e dos estudiosos da época de Salomão, que uma descrição maravilhosamente detalhada do Templo e de suas estruturas associadas tem sido preservada nas névoas da antiguidade pelas Escrituras. As medidas lineares, os materiais utilizados, e os detalhes ornamentais são apresentados de uma forma tão detalhada que a restauração do Templo, a qualquer momento desde alguns séculos atrás, aguarda apenas a vinda de um homem com a visão para reconhecer seu valor histórico, e a imaginação para assumir a tarefa." [Prefácio, The Bible and King Solomon's Temple in Masonry, de John Wesley Kelchner, 1968, A. J. Holman Company].

Para reiterar o ponto principal:

"... a restauração do Templo... aguarda apenas a vinda de um homem com a visão..."

Os Eventos Atuais Estão Sendo Conduzidos Por Esse Plano

Assim que você compreender que os eventos no Oriente Médio estão sendo conduzidos por esse desejo maçônico ardente de reconstruir o Templo de Salomão em Jerusalém, então poderá entender o que está acontecendo atualmente. Para realizar esse sonho, o controle de Jerusalém e do Monte do Templo especialmente, deve sair das mãos de Israel; mas não deve passar para a mão dos árabes. Ao invés disso, o controle de Jerusalém deve passar para a comunidade internacional iluminista.

Deus está usando a "preocupação" maçônica para unir todas as nações do mundo contra Jerusalém. Literalmente, do meio da fumaça, da devastação e do terror da planejada Terceira Guerra Mundial, o Cristo [o Anticristo] surgirá caminhando, como Peter Lemesurier indica em seu livro The Armageddon Script. [Observe como a Maçonaria iluminista deriva toda sua religião do modelo hebraico; portanto, o árabe é considerado um inimigo a ser vencido. Todos os árabes precisam compreender que são um alvo para a extinção, já que sua religião fortemente monoteísta jamais lhes permitiria aceitar completamente as reivindicações do Cristo. No artigo N1631, "Sangue Nas Ruas": Um Modelo Perfeito da Vindoura Destruição do Iraque e de Todos os Muçulmanos em Seguida", detalhamos o plano para essa erradicação dos muçulmanos.].

O Cristo agirá no cenário delineado por Lemesurier; será ungido como Messias "em meio às ruínas do Domo da Rocha". A Maçonaria ocidental iluminista — guiada pelo Reino Unido, EUA e Israel — está cuidadosamente manipulando os eventos no Oriente Médio para apressar a guerra que não apenas permitirá que seu Cristo apareça [Tim Cohen, Antichrist and a Cup of Tea], mas que destruirá o Domo da Rocha por meio de um terremoto deliberadamente induzido ou pela guerra [Peter Lemesurier, The Armageddon Script (leia a resenha].

Conforme Cohen afirma enfaticamente, a liderança principal desse roteiro está em Londres, na Casa de Windsor. Eles criam a política, e as autoridades dos governos do Reino Unido, dos EUA e de Israel a implementam. Temos notado ultimamente o verdadeiro "Eixo do Mal" que está conduzindo os eventos mundiais — Inglaterra, EUA e Israel. Embora alguns considerem que o rei espanhol Juan Carlos seja um forte candidato a Anticristo, ainda não encontrei evidências mais embasadas a respeito dos príncipes Charles ou William do que aquelas que Cohen apresenta em seu livro Antichrist and a Cup of Tea. Pudemos rastrear o início desse moderno fluxo da história até o iluminista britânico Francis Bacon e à igualmente iluminista rainha Elizabeth I. Isso, porém, é assunto para outro artigo em outro momento! Entretanto, a questão é que, como o início do plano iluminista para a Nova Ordem Mundial pode ser rastreado até a liderança britânica do fim do século 16, faz sentido que o Anticristo venha da Grã-Bretanha.

Assim, podemos compreender os muitos planos que os Illuminati criaram para tornar a reconstrução do templo de Salomão uma realidade. Leia também alguns outros artigos que mencionam o controle internacional sobre Jerusalém. [A espada do Espírito]

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