segunda-feira, novembro 17, 2014

A Versão Britânica da Indústria Illuminati de Controle Mental: Lily Allen



Lily Allen já não é mais nova na indústria da música, já faz um bom tempo que ela lançou seu primeiro disco e alcançou sucesso mundial. Se você está por dentro da música, você provavelmente já ouviu falar dessa artista alguma vez. Britânica, a cantora começou sua carreira cedo, ganhando notabilidade postando material na Internet, o que atraiu milhares de ouvintes e fez com que ela conseguisse mais rápido um contrato para lançar seu disco. Seu primeiro álbum, lançado em 2006, vendeu mais de 2 milhões de cópias e atingiu o topo das paradas inglesas. Feito impressionante para quem estava apenas começando em um mercado super competitivo, no qual o número de vendagens está cada vez menor. A cantora foi até mesmo indicada a premiações importantes como o Grammy Awards e o Brit Awards.

Para alguns, Lily Allen seria a versão britânica de Britney Spears ou Miley Cyrus. Embora Lily pertença a indústria inglesa, o simbolismo oculto, encontrado frequentemente no trabalho de artistas mainstream da indústria americana, é também facilmente identificado em seu trabalho. Aliás, há simbolismos oculto no trabalho dessa artista desde o início de sua carreira. Isso implica que Lily foi recrutada cedo e que não há diferença entre a indústria americana e a britânica. Na verdade, os "chefes" são os mesmos e, para conseguirem sucesso no mercado mundial Illuminati, os artistas britânicos são geralmente submetidos aos mesmos procedimentos que os demais: iniciação e controle mental.


A capa do primeiro disco de Lily Allen traz os primeiros símbolos ocultos, entre eles o famoso piso maçônico e a mão chifrada.


Vídeo da música "LDN" - o quadriculado preto e branco na camiseta do rapaz não é aleatório. Durante o vídeo, a artista aparece de vestido vermelho - cor do sacrifício e da iniciação.


No vídeo da música "The Fear", Lily Allen parece estar sendo iniciada em uma mansão de elite. O chão quadriculado preto e branco, característico desses rituais ocultos, não poderia faltar nesse vídeo.


Não demorou muito tempo após o lançamento de seu primeiro disco e Lily Allen já estava fazendo notícia pelas suas estranhas aparições em público e pelo seu abuso de álcool e drogas. Embora seja fácil sempre colocar a culpa nas drogas e no álcool, esse tipo de comportamento errático parece ser um dos primeiros sintomas que uma vítima de controle mental monarca começa a apresentar. Drogas e álcool são sintomas de um problema muito mais profundo, de que algo não vai bem na mente.

Por volta de 2008, amigos e familiares começaram a se preocupar com Lily e imploraram para que ela fosse submetida a um centro de reabilitação "rehab" (lembre-se que rehab é uma palavra código para reprogramação em termos de controle mental). Sua situação começou a se assemelhar a de outras estrelas que, após alguns anos de sucesso, caminharam em direção a um padrão de autodestruição. Embora de forma mais leve, muitos temeram que Lily fosse se tornar a versão britânica do escândalo de Britney Spears (uma escrava MK óbvia).


Assim como Britney Spears, durante a época do "surto", Lily Allen fez aparições públicas com perucas ou com cabelo colorido. A troca da cor do cabelo ou a "troca de perucas" representa a alternância das personas, pois quando alguém sofre de transtorno de múltipla personalidade (que é o resultado final do controle mental), cada personalidade tem sua característica emocional e comportamental.


Lily Allen com o cabelo rosa. Cores diferentes de cabelo e perucas são indicadores de mudança de persona.

Sheezus


Afastada da mídia desde o lançamento do seu segundo álbum, Lily Allen retornou à música com o sucessor de It’s Not Me, It’s You. Após o período de promoções, performances e shows do álbum, em 2009, a agenda da cantora tornou-se restrita a sua vida pessoal, priorizando o desejo da cantora em construir uma família e engravidar. Lily ficou muito tempo fora dos grandes holofotes e durante esse período, a cantora fez apenas participações artísticas menores. Depois de sofrer mais um aborto espontâneo, ela engravidou do seu atual marido, Sam Cooper, em 2011, dando luz à Ethel Mary e, em 2013, nasceu a segunda filha do casal, Marnie Rose.

Depois de muitos rumores e polêmicas a respeito de sua vida e comportamento, Lily retornou neste ano com o seu terceiro álbum, "Sheezus". Embora o disco não tenha sido um grande sucesso (mas temos que levar em conta que em 2014, pouquíssimos álbuns foram bem sucedidos), "Sheezus" é o trabalho mais simbólico que a cantora já lançou. O próprio nome já esconde bastante significado e indica que Lily, além de estar aparentemente iniciada no ocultismo, como a maioria dos artistas mainstream, é mais uma escrava Beta de mente controlada.


Capa do disco "Sheezus" de Lily Allen. Em entrevista, a cantora confirmou que "Sheezus" (she = ela) é a versão feminina de Jesus e que baseou o nome do disco no conceito de "Yeezus", de Kanye West.


Em 2013, Kanye West lançou o disco "Yeezus" e na ocasião dissemos que o nome reflete o objetivo das sociedades secretas: ascender da humanidade à divindade. "Yeezus" seria a fusão de Kanye West, o homem, com Jesus Cristo. Os mistérios ocultos afirmam transformar homens em deuses através da iniciação espiritual. Nessa mesma linha, o "Sheezus", de Lily Allen, tem o mesmo objetivo, mostrar que a divindade não é algo intocável, e que ela também pode ascender à divindade igualmente. Essa identificação com o conceito oculto do trabalho de Kanye West pode indicar que ela também está "mergulhada" em alguma dessas sociedades secretas.

O vídeo para a música "Sheezus" está cheio de simbolismos piscando em questão de segundos e deixa claro que o conceito de seu álbum não é nenhum pouco espiritual. 


Lily e chifres de diabo. Eu acho que "Sheezus" não é a versão feminina de Jesus.


Um triângulo em um do de seus olhos, deixando claro que esse vídeo é Illuminati. Além do título simbólico de seu terceiro álbum e do vídeo "Sheezus", Lily Allen retornou ao mundo da música lançando o vídeo "Hard Out Here", que, embora pareça satirizar a indústria da música pop e o controle dos "chefes" sobre o corpo e imagem das cantoras, mostra Lily Allen também como mais uma escrava Beta dessa indústria.


No vídeo "Hard Out Here", Lily se comporta como uma perfeita Beta-kitten, glamourizando a "prostituição" e o comportamento hiper-sexualizado de uma escrava Beta-kitten, enquanto canta "está difícil aqui fora para uma vadia".


Embora a letra da música de "Sheezus" e o vídeo "Hard Out Here" contenham elementos que nos faz pensar que a cantora pudesse estar realmente satirizando o cenário pop (que, de fato, se tornou nada mais do que um ringue, em que uma cantora tenta ser melhor ou vender mais do que a outra, com roupas e vídeos apelativos), o comportamento de Lily Allen não é nenhum pouco diferente das demais "divas" do pop. Na música "Sheezus", ela cita Katy Perry e Lady Gaga, por exemplo, porém, essa crítica pareceu apenas estratégia para chamar atenção em torno do lançamento de seu disco, pois Lily, assim como as demais, também está dentro do ringue e quer vender, não medindo esforços para isso. 


Neste ano, Lily Allen fez aparições na turnê de Miley Cyrus para ajudar a promover o então fracassado "Sheezus". Eu acho que se ela estivesse realmente criticando a indústria da música pop do fundo do seu coração, Miley Cyrus provavelmente seria a última opção para se juntar.

Air Balloon


Talvez os elementos mais expressivos que indiquem a participação de Lily Allen na cultura de controle mental MK estão no vídeo "Air Balloon", em que a cantora aparece ao lado de zebras e onças em um cenário composto por imagens gráficas. Seria mais um vídeo de música aleatório se não conhecêssemos o significado oculto desses elementos.


Borboletas monarcas aparecem o tempo todo em torno de sua cabeça. A borboleta monarca é o principal símbolo da programação monarca... uma maneira de mostrar que sua mente está sob controle. A mesma programação monarca que impera na indústria americana.


Aliás, dezenas de borboletas monarcas aparecem no vídeo...


Além da borboleta monarca, vemos outro símbolo importante do controle mental Beta. Lily Allen aparece com uma chita. Uma referência à programação Beta que transforma mulheres em escravas sexuais "felinas" (kitten).


A dualidade preto e branco, sempre presente nesses tipos de vídeo, é referenciada aqui por esta zebra. Foram bastante criativos desta vez.


Cogumelos começam a brotar do chão. Cogumelos estão relacionados a alucinógenos, que são utilizados no controle mental para fazer a vítima dissociar-se completamente. Uma alusão ao filme "Alice no País das Maravilhas", um filme sobre controle mental.


De repente, Lily Allen começa a levitar e flutuar para fora do planeta...uma forma de mostrar a sua dissociação da realidade. A dissociação é uma ferramenta chave no controle mental monarca.


Enquanto Lily paira no espaço, uma imagem sombria de Jesus crucificado passa por perto. Uma forma de dizer que por meio do controle mental, Lily Allen atingiu o status de "Sheezus"... ela conseguiu ascender da humanidade à divindade.

Conclusão


Embora Lily Allen seja britânica e tenha aparentemente satirizado as cantoras pop atuais no álbum "Sheezus", não há nada que indique que ela não seja também uma escrava MK e que não esteja sob controle dos mesmos manipuladores. O simbolismo encontrado em seu material, seu comportamento e seu relacionamento com outros artistas revelam que ela está dentro do mesmo ringue, disputando uma fatia da atenção do público. O vídeo da canção "Air Balloon" deixa tudo mais claro com referências à programação monarca e é tão expressivo quanto os vídeos de Rihanna ou Lady Gaga. Lily também precisa promover a mesma agenda que os demais artistas do outro lado do Atlântico.

Recentemente, a cantora mostrou-se decepcionada com as vendagens de "Sheezus" e pôs a culpa nela mesma...é, como diz a letra de sua própria música... "está difícil aqui fora para uma vadia".

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