quarta-feira, junho 05, 2013

O Princípio de José e a Crise Econômica

Autor: Carl Teichrib, Forcing Change.

Reina a confusão. A perplexidade na economia parece ser a marca registrada dos tempos atuais.
Os bancos parecem não saber o que fazer; os governos oferecem pacotes de estímulo que não produzem os resultados esperados; por toda a parte planejadores e consultores financeiros proclamam que "as coisas vão melhorar", mas a cada semana que passa a situação piora. No fundo todos sabem que se os mercados se desorganizarem e as moedas se enfraquecerem na confusão, um monstro brutal — o caos — aparecerá e crescerá de forma desmedida enquanto a casa financeira pega fogo.


Observando os mercados e pensando nas possibilidades, duas frases entrelaçadas imediatamente vêm à mente: "Ordo ab Chao" e "Crise Equivale a uma Oportunidade".

Ordo ab Chao é a frase em latim que é a divisa do Grau 33 na Maçonaria. [1]. A frase significa "Ordem a Partir do Caos". Essa frase retrata uma mensagem simples. A partir do caos da crise extrema virá um tempo em que tudo será refeito e a ordem será restaurada. Mas, o que você precisa compreender é que o fato de a ordem ser reestabelecida não significa que o mundo será o mesmo que era antes da catástrofe. Não será e nem pode ser.

Quem já perdeu sua casa em um incêndio sabe que eventualmente a ordem retorna à sua vida. Entretanto, seu mundo muda para sempre; ele não será mais como era antes daquele dia fatídico. Da mesma forma, à medida que nossa casa financeira global começa a pegar fogo de forma bem lenta (em minha estimativa estamos apenas nos estágios iniciais), um novo edifício será criado após a conflagração terminar. Mas, não será a mesma estrutura.

Algo mais precisa ser considerado: a casa não precisa ser totalmente destruída. Em algum ponto durante o fogo, a casa pode ser fechada por um breve período de tempo. Depois, enquanto o mundo aguarda com a respiração suspensa, um novo edifício pode ser apresentado atrás da fumaça. Em seu desejo por segurança, o mundo abandonará a casa antiga e fugirá para a nova estrutura, que tem o aspecto de ser mais segura.

Isto é possível? Lembre-se, "Crise Equivale a uma Oportunidade" e "A Ordem Aparecerá Após o Caos".

Sem dúvida, esta atual crise econômica — e o caos que virá — apresentarão aos indivíduos e organizações oportunidades que de outra forma nunca seriam procuradas em tempos de normalidade. É difícil não esperar qualquer coisa diferente. Afinal, os bombeiros, que estão agora tentando extinguir as chamas são os mesmos homens que iniciaram o incêndio.

A manipulação das calamidades, sejam elas naturais ou criadas pelo próprio homem, para recriar uma sociedade ou nação não é algo novo. Esse tipo de ação pode ser rastreada até os tempos bíblicos.

Antes de prosseguir, quero observar o seguinte: reconheço que para muitos, o personagem bíblico que usarei como exemplo é frequentemente visto como um homem íntegro. De fato, ele tem historicamente sido reconhecido como um homem honrado e até como uma prefiguração do Messias. Entretanto, dois fatos precisam ser considerados. Primeiro, a Bíblia não aprova nem condena as táticas usadas por esse indivíduo; ela apenas descreve a situação que aconteceu. Segundo, o indivíduo em questão era humano em todos os sentidos. Isto é, ele fez coisas em sua vida que foram louváveis e profanas, admiráveis e desprezíveis, benevolentes e dúbias.

Como sei isto, tendo em vista que a Bíblia nunca menciona diretamente qualquer uma de suas imperfeições? Simples: ele era um homem.

José, o herói da última seção do Gênesis, fornece um exemplo impressionante do uso da "economia da crise" para transformar toda uma nação. É interessante que os estudantes da Bíblia sempre negligenciaram as táticas políticas de alavancagem da moeda utilizadas por José — um instrumento utilizado para alterar uma cultura e, ao mesmo tempo, consolidar a riqueza nas mãos de uma elite governante. Como este é o exemplo mais antigo que já encontrei sobre a manipulação monetária para a obtenção do poder, chamei isto de "O Princípio de José". Vejamos a passagem em Gênesis 47:13-26:

13. E não havia pão em toda a terra, porque a fome era muito grave; de modo que a terra do Egito e a terra de Canaã desfaleciam por causa da fome.

14. Então José recolheu todo o dinheiro que se achou na terra do Egito, e na terra de Canaã, pelo trigo que compravam; e José trouxe o dinheiro à casa de Faraó.

15. Acabando-se, pois, o dinheiro da terra do Egito, e da terra de Canaã, vieram todos os egípcios a José, dizendo: Dá-nos pão; por que morreremos em tua presença? porquanto o dinheiro nos falta.

16. E José disse: Dai o vosso gado, e eu vo-lo darei por vosso gado, se falta o dinheiro.

17. Então trouxeram o seu gado a José; e José deu-lhes pão em troca de cavalos, e das ovelhas, e das vacas e dos jumentos; e os sustentou de pão aquele ano por todo o seu gado.

18. E acabado aquele ano, vieram a ele no segundo ano e disseram-lhe: Não ocultaremos ao meu senhor que o dinheiro acabou; e meu senhor possui os animais, e nenhuma outra coisa nos ficou diante de meu senhor, senão o nosso corpo e a nossa terra;

19. Por que morreremos diante dos teus olhos, tanto nós como a nossa terra? Compra-nos a nós e a nossa terra por pão, e nós e a nossa terra seremos servos de Faraó; e dá-nos semente, para que vivamos, e não morramos, e a terra não se desole.

20. Assim José comprou toda a terra do Egito para Faraó, porque os egípcios venderam cada um o seu campo, porquanto a fome prevaleceu sobre eles; e a terra ficou sendo de Faraó.

21. E, quanto ao povo, fê-lo passar às cidades, desde uma extremidade da terra do Egito até a outra extremidade.

22. Somente a terra dos sacerdotes não a comprou, porquanto os sacerdotes tinham porção de Faraó, e eles comiam a sua porção que Faraó lhes tinha dado; por isso não venderam a sua terra.

23. Então disse José ao povo: Eis que hoje tenho comprado a vós e a vossa terra para Faraó; eis aí tendes semente para vós, para que semeeis a terra.

24. Há de ser, porém, que das colheitas dareis o quinto a Faraó, e as quatro partes serão vossas, para semente do campo, e para o vosso mantimento, e dos que estão nas vossas casas, e para que comam vossos filhos.

25. E disseram: A vida nos tens dado; achemos graça aos olhos de meu senhor, e seremos servos de Faraó.

26. José, pois, estabeleceu isto por estatuto, até ao dia de hoje, sobre a terra do Egito, que Faraó tirasse o quinto; só a terra dos sacerdotes não ficou sendo de Faraó.

José, o segundo em comando no Egito dos Faraós, advertido a respeito de uma fome vindoura, preparou estoques de grãos para alimentar o povo durante a crise. Quando a fome chegou ao país, o povo foi até José para comprar mantimento. Uma transação simples foi efetuada: os cidadãos usaram a moeda nacional para comprar o trigo.

Nos versos 14 e 15 vemos um acontecimento incomum. Após vender o trigo, José intencionalmente reteve o dinheiro, evitando que ele entrasse em circulação novamente na economia nacional. O resultado foi a catástrofe previsível para a população: crise econômica.

De acordo com a versão Corrigida e Fiel da tradução de João Ferreira de Almeida, "acabou o dinheiro", o Egito experimentou uma deflação intencional, patrocinada pelo governo no meio de uma calamidade natural. O dinheiro sumiu.

Precisando comer para viver, o que os cidadãos fizeram? Eles trouxeram o gado que tinham em troca dos grãos (versos 16-17). Como uma sociedade agrária, o gado representava a base industrial daquele povo. Portanto, colocando esse poder nas mãos do governo, a atividade comercial da população foi efetivamente abolida.

Ao relatar esta série de eventos, algumas pessoas já me perguntaram: "— Por que o povo não abateu e comeu os animais em vez de trocá-los pelos grãos?"

Naquele tempo não existia a refrigeração. Provavelmente, eles poderiam produzir carne de sol e consumi-la durante um período longo de tempo, mas os grãos eram considerados alimentos mais valiosos e estáveis durante um tempo de seca. Agora, o povo não tinha mais dinheiro nem gado e um ano mais tarde a comida comprada também acabou.

Retornando a José, que obviamente tinha o controle dos estoques de grãos, o povo implorou que o líder (Faraó) tomasse suas terras e eles mesmos em troca de mantimentos (versos 18-19). Portanto, a partir de agora a propriedade ficou consolidada sob o poder do Estado e os cidadãos literalmente se transformaram em escravos em seu próprio país (versos 20-21). Na tradução de João Ferreira de Almeida, a linguagem diz que José despovoou as áreas rurais e transportou a população para as cidades. Esta foi uma estratégia magistral de controle da população. (Houve uma migração forçada do campo para as cidades.)

Uma vez que a riqueza da nação ficou consolidada sob o estandarte do Faraó por meio das ações de José — a riqueza monetária, a base industrial, a terra e a produtividade, e o povo como ativo econômico — então José instituiu novos sistemas de produção agrícola e tributário (versos 20-24). Como o povo reagiu? Eles alegremente abriram mão do controle de suas riquezas, de suas propriedades e de si mesmos (abriram mão de suas liberdades) em troca da promessa de segurança oferecida pelo governo.

Tenha em mente que tudo isto teve início com a depreciação do sistema monetário. A manipulação da moeda é considerada o método mais poderoso — depois da guerra — que pode ser usado para reorganizar o fulcro de uma sociedade.

Estou sugerindo que a crise atual será usada como uma alavanca para reestruturar nosso mundo ocidental? Sim, existe uma grande probabilidade a favor disto. Considere o que John Maynard Keynes, considerado o pai da Economia moderna, teve a dizer em 1919:

"Não há um modo mais sutil e mais seguro de derrubar a base existente de uma sociedade do que corroer o valor de sua moeda." – John Maynard Keynes, The Economic Consequences of the Peace, pág. 236.

O modelo econômico de Keynes é o que tem sido usado desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Falando em termos gerais, é a ideia que os governos podem estimular a economia por meio da administração da taxa de juros — o aspecto mais importante do crédito e das dívidas -, dos modelos de tributação e de outros programas de incentivo instituídos pelo Estado. A citação anterior refere-se principalmente às ações inflacionárias, mas a mesma conclusão poderia ser feita com relação à alavancagem deflacionária.Três outras citações vêm à lembrança:

"A grande luta da história tem sido pelo controle sobre o dinheiro. É quase tautológico afirmar que controlar a produção e distribuição de dinheiro é controlar a riqueza, os recursos e a população do mundo." — Jack Weatherford, The History of Money (Crown Publishers, 1997), pág. 246.
"O controle do dinheiro e do crédito atinge o próprio coração da soberania nacional." — A. W. Clausen [então presidente do Bank of America], em uma entrevista em 1979 para o Freeman Digest, "Bancos Internacionais", pág. 21.
"... novos sistemas políticos e econômicos abrangentes envolvendo duas ou mais nações sempre aparecem em consequência de uma conquista ou de uma crise comum..." – A. W. Clausen, Freeman Digest, "Bancos Internacionais", pág. 23.

Os vínculos entre crise econômica e transformação não podem ser ignorados.

Em meados dos anos 1970s, uma "nova ordem econômica internacional" [2] foi proposta à luz dos crescentes custos da energia, dos desequilíbrios cambiais mundiais e outros abalos na economia global. O objetivo deste movimento — que teve origem na Argélia e encontrou suporte no Grupo dos Países Não Alinhados [3] — era transformar o sistema financeiro mundial, de orientação ocidental e capitalista, para um modelo de estilo mais socialista.

O Clube de Roma, um grupo de elite formado por líderes eminentes, também apoiou esse esforço. Em 1976, ele descreveu como seria essa "nova ordem econômica internacional". De acordo com o Clube de Roma, a composição social, política, cultural e econômica do mundo precisava ser realinhada sob um abrangente sistema de gestão internacional. Isto incluía a promoção da integração monetária regional, a criação de uma agência do Tesouro Mundial, e poderes de tributação mundial — tudo com o objetivo de progredir "rumo a um sistema monetário em escala global". [4].

Como os cidadãos viriam a aceitar essas transformações radicais? O Clube de Roma compreendeu o mecanismo histórico necessário: crises. [5].

Embora essa "nova ordem econômica internacional" proposta tenha se desintegrado devido às lutas nacionais internas entre os países que apoiavam a agenda (entre outros fatores), o princípio da "crise econômica e transformação" nunca desapareceu. Avancemos agora rapidamente para um ano depois da famosa quebra no mercado de ações em 1987.

Em 9 de janeiro de 1988, a revista The Economist publicou uma matéria de capa sobre a proposta de uma moeda internacional chamada Fênix. Como a mítica ave que se levanta das cinzas da destruição, essa moeda internacional emergiria do caos provocado por uma crise. Como a matéria observou, seriam necessários "várias grandes perturbações na taxa de câmbio, mais algumas quebras no mercado de ações e provavelmente um ou dois colapsos para que os políticos aceitem a Fênix e entreguem o controle monetário para uma autoridade mais alta". A revista até mesmo sugeriu uma data para início: 2018. [6].

Procurando colocar freios na má gestão monetária por parte dos governos, um problema que parece ser uma praga em todos os países, o artigo sugeria uma reorganização radical: com a Fênix, a tomada de decisão no nível nacional não existiria mais após o estabelecimento de um Banco Central Mundial:

"Não haveria mais, por exemplo, esta história de uma política monetária nacional. O suprimento da moeda Fênix seria fixado por um novo Banco Central, criado talvez, a partir do Fundo Monetário Internacional. A taxa de inflação mundial — e, portanto, dentro de margens estreitas, cada taxa de inflação nacional — estaria sob sua responsabilidade. Cada país poderia usar a tributação e os gastos públicos para compensar as quedas temporárias na demanda, mas teria de tomar empréstimos em vez de imprimir dinheiro para financiar seu déficit orçamentário. Sem poderem recorrer ao tributo da inflação, os governos e seus credores seriam forçados a julgarem seus planos de tomarem e oferecerem empréstimos de forma mais cuidadosa do que fazem hoje. Isto significa uma grande perda de soberania econômica, mas de qualquer forma, as tendências que tornam a Fênix tão atraente já estão tirando essa soberania." [7].

Mais recentemente, Robert Mundell — o "pai do Euro" — tem viajado por todo o mundo e participado de conferências sobre a criação de uma nova moeda internacional, chamada de DEY, uma combinação do dólar americano, com o euro e o iene. A crise, Mundell já observou, abrirá a porta.

"A reforma monetária internacional normalmente se torna possível somente em resposta a uma necessidade sentida e à ameaça de uma crise global." [8].

Esse ganhador do Prêmio Nobel também apontou seu dedo para o possível evento de gatilho, dizendo que "a crise global teria de envolver o dólar", e que uma moeda mundial seria vista como "uma contingência" para um desastre global do dólar. [9].

Benn Steil, diretor de Economia Internacional no Conselho das Relações Internacionais (o CFR), sugeriu a recriação do sistema financeiro mundial em torno de três moedas-chaves: o dólar americano, o euro e uma nova unidade monetária asiática. Steil implicou que o fator fundamental para esse acontecimento seria uma grande reestruturação envolvendo o dólar americano. [10].

A crise, em relação às moedas regionais e mundial, já foi enfocada em edições anteriores da Forcing Change. (Veja os artigos "Uma Moeda Comum Para um Mundo Unificado" e"Construindo um Novo Futuro Comum"). Mas, ela precisa ser reiterada aqui. Por quê? Porque hoje, sempre que ligamos o rádio ou a televisão, ouvimos mais discussões sobre a situação de emergência em que se encontram as finanças globais. E crise equivale a uma oportunidade.

Além do óbvio, que riquezas serão perdidas e obtidas diariamente durante esta atual calamidade, alguns aspectos do quadro maior precisam ser considerados rapidamente:

Observe os cenários para as moedas regionais e mundial se tornarem cada vez mais aceitáveis. Isto provavelmente será mais evidente nos círculos acadêmicos e estritamente focados nas finanças. Entretanto, você pode ver essas ideias aparecerem em alguns editoriais dos jornais e em outros canais de notícias. Na verdade, já podemos observar que os programas sobre finanças e negócios estão começando a enfocar o bloco monetário que está se formando entre os países da região do Golfo Pérsico.


Sugestões para reconstruir a casa financeira internacional. Na verdade, isto já está acontecendo. Considere o seguinte, extraído de um boletim recente de notícias financeiras Bloomberg:
"O primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi disse que os governos poderão fechar os mercados financeiros, pois o congelamento no crédito está derrubando as ações e ameaça provocar uma recessão global."
"Com os títulos dos governos tendo sua pior semana desde os anos 1970s, Berlusconi disse em Nápoles, Itália, que os mercados poderão ser fechados enquanto as autoridades responsáveis pela criação de políticas 'reescrevem as regras das finanças internacionais'."
"As discussões foram reveladas quando os ministros das Finanças e banqueiros centrais dos países do G7 buscavam uma ação conjunta para afastar a crise. Entre as opções: injetar fundos do contribuinte em bancos que sofreram grandes perdas e garantir o empréstimo entre eles e também garantir seus depósitos."
"Não fazer nada não é uma opção neste estágio', disse o presidente do Bundesbank, Axel Weber, aos repórteres em Washington. A ministra francesa das Finanças Christine Lagarde disse que 'uma base coordenada é o único modo de reagirmos diante da situação'."
"Cortes sem precedentes na taxa de juros e os socorros financeiros dados aos bancos não conseguiram acalmar os mercados, colocando as autoridades sob pressão para puxarem mais algumas alavancas de políticas econômicas hoje, ou correrem o risco de exacerbarem a agitação financeira e econômica."
"A gravidade da situação atual está entrando na mente das autoridades', disse Charles Diebel, estrategista em operações de câmbio com moedas europeias no conglomerado financeiro Nomura International PLC, em Londres. 'Chegou a hora de trocar a pia da cozinha, pois lançar tudo nela é que causou o problema e é nessa escala de gravidade que o choque e o tremor romperão o ciclo do medo'." [11].

Mantenha seus olhos na Ásia, especialmente na China e na Índia, bem como na América do Sul e na região do Golfo Pérsico. À medida que a riqueza e o poderio econômico diminuírem nos mercados da América do Norte, outras partes do mundo com populações mais vibrantes crescerão em poder.

Notas Finais:

1. Albert G. Mackey, An Encyclopædia of Freemasonry, Volume 2, (Masonic History Company, 1917), pág. 537.

2. Philip C. Bom, The Coming Century of Commonism: The Beauty and the Beast of Global Governance (Policy Books, 1992), págs. 27-53.

3. Veja Reshaping the International Order: A Report to the Club of Rome (E. P. Dutton, 1976), pág. 4. A crise do petróleo e o papel da OPEP na defesa dos direitos do Terceiro Mundo foram monumentais na definição do cenário para este movimento. Para saber mais sobre esse acontecimento, veja Jean-Jacques Servan-Schreiber, The World Challenge (Simon and Schuster, 1980).4. Idem, págs. 126-134.

5. Idem, pág. 110.

6. Matéria de capa, "Get Ready for the Phoenix", The Economist, 9 de janeiro de 1988.

7. Idem.

8. Robert Mundell, "Uma Década Depois: Novas Responsabilidades da Ásia no Sistema Monetário Internacional", apresentação feita em Seul, Coreia do Sul, 2-3 de maio de 2007.

9. Idem.

10. Benn Steil, "The End of National Currency", Foreign Affairs, edição de maio/junho de 2007.

11. "Berlusconi Says Markets May Be Shut; G-7 Seeks United Remedy", Bloomberg.com, 10 de outubro de 2008.

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