sexta-feira, outubro 25, 2013

Igreja católica romana, mãe das evangélicas

Concílio de Nicéia, a 'igreja' católica romana, mãe das evangélicas

Em Iznik, Anatólia ou à comumente chamada antiga Ásia Menor, realizou-se o Concílio de Nicéia, o primeiro Concílio Ecumênico da 'igreja', convocado pelo imperador pagão, Flavius Valerius Constantinus, ou a quem preferir, Constantino.

O imperador observou a coragem dos mártires cristãos durante perseguições; estes se concentravam nos grandes centros urbanos, e em especial, nos territórios inimigos;

Como um estadista sagaz, Constantino, inverteu a política vigente, da perseguição dos cristãos à promoção do Cristianismo, e através da 'igreja', promover a unidade religiosa do seu império; entretanto, não abriu mão de sua condição de sumo sacerdote do culto pagão ao "Sol Invictus", tendo um conhecimento rudimentar da doutrina cristã, e suas intervenções, religiosas, visavam em primeiro plano, fortalecer a monarquia do seu império.

Como soberano absoluto, em 325 dC, convocou 300 bispos ao Concílio de Nicéia, e assim, validar a 'igreja' de uma doutrina padrão, afinal, as divisões dentro da nova religião que nascia, ameaçam seu domínio e autoridade; necessário um Concílio afim de dar-lhe nova estrutura aos seus poderes.

Constantino explicitamente ordenou o curso das negociações, confiando o controle a uma comissão designada por ele próprio; manipulou, pressionou e ameaçou os partícipes para garantir que votariam no que ele acreditava, e não no consenso do bispado.

O Credo de Níceia não fez qualquer referência aos ensinamentos de CRISTO; mesmo por que, talvez nele já não interessassem tanto a uma religião agora sócia do poder imperial romano.

Em resumo:

  • 1. Na influência de Constantino e Teodósio, o Cristianismo tornou-se a religião oficial do império romano, e, por consequência, entrou no desvio;

  • 2. Institucionalizou-se; surgindo o profissionalismo religioso;

  • 3. Práticas exteriores do paganismo lhe foram assimiladas;

  • 4. Criaram-se ritos e rezas, ofícios e oficiantes;

  • 5. A estrutura teológica foi arquitetada para atender às pretensões absolutistas da casta sacerdotal, dominante, e se impunha aos fiéis com a draconiana (excessivamente severa) afirmação: "Extra Ecclesiam nulla salus”, ou "Fora da igreja não há salvação";

  • 6. Constantino exigia um império unido e fortalecido, sem dissensões, e para atingir seus anseios e domínio sobre os homens e reprimir com a ditadura religiosa, as então autoridades eclesiásticas romanas deveriam manter a ignorância sobre as Escrituras;

  • 7. A Bíblia deveria ser diferente; exaltando ao Criador e os patriarcas, mas também, forte, se opondo ao próprio DEUS dos Hebreus;

  • 8. A divindade Arcaica Oriental foi misturada às fábulas com as antigas histórias de Moisés, Elias, Isaías e tantos outros;

  • 9. No quadro de privilégios e ambições, era expurgada a doutrina de exaltação à responsabilidade individual, ao empenho da renovação interior, para a simples adesão e submissão incondicional aos dogmas da 'igreja';
  • 10. À perfeita assimilação aos dogmas, é necessário admitir a quintessência teológica: "Credo quia absurdum", ou, "Acredito mesmo que seja absurdo".

  • 11. Assim, por influência de Constantino, nascia uma religião forte que servia ao império romano; criando ainda o simbolismo da Sagrada Família e de todos os Santos;

  • 12. Mas, as verdades do real cânone do Novo Testamento e parte das Sagradas Escrituras deveriam ser suprimidas ou ocultadas;

  • 13. O Cristianismo tornava-se universal, sendo a religião imperial Católica Apostólica Romana, a poderosa, sustentada pela força e que simulava a graça divina, recomendando o arrependimento e perdão, porém na prática, derrotava inimigos a espada;

  • 14. Constantino não precisa da tolerância do Cristianismo, mas de uma religião autoritária, rígida, sem evasivas, de raízes profundas no passado e promessa inflexível no futuro;

  • 15. Uma religião estabelecida mediante poderes, leis e costumes terrenos;



Constantino adaptou sua religião (apostólica romana) a religião do Carpinteiro, deu-lhe origens divinas e assim impressionava o povo, o qual sabendo que o Messias Yaohushua era reconhecido como o próprio Pai Celestial na nova religião que nascia, haveria, porquanto, a facilidade de impor a sua estrutura hierárquica, seu regime monárquico imperial, e assim ganhar poderes amplos, quase inatingíveis.

Em suma:

Nota-se que a religião evangélica (adotada por todas as igrejas evangélicas, denominações, instituições religiosas protestantes) aderiu a supremacia religiosa que Constantino usou para impor sua nova religião, a católica romana!!

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quinta-feira, outubro 10, 2013

Música e cinema illuminati: Olho de Hórus

 Para quem tem dúvidas sobre quen contrlola o entertenimento no mundo, as imagens valem mais que palavras.





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Vida de gado, povo marcado, povo feliz


Música: Admirável Gado Novo - Zé Ramalho 
Montagem e edição: Anthonio Magalhães [www.reversaohumana.com.br.]


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sexta-feira, outubro 04, 2013

O Salvador não mandou realizar cultos e missas

Os "templos" e "igrejas" construídos por homens não tem respaldo no evangelho, assim também seus cultos, missas, liturgias, rituais, etc.

24  O Criador que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens;
25  Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, e a respiração, e todas as coisas;

Veja que introduziram o Mitraismo na religião Católica-Protestante.

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Rede Globo mostra NU frontal em programa

Agenda imoral! Rede Globo mostra NU frontal no programa "Amor & Sexo"



Assim como faz parte da agenda globalista, a imposição do feminismo, a instituição da homossexualidade como comportamento humano padrão e até superior, a legalização do aborto, da 'poliafetividade' (uma pessoa se unindo e morando com diversos parceiros), da pedofilia, e até da zoofilia , existe também uma frente em prol do naturismo, mas não apenas como estilo de viver nu na natureza, mas querem instituir este costume para as cidades, para qualquer lugar.

Muito brevemente, para você ser aceito pela sociedade, você deverá andar pelado!
Será normal e aceitável praticar atos sexuais ao ar livre.
Estes globalistas querem estabelecer um novo mundo totalmente sodomita e imoral!
E a mídia, como sempre, deve obedecer a agenda...

Notícia:

A estreia da sétima temporada do programa "Amor & Sexo" que foi ao ar nesta quinta-feira (3) teve uma abertura com dançarinos em nu frontal.

A apresentadora Fernanda Lima entrou dançando "Folia no Matagal" cercada de dançarinos e dançarinas com ternos, que tiraram as roupas ao final da apresentação.

Os jurados, que não sabiam que o nu frontal ocorreria, ficaram de queixo caído e o escritor Xico Sá chegou a brincar: "Estou chocado nada, na minha terra é assim".

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quarta-feira, outubro 02, 2013

Governo dos Estados Unidos entra em pane financeira

Barack Obama: extrema direita resolve ir pro ataque e deixa presidente acuado, junto com seu partido.


O impensável aconteceu: num país que vem se recuperando lentamente de uma das suas piores crises econômicas, o rancor da direita provoca o fechamento parcial do governo. De quebra, isto acontece num momento em que o governo Barack Obama está envolvido em cruciais negociações no plano internacional.
Mais impensável ainda é o fato de que o motivo de superfície para tal insanidade é a extensão de seguridade médica para uma larga faixa de população desassistida, através de uma rede pública.

Seria o mesmo, analogamente, se a direita do Congresso brasileiro se mobilizasse para inviabilizar o SUS. Bom, não precisamos ir longe: a direita, com o apoio do setor “ameba” do Congresso brasileiro, composto pelos parlamentares “que vão com a onda do momento”, inviabilizou a cobrança da CPMF, provocando um rombo nas contas da saúde pública nacional.

Mas o cenário presente dos rancores de direita é Washington. O Partido Republicano, que tem maioria na Câmara de Deputados, votou a lei do financiamento das despesas do governo norte-americano para o próximo ano fiscal condicionando esta autorização à suspensão por um ano da entrada em vigor do chamado “Obamacare”, a lei anteriormente aprovada no Congresso e sustentada pela Suprema Corte que universaliza o sistema de saúde.

O Senado, onde a maioria é democrata, não aceitou a chantagem, e rejeitou a proposta aprovada na Câmara, aprovando o financiamento sem aquela condição. A bola voltou para a Câmara, que nada fez. Provavelmente, se houvesse uma nova votação, o condicionamento seria suspenso, pois uma parte do Partido Republicano, inclusive o presidente da Câmara, deputado John Boehner, teme que este endurecimento prejudique o seu desempenho nas eleições parlamentares de 2014. Mas a dureza da sua ala mais sectária provocou o impasse.

O resultado desta situação é o fechamento das agências do governo federal consideradas não essenciais. Parques nacionais, museus, até a NASA estão sendo paralisados. São 800 mil funcionários federais que ficam sem pagamento; outros, como entre os militares, terão seus salários atrasados, criando um efeito cascata que pode, no limite, fazer o país voltar ao estado de recessão em que se encontrava ao alvorecer da crise financeira de 2008.

Uma parte desta temeridade se deve sim ao rancor da maioria dos republicanos em relação a Obama. O “Obamacare” é, sem dúvida, o maior sucesso do presidente na frente interna, ao lado da política, ainda que lenta, gradual e insegura que vem tirando o país da recessão. Na frente externa, sem dúvida, depois do “perfil John Wayne” desenvolvido no tratamento da crise provocada pelo uso do gás Sarin na Síria, o presidente Obama marcou pontos ao abrir uma possível porta de negociação com o presidente do Irã, Hassan Rouhani, recém-eleito e empossado.

Para a extrema-direita internacional (o governo de Israel e a monarquia saudita, por exemplo) e nacional (o Tea Party dos Estados Unidos, por exemplo) a dose foi demasiada. Algo tinha de ser feito. E os republicanos fizeram.

Mas não há só rancor nesta aparente maluquice. Há também cálculo. O que está em jogo para o Tea Party e seus simpatizantes ou próximos não é apenas o enfrentamento imediato com Obama ou uma posição de princípio contra a expansão dos serviços públicos. Está em jogo também o controle sobre o próprio Partido Republicano.

De momento, enquanto os democratas contam com pelo menos três possibilidades fortes para a sucessão de Barack Obama, que já está no segundo mandato e não pode se candidatar de novo (John Kerry, Hillary Clinton e o vice Joe Biden), os republicanos não têm nenhuma (John McCain e Mitt Romney parecem já pertencer ao limbo da história pregressa).

O presidente da Câmara, John Bohener, é visto pelos mais radicais da direita como vacilante demais (!), e há um clima de disputa viva pela liderança do partido entre vários parlamentares que se propõem “mais duros” quanto a princípios ideológicos como o Estado mínimo, a contenção das despesas públicas, a privatização de tudo etc.

São eles, dentre possíveis outros, Ted Cruz (do Texas, que liderou a chantagem contra o “Obamacare”), Paul Ryan (que foi vice de Mitt Romney na última eleição), Eric Cantor, Marco Rubio, Rand Paul. São quase todos jovens políticos ambiciosos, e que contam com uma “progressão conservadora” do eleitorado norte-americano.

Porém não se descarta a possibilidade de que estejam, na verdade, contando com os ovos antes de serem postos pela galinha. Da última vez em que os republicanos “cercaram” um presidente democrata (no caso, Bill Clinton), manietando o financiamento das despesas de governo durante alguns meses, a ousadia custou-lhes caro, e eles perderam o controle do Congresso na eleição seguinte.

Mas nada disso parece deter estes próceres da direita, já que para eles o que conta, de imediato, é ganhar o controle e a liderança dentro do próprio partido.

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