domingo, novembro 24, 2013

A Indústria da Morte Está Crescendo

A Indústria da Morte Está Crescendo e se Transformando em um Flagelo Global

Homicídios, guerras, genocídios, abortos, infanticídios, eutanásia de adultos, suicídios assistidos, são todos formas de "mortes produzidas" direto do poço do abismo. "Todos os que me odeiam amam a morte." (Provérbios 8:36b). À medida que o mundo se afasta cada vez mais de Yaohu, o amor pela morte em muitas manifestações se torna cada vez mais aparente.

Definição de Morte Produzida: Quaisquer ações ou padrões de ações que direta ou indiretamente trazem, ou apressam a morte de uma pessoa, ou grupo de pessoas. A morte produzida inclui ações que vão da morte explícita, aberta, ou direta de outra pessoa, a muito escondidas e matar de forma indireta, que pode levar um longo tempo para realizar e pode ser muito difícil de rastrear; e pode incluir participação ativa ou silenciosa, em um conluio imperceptível." (Dr. Wolf Wolfensberger, em seu livro The New Genocide of Handicapped And Afflicted People)

A "indústria da morte" é agora um flagelo global. A Europa já avançou mais nesta estrada que os EUA, porém nos últimos dez anos houve uma rápida redução da distância de separação. Examinaremos o abismo moral em que um grande número dos profissionais da área médica caíram, o que torna o próximo Holocausto inevitável, e tão próximo que podemos ver seus contornos no horizonte, com o aparecimento do Anticristo. Veja o seguinte: para o Anticristo aparecer, dezenas de milhões precisarão morrer como sacrifícios humanos involuntários ao vindouro Homem do Pecado.

A gravura colorida abaixo é uma representação das muitas forças que trabalham em conjunto para produzir o Reinado do Anticristo — a Nova Ordem Mundial — e demonstra a importância dos sacrifícios cruentos para os Illuminati. Eles acreditam que o Cristo Maçônico deles só poderá aparecer quando sangue humano suficiente for derramado.


"Eu, Feiticeiro", a Organização da Nova Ordem Mundial.


Doc Marquis, em seu livro Secrets of the Illuminati, desenhou este Grande Selo da Nova Ordem Mundial, retratando as várias influências e organizações que estão ativamente envolvidas no ímpeto para a implantação da N. O. M. Tenha em mente que esse selo não é oficial; ele é simplesmente uma ilustração criada para retratar a natureza ocultista desse novo sistema.

Separe um tempo para ler uma explicação completa dos símbolos mostrados na gravura nos artigos curtosSeminario2, Selo1, Selo2, pois muitas de suas questões serão respondidas. Aqui, iremos nos concentrar apenas no sangue que precisa ser derramado como sacrifício humano de forma a permitir o aparecimento do Anticristo.

Das letras "I T C", de "Witch" (que significa "feiticeiro"), fluem linhas vermelhas de sangue, retratando o sangue humano que já fluiu e que ainda está planejado para fluir, de forma a permitir que esse sistema seja estabelecido e o Anticristo produzido. Observe que o sangue flui sobre e em torno dos "Illuminati". Todos os três fluxos de sangue são derramados sobre o altar satânico e caem do selo para o mundo. Os cristãos não devem se surpreender, pois muitas profecias bíblicas falam a respeito das terríveis perseguições e matanças durante o tempo da Grande Tribulação.

Observe o hexagrama sobre o qual o altar satânico está colocado. Como o hexagrama está envolto por um círculo, ele se torna um Alçapão Pega-Demônios, que agora sabemos que é o mais poderoso instrumento possível para conjurar um demônio para que ele seja forçado a fazer aquilo que o feiticeiro quer. Assim, temos Satanás representado na parte superior de todo o Plano da Nova Ordem Mundial (o Olho Que Tudo Vê) e na parte central (o Alçapão Pega-Demônios).

O Altar Satânico é altamente significativo. Sacrifício humano é requerido sobre esse altar, como são as abominações contra Yaohu de todos os tipos imagináveis. Marquis escolheu enfatizar esse ponto mostrando sangue humano derramado sobre o altar e mostrando a Cruz Invertida do Anticristo em uma de suas laterais. A importância dos Estados Unidos da América nesse plano insidioso é claramente representada pelos Dois Selos da Condenação. (Nota: A história do papel dos EUA nesse plano satânico para fazer aparecer o Cristo Maçônico é contada na série de DVDs intitulada Secret Mysteries of America's Beginnings, que pode ser adquirida na loja virtual da Cutting Edge. Sua compreensão será aprofundada com a verdade contida nesses DVDs, que receberam prêmios de excelência.

Quando você compreender a razão por que somente os EUA estão listados nesse diagrama organizacional da N. O. M., ficará pasmado. Você compreenderá por que Yaohu precisará julgar de forma extremamente severa esta nação, que foi cristã no passado.

Continue a leitura e prepare-se para obter uma compreensão chocante, à medida que nos aprofundarmos na incrível "indústria da morte" que está agora ocorrendo diariamente em todo o mundo.


Morticínio Mundial

Plano da Elite Global: "Tomar o controle do mundo... para reduzir... o mundo a um nível seguro por meio de um processo de escravidão e genocídio benevolentes... A única alternativa que restou à elite governante mundial foi aumentar a taxa de mortalidade... O Dr. Aurélio Peccei, do Clube de Roma... advogou que uma praga seja introduzida e que tenha o mesmo efeito que a Peste Negra na história." (Bill Cooper, em Behold a Pale Horse, págs. 49, 167; leia a resenha).

"Aumentar a taxa de mortalidade" é o toque da trombeta dos Illuminati! De fato, esses líderes olham para a morte — a sua morte, leitor — como sendo benéfica e necessária. Veja:

"Esse tipo de mudança está vindo rapidamente e é considerada por alguns como morte — terrível e a ser evitada, se possível. Ela é realmente morte, mas é benevolente e necessária... Para o progresso da alma do indivíduo e da alma da humanidade, a morte é inevitável, boa e necessária." (The Externalization of the Hierarchy, págs. 114-115).

Ambas essas citações prometem que a morte que afetará as massas humanas será do tipo "benevolente"!

Agora, vamos analisar matérias de notícias recentes que provam que os Illuminati estão perpetrando esse plano terrível de "aumentar a taxa de mortalidade".

  • "Como reportei, a HPAD (Healthcare Professionals for Change, ou Profissionais da Saúde a Favor da Transformação) foi organizada em 2010 para promover a legalização do suicídio assistido. Eles estão cada vez mais ativos e agora têm 520 membros (um número que representa 0,25% dos estimados 200.000 médicos que existem no país)... Os membros da HPAD foram quase certamente responsáveis por nove ações de eutanásia praticamente idênticas que foram apresentadas no encontro anual dos representantes da Associação Médica Britânica neste mês..."
  • "Este lance é parte de uma campanha maior que Dignidade na Morte (DID, de Dignity in Dying) está realizando ao longo do próximo mês, que levará a um lóbi endossado por celebridades no Parlamento, em 4 de julho. A HPAD foi criada sob os auspícios da DID e apresenta o logotipo desta última de forma proeminente em sua página na Internet.... O fundador do Foro Médico Secular, Michael Irwin, um clínico geral aposentado e Ex-Diretor Médico das Nações Unidas, foi também anteriormente chefe da Sociedade Eutanásia Voluntária (agora 'Dignidade na Morte') e é atualmente líder do controverso grupo pró-eutanásia Society for Old Age Rational Suicide (SOARS)."
  • "A SOARS usa os mesmos argumentos que a DID, porém tem uma agenda mais radical, acreditando que o suicídio assistido deva estar disponível para todos os idosos, sejam elas doentes terminais ou não."

Você entendeu a última frase? "... acreditando que o suicídio assistido deva estar disponível para todos os idosos, sejam eles doentes terminais ou não."

Esta é a posição a partir da qual o genocídio maciço inicia de verdade. Uma vez que um país estabeleça que os idosos que não estão doentes possam ser colocados para morrer, o governo rapidamente pode se intrometer no cenário e se tornar a autoridade que toma essa decisão de vida ou morte para os idosos saudáveis. O regime nazista rapidamente substituiu o indivíduo, ou um membro da família, que tomava essa decisão de morte, depois que a Alemanha definiu que os idosos saudáveis tinham o "direito de morrer"! 

Acredito que o termo era "vivendo vidas indignas de serem vividas"!

O quão perigosos esses médicos britânicos podem ser, uma vez que representam uma minúscula proporção dos médicos no país?
"Esses médicos constituem uma minúscula minoria dos médicos da Grã-Bretanha, mas estão determinados, são articulados e bem organizados. Eles rejeitaram o princípio sacramentado no Juramento de Hipócrates, na Declaração de Genebra e no Código Internacional de Ética Médica, que os médicos não devem matar seus pacientes."

Resumo da Notícia: "Promoção da 'morte com dignidade' em Massachusetts ganha nova força", amednews.com (American Medical News), 16 de julho de 2012.
"Aqueles que estão por trás do esforço de tornar Massachusetts o terceiro estado a aprovar uma lei que permita o suicídio assistido por um médico conseguiram assinaturas suficientes para colocar a questão em votação em novembro... Para ter o direito de receber a assistência para morrer, um paciente precisará ser residente em Massachusetts e avaliado por um médico como tendo menos de seis meses de vida. Depois de fazer uma solicitação oral e escrita, o paciente que procura a morte assistida por um médico terá de reiterar o requerimento 15 dias mais tarde, de acordo com o texto na proposta."
"O requerimento escrito precisará ser assinado por duas testemunhas, pelo menos uma das quais não deverá ser parente do paciente, não ter participação financeira nos bens do paciente e não possuir ou ser funcionário de uma clínica de saúde onde o paciente está sendo tratado. Após a requisição final, a prescrição não será dispensada por 48 horas. O médico que assiste o paciente precisaria encaminhá-lo para outro médico para confirmar o diagnóstico terminal e determinar que o paciente é mentalmente competente e está escolhendo livremente a morte apressada por um médico."

Neste ponto, o paciente está controlando sua própria morte. Parece que esta política protegerá qualquer pessoa de morrer quando ela não quer morrer. Mas, o perigo real está nas mudanças graduais que poderão ser feitas na política, até que o ponto seja atingido em que o paciente não será consultado e todos os funcionários que tomam a decisão da morte trabalhem para o governo. Este processo ocorreu exatamente assim na Alemanha, onde a eutanásia de adultos foi estabelecida originalmente nos mesmos termos que esta proposta de "Morte com Dignidade".

Entretanto, depois que Adolf Hitler tornou-se ditador, ele mudou radicalmente os procedimentos, tomando o controle do destino de uma pessoa de suas mãos e colocando-o nas mãos das autoridades e representantes do governo nazista. O termo operativo era "vida indigna de ser vivida". Cunhado originalmente para ser aplicado às pessoas que eram doentes terminais e cada vez mais incapazes de cuidar de si mesmas, o termo foi súbita e amplamente aplicado para matar qualquer um a quem o Estado Nazista quisesse matar. Não somente os judeus foram mortos com base nisso, mas as vítimas eram mortas simplesmente porque suas características faciais eram interpretadas por alguém como de aspecto distintamente judaico!Esta ladeira é muito escorregadia e os EUA estão descendo por ela, rumo ao abismo.


Este próximo artigo, uma coluna de opinião, compreende o perigo final representado pelo suicídio assistido por um médico.

Resumo da Notícia: "Cuidado com a ladeira escorregadia do 'suicídio assistido por um médico'", Herald News, 16 de julho de 2012.
"Uma das questões na urna de votação em novembro será a legalização do suicídio assistido, isto é, 'Morte com Dignidade', ou mais precisamente conhecido como suicídio prescrito por um médico. Não há dignidade no suicídio. Ele é uma tragédia terrível. Se essa iniciativa for aprovada, ela mudará nossa abordagem em relação aos doentes e moribundos neste estado de uma posição de compaixão e cuidado para uma posição de incentivar a autodestruição."

De fato, as pessoas saudáveis começarão a exigir que os doentes terminais simplesmente aceitem a necessidade de morrer e de liberar o caminho! Mas, quando pessoas saudáveis podem ser escolhidas como mortes necessárias para o bem coletivo, alcançamos o ponto do holocausto geral na Alemanha Nazista, um holocausto que assassinou cerca de 20 milhões de pessoas.
"Suicídio prescrito pelo médico é abandono de paciente. Um médico não precisará estar presente quando o paciente ingerir as drogas letais."
"Sancionar a finalização da vida humana é degradante. Se uma iniciativa de suicídio prescrito pelo médico se transformar em lei, os que não têm voz, os marginalizados em nossa sociedade, os pobres, os frágeis, os idosos, os doentes mentais, os deficientes físicos, os doentes terminais e os doentes crônicos serão os primeiros a sentirem a pressão para morrerem. Criar uma lei para o suicídio prescrito pelo médico é uma ameaça a cada um de nós e precisamos nos manter sempre vigilantes para garantir que esse tipo de lei não seja aprovada no nosso estado."

Esta última declaração é simplesmente chocante, pois os médicos sempre subscreveram ao Juramento de Hipócrates, que, em sua versão clássica, proíbe que um paciente seja morto, por qualquer razão. Vamos analisar esse juramento clássico:
"Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiva. Conservarei imaculada minha vida e minha arte."

Se os antigos gregos compreendiam a natureza genocida do suicídio assistido por um médico", então por que o homem moderno está tão determinado a obter o poder de matar, em vez de curar? O argumento de permitir que os médicos ajudem as pessoas a morrer deriva de um ponto de vista autocentrado e iníquo; os proponente pró-morte argumentam que querem estar "no controle" de suas próprias mortes. Entretanto, a Bíblia diz que os cristãos devem permitir que Yaohu tenha o controle total sobre nossas vidas e nossa morte; de fato, toda a nossa vida, após nossa salvação, deve estar centrada em Yaohu e no que Ele quer para nossa vida. Esta deve ser nossa atitude ao nos aproximarmos da morte; nossa morte deve ser colocada nas mãos de Yaohu.

Estes artigos são chocantes em suas implicações morais para as atitudes desta nação em relação à santidade da vida humana. Tradicionalmente, o povo americano sempre aderiu ao ponto de vista cristão, o padrão que diz que toda vida humana é dada por Yaohu e somente Ele pode finalizá-la. O povo americano nunca aceitou o ponto de vista que alguém mais, independente do quão "sincera" possa ser, possa decidir quando e como uma pessoa tenha sua vida finalizada. Assim, esta informação representa uma tremenda mudança nas atitudes morais de uma proporção significativa dos enfermeiros norte-americanos.

Acreditamos que neste fim dos tempos, um espírito demoníaco esteja percorrendo o globo, com o objetivo de colocar o Cristo maçônico na cena internacional e implementar sua visão de erradicar dois terços da humanidade. Adolf Hitler foi um tipo do Anticristo, controlado por um espírito demoníaco que percorreu a Alemanha de 1890-1945, produzindo o Holocausto Nazista em que cerca de 20 milhões de "pessoas depreciadas" foram sistematicamente assassinadas.

Entretanto, ainda há mais, muito mais do que esse foco moral, por mais importante que ele possa ser. Vejo duas questões muito importantes da Nova Ordem Mundial em operação:

1. As atitudes dos enfermeiros individuais são muito similares às atitudes dos enfermeiros alemães de 1920-1935, atitudes que permitiram a Adolf Hitler iniciar o Holocausto.

2. Esta matéria de notícias ilustra o quão eficaz tem sido o Plano das Seis Etapas da Mudança de Atitudes, neste caso, em modificar a tradicional visão do povo americano em relação à eutanásia de adultos.

Vamos agora examinar o Ponto 1 acima. "As atitudes dos enfermeiros individuais são muito similares às atitudes dos enfermeiros alemães de 1920-1935, atitudes que permitiram a Adolf Hitler iniciar o Holocausto." Já demonstrei repetidamente em outros artigos que os EUA estão liderando o mundo no caminho para a Nova Ordem Mundial, um sistema totalitário de governo, de economia e de religião, exatamente como o sistema que Hitler estabeleceu de 1933-1938. Como isto é verdade, é muito significativo que uma expressiva proporção dos enfermeiros e médicos deste país tenham chegado ao mesmo ponto de vista moral em relação aos seus pacientes que os enfermeiros e médicos alemães tinham antes de Hitler chegar ao poder (1920 a 1933).

Usaremos citações de um livro intitulado Nazi Doctors: Medical Killings and the Psychology of Genocide, de Robert Jay Lifton, publicado em 1986.

O Dr. Lifton fez uma chocante descoberta quando investigou o Holocausto: A campanha maciça de assassinatos, que durou sete anos e erradicou 18 milhões de pessoas, incluindo seis milhões de judeus, foi dirigida, desde o início até o fim, por médicos alemães. (pág. 4) Antes dessa descoberta, o Dr. Lifton considerava a participação da comunidade médica alemã limitada somente às infames "experiências" médicas, que receberam muita publicidade. Mas, o Dr. Lifton fez outra descoberta: Sem a participação dos médicos e enfermeiros no Holocausto, Hitler nunca teria conseguido matar tanto quanto matou!

Como isso foi possível? Como pôde a Alemanha de Martinho Lutero, o reformador cristão, tornar-se a Alemanha de Adolf Hitler, o louco? Eram os enfermeiros e médicos que serviram Hitler loucos também, ou demoníacos? A resposta do Dr. Lifton, após entrevistar muitos deles foi: "Não, eles não eram demoníacos" (pág. 5). O fator mais preocupante para o Dr. Lifton, era que eles eram pessoas bem comuns. O Dr. Lifton concluiu: "... pessoas comuns podem cometer atos demoníacos." (pág. 5) O Dr. Lifton mais tarde descreveu essa terrível situação de outro modo: "Repetidamente, neste estudo, descrevo homens banais realizando atos demoníacos... Meu objetivo neste estudo é descobrir as condições psicológicas que contribuem para o mal." (pág. 12).

O Dr. Lifton descobriu que a crônica desta terrível história começou muitos anos antes de Hitler chegar ao poder em 1933. Em 1883, Sir Francis Galton, autor de Hereditary Genius (1869), cunhou o termo "Eugenia" para denotar o princípio de aprimorar um grupo biológico com base no valor hereditário ostensivo..." (pág. 24). Em todo o mundo ocidental, muitos médicos discutiram os prós e os contras relativos da Eugenia. Muitas pessoas foram esterilizadas de acordo com a Eugenia. Mas, o Dr. Lifton observa: "somente na Alemanha Nazista a esterilização foi uma precursora do assassinato em massa... a versão alemã da Eugenia tinha uma característica entonação de excesso romântico, como na declaração anterior de Lenz (1917)... que 'a raça era o critério do valor', e 'o Estado não existe para garantir que o indivíduo receba seus direitos, mas somente para servir ao Estado'. Lenz compreendia que sua defesa era a do 'socialismo orgânico' e temia que, sem um projeto radical de Eugenia, 'nossa raça nórdica estará condenada à extinção'." (pág. 24).

Mas, por mais terrível que fosse a esterilização, ela era apenas a ponta do iceberg. O precursor realmente efetivo para o Holocausto foi a ênfase na Alemanha sobre a eutanásia humana, um movimento que pode ser rastreado à "última década do século 19" (pág. 46). Um teórico em 'ética' alemão, Adolf Jost, fez um chamado para a morte médica direta em 1895, em um livro intitulado "O Direito à Morte" (Ibidem). Jost argumentava que o controle sobre a morte de um indivíduo precisava no fim das contas pertencer ao... Estado... Jost apontava para o direito do Estado de matar"... Ele argumentava que "os direitos à morte são a chave para o bem estar da vida. O Estado precisa ser o dono da morte — precisa matar — de modo a manter o organismo social vivo e saudável." (Ibidem).

No entanto, a obra fundamental que singularmente empurrou a Alemanha para o Holocausto de Hitler foi publicada em 1920, intitulada "A Permissão de Destruir Vida Indigna de Ser Vivida". Os autores alemães "enfatizaram o objetivo terapêutico desse conceito: destruir vida indigna de ser vivida é 'puramente um tratamento terapêutico e uma obra terapêutica.'" (Ibidem).

Lembre-se desta frase: "um tratamento terapêutico e uma obra terapêutica." Em todos os casos de Eutanásia de Adultos, "tratar torna-se matar" e "matar fornece a cura" na mente da equipe médica!

Esses autores alemães exploraram a responsabilidade legal dos médicos na "assistência à morte" e a "morte do participante que dava seu consentimento"... Eles advogavam um processo jurídico cuidadosamente controlado, com aplicações para matar avaliadas por uma junta de três pessoas (um clínico geral, um psiquiatra e um advogado). Um paciente que tinha dado seu consentimento para ser morto teria o direito de suspender esse consentimento a qualquer momento, mas havia também uma ênfase na proteção jurídica dos médicos envolvidos no processo da morte... Hoche... insistia que essa política de matar era compassiva e coerente com a ética médica..." (pág. 47). A Alemanha, de acordo com essa obra política de 1920, estava na ladeira escorregadia que levaria à morte em massa, uma ladeira que terminou na terrível brutalidade do Holocausto, duas décadas mais tarde.

Esse trabalho científico provocou um enorme debate dentro da comunidade médica alemã. A visão da maioria estava horrorizada com a tese desse trabalho radical, e muitos argumentaram contra ele vigorosamente. O Dr. Lifton relata que "durante os anos anteriores à ascensão dos nazistas ao poder, essa tese de modo algum era uma visão majoritária na Medicina e na Psiquiatria na Alemanha." (pág. 48).

Portanto, quando Hitler assumiu o poder em 1933, uma minoria de médicos e enfermeiros alemães tinha essa visão radical da eutanásia humana. No entanto, Hitler conseguiu galvanizar essa minoria em ação para transformar toda a nação na máquina de matar que iria sistematicamente eliminar seis milhões de judeus e doze milhões de outros "indesejáveis". Uma vez que Hitler assumiu o poder em 1933, encontrou uma minoria significativa de médicos e enfermeiras que matavam seus pacientes, com a permissão do próprio paciente, ou secretamente, deixando de aplicar a tecnologia médica, isto é, aplicando uma dosagem errada da medicação.

Hitler então lançou os recursos e a autoridade do governo federal para apoiar essa política da eutanásia que estava em andamento. A máquina de propaganda do Estado começou a preparar o povo alemão para concordar que o governo tinha a "responsabilidade" de tomar as decisões de vida e morte para seus cidadãos. Vários filmes foram produzidos para apoiar poderosamente essa tese. Um desses filmes, que provou ser extremamente poderoso, foi "Eu Acuso". Esse filme retratava "um médico que aplicou uma injeção letal em sua mulher, que sofria de uma doença incurável, em resposta ao pedido dela que ele fizesse isso para aliviar suas terríveis dores e sofrimentos." (pág. 49) O médico foi preso por homicídio e levado a julgamento. Um membro simpático do júri disse enfaticamente que "a precondição mais importante é que a paciente queira aquilo". (Ibidem).

Mas, a mensagem real do filme, uma mensagem proferida de forma bem clara e alta era que "uma exceção a esse 'princípio voluntário deveria ser feito para os doentes mentais, em que o 'Estado deveria assumir a responsabilidade'." (Ibidem) Muitos médicos alemães, entrevistados pelo Dr. Lifton anos após o fim da guerra, mencionaram o impacto que esse filme teve em suas mentes."

Essa frase dita no filme, que "uma exceção ao princípio voluntário deveria ser feita para os doentes mentais, em que o 'Estado precisaria assumir a responsabilidade'" abriu a porta da proibição total contra a anteriormente repugnante prática da eutanásia humana. Uma vez que essa porta foi aberta só um pouquinho, a máquina de propaganda nazista pôde forçá-la diariamente um pouco mais, até escancará-la de vez, até que a matança começou a ser perpetrada abertamente, com milhões de pessoas participando ou concordando. Hitler utilizou espertamente um plano bem elaborado que muda gradativamente as atitudes ou valores das pessoas sobre um assunto qualquer, neste caso, a eutanásia humana, sem que as pessoas percebessem que estavam sendo manipuladas para fazerem a mudança. Portanto, quando a pessoa muda para nova atitude ou valor, uma posição que ela antes detestava, não percebe que foi manipulada. Essa nova posição parece muito normal e a pessoa acha que adotou a nova atitude ou valor por sua própria decisão. 

O Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento, como o chamamos, pode ser visto em uso em muitas situações na sociedade atual.Eis como o Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento funciona:

Etapa 1: Alguma prática tão ofensiva que nem poderia ser discutida em público é advogada por um especialista RESPEITÁVEL em um foro RESPEITADO.

Etapa 2: A princípio o público fica chocado, depois indignado.

Etapa 3: No entanto, o SIMPLES FATO de tal assunto ser debatido publicamente torna-se o TEMA do debate.

Etapa 4: No processo, a repetição contínua do assunto chocante que está em discussão gradualmente vai anulando seu efeito.

Etapa 5: As pessoas não ficam mais chocadas com o assunto.

Etapa 6: Não mais indignadas, as pessoas começam a argumentar suas posições para moderar os extremos; ou, aceitam a premissa, buscando agora os meios para ALCANÇÁ-LA.

Vamos examinar como esse Plano das Seis Etapas funcionou na Alemanha, para preparar uma minoria significativa do povo alemão para aceitar a eutanásia humana.

Etapa 1: Alguma prática tão ofensiva que nem poderia ser discutida em público é advogada por um especialista RESPEITÁVEL em um foro RESPEITADO.

a. Em 1895, um especialista em ética médica, Adolf Jost, advogou a eutanásia humana, em seu livro O Direito à Morte. Jost era um "especialista" respeitável em seu livro era um "foro" respeitado.

b. Em 1920, dois "famosos catedráticos alemães" (pág. 46), Karl Binding e Alfred Hoche lançaram sua obra A Permissão Para Destruir Vida Indigna de Ser Vivida. Os dois famosos catedráticos eram os "especialistas" RESPEITÁVEIS e a tese deles era o "foro" RESPEITADO.

Etapa 2: A princípio, o público fica chocado, depois indignado. A maioria dos profissionais médicos alemães rápida e firmemente escreveu contra essa terrível e trágica ideia.

Etapa 3: No entanto, o SIMPLES FATO de tal assunto ser debatido publicamente tornou-se o TEMA do debate. Invisivelmente, o foco do debate foi deslocado dos méritos da eutanásia humana para o conceito que, finalmente, a sociedade estava colocando esse assunto para ser debatido abertamente. Um debate feroz ocorreu em seguida!

Etapa 4: No processo, a repetição contínua do assunto chocante que está em discussão gradualmente vai anulando seu efeito. De forma gradual e invisível, muitas pessoas começaram a ser levadas para o centro mortal, para longe de sua "firme" posição original contrária à eutanásia.

Agora, as mentes dessas pessoas estavam preparadas para o golpe mortal na psiquê alemã.

Etapa 5: As pessoas não estão mais chocadas pelo assunto. Uma vez que uma pessoa não esteja mais chocada por um assunto que anteriormente era considerado tabu, ela se permite ver mais desse assunto com maior frequência. Muitas pessoas que olham para um assunto que era considerado tabu verificam que se sentem atraídas por ele. Um número muito grande dessas pessoas começa a se tornar "mais aberta" com relação ao assunto.O cenário está agora armado para que a porta final da armadilha seja liberada.

Etapa 6: Não mais indignadas, as pessoas começam a argumentar suas posições para moderar os extremos; ou, aceitam a premissa, buscando agora os meios para ALCANÇÁ-LA. Um indivíduo "brilhante" entra no debate público e pede que os dois lados contemporizem em suas posições. Eles advogam a aceitação do assunto que anteriormente era tabu, o que satisfaz a posição da "Reforma Radical"; entretanto, é proposto inicialmente que essa aceitação fique sob diretrizes muito rígidas, uma proposta "modesta" que até mesmo os proponentes mais radicais contra o tabu dificilmente podem argumentar contra. Assim, ocorre uma contemporização, permitindo que a porta seja aberta só um pouquinho, permitindo que o assunto anteriormente tabu seja praticado sob severas restrições. Os proponentes de permitir que o tabu seja praticado abertamente fazem objeções enérgicas em público, mas celebram sua vitória privadamente. Os proponentes da manutenção do tabu "congratulam-se" por terem conseguido evitar uma tragédia muito maior, sem perceber que a contemporização é simplesmente uma derrota adiada.

Na Alemanha, a eutanásia humana inicial foi permitida juridicamente somente em circunstâncias muito restritas e somente com a permissão do paciente que "queria morrer". Para garantir que nenhuma ação ilegal pudesse ser tomada, uma junta de profissionais deveria analisar cada caso. Mas, em apenas alguns poucos anos, essa porta foi sendo escancarada aos poucos, até que Hitler pôde matar abertamente qualquer pessoa por qualquer razão.

Ah, sim, o governo alemão mudou as leis, para que um médico que praticasse a eutanásia estivesse agindo de forma juridicamente legal e não precisasse se preocupar com a possibilidade de ser processado pela família da vítima.

Esta situação mostra quão longe na estrada alemã para o Holocausto os médicos e enfermeiros americanos já chegaram. Sim, eles representam somente uma pequena fração do número total de médicos e enfermeiros nos EUA, mas os médicos e enfermeiros alemães que praticavam a eutanásia humana eram somente uma fração do total! Um líder político determinado que quer forçar mudanças totais precisa somente que uma proporção minoritária significativa da população concorde com sua posição. Ele pode forçar essas mudanças com base nessa minoria, sabendo que, com a autoridade do governo subitamente colocada para apoiar a minoria, a maioria será forçada a obedecer.

O quanto dessa matança está ocorrendo na sociedade ocidental hoje? Vamos examinar as estatísticas:

"Um médico importante na Grã-Bretanha advertiu que os hospitais do Sistema Nacional de Saúde estão usando o atendimento de fim da vida, 'caminhos para a morte', para ajudar os pacientes idosos a morrer, porque eles são difíceis de cuidar e ocupam leitos valiosos; 'um equivalente da eutanásia'. Os 'caminhos para a morte', em média levam um paciente à morte em 33 horas. O Sistema Nacional da Saúde é o sistema de saúde financiado pelo governo britânico."

Gostemos ou não, o sistema de saúde ObamaCare, que acaba de ser aprovado nos EUA é muito parecido com o Sistema Nacional de Saúde que existe na Grã-Bretanha e esse artigo referido nos diz que esse sistema mata um paciente em 33 horas. Uma vez que se tornar operacional, o ObamaCare provavelmente superará esse número sombrio.
"O jornal britânico Daily Mail reportou que o professor Pullicino 'afirmou que havia frequentemente uma falta de clara evidência para iniciar o Liverpool Care Pathway (LCP), um método de cuidar de pacientes com doença terminal'. Sob o LCP, os médicos podem suspender o tratamento, a alimentação e a água enquanto os pacientes estiverem fortemente sedados... o LCP se tornou um 'caminho assistido para a morte, em vez de uma forma de tratamento.' O jornal reportou que o professor Pullicino acredita que o LCP esteja sendo usado como 'um equivalente da eutanásia'. 130.000 pacientes morrem por ano no LCP."

Muitos médicos procuram uma razão para colocar um paciente no "caminho assistido para a morte" e muitos fazem isso embora o paciente ainda tenha condições de se recuperar. A informação que o Sistema Público de Saúde mata 130 mil pacientes por ano é chocante. Entretanto, é provável que muitos mais pacientes estejam sendo caladamente colocados para morrer nos EUA do que possamos imaginar. Os EUA já superam a Alemanha do período anterior ao nazismo nos números de pessoal da área médica que são simpáticos à eutanásia humana? Vejamos um especialista que conhece claramente a situação atual nos EUA:



O professor Wolf Wolfensberg é diretor da Divisão de Educação Especial e Reabilitação, na Universidade Syracuse. Ele escreveu um livro intituladoThe New Genocide of Handicapped and Afflicted People, em 1987. Ele adverte que, com base nos modelos históricos das sociedades (como a Alemanha, de Hitler) que mais tarde foram descobertas como praticantes da morte produzida em larga escala, ele acredita que as instituições médicas americanas já estão praticando a morte produzida.

Wolfensberger define "morte produzida" como "quaisquer ações ou padrões de ações que direta ou indiretamente trazem, ou apressam a morte de uma pessoa, ou grupo de pessoas. A morte produzida inclui ações que vão da morte explícita, clara, ou direta de outra pessoa, a muito escondidas e matar de forma indireta, o que pode levar um longo tempo para realizar e pode ser muito difícil de rastrear; e pode incluir participação ativa ou silenciosa, em um conluio imperceptível." (págs. 1).

Acredito que o artigo de jornal acima encaixa-se perfeitamente na definição anterior do professor Wolfensberger da "morte produzida". Lembre-se, os EUA estão conduzindo o mundo para a Nova Ordem Mundial, um sistema precisamente idêntico à Alemanha satânica, fascista e ditatorial de Adolf Hitler. Se formos entrar nesse sistema, então precisamos estar desenvolvendo as mesmas características pessoais concernentes à baixa visão ética de Hitler das vidas das pessoas que a Alemanha exibiu de 1920 a 1945, conforme detalhado no livro Nazi Doctors, do Dr. Lifton.

O professor Wolfensberger relaciona as mudanças nos valores pessoais que são necessários para uma população chegar ao ponto em que sancionará, ou participará na matança em massa. (págs. 25-26). Ao ler sobre essas mudanças de valores, você verá que os EUA passaram por todas elas, desde aproximadamente 1965!! A hora já está muito avançada!!

Etapa 1 — "Um afastamento do mundo do espírito e dos sistemas de crença metafísicos, rejeição das crenças em qualquer mundo espiritual e, portanto, rejeição da crença em qualquer divindade, e/ou em qualquer vontade ou lei divina que seja externa aos seres humanos."

Etapa 2 — "Em grande parte em consequência da Etapa 1, a rejeição das fés judaica e cristã e, portanto, de suas moralidades, o que inclui um temor pelo mistério da vida e respeito pela sua sacralidade." Nota: A América combinou as Etapas 1 e 2, rejeitando seus fundamentos cristãos, substituindo-os por valores autocentrados interessados somente na satisfação das necessidades e dos prazeres físicos.

Etapa 3 — "Uma crescente preocupação com o universo material, com objetos materiais e, especialmente, com os processos tecnológicos materiais. A indústria da propaganda claramente nos levou até o fim dessa estrada; estamos totalmente preocupados com as coisas e com os novos brinquedos tecnológicos.

Etapa 4 — "Uma crença de proporções religiosas em uma entidade mítica chamada 'progresso', que é vista como um produto humano que consiste em grande parte de desenvolvimentos científicos e técnicos que suportam a industrialização, que por sua vez é vista como produtora subsequente de um aumento da riqueza material, das posses, do conforto, da conveniência, da saúde, do bem-estar social, da felicidade, etc. A Alemanha manteve a entidade mítica Pureza Racial dos Nórdicos Arianos. Os aderentes da Nova Era crêem em um ariano espiritual, "avançado" em todas as coisas espirituais; os americanos simplesmente matam hoje para aliviar a mãe (aborto) e/ou aquele que cuida (eutanásia) de inconvenientes.

Etapa 5 — "A rejeição de uma metafísica resulta em uma idolatria muito lógica do ser humano e uma exaltação do indivíduo humano como a medida final e o medidor de todas as coisas." Pense na publicidade na última década, como essa crescente idolatria do corpo humano perfeito, da manutenção desse corpo perfeito, e da promoção da saúde como o ideal máximo das idades de 0 a 100 anos!! Pare e pense em todos os produtos que são anunciados hoje e que promovem esse ideal físico. Estamos idolatrando o corpo humano, exatamente como os propagandistas de Hitler idealizaram o homem ariano perfeito!

Etapa 6 — "Idolatria do intelecto humano, do poder da vontade, e de seus produtos." [Referencie nosso artigo N1185, "Historiador Secular Investiga as Raízes do Nazismo e Descobre Similaridades com a Nova Era". Você perceberá imediatamente o quanto a religião de Nova Era enfatiza esses valores.].Etapa 7 — "Irrestritos individualismo e egoísmo...".


Etapa 8 — "Uma atitude de ter direito a qualquer coisa que quiser..." ("Tenho o direito de controlar meu próprio corpo.").

Etapa 9 — "Uma crença de proporções quase religiosas que a aflição, o sofrimento e as privações são maus e que podem, precisam e serão eliminados, por meio dos esforços humanos."

Etapa 10 — "Combinado com a atitude de se considerar com direitos, isso leva a uma crença que uma pessoa tem o direito à libertação da aflição e do sofrimento — e, na verdade, até das privações e da inconveniência." Não somente vemos essa atitude no argumento atual sobre a eutanásia, mas também vemos muito dessa atitude nas pessoas que comem no cocho dos programas de Bem-Estar Social do governo.

Etapa 11 — "Esses desenvolvimentos também implicam uma entrega para aquilo que se pode chamar de hedonismo, isto é, a entrega aos prazeres sensoriais, aspirações exageradas e sem inibições por conforto... Na forma extrema, isso pode levar a excessos sexuais irrestritos, pornografia, glutonaria, entrega às drogas, etc." Pode alguém descrever a situação atual na América melhor do que isto? Lembre-se, estamos discutindo essas coisas em conexão com as características que uma nação exibe ao seguir esse tipo de mortes produzidas do tipo nazista! Nossa sociedade se encaixa perfeitamente nessa descrição!

Etapa 12 — Todos esses valores e atitudes descritos acima resultam em uma característica pessoal que o professor Wolfensberger chama de "externalismo", definido como uma pessoa "tão deficiente em identidade pessoal interna, força, e substância mental e emocional que depende excessivamente — talvez precise depender — de suportes externos constantes de uma natureza física, emocional, social e cognitiva para poder funcionar. Esses suportes podem tomar a forma de ter constantemente rádio e televisão ligados, até chegar a dormir com eles ligados, e não poder desenvolver uma conversação a não ser que exista o barulho dessas ou de outras fontes. Outra forma de externalismo é o medo de estar só, e excessiva ou até total dependência da opinião dos pares ou de gurus... Essas pessoas, portanto, deixam-se impressionar, podem ser programadas com facilidade, seguem modas, são instáveis emocionalmente, e caem presas de movimentos e de seitas..." Novamente, o professor Wolfensberger acerta na mosca com a atual sociedade americana, uma sociedade que está caminhando em direção à morte produzida!

O professor Wolfensberger continua: "O externalismo e o sensualismo facilmente se alimentam um ao outro em um círculo vicioso, como quando levam à dependência às drogas (seja café, nicotina, álcool, maconha, cocaína, heroína...) que também atendem ao desejo intenso por excitação sensorial e que é um substituto de baixo nível e falso para as ricas e nobres experiências espirituais, intelectuais, emocionais e mentais das quais os seres humanos são capazes. Mais uma vez, Wolfensberger descreve nossa sociedade perfeitamente; uma sociedade que tem esses valores caminha para a morte produzida em uma larga escala.

Etapa 13 — "A busca irrestrita de satisfação e autogratificação imediata também leva a uma histórica mentalidade de 'aqui e agora' que diz: 'Vou buscar o que quero agora, independente dos efeitos no longo prazo, ou independente de quem seja ferido.'" O ideal satanista sempre foi: "Faça aquilo que você quiser, isto será toda a lei."

Etapa 14 — Neste ponto no desenvolvimento de uma sociedade que precede à morte produzida, certos indivíduos apresentam-se para incentivar a "morte produzida de forma voluntária". Certamente, qualquer pessoa que defenda o suicídio com a assistência de um médico enquadra-se nessa categoria. Da mesma forma, os indivíduos eleitos ou indicados que tentam legalizar formas de morte produzida são poderosamente responsáveis por essa sociedade entrar na última etapa na maciça morte produzida pelo poder público. Finalmente, o Dr. Wolfensberger destaca os autores que publicaram livros campeões de vendagem sobre como cometer suicídio. Esse é um tremendo sinal que uma sociedade está atualmente envolvida em morte produzida de forma velada e está prestes a iniciar a morte produzida de forma pública.

Pessoas Depreciadas em Qualquer Sociedade

Nesse tipo de sociedade, certos indivíduos são "depreciados" na mentalidade nacional conjunta. Qualquer grupo "depreciado" fica, então, sob o risco real de ser visado para a eliminação. Quais são alguns desses grupos "depreciados"?
  • Os deficientes mentais, físicos, ou emocionais.
  • Criminosos, especialmente os que apresentam desvios de comportamento.
  • Os muito idosos, especialmente aqueles que não podem mais pagar pelo custo de manutenção de suas vidas.
  • Os muito jovens, especialmente aqueles dos grupos "depreciados". O aborto e o infanticídio eram praticados regularmente na Alemanha nazista.
  • Os destituídos — os moradores de rua.
  • Pessoas abandonadas e não amparadas por alguma instituição.
  • Pessoas com doenças severas e crônicas.
  • Doentes em estado terminal.
  • Qualquer um que tenha mais de uma das características acima, em combinação (págs. 33-34).
  • Pessoas que não se enquadram no ideal nacional em termos de raça ou religião.

Os judeus na Alemanha nazista certamente se enquadravam nesta última categoria. Hoje, com a Nova Era, os judeus são substituídos por qualquer um que não possa aceitar as reivindicações do Cristo. Os líderes na Nova Ordem Mundial já escolheram os cristãos, os judeus e os muçulmanos, nenhum dos quais pode aceitar a religião politeísta do Cristo da Nova Era.

O professor Wolfensberger então descreve os muitos modos em que a morte de pessoas depreciadas poderia ser disfarçada por alguém na comunidade médica. Os muitos modos se resumem ao uso impróprio da tecnologia médica de tal forma a causar a morte, uma morte que poderia ser atribuída a alguma outra coisa. (págs. 35-49).

Em seguida, ele solta a bomba atômica sobre essa questão e diz que nos EUA hoje, "Em hospitais (até mesmo aqueles administrados por instituições religiosas), retardados mentais... pessoas com outras deficiências, e idosos comumente deixam de receber suportes de vida relativamente elementares, como antibióticos, ressuscitação básica, procedimentos médicos simples, ou até mesmo alimentação e água... Em muitos locais nos EUA, é perigoso internar em um típico Hospital Geral uma pessoa moderadamente retardada que tenha mais de sessenta anos... Frequentemente, o único modo de garantir a segurança dessas pessoas é colocar alguém da família de guarda ao lado do leito hospitalar 24 horas por dia..." (págs. 60-63).

Se você não está se sentindo tonto e pasmado com essas revelações, considere o que o professor Wolfensberger estima que os seguintes números de pessoas estão sendo mortas todos os anos com das seguintes formas de mortes produzidas:
  • Drogas psicoativas — Aplicadas aos retardados, aos doentes mentais, aos idosos, às pessoas de mau comportamento ou às que exigem muitos cuidados em várias situações, matando facilmente mais de 100 mil pessoas por ano. (págs. 70).
  • Negar tratamentos básicos e simples e suportes para a vida às pessoas idosas, aos que têm deficiências moderadas, aos doentes terminais [lembre-se que 15% dos enfermeiros no nosso artigo que admitem que matam apenas "fingindo que prestam os cuidados?] ou presos, estão matando mais 100 mil pessoas todos os anos.
Quando se acrescenta o número de pessoas mortas em abortos e no infanticídio, o Dr. Wolfensberger estima que o número total de pessoas depreciadas que está sendo morta a cada quatro anos nos EUA hoje é maior que o número de judeus mortos na Alemanha nazista de 1941-1945!! (págs. 70-71).

Antes de você automaticamente rejeitar essas afirmações, considere com atenção os seguintes fatos:

Os EUA da Nova Ordem Mundial estão levando o mundo para dentro de um sistema que é exatamente igual ao nazismo de Adolf Hitler. Religiosamente, o nazismo e o Movimento de Nova Era compartilham mais de 40 crenças comuns, incluindo os ensinos sobre o arianismo e "raças-raízes".

A Nova Era ensina a mesma Doutrina Secreta que Hitler ensinou, uma doutrina espiritual que propõe a eliminação das raças "inferiores".

O professor Wolfensberger descreve qualquer sociedade que está caminhando para uma mudança de valores que resultará na morte produzida. Ao fazer isso, ele descreve a sociedade americana contemporânea perfeitamente.


A Base Ocultista Para o Morticínio

A doutrina da Nova Era ensina que o planeta Terra está superpovoado e que a população deve ser reduzida a um terço do que é atualmente. (Amigos da Terra, presidente David Browder, Progress as if Survival Mattered, 1981, págs. 68-70). Embora eles nunca apresentem o Plano para reduzir a população dos atuais 6 bilhões para somente 2 bilhões, os escritos deles ensinam que o Cristo "purificará" a Terra. (Ruth Montgomery, Herald of a New Age, págs. 232-271). Como você acha que eles obterão essa redução em um período de tempo tão curto?

A profecia bíblica prevê que o tempo do Anticristo resultará em guerras e em perseguições de dimensões sem precedentes. Se você somar todas as pessoas que serão mortas com as pragas e julgamentos no livro do Apocalipse, o total chega a dois terços da população mundial!

No entanto, as profecias bíblicas dizem que as pessoas estarão vivendo de forma absolutamente normal até que todos os desastres caiam com força total sobre elas. [Confira 1 Tessalonicenses 5:1-3; Daniel 12:10b, "nenhum dos ímpios entenderá..."; Lucas 17:28-30].

Não se deixe enganar. O fim dos tempos está muito próximo. Vemos o aparecimento de um sistema de governo globalizado que espelha com precisão a profecia bíblica e seu o nome é Nova Ordem Mundial, o nazismo renascido com todos os seus horrores. Nossos valores e atitudes estão sendo mudados de forma sutil, gradual e invisível, até o ponto em que um número suficiente de pessoas na sociedade apoie os objetivos de morticínio da Nova Ordem Mundial. Além disso, como indica o artigo de jornal citado no início deste artigo, um morticínio significativo já está ocorrendo. O reinado do Anticristo está vindo muito em breve.

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sexta-feira, novembro 15, 2013

Agentes de Transformação e Traficantes de Influência

Criando uma Nova Sociedade: Os Agentes de Transformação e Traficantes de Influência


"... desde seus primeiros dias, as fundações manifestaram uma crença na importância do planejamento dirigido pela elite para o desenvolvimento mais ordeiro da sociedade. Há muito tempo que as fundações aceitaram a ideia que é melhor que as sociedades sejam lideradas por alguns poucos indivíduos talentosos e cuidadosamente selecionados... Os líderes da sociedade decidirão a agenda a ser seguida pela maioria..." — Edward Berman. [1]."Todos controlamos e todos somos controlados." — B. F. Skinner. [2].


A engenharia social, a atividade de mudar a mente e o coração dos indivíduos de modo a transformar o comportamento pessoal e do grupo, é uma ação gradual e progressiva. Mas, não entenda errado. Não se trata de "revolução". Ao contrário, é um processo de ação incremental que cumulativamente se move rumo ao objetivo de um "mundo melhor" ou de uma "sociedade boa". Para a pessoa mediana que vive no momento da transformação cultural, essas areias móveis acionam sensações de um vago desconforto. Algo parece não estar correto. Todavia, progredimos: aceitando valores e visões culturais com os quais nossos pais lutaram em seu tempo, nossos avós se recusaram a aceitar, e nossos bisavós... bem, essas ideias de transformação nunca devem ter passado por suas cabeças. Ou, por outro lado, eles tinham visto os resultados do "mundo melhor" em lugares como a Itália fascista de Mussolini, a utopia soviética de Stalin, ou na Alemanha nacional-socialista de Adolf Hitler.

Os agentes de transformação de ontem e no presente compreendem que, para a cultura mudar fundamentalmente de modo permanente, os valores sociais precisam se mover de forma gradual até que um ponto de virada seja alcançado. Para isto ocorrer, núcleos institucionais de irradiação de prestígio e poder precisam primeiro ser alterados a partir de dentro: o governo, o sistema educacional, a mídia e a cultura popular, as organizações religiosas e outros centros de influência social precisam adotar a nova cosmovisão. Depois que os guardiões nesses setores aceitarem a nova ordem, o grupo maior de indivíduos que constitue a civilização experimentará um pressão em direção à transformação — a criação de uma nova mente para uma nova sociedade.

Neste ponto uma porcentagem da população geral, com poder de voz, adota a retórica da "transformação". O ímpeto dos grupos de raiz popular cresce à medida que eles afirmam que essa transformação é deles mesmos, vendo-a como "orgânica" — uma abordagem de baixo para cima. As exigências são feitas em alta voz; o 1% da camada superior da sociedade precisa se reformar e aceitar a "vontade do povo". Precisamos nos livrar das correntes dos antigos mestres, é o que nos dizem. Não importa que outros mestres "de cima para baixo", aqueles que propuseram a mudança muito antes que o público pegasse o vento da ideia, estejam esperando nas laterais, com sua própria versão de transformação.

A Base Bíblica

"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida." [Provérbios 4:23].

Provérbios 4:23 apresenta uma grande responsabilidade: guardar nossos corações com toda a diligência, pois dele procedem as fontes da vida — aquilo que é fundamental para viver. Nesse verso, o conceito de "coração" reflete a totalidade do ser humano: nossas mentes, nossas vontades, nossas almas. Isto, somos instruídos, deve ser guardado, ou protegido. E a sabedoria, conforme explicado no verso 7 do mesmo capítulo, é o que há de mais importante de obter nesse aspecto:

"A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento.".

Existe subjacente nesses versos um senso de comprometimento: "Obter" sabedoria e "guardar" seu coração refletem ações, não passividade.Todos os dias encontramos alguma coisa que aperta nosso coração; batalhamos com desejos, emoções poderosas, a lascívia e uma miríade de tensões, questões e sentimentos. É uma batalha pessoal contra a tentação e a luta — o desafio de viver em um mundo pecaminoso. Provérbios 4:24-27, que fala sobre a busca intencional da justiça, é mais fácil de dizer do que praticar:

"Desvia de ti a falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios. Os teus olhos olhem para a frente, e as tuas pálpebras olhem direto diante de ti. Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam bem ordenados! Não declines nem para a direita nem para a esquerda; retira o teu pé do mal."

Além da batalha diária de guardar nossos corações e mentes contra as fraquezas e tentações pessoais, somos constantemente pressionados por movimentos e filosofias que procuram mudar nossos corações e mentes. Isto é evidente em nossas instituições educacionais, na mídia e na indústria da propaganda, nos programas do governo e até dentro das comunidades religiosas.

Portanto, em todas as facetas da vida, guarde seu coração e sua mente, pois deles procedem as "questões da vida". [FC].

As Fundações e a Transformação


Os agentes de mudança "de cima para baixo" que estão "reformando" nossas instituições políticas e sociais não são difíceis de descobrir. De fato, nos últimos cem anos no mundo ocidental, e nos EUA em particular, um exército de engenheiros sociais e políticos foi aceito como parte da paisagem estrutural. Entram em cena os "especialistas" traficantes de pressão: o complexo entrelaçamento entre as fundações filantrópicas, centros de estudos e debates, organizações executivas e a alta academia.

Hoje, se você for uma pessoa de significativa influência política, é muito provável que tenha passado tempo atravessando essas portas rotatórias (e provavelmente também pelo mundo empresarial e financeiro). Isto é exatamente o que está acontecendo desde os dias de Andrew Carnegie, Nicholas Murray Butler, Teddy Roosevelt e Woodrow Wilson. [3].

Entretanto, é preciso também dizer que nem todas as fundações e centros de estudos e debates operam como agentes da transformação internacional. Mas, há um grupo seleto de fundações "progressistas" que carrega esse estandarte e é esse grupo que vamos examinar aqui.

Exemplos de fundações globalistas incluem o Fundo Carnegie para a Paz Internacional (e outros órgãos Carnegie), o Fundo Irmãos Rockefeller e a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur e a Fundação Paz Mundial. Centros de estudos e debates e organizações executivas "intermediários" de mentalidade similar incluem o Instituto Brookings, o Conselho das Relações Internacionais (CFR), o Instituto Aspen, e o Conselho de Pesquisas em Ciências Sociais. Em termos de influência globalista por meio da alta academia, podemos citar a Escola de Economia de Londres, o Conselho Americano para a Educação (mais uma "organização executiva"), a Escola de Direito de Colúmbia, o Centro de Estudos Internacionais de Oxford e seu programa Governança Econômica Global, e o papel histórico que os mais importantes professores universitários desempenham como assessores dos governantes, diretores das fundações e membros dos principais centros de estudos e debates.

O início da família de fundações Carnegie é um excelente e bem importante exemplo dessa interconexão, pois Andrew Carnegie (NT: magnata da indústria siderúrgica nos EUA) é considerado o pai das fundações filantrópicas. Considere a seguinte história, conforme apresentada pelo Instituto Carnegie para a Ciência:

"Em 1901, Andrew Carnegie se aposentou da vida empresarial para iniciar sua carreira na filantropia. Em seus novos empreendimentos, ele considerou a criação de uma universidade nacional em Washington DC, similar aos grandes centros de instrução que existiam na Europa. Mas, como ficou preocupado que uma nova universidade poderia enfraquecer as instituições existentes, ele optou por um empreendimento mais interessante, porém também mais arriscado — uma organização de pesquisa independente que aumentasse o conhecimento científico." 

"Carnegie contactou o presidente Theodore Roosevelt e declarou sua prontidão de doar 10 milhões de dólares (valores da época) para o novo instituto. Ele acrescentou mais 2 milhões de dólares ao fundo em 1907, e mais 10 milhões em 1911." 

"Para constituir a primeira junta de curadores, Carnegie convidou o presidente dos EUA, o presidente do Senado e o presidente da Câmara dos Representantes, o secretário do Instituto Smithsonian e o presidente da Academia Nacional de Ciências. No total, ele selecionou 27 homens para a junta original da instituição. O primeiro encontro deles foi realizado no gabinete do Secretário de Estado, em 29 de janeiro de 1902, e Daniel C. Gilman, que tinha sido reitor da Universidade John Hopkins, foi eleito presidente." [4].

Além disso, quando o Fundo Carnegie para a Paz Internacional foi criado em 1910 — após incentivo de Nicholas Murray Butler, o reitor da Universidade de Colúmbia — o primeiro presidente do Fundo foi o senador e ex-Secretário de Estado Elihu Root. O ex-embaixador Robert S. Brookings foi acrescentado à lista de curadores; anos mais tarde ele fundou o Instituto Brookings, que atualmente é um dos mais influentes centros de estudos e debates nos EUA. Histórias similares de "interconexão" poderiam ser dadas para os outros grupos importantes. Entretanto, conforme mencionado anteriormente, muitas dessas fundações e organizações viam a administração social como uma prioridade desde o início de suas atuações.

A família de fundações Carnegie fornece alguns exemplos fascinantes.

• O Instituto Carnegie de Washington (agora chamado de Instituto Carnegie para a Ciência) criou o Departamento de Evolução Experimental, em Cold Springs Harbor, estado de Nova York, assim financiando e capacitando o movimento da eugenia, tanto nos EUA quanto na Alemanha. Veja o ensaio "Eugenia e as Fundações", na Parte 2 desta edição da Forcing Change.

• Dinheiro da fundação Carnegie foi canalizado para a Fundação Paz Mundial, que em 1912 promoveu um programa de cinco pontos para o governo mundial: 1) Um sistema judicial internacional; 2) Um Parlamento, ou Congresso Mundial; 3) Um sistema de leis internacionais; 4) Um Exército e uma Marinha internacionais; 5) Um Protetorado Internacional com uma Polícia Internacional. Além disso, existia uma sobreposição substancial entre os membros da junta e pessoal do Fundo Carnegie para a Paz Internacional e a Fundação Paz Mundial. Para analisar o programa dos cinco pontos completo, leia o ensaio "Em Suas Próprias Palavras: A Boa Vontade Internacional", na Parte 3 desta edição da Forcing Change.

• O Fundo Carnegie para a Paz Internacional trabalhou para fazer avançar o internacionalismo por meio da "bem-organizada e sistemática educação da opinião pública" [5]. Para este fim, o Fundo criou as "Alcovas da Mente", onde coleções de livros especiais, de uma perspectiva globalista e esquerdista, ficassem disponíveis para o público em geral. [6]. Graças a Andrew Carnegie, a infraestrutura para essas Alcovas da Mente já existiam. De 1886 até 1920, Carnegie financiou a construção de 1.681 bibliotecas públicas nos EUA (e mais de 800 em outros países). [7]. Em uma época em que o rádio estava em sua infância e a televisão ainda não existia, o programa de construção de bibliotecas do Fundo foi um instrumento magistral para moldar a educação e a opinião pública. 

Sem qualquer surpresa, essa "educação da opinião pública" convergia com a afirmação do Fundo de "pesquisa científica", pois se relacionava com a economia e direito internacionais. [8]. O relatório do Congresso dos EUA sobre as Fundações Isentas de Impostos, de 1954/1955, observou que "um dos principais propósitos do Fundo era 'educar' o público para que ele ficasse condicionado para os pontos de vista que o Fundo favorecia." [9].

• Ao revisar o primeiros relatórios anuais do Fundo Carnegie para a Paz Internacional, é óbvio que eles estavam profundamente envolvidos em moldar a opinião e a política do governo — parcialmente por meio do apoio às "Agências de Propaganda" e das "Verbas de Propaganda" do Fundo" — e por meio de suas muitas comissões e departamentos que interagiam diretamente com os criadores de políticas e escritórios do governo. Para este fim, o Fundo enfocou os assuntos internos, como educação e imigração, e estabeleceu comissões e agências para analisar as questões de política externa, incluindo opiniões sobre esforços de guerra e defesa do direito internacional. O Fundo também estava profundamente envolvido com o apoio aos organismos internacionais que estavam interligados com o governo americano e estrangeiros, incluindo a União Interparlamentar, o Movimento Pan-Americano, e a Corte Permanente de Arbitragem, em Haia, na Holanda. Por sua própria admissão, o Fundo Carnegie era "um instrumento não oficial de política internacional." [10].

Este papel nas questões internacionais foi reconhecido por um comitê do Congresso presidido por Carroll Reece, de 1953 a 1955. Comentando sobre o Fundo, o relatório dizia o seguinte:

"... o Fundo tem realizado projetos vitais de pesquisa para o Departamento de Estado; criando virtualmente departamentos menores, ou grupos, dentro do Departamento para isto; tem fornecido assessores e executivos de suas próprias fileiras; alimentado um constante encaminhamento de pessoal para o Departamento de Estado, todos treinados por ele mesmo, ou dentro dos programas que ele financia; e têm tido muito que ver com a formulação da política externa, tanto em princípios quanto em detalhes." [11].

Mas, o relatório do Comitê Reece, intitulado "As Fundações Isentas de Impostos", tinha muito mais a dizer. Enfatizando os três titãs, o Fundo Carnegie para a Paz Internacional, a Fundação Rockefeller e a Fundação Ford, o comitê observou:

"No campo internacional, as fundações e o entrelaçamento entre algumas delas e certas organizações intermediárias, exercem um forte efeito sobre nossa política externa e sobre a educação pública nas questões internacionais. Isto tem sido realizado por meio de vasta propaganda, fornecendo executivos e assessores para o governo e controlando muita pesquisa nesta área por meio do poder das bolsas acadêmicas. O resultado líquido desses esforços combinados tem sido promover o 'internacionalismo' em um sentido particular — uma forma direcionada para o 'governo mundial' e um enfraquecimento do 'nacionalismo' americano. As fundações têm apoiado uma deliberada distorção da história, propagandeado cegamente as Nações Unidas como esperança para o mundo, têm apoiado as agências dessa organização em um nível superior ao da aceitação pública geral e se inclinado em direção a uma abordagem geralmente 'esquerdista' para os problemas internacionais" [12].

Isto, o Comitê observou, era subversivo — não em um sentido revolucionário — mas por meio de "um gradual solapamento, uma persistente corrosão dos fundamentos em que as crenças se apoiam." [13].

Sonhos do Milênio

Muitos exemplos históricos de como as fundações atuaram como uma locomotiva para a transformação social poderiam ser explorados. E deveriam ser explorados. Entretanto, é importante observar que projetos mais recentes demonstram a continuidade desta agenda.

Tive experiência própria neste campo ao participar de eventos internacionais. Por exemplo, em 2002, participei da Conferência Global FIM, em Montreal, província de Quebec, Canadá. Ali, as principais personalidades do Movimento Federalista Mundial, a Organização Mundial do Comércio e da Organização das Nações Unidas debateram com os representantes dos governos e de organizações não governamentais.

Os itens de interesse incluíram os esquemas de tributação mundial, a criação de um Parlamento Mundial "Popular", o fortalecimento da ONU e a questão de como as administrações locais (municípios e condados) poderiam ser envolvidas na crescente esfera da governança internacional. Bill Graham, naquele tempo o ministro canadense das Relações Internacionais, disse em uma sessão de Perguntas e Respostas que apoiava a ideia de um Parlamento Global vinculado com a Organização Mundial do Comércio. O patrocínio financeiro para esse evento foi dado pelas Fundações Ford e Rockefeller, além de suporte do governo de Quebec.

Governança Global 2002 se encaixava com alguns dos projetos pré-milênio produzidos por muitas importantes fundações e centros de estudos e debates. Durante os anos 1990s, essas entidades pressionaram para que a comunidade internacional discutisse e adotasse certa medida de segurança cooperativa: a ideia de uma estrutura de segurança global. Alguns desses projetos estavam baseados em uma única conferência; outros em uma série de projetos de pesquisa, consultas, assembleias e análises publicadas. Na maioria dos casos, um profundo entrelaçamento estava claramente evidente. Embora algumas das ideias fossem novas, o conceito básico da "ordem internacional" que era desenvolvido por esses projetos era bem antiga, pois como mencionado anteriormente, a Fundação Paz Mundial — apoiada por pessoal da Fundação Carnegie — apresentou uma versão de segurança coletiva em 1912 (veja a Parte 3 adiante).

Alguns exemplos pré-milênio são dados a seguir, com três projetos explicados em algum detalhe.


  • 1991-1992: Instituto Brookings, Projeto de Segurança Cooperativa.

  • 1993: Instituto Aspen, Paz e Segurança Internacionais em um Novo Sistema Mundial.

  • 1995: Projeto de Modelos da Ordem Internacional, A Civilização Global: Desafio para a Democracia, Soberania e Segurança. Nota: O Projeto Modelos da Ordem Internacional foi um um programa de longa duração financiado pelo Fundo Carnegie Para a Paz Internacional e pela Fundação Rockefeller.

  • Projeto Sobre Segurança Mundial: Durante o fim dos anos 1990s, o Fundo Irmãos Rockefeller examinou os desafios de segurança e a governança global em seu Projeto Sobre Segurança Mundial. "Compreender e gerenciar as dinâmicas desta nova era", um documento do Projeto observava, "é um objetivo central das fundações..." [14]. Foi também explicado que as fundações são líderes na transformação mundial, suportando "atores globais e agentes de transformação" para que as sociedades possam se integrar dentro da comunidade global e "construírem regimes híbridos para gerenciarem os desafios transnacionais". [15]. O Fundo Irmãos Rockefeller também estava procurando oportunidades de concessão de bolsas junto com outras fundações que estavam interessadas em programas de segurança mundial.

  • Prevenindo o Conflito Mortal: De 1994 a 1999, a Corporação Carnegie de Nova York sediou um projeto similar sobre segurança mundial e o compartilhamento de poder global, intitulado "Comissão Sobre a Prevenção de Conflitos Mortais". O núcleo dessa Comissão estava revelado em seus integrantes, formados por um grupo de personalidades interconectadas dos centros de estudos e debates, grupos de pesquisa, fundações, centros universitários, ONU, departamentos do governo, incluindo George H. W. Bush, o secretário-geral da ONU Boutros-Ghali, e o ex-presidente americano Jimmy Carter. Em sua contribuição para o projeto da Fundação Carnegie, Mikhail Gorbachev enfatizou que a globalização transformará o mundo, substituindo os Estados-nações por sistemas regionais, um regime indisputável de lei global e "liderança política internacional" [16; itálico no original].

  • Nossa Vizinhança Global. Em 1995, a Comissão Sobre Governança Global, vinculada com a ONU lançou seu relatório Our Global Neighborhood (Nossa Vizinhança Global), que exerce até hoje uma tremenda influência. Financiado em parte pelas Fundações Carnegie, Ford e MacArthur, essa Comissão exerceu um papel gigantesco em fazer avançar o debate sobre a governança global, incluindo a ideia de um imposto do carbono global e um sistema de créditos do carbono que "gerariam receitas muitos grandes". [17]. Outra sugestão foi a criação de uma força militar de elite controlada internacionalmente. [18]. Como o relatórioNossa Vizinhança Global declara:

"O desenvolvimento da governança global é parte da evolução dos esforços humanos para organizar a vida no planeta e esse processo sempre estará em andamento. Nosso trabalho é nada mais do que uma parada de trânsito nessa jornada." [19].

E isso nos traz de volta à minha experiência na conferência Governança Global em 2002, em Montreal, pois foi o relatório Nossa Vizinhança Global que definiu o tom para aquele evento.

Atualmente, o Fundo Carnegie para a Paz Internacional, que opera como uma fundação de concessão de bolsas e um grupo de pesquisa de políticas, está trabalhando arduamente para se tornar "o primeiro centro de estudos e debates internacional e talvez global". [20]. Além de sua sede em Washington DC, o Fundo tem um escritório europeu em Bruxelas (Bélgica), um instituto em Moscou (Rússia), um "Centro Carnegie do Oriente Médio" em Beirute (Líbano), e o "Centro Carnegie-Tsinghua", em Pequim, na China. Acredita-se que o Fundo abrirá instituições similares na Índia, na América Latina e na África.

Salões do Poder

É preciso observar que os centros de estudos e debates e as fundações não são grupos lobistas no sentido popular do termo. Escrevendo sobre a complexidade da comunidade dos centros de estudos/fundações, James McGann, do Instituto de Pesquisa em Política Externa, diz:

"As leis tributárias que regem as organizações não-lucrativas nos EUA proíbem que elas tentem influenciar uma determinada legislação, de modo que os centros de estudos e debates tendem a minimizar, em vez de exagerar, suas influências sobre as grandes questões políticas." [21].

Apesar disto, as fundações e centros de estudos progressistas são centros de poder — fornecendo um padrão a ser seguido e uma plataforma de lançamento para as elites ocidentais, uma casa para elas retornarem, e orientações. No último trimestre de 2008, a Corporação Carnegie de Nova York (a principal das fundações Carnegie) lançou seu portal "Conselhos ao Presidente", uma página na Internet onde mais de 140 fundações, centros de estudos e debates e grupos de mídia podem publicar documentos e trabalhos de pesquisa sobre política interna e externa. (http://advicetothepresident.org). A Corporação Carnegie esperava que o website "ajudasse a orientar o presidente Obama e sua administração", mas também observou que aquele era um local para apresentar diferentes visões para os cidadãos interessados." [22]. Em outras palavras, o propósito era ajudar a moldar o debate na arena pública.

Isto faz sentido a partir de um ponto de vista de formar opiniões, pois as principais fundações e centros de estudos e debates já têm um relacionamento de portas abertas com os líderes do governo, gabinetes no Congresso e as agências federais. Observando essa estrada de duas vias existente, a publicação Carnegie Reporter comentou como a administração Obama impactaria o Instituto Brookings — presidido pelo ex-Sub-Secretário de Estado Strobe Talbott, [23] um defensor do governo mundial:

"Um papel crítico exercido pelos centros de estudos e debates é oferecer um refúgio para o desenvolvimento de ideias para os indivíduos que deixam os compromissos em tempo integral ao servirem na administração de um presidente... Exatamente ao mesmo tempo em que estava se preparando para perder a embaixadora na ONU Susan Rice e outros pesquisadores e acadêmicos do Instituto Brookings para a administração Barack Obama, Talbott estava simultaneamente cortejando membros da administração Bush, que estavam deixando seus cargos, para virem para o Instituto." [24].

Na edição da primavera de 2009 do Carnegie Reporter, o jornalista convidado Lee Kats escreveu sobre o aparecimento das fundações e centros de estudos e debates: "Eles podem ser vistos quase que como um quarto poder do governo, influenciando o Congresso, as agências do governo federal e as administrações presidenciais." [25]. Além disso, P. J. Crowley, que agora serve como secretário-assistente no Departamento de Estado, chamou essas instituições de "a coisa mais próxima que temos de um governo secreto". [26].


Um bom exemplo disto foi dado em 15 de julho de 2009, quando a Secretária de Estado Hillary Clinton fez um discurso sobre política externa na filial recém-inaugurada em Washington do Conselho das Relações Internacionais (CFR) — um centro de estudos e debates que historicamente tem defendido o internacionalismo e que está interconectado com fundações similares.

"Muito obrigada... estou muito contente por estar aqui nesta nova sede. Já estive diversas vezes na sede principal em Nova York, mas é bom ter um posto avançado do Conselho aqui perto do Departamento de Estado. Recebemos muitas recomendações do Conselho, de modo que isto significa que não tenho mais de ir muito longe para receber instruções sobre o que devemos fazer e o que devemos pensar sobre o futuro."

Tornando-as Funcionais

As fundações, os centros de estudos e debates e as organizações da academia e executivas internacionalistas e de mentalidade esquerdista podem ser vistos como atacadistas transformacionais. Quando desempacotamos o padrão de influência deles, podemos discernir uma linhagem. Aqui está uma divisão incompleta, porém reveladora; tenha em mente que existem outras complexidades, incluindo pontos não abordados neste ensaio, tais como os canais financeiros e empresariais, as organizações de pesquisa do governo e privadas, associações de saúde mental e grupos religiosos. Entretanto, inclui os Programas Culturais — frequentemente financiados pelas fundações — e Mídia/Publicações, pois os membros dos centros de estudos e debates regularmente escrevem artigos que são publicados nos jornais e são frequentemente convidados para participarem de programas de televisão que discutem problemas diversos.


O Público Geral

As grandes fundações e centros de estudos e debates influenciam o governo por meio dos assessores especiais, representação em comissões e comitês, apresentação de relatórios e trabalhos de pesquisa, envolvimento em audiências, aplicando pressão via grupos de lóbi afiliados e envolvimento direto por meio da troca de pessoal e, conforme aludido pela secretária Hillary Clinton, sendo a base de recursos bem estabelecida para a qual o governo se volta em busca de orientações.

À medida que a política e os programas do governo se alinham com a cosmovisão dessas grandes fundações e seus círculos entrelaçados, outras instituições cívicas e sociais — educação, mídia e órgãos religiosos — começam a papaguear o novo paradigma. Segmentos do público geral, facilmente influenciáveis depois de constantes pressões (durante décadas) para a mudança, aceitam a retórica da transformação. Além disso, um ponto é alcançado em que uma porcentagem do público realmente pensa que essa transformação progressiva é sua ideia (conforme indicado anteriormente). Isto inicia o estágio da posse "comum" e logo todos sentem que uma transição está ocorrendo, pois de fato está.

Dois circuitos de realimentação neste ponto público exercem um papel crucial. O primeiro deles é estrutural. A comunidade da fundação ou do centro de estudos e debates realiza e divulga relatórios sobre suas análises, realiza pesquisas de opinião e monitora de diversas outras formas as respostas do público. Esses instrumentos de pesquisa não são novos, mas suas conclusões agora exercem mais influência à medida que corroboram a mudança de paradigmas. Armados com esses dados de apoio obtidos da população em geral, as elites das fundações e dos centros de estudos e debates apresentam suas conclusões para os comitês do Congresso, comissões especiais e outros canais do governo. Por sua vez, aqueles que criam as políticas do governo ajustam os programas existentes, criam novos programas e implementam mudanças administrativas para refletir a nova realidade. Eventualmente, isto é filtrado e chega ao âmbito do público e o ciclo de realimentação se repete outra vez.

O segundo circuito de realimentação é simplesmente o inverso do diagrama mostrado anteriormente, mas com o tempo ele se torna menos trabalhado, mais emocional e mais populista. Alcançando um estágio crítico, as massas aceitam a nova cosmovisão e a agenda da transformação como as únicas opções viáveis para corrigir os problemas da sociedade. Por sua vez, o público exige que as escolas, governos e outras instituições "mudem para se adaptarem aos novos tempos" e façam alguma coisa. A massa despertada pode, neste ponto, emergir como um movimento. Quando isto acontece, a experiência é chamada de "orgânica" — uma convergência no nível de raiz popular das emoções e atividades dedicadas a uma nova cosmovisão e a uma nova "comunidade" — o sentimento de "pertencer" e ter a mudança controlada pelas massas.

Assim, a pressão é exercida de baixo para cima, para as camadas sociais e políticas superiores e, à medida que o ânimo do público ganha energia, os criadores de políticas respondem. As fundações e os centros de estudos e debates, por sua vez, discutem a natureza dessa evolução social e retornam suas compreensões para o sistema. Este é o jogo que tem sido jogado desde o aparecimento das fundações durante a Época das Transformações Progressistas na América, mais de cem anos atrás. Além disso, ele é um atestado de burrice para os assim chamados 99%, que deixam de ver que um elemento do 1% alimentou a raiva que eles sentem.

Notas Finais

1. Edward H. Berman, The Influence of the Carnegie, Ford, and Rockefeller Foundations on American Foreign Policy: The Ideology of Philanthropy (State University of New York Press, 1983), págs. 27, 33. O professor Berman adere à perspectiva marxista, porém sua análise merece consideração em diversos aspectos, especialmente naquilo que se relaciona como a alavancagem de influência. Berman defende a tese que as fundações estão interessadas em preservar o status social, pois fornecem um ambiente estável para o poder da classe empresarial e, assim, a classe empresarial que mantém as fundações, pode gerenciar adequadamente a transformação cultural de acordo com seus próprios planos.2. B. F. Skinner, Science and Human Behavior (The Free Press, 1953/1965), pág. 438.

3. Nicholas Murray Butler é um excelente exemplo inicial. Veja Across the Busy Years, Volume 1-2, de N. M. Butler (Charles Scribner’s Sons, 1935, 1940). Veja também Michael Rosenthal,Nicholas Miraculous: The Amazing Career of the Redoubtable Dr. Nicholas Murray Butler (Farrar, Staus and Giroux, 2006). 

5. Nicholas M. Butler, Across The Busy Years: Recolections and Reflections, Volume II (Charles Scribner’s Sons, 1940), pág. 90.

6. US House of Representatives, Special Committee to Investigate Tax-Exempt Foundation and Comparable Organizations, Tax-Exempt Foundations (Government Printing Office, 1954/1955), págs. 173-174.

7. Karen Theroux, A Century of Philanthropy: Carnegie Corporation of New York, American Libraries, 13/9/2011, edição on-line (http://americanlibrariesmagazine.org).

8. John Whiteclay Chambers II, Carnegie Endowment for International Peace, The Oxford Companion to American Military History (Oxford University Press, 2000), Highbeam.com, 19 de fevereiro de 2010.9. Tax-Exempt Foundations, pág. 172.

10. Tax-Exempt Foundations, pág. 177.

11. Tax-Exempt Foundations, pág. 181.

12. Tax-Exempt Foundation, págs. 18-19.

13. Tax-Exempt Foundations, pág. 205.

14. Jane Wales, , Rockefeller Brothers Fund Project on World Security, 2000, pág. 11.

15. Idem, veja Part II: Investing in the Future, especialmente as págs. 29-34.

16. Mikhail Gorbachev, On Nonviolent Leadership, Essays on Leadership, (Carnegie Commission on Preventing Deadly Conflict, Carnegie Corporation de Nova York, 1998), págs. 58-59.

17. Commission on Global Governance, Our Global Neighborhood (Oxford University Press, 1995), pág. 221.

18. A Comissão Sobre Governança Global sugeriu que essa "força de paz" operaria via Nações Unidas (pág. 112). O envolvimento de Carnegie em promover uma força internacional vai desde a criação da Fundação da Paz Mundial, que apoiava a ideia de uma Polícia global antes da Primeira Guerra Mundial. Outro exemplo é o relatório de 1957, A United Nations Peace Force (Uma Força da Paz das Nações Unidas), preparado sob a orientação do Fundo Carnegie para a Paz Internacional.

19. Comissão Sobre Governança Global, Our Global Neighborhood (Oxford University Press, 1995), pág. xvi.

20. Lee Michael Katz, American Think Tanks: Their Influence is on the Rise, Carnegie Reporter, Spring 2009, pág. 22.

21. James G. McGann, Think Tanks and Policy Advice in the US (Foreign Policy Research Institute, 2005), pág. 17.

22. Advice to the President: Ideas to Shape the Agenda of the Obama Administration, Carnegie Reporter, Spring 2009, veja a quarta capa.

23. Veja o artigo de Talbott, The Birth of a Global Nation, Time Magazine, 20 de julho de 1992. Talbott recebeu o Prêmio Governança Global da Associação Federalista Mundial por este artigo que promovia o governo mundial.

24. Lee Michael Katz, American Think Tanks: Their Influence is on the Rise, Carnegie Reporter, Spring 2009, pág. 19.

25. Lee Michael Katz, American Think Tanks: Their Influence is on the Rise, Carnegie Reporter, Spring 2009, pág. 12.26. Idem, citado por Katz, pág. 14.



Parte 2

Eugenia e as Fundações


"Evidentemente, temos muito mais em comum com os bois do que com os gatos, pois somos conduzidos como um rebanho com uma facilidade impressionante." – John Glad [1].

Eugenia, a "ciência aplicada" de dirigir a evolução biológica humana, tem um histórico que pode ser rastreado até o tempo de Darwin e seu meio-primo, Francis Galton, o "Pai da Eugenia". Entretanto, para muitos estudantes de história, o foco da atividade eugenista está na Alemanha nazista. Aqui, a eugenia foi aplicada "positivamente', como o Projeto Lebensborn e outros programas destinados a desenvolver a vitalidade da etnia alemã; e "negativamente", como a eliminação de populações consideradas sub-humanas, como os judeus e os eslavos.

O que muitos no mundo ocidental não entendem é que o movimento eugenista foi inicialmente dominado pelas comunidades intelectuais e científicas dos EUA e da Grã-Bretanha, com a Índia liderando o caminho ao legislar medidas de eugenia em 1907.

Entretanto, por trás de muito do incentivo para dirigir a evolução humana durante a primeira metade do último século, podemos descobrir que as fundações progressistas exerceram um papel de liderança.

Isto foi evidente na Publicação No.1 do Fundo Carnegie para a Paz Internacional, intitulada Some Road Towards Peace, e publicada em 1914. Aqui, sob a direção especial de Nicholas Murray Butler, estava o relatório final de Charles W. Eliot, que tinha viajado para o Oriente para compreender melhor a causa da paz, representando o Fundo. As observações dele a respeito de "pureza racial" permitiram que ele fizesse alguns comentários sobre as políticas de imigração:

"A experiência do Oriente ensina que o casamento interracial envolvendo etnias que são distintamente diferentes é indesejável, pois a descendência desse tipo de mistura é, como regra, inferior a cada uma das etnias dos país, tanto física quanto moralmente, um fato que já foi demonstrado em larga escala..."

"Reduzir as insatisfações causadas pela questão da imigração, ou evitar o aparecimento dessas insatisfações, seria um bom modo de garantir a manutenção de relações amigáveis entre duas nações quaisquer... Se o valor da pureza racial for firmemente estabelecido entre os princípios da eugenia, isto terá forte influência para o bem com relação às crescentes migrações raciais. O Oriente oferece diversas ilustrações da segurança da pureza racial, e das más consequências do cruzamento racial entre variedades dissimilares da espécie humana." [2].

Os grupos Carnegie e a Fundação Rockefeller procuraram influenciar mais o desenvolvimento humano financiando diretamente a pesquisa da eugenia nos EUA. Para este fim, o Instituto Carnegie de Washington criou o Departamento de Evolução Experimental, em Cold Springs Harbor, estado de Nova York, em 1906. Na verdade, o plano para esse Departamento nasceu no mesmo ano em que o Instituto Carnegie foi oficialmente estabelecido: 1902. [3].

Embora alguns de nós possam estar surpresos em ver o quão cedo esse departamento foi criado, deve-se lembrar que naquele tempo, esse tipo de Departamento de Evolução Experimental não era abertamente controverso.

Desde 1880s até os anos 1930s, o movimento eugenista era frequentemente visto como exercendo uma parte valiosa no progresso da humanidade e da civilização, propondo leis de esterilização, políticas de imigração orientadas etnicamente e a internação forçada de indivíduos de "mente fraca".

O historiador Edwin Black chama isto de "guerra com luvas brancas" — uma guerra que não é lutada por soldados, mas por "estimados professores, universidades de elite, ricos industriais e autoridades dos governos." [4]. O propósito: "criar uma raça nórdica superior". [5].

Nos EUA, cerca de 60 mil indivíduos foram clinicamente esterilizados e estados como o Dakota do Norte proibiram o casamento inter-racial.

Entre aqueles que foram negativamente impactados por esta ciência do "progresso humano" estavam:

"... moradores empobrecidos das cidades e o 'lixo branco e rural'... imigrantes da Europa, negros, judeus, mexicanos, índios americanos, epiléticos, alcóolatras, criminosos condenados por delitos leves, doentes mentais e qualquer outro que não tivesse o aspecto do ideal loiro e de olhos azuis que o movimento eugenista glorificava." [6].

Edwin Black coloca isto em um contexto orientado para classe social e estilizado biologicamente:

"A eugenia não era nada mais que uma aliança entre o racismo biológico e a poderosa energia americana, posição e riqueza contra os mais vulneráveis, os mais marginalizados e os menos capacitados da nação. Os cruzados da eugenia tinham sido bem-sucedidos em conseguir mobilizar os mais fortes contra os mais fracos." [7].

Entretanto, a pesquisa com a eugenia foi muito além dos EUA. Antes e após a Primeira Guerra Mundial, essas mesmas fundações foram as principais financiadoras dos programas de higiene racial da Alemanha. O chefe do Departamento de Evolução Experimental, da Fundação Carnegie, mantinha correspondência regular com os eugenistas alemães. Edwin Black explica: "A Instituição Carnegie se tornou o centro mundial da eugenia para os pesquisadores alemães." [8].

Além do mais, o Eugenics Record Office (ERO), afiliado ao Instituto Carnegie e conectado com o projeto em Cold Spring Harbor, foi usado to direcionar a propaganda eugenista nazista nos EUA. Harry Laughlin, diretor-assistente do ERO, "ficou impressionado com os métodos modernos de propaganda racial nazista, especialmente o uso de filmes como meio de persuasão." [9].

Laughlin importou a edição inglesa de Erbkrank, "Hereditary Defective" (Defeituoso Hereditário), um filme sobre a esterilização dos indesejáveis. Ele exibiu o filme para os membros do Instituto Carnegie de Washington e eles ficaram impressionados com sua mensagem. Isto iniciou uma pressão para exibir o filme no país, e foram enviados materiais de propaganda para as escolas de nível médio; o filme acabou sendo exibido de 15 de março de 1937 até 10 de dezembro de 1938. [10].E a Fundação Rockefeller? O sociólogo e historiador alemão Stefan Kuhl nos diz:

"A Fundação Rockefeller exerceu o papel central em estabelecer e patrocinar os principais institutos de eugenia na Alemanha, incluindo o Instituto Kaiser Guilherme para Psiquiatria, e o Instituto Kaiser Guilherme para Antropologia, Eugenia e Hereditariedade Humana..."

"... A Fundação continuou a apoiar os eugenistas alemães, mesmo após os nacionais-socialistas ter assumido o controle da ciência alemã." [11].

O Instituto Kaiser Guilherme para Antropologia, Eugenia e Hereditariedade Humana teve um papel importante no desenvolvimento da justificativa científica dos nazistas para suas políticas raciais. Black nos diz:

"Durante os dez primeiros anos do Reich, eugenistas em todos os EUA deram as boas-vindas aos planos de Hitler como o cumprimento lógico de suas próprias décadas de pesquisas e esforços. De fato, eles invejavam o fato de Hitler ter rapidamente começado a esterilizar centenas de milhares e sistematicamente eliminar os elementos não-arianos da sociedade alemã. Isto incluía os judeus..."

Os raciologistas estadunidenses ficaram muito orgulhosos por terem inspirado o Estado puramente eugenista que os nazistas estavam construindo. Naqueles anos iniciais do Terceiro Reich, Hitler e seus higienistas raciais prepararam cuidadosamente uma legislação eugenista modelada com base em leis que já tinham sido propostas em todos os EUA." [12].

Este foi o período da Grande Depressão e do aparecimento da Tecnocracia como um movimento. Black nos lembra:

"Fundações americanas, como a Instituição Carnegie e a Fundação Rockefeller financiaram generosamente a biologia racial alemã com centenas de milhares de dólares (valores da época), ao mesmo tempo que a população americana entrava em filas para tomar sopa." [13].

Notas Finais:

1. John Glad, Future Human Evolution: Eugenics in the Twenty-First Century (Hermitage Publishers, 2006), pág. 52.

2. Charles W. Eliot, Some Roads Towards Peace: A Report to the Trustees of the Endowment on Observations Made in China and Japan in 1912 (Carnegie Endowment for International Peace, 1914), págs. 8-9.

3. The Carnegie Institution of Washington: Scope and Organization (Carnegie Institution of Washington, 13 de dezembro de 1909), pág. 10.

4. Edwin Black, War Against the Weak: Eugenics and America’s Campaign to Create a Master Race (Four Walls Eight Windows Publishing, 2003), pág. xv.5. Edwin Black, War Against the Weak, pág. xv.

6. Edwin Black, War Against the Weak, pág. xvi.

7. Edwin Black, War Against the Weak, pág. 57.

8. Edwin Black, War Against the Weak, pág. 263.

9. Stefan Kuhl, The Nazi Connection: Eugenics, American Racism, and German National Socialism (Oxford University Press, 1994), pág. 48.10. Stefan Kuhl, The Nazi Connection, págs. 48-50.

11. Stefan Kuhl, The Nazi Connection, págs. 20-21.

12. Edwin Black, War Against the Weak, pág. 277.

13. Edwin Black, War Against the Weak, pág. 258.



Parte 3 

Em Suas Próprias Palavras: A Boa Vontade Internacional


O texto seguinte foi extraído do panfleto de 1912 da Fundação Paz Mundial, intitulado A Boa Vontade Internacional como uma Substituição para os Exércitos e Marinhas, escrito por William C. Gannett. Essa fundação, que ainda existe hoje, era naquele tempo beneficiária do financiamento e tinha um relacionamento especial com Andrew Carnegie, vendo o barão da siderurgia como um herói na causa da ordem internacional — especialmente por ter criado o Palácio da Paz, em Haia, que se tornou a sede da Corte Permanente de Arbitragem.

Ao ler este texto curto, você poderá ficar um pouco surpreso, pois este documento antigo propõe uma ordem internacional baseada nos cinco componentes reconhecidos na busca moderna pela governança global. Hoje, essas cinco áreas são vistas como essenciais para uma ordem internacional capacitada e com poderes: 1) Um sistema judicial mundial; 2) Um Parlamento ou Congresso internacional; 3) Leis internacionais; 4) Uma força militar global; 5) Uma arquitetura unificadora para garantir a obediência e a segurança globais sob um protetorado internacional.
 Nota: Os itálicos estão no original.
A organização do mundo em relações de paz e boa boa vontade! Isto não é mais um sonho, é um início. Mais do que em qualquer outra direção específica, estamos olhando para Haia para discernir esse início. Mas, olhando desde a Conferência de Haia para frente, pensamos que podemos ver claramente cinco passos na vindoura organização:

Primeiro. A Corte Internacional de Justiça Arbitral, já existe de forma embrionária e, nessa condição, já decidiu seis disputas internacionais; mas não esta corte que existe agora, convocada com dificuldade e somente de acordo com a vontade dos litigantes — não esta, mas uma corte em sessão permanente, com juízes regulares, e de fácil acesso. As nações, enquanto isto, estão assinando tratados, comprometendo-se umas com as outras a aceitarem a decisão final da Corte Internacional nas questões em disputa — mesmo aquelas que envolvam 'honra e interesses vitais', se o presidente Taft [dos EUA] tiver da forma como deseja. Que todas as bênçãos venham sobre ele! Entre as duas Conferências já realizadas, trinta e três tratados separados de arbitragem 'obrigatória' para certas classes de disputas foram registrados, e dois desses feitos pela Dinamarca, um com a Holanda, outro com a Itália, estipularam a arbitragem para todas as disputas sem exceções. A pequena Dinamarca estava seis anos à frente do nosso grande presidente. Por volta do fim de 1909, o número de acordos arbitrais tinha crescido para duzentos e oitenta e oito. (Cito o embaixador Hill, que foi parte dos eventos que descreve em seu novo livro intitulado World Organization and the Modern State [Organização Mundial e o Estado Moderno]).

Segundo. Um Congresso Internacional, como a atual União Interparlamentar, porém oficial, com sessões regulares e com membros delegados pelas nações para representá-las; seu trabalho será a discussão, formatação e recomendações de medidas para o bem-comum mundial.

Terceiro. Um Código de Direito Internacional, que cresça gradualmente com as decisões da Corte Internacional e as recomendações do Congresso Internacional. O Sr. Hill nos lembra que 'o preço de um único navio de guerra nunca foi gasto por todas as nações do mundo unidas para a organização judicial da paz'. Tolice nossa? Sim, e nesta questão, o que foi tolice ontem, é insanidade hoje e será crime amanhã. Se dez potências — Inglaterra, França, Alemanha, Rússia, Áustria, Itália, EUA, as Repúblicas Sul-Americanas como um grupo, China e Japão — contribuíssem cada com um décimo do custo equivalente a um navio de guerra para financiar a Corte de Arbitragem das Nações, em Haia, e uma Comissão para a Codificação da Lei Internacional, essa contribuição de um décimo de cada um pouparia esquadras inteiras de navios nos mares e promoveria mais felicidade na Terra do que provavelmente outros milhões que qualquer uma dessas nações já gastou ou possa gastar hoje.

Quarto. A Criação de uma Polícia Internacional — um Exército e uma Marinha internacionais, com seus integrantes fornecidos pelas nações unidas no propósito; inicialmente, somente por algumas, e depois por mais; a princípio tendo uma função muito limitada e depois sendo ampliada, tudo de acordo com tratados assinados. Um sistema policial é necessário para o mundo e, até que algo internacional desse tipo seja criado, é difícil ver como, dadas as atuais condições de desconfiança entre as nações, um desarmamento em qualquer escala ampla possa ser efetivado. Pode não estar tão distante como pensamos o dia para essa polícia internacional tomar o lugar dos Exércitos e Marinhas separados e com seus custos ruinosos. Até Sir Edward Gray, respondendo à proposta do presidente Taft, se aventurou a predizer isto. Cem ou duzentos policiais, com três ou quatro tribunais e uma cadeia, são suficientes para representar todo o elemento de força necessário para manter a justiça nas grandes cidades com centenas de milhares de habitantes. A paz reina entre eles, a ordem é mantida, os delinquentes são intimidados, os criminosos são mantidos afastados e medidas para o bem comum são implementadas, porque a opinião pública de toda a comunidade apoia o pequeno contingente de policiais uniformizados e armados com o cassetete da autoridade. Um pequeno Exército e uma pequena Marinha, com a força unida das grandes potências por trás deles, garantiria a proteção nacional e a paz mundial de forma mais eficaz e com um custo incomparavelmente menor para a humanidade do que Exércitos e Marinhas rivais que agora se exibem, rosnam e se provocam uns aos outros para que se atrevam a cruzar as fronteiras.

Quinto. Um Protetorado Internacional; isto é, o emprego da opinião pública conjunta das nações assim organizadas e, quando necessário, o emprego da Polícia Internacional, como um Protetorado contra os crimes nacionais. Sob esse Protetorado poderemos procurar uma maior extensão dos três métodos internacionais de manter a paz no mundo: Mediação, Intervenção e Neutralização das nações e territórios.

Chame isto de sonho, se quiser. Os soldados chamarão. Metade dos diplomatas chamará. Os políticos chamarão, a não ser que sejam estadistas. Muitos, mas não todos, os homens de negócios chamarão. A maioria de nós chamará. Mas, alguns também acrescentarão: "Um sonho que neste exato momento está começando a se tornar realidade e que o século 20 levará adiante, rumo à sua concretização". Os anos decidirão.

Autor: Carl Teichrib, Forcing Change, Edição 1, Volume 6.
Data da publicação: 26/2/2012
Transferido para a área pública em 10/11/2013
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/fundacoes.asp

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