quinta-feira, fevereiro 13, 2014

A origem das denominações religiosas


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sábado, fevereiro 08, 2014

Chip com a capacidade de autodestruição

Acordo faz parte de um programa do governo dos EUA para criar tecnologias que evitem a obtenção de informações confidenciais do país.

O Chip se torna danificado de tal maneira
a impedir qualquer aquisição de dados. 
Conforme documenta o Federal Business Opportunities (FBO), a DARPA concretizou recentemente um acordo com a IBM no valor de US$ 3,45 milhões (cerca de R$ 8,25 milhões) para a criação de chips CMOS capazes de se autodestruir através de comandos remotos, transformando o componente em um amontoado de pó de silício.
Para isso, a tecnologia utilizará um substrato de vidro que se quebra quando um fusível ou uma camada reativa de metal anexado recebe um sinal externo de frequência de rádio.

A iniciativa faz parte do Vanishing Programmable Resources (VAPR), programa anunciado em janeiro de 2013 pelo governo estadunidense que visa o desenvolvimento de mecanismos que impeçam outras nações de obter informações confidenciais quando sistemas militares dos EUA caem nos campos de batalha.

De acordo com o órgão de pesquisa e desenvolvimento militar, é quase impossível de rastrear e recuperar todo dispositivo eletrônico perdido em conflito, resultando em um acúmulo não intencional no meio ambiente e o potencial de uso não autorizado de propriedades intelectuais e vantagens tecnológicas.

Por isso o grande interesse das autoridades do país em criar recursos com a capacidade de “desaparecer fisicamente” de maneira controlada. O informativo da DARPA não deu mais detalhes de como a tecnologia vai funcionar, se já existem protótipos em testes ou a previsão de início da utilização de equipamentos com tal mecanismo incorporado.

Fonte: DARPA

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A Mentalidade dos Illuminati

Compreendendo a Mentalidade dos Illuminati — Como Pensam os Membros da Elite Global?

Autor: Jeremy James.

Os Illuminati são os verdadeiros governantes deste mundo, a Elite que exerce controle total sobre os sistemas financeiro e político de todos os principais países industrializados. Eles são descritos por Cristo como "a sinagoga de Satanás", pois Satanás (Lúcifer) é o deus deles. Eles adoram e servem a Lúcifer, o assim chamado Anjo de Luz, de forma parecida como os cristãos buscam o Criador.

Poucas pessoas sabem que eles existem, embora Cristo tenha sido muito claro sobre a existência deles. Como o mundo é governado por Lúcifer e esses são seus agentes leais, então eles também governam o mundo. Em um sentido muito real, eles são os meios pelos quais Lúcifer está implementando seu grande plano de obter controle total sobre a humanidade.

Uma das razões por que os Illuminati conseguiram ser tão bem sucedidos em se ocultar é que as pessoas "normais" acham difícil imaginar a existência deles. Como pode ser possível, elas perguntam, que essas pessoas possam estar tão imbuídas com a falsa luz de Lúcifer que tudo o que fizeram foi dedicado à obra dele neste mundo?

O propósito deste ensaio é (a) descrever o tipo de pessoa sobre o qual estamos falando e (b) identificar a mentalidade e o modo como eles veem o mundo.

O Estereótipo Tradicional de uma Pessoa Maligna É Enganoso

Até cerca de cem anos atrás, a maior parte da população do mundo ocidental professava a fé cristã. Isto significa que as pessoas reconheciam o mal como uma realidade tangível e uma ameaça presente ao seu bem-estar espiritual. Elas sabiam que o mal era mais do apenas a ausência do bem, mas também uma treva devoradora que poderia destruir os incautos. Hoje, essa compreensão foi totalmente perdida.


É correto dizer que Satanás se escondeu extremamente bem, induzindo a maior parte da humanidade a acreditar que ele não existe, que ele era simplesmente uma entidade mítica que as civilizações anteriores, menos amadurecidas, precisaram criar para explicar o sofrimento e as adversidades neste mundo.

Hoje, a malignidade é normalmente retratada como uma patologia. Uma pessoa patentemente maligna é frequentemente vista pelos profissionais como uma vítima de um sério distúrbio de personalidade, que surgiu, talvez, devido a alguma anormalidade genética ou a um trauma sofrido na infância. Desse modo, o mal é erroneamente reduzido a um fenômeno neurológico ou psiquiátrico — uma trivialização que falha profundamente em reconhecê-lo com uma realidade sobrenatural independente e altamente destrutiva.

É impossível compreender os Illuminati e a estratégia deles para produzir um sistema totalitário de governo global sem reconhecer que a malignidade extrema existe, que algumas pessoas fazem a escolha de servir a essa força sobrenatural das trevas, e que a hierarquia pela qual elas operam é coordenada a partir do mais alto nível pelo próprio Lúcifer. Em outras palavras, devemos considerar seriamente a referência que Cristo fez a respeito da existência da sinagoga de Satanás.

Você se lembra da tentação de Cristo no deserto? O Príncipe das Trevas ofereceu dar os reinos deste mundo ao Senhor, se Ele se inclinasse e o adorasse. Observe que essa tentação não faria sentido se Satanás não possuísse de fato o poder de cumprir a proposta.

Isto é exatamente o que Satanás faz com aqueles que o servem hoje, assegurando-lhes um sucesso terreal extraordinário, porém imerecido, em troca da inquestionável lealdade e obediência.


Uma jornalista que cobriu o julgamento de Eichmann em 1962 ficou admirada pela total disparidade entre os horrores dos crimes cometidos por aquele infame oficial nazista e o indivíduo frágil e de aparência comum que estava diante dela. Ela lutou para encontrar uma descrição adequada para aquela enorme contradição — como um homem tranquilo, que estava simplesmente "realizando seu trabalho" pôde organizar o assassinato em uma escala tão grande? Eventualmente, ela se contentou com apenas quatro palavras: a banalidade do mal.

Pensamos geralmente que a malignidade extrema deva ser fácil de discernir, mas ela não é. A indústria do cinema em Hollywood, a maior máquina de propaganda dos Illuminati, tem feito seu trabalho muito bem. Após décadas de doutrinação, a maioria das pessoas espera que um indivíduo maligno exiba alguma característica exterior que indique as trevas sobrenaturais em seu coração. Mas, elas estão enganadas!

Devemos descartar todos esses estereótipos; caso contrário, a "banalidade do mal" nos enganará repetidamente. A Elite Global é formada por pessoas da mais alta cultura, charme e educação que existem no mundo. Ninguém nunca suspeitaria que um consórcio desse calibre, com credenciais profissionais impecáveis, esteja atarefado com o planejamento da Terceira Guerra Mundial e, em seguida, de uma ditadura marxista. Os membros dessa elite estão tão perfeitamente possessos pelo ideal luciferiano, tão plenamente alinhados com seus propósitos gerais, que são virtualmente indetectáveis.

Os Objetivos e Filosofia dos Illuminati

Se eles fossem profundamente sigilosos sobre si mesmos, teríamos uma imensa dificuldade em entender como a mente deles funciona. Felizmente para nós, muitos deles são arrogantes e gostam de exibir sua superioridade intelectual. Basta examinar os escritos de homens como H. G. Wells, Aldous Huxley ou Bertrand Russell, para ver a arrogância e as atitudes intensamente antibíblicas que caracterizam a mentalidade dos Illuminati. Eles consideram que têm o direito de governar este mundo e estão trabalhando em silêncio, aguardando o momento certo para que sua longamente planejada Nova Ordem Mundial possa ser estabelecida.

Podemos aprender muito mais sobre a mentalidade deles examinando suas crenças. Para começar, eles não são ateístas. Como já vimos, o deus deles é Lúcifer. Embora o Cristianismo retrate Lúcifer como Satanás, a suprema incorporação de tudo o que é maligno, eles o veem como o único deus verdadeiro. Para eles, ele é aquele que traz a luz, a verdadeira fonte de todo o conhecimento e poder. O objetivo na filosofia deles é se tornar totalmente imbuído com a luz de Lúcifer. Qualquer um que alcance esse estado de "iluminação" é conhecido como um Illuminatus (plural: Illuminati).


Eles consideram a ciência e a tecnologia como as chaves para a expansão ilimitada da influência humana no universo. Esse conhecimento é transmitido aos poucos por Lúcifer para aqueles que o servem bem. Eventualmente, o homem solucionará o problema do envelhecimento e da viagem no espaço e poderá colonizar planetas distantes. Com o tempo, eles acreditam, o homem superior poderá se tornar ainda mais forte por meio da inserção em seu corpo dos avanços produzidos pela eletrônica e pela genética.

Eles consideram Yaohu das Escrituras como falso, um opressor que tenta manter o homem em submissão, retendo o conhecimento e ensinando uma filosofia fraca e desprezível. Por outro lado, Lúcifer é visto como o grande libertador, aquele que ajuda o homem a alcançar sua natureza divina.

Eles sabem, porém, que o Yaohu não pode ser derrubado. Em vez disso, eles acreditam que Lúcifer é igual a Yaohu e que os dois lutarão um contra o outro por toda a eternidade. Assim, os Illuminati imaginam o universo em termos dinâmicos e dualistas — bom e mau, positivo e negativo, macho e fêmea, forte e fraco, luz e trevas. O verdadeiro objetivo de qualquer ser humano é adquirir um conhecimento tão perfeito do bem e do mal que ele possa ascender em triunfo sobre o conflito cósmico e viver como um deus.

Você deve se lembrar que o conhecimento do bem e do mal é exatamente aquilo que Satanás ofereceu a Eva no Jardim do Éden. Ele também prometeu que, se ela obtivesse o conhecimento, poderia se tornar uma deusa no perfeito sentido da palavra. Isto mostra como as mentiras de Satanás nunca mudam e que ele continua a ensinar a mesma filosofia de rebelião, que também é totalmente falsa.

De acordo com a Elite, muitos poucos indivíduos terão a força para se tornarem um Illuminatus. A maioria é fraca. De fato, incontáveis milhões são tão fracos que merecem ser destruídos. Eles estão simplesmente consumindo os recursos e poluindo o planeta Terra. Aqueles que já estudaram os planos dos Illuminati acreditam que eles têm a intenção de despovoar grandes regiões do planeta e permitir que elas retornem ao estado silvestre natural. Isto está de acordo com o cenário de fim dos tempos descrito no Apocalipse, em que uma grande proporção da humanidade morre em questão de meses, vitimada por doenças, fomes e outras calamidades.

É por esta razão que a Teoria da Evolução é tão importante para os Illuminati. Eles veem os seres humanos como animais, exatamente como as outras criaturas na Terra. Eles deveriam evoluir para cima, porém poucos fazem isso. Somente aqueles que vêm das linhagens sanguíneas da Elite é que conseguiram sair de seu estado humano fixo — a prisão em que são mantidos por Yaohu — e estão se movendo em direção às alturas exaltadas do Iluminismo e da liberdade espiritual.

Os Illuminati, que são principalmente anglo-saxões, usam a ciência ocultista da Evolução para justificar seu intenso racismo. Apenas raramente um indivíduo que não seja branco é considerado por eles como possuidor das qualidades "espirituais" necessárias para ingressar em seu meio.

A Elite Governante e suas Famílias

Há várias gerações que as famílias da Elite ensinam essa filosofia exclusivista para seus filhos. Eles trabalham em conjunto para fortalecerem sua influência coletiva na sociedade e, para esse fim, tradicionamente direcionam seus filhos a escolherem carreiras no sistema financeiro, na área jurídica e na política. Em décadas recentes, o nível de envolvimento prático deles foi grandemente expandido para corresponder ao tremendo aumento no poder e influência que eles agora exercem nas grandes empresas transnacionais e em instituições internacionais.

Essas famílias da elite sempre garantem que seus filhos recebam uma educação de primeira classe. Em seguida, selecionam aqueles que forem os mais brilhantes para receberem treinamento avançado. Elas são intensamente nepotistas e, uma vez que firmem o pé no nível mais alto nas grande empresas transnacionais e em instituições-chaves, abrem ainda mais as portas para seus parentes. Como esse processo continua há várias gerações, elas foram capazes de coordenar seus esforços com tanta eficiência que dificilmente há uma grande organização em algum país industrializado que as famílias da elite não controlem ou influenciem de algum modo, seja diretamente, ou por meio de procuradores.

Por volta de meados do século 20, elas parecem ter tomado a decisão deliberada de aceitar indivíduos que não são membros dos Illuminati, mas que, devido às suas habilidades e disposição, podem se provar úteis para a elite. Candidatos adequados são identificados, selecionados no nível universitário e depois recebem o treinamento necessário, bem como são apresentados aos atores principais, por meio de mecanismos como as Bolsas Acadêmicas Rhodes ou da Associação Fulbright.

Se você vê tudo isto como meramente uma "conspiração" e, portanto, como algo improvável — está perdendo o ponto. Há muito tempo que se sabe que as pessoas muito ricas e influentes trabalham em conjunto para fazerem avançar seus respectivos interesses. Essas cabalas e cartéis são frequentemente chamados de "círculo de ouro". A única característica distintiva do cartel dos Illuminati é que ele está operando há muito tempo, trabalha entre as fronteiras nacionais e seus membros mais influentes são praticantes do ocultismo. De fato, se você considerar a depravação da natureza humana e as lições salutares da história, seria surpreendente se um cartel dessa natureza não existisse.

Os Illuminati e o Cartel Final

De todas as organizações subversivas e que buscam seu próprios interesses, que existiram desde a Idade Média, nenhuma foi tão cruel, ambiciosa ou tão estratégica em suas abordagens quando os Illuminati. É por isto que eles se sobressaíram e estão hoje no topo.

O ponto preciso na história em que eles tomaram o controle é difícil de identificar. Uma das marcas características dos Illuminati é sua capacidade de criar organizações secretas que sirvam aos seus propósitos. Desse modo, eles podem exercer controle sobre aqueles que gerenciam as instituições mais importantes na sociedade. Além disso, como os membros dessas organizações estão comprometidos por juramentos secretos e promessas de obediência permanente aos membros de escalão mais alto, eles podem ser manipulados de formas que eles mesmos não compreendem. A mais conhecida dessas organizações secretas é a Maçonaria, talvez o instrumento mais eficaz que os Illuminati têm para fazerem avançar sua causa. Não somente a Maçonaria é uma estratégia para atrair empresários e profissionais interessados em alcançarem uma melhoria social, mas também, de uma forma engenhosamente disfarçada, é uma guilda complexa, construída com base em princípios luciferianos. Sem mesmo saber, desde o dia em que ingressa e faz o juramento maçônico, cada membro jura sua lealdade resoluta a Lúcifer.

A Maçonaria cresceu a partir das sociedades ocultistas do Oriente Médio, principalmente a Cabala judaica, a magia egípica e as escolas de mistério da antiga Grécia. À medida que ela se dirigiu ao Ocidente e se incorporou dentro da estrutura formal em vários países europeus, ela provou ser meio difícil de controlar e coordenar. A tarefa de unir esses vários ramos ficou com os maçons mais poderosos na Europa e na América no século 19, notavelmente Albert Pike, Guiseppe Mazzini e Lord Palmerstown. Esse processo de unificação incluiu a criação de uma escola de Maçonaria de elite, profundamente luciferiana, conhecida como Rito Paladiano. Acredita-se que alguns dos membros de nível mais alto dos Illuminati sejam membros desse rito.

Neste ponto, por volta de 1870, os Illuminati tiveram o alcance global que necessitavam para colocar seu grande plano em ação. Por meio dele, eles visavam solapar a independência e soberania dos principais países industrializados e colocá-los todos dentro de um sistema consolidado de governança global — que eles então viriam a controlar. Esta é a infame Nova Ordem Mundial, à qual os presidentes norte-americanos, primeiros-ministros britânicos e outros líderes internacionais têm feito alusão nos últimos vinte anos.

As Três Marretadas

Como as massas teriam resistido à criação de uma entidade assim, ela teria de ser imposta furtivamente. Mas, furtividade apenas não seria suficiente. Algumas marretadas também seriam necessárias para quebrar a ordem antiga — a configuração existente de Estados soberanos e independentes — e substitui-la por entidades políticas progressivamente maiores, que poderiam então ser fundidas para formarem um governo global. Eles reconheceram que três marretadas seriam necessárias. A primeira — a Primeira Guerra Mundial — destruiria os impérios da Europa e do Oriente Médio e estabeleceria, na Rússia, uma versão menor do sistema político totalitário que eles estão planejando impor futuramente sobre todo o mundo. Isto também lhes permitiria estabelecer a primeira instituição política global, a Liga das Nações. A segunda marretada — a Segunda Guerra Mundial — criaria turbulências em toda a Europa e Ásia e lançaria os fundamentos para a China comunista, a União Europeia e as Nações Unidas.

Antes da Primeira Guerra Mundial, as nações da Europa já tinham estabelecido controle total sobre o continente inteiro da África, enquanto que os EUA tinham um forte controle sobre a maior parte da América Latina. A Grã-Bretanha controlava a Índia, grandes porções do Oriente Médio e, por meios de representantes, o Canadá e a Australásia. A Rússia e a China estavam sob controle total dos Illuminati, enquanto que o Japão caiu em suas mãos em 1945. Isso deixou, como desejado, apenas um grande ator no cenário internacional — os EUA.

As Vindouras Turbulências nos Estados Unidos

Os Illuminati visavam usar a terceira marretada para enfraquecer fatalmente os EUA e traumatizar o restante do mundo. Eles sabem que, quando esse golpe for dado, todos clamarão para que uma organização internacional restaure a calma a qualquer preço. O "preço" cobrado pela Elite Governante será a abolição do sistema existente dos Estados soberanos e independentes e a criação de um sistema global de governo. Uma vez que os Illuminati têm essa estrutura global estabelecida, eles então serão capazes de lentamente apertar os laços até que o mundo esteja firmemente nas mãos de uma ditadura marxista perfeitamente funcional.

Os EUA são, literalmente, o último homem em pé, o único obstáculo entre os Illuminati e a criação de um Governo Mundial único.


Essa terceira marretada virá por meio da devastação causada pela Terceira Guerra Mundial. Nos últimos cem anos, os Illuminati colocaram os "dominós" necessários em suas posições. Usando uma série de situações críticas criadas de forma deliberada — o Oriente Médio, as Coreias do Sul e do Norte, a Caxemira e Taiwan — eles planejam colocar em ação uma sequência de ataques nucleares recíprocos que matarão milhões de pessoas e desestabilizarão grandes partes do globo. Os EUA, sendo aliados de Taiwan e da Coreia do Sul por força de tratados internacionais, serão levados a uma confrontação mortal com a China. Enquanto isso, hordas radicais do Islã tentarão derrotar Israel, e tensões antigas entre o Paquistão e Índia — ambos os quais têm mísseis nucleares — se transformarão em uma guerra total.

A maior parte do sofrimento na Europa virá por meio de uma escassez de petróleo e de alimentos, colapso do sistema bancário internacional e atividades terroristas ocasionais. O uso de armas biológicas e da tecnologia para provocar terremotos não devem ser descartados.

Pelo menos, este parece ser o plano. Nunca podemos ter certeza, pois eles continuam a modificar e atualizar a estratégia de acordo com as circunstâncias. Isto permite que eles se aproveitem ao máximo das condições auspiciosas e escondam suas atividades subversivas por trás da capa de eventos aparentemente normais.


Talvez eles não precisem implementar todos os elementos em seu grande plano de modo a alcançar os resultados que desejam. Entretanto, existem fortes indícios que querem seriamente desestabilizar os EUA usando artefatos nucleares e depois lançar a culpa sobre o Islã radical. Esses artefatos causarão estragos em várias cidades da América do Norte — quatro ou cinco nos EUA, uma no Canadá e outra no México. Os Illuminati em seguida explorarão o caos resultante para colocar toda a América do Norte sob a Lei Marcial, prender os dissidentes, e acusar as igrejas cristãs e bíblicas como terrenos de gestação para o "fundamentalismo".

A campanha para difamar e vilificar os cristãos que creem na Bíblia já está acontecendo. O maior "evangelista" nos EUA, o pastor Rick Warren — que é membro do Conselho das Relações Internacionais (o CFR), uma fortaleza dos Illuminati — fez as seguintes declarações alguns anos atrás:
"Hoje, não restaram realmente muitos fundamentalistas; não sei se você sabe disto ou não, mas eles são uma minoria bem pequena. Não restaram muitos fundamentalistas na América... Agora, a palavra 'fundamentalista' na verdade vem de um documento dos anos 1920s, chamado 'Os Cinco Fundamentos da Fé', que é uma visão muito legalista e estreita do Cristianismo" [de uma entrevista com o Pew Forum on Religion, maio de 2005].

Warren prediz que o fundamentalismo, de todas as variedades, será "um dos grandes inimigos do século 21". "Fundamentalismo islâmico, fundamentalismo cristão, fundamentalismo judaico, fundamentalismo secular — eles são todos motivados pelo medo, medo uns dos outros." [de uma entrevista com Paul Nussbaum, janeiro de 2006].

Em resumo, se você acredita na Bíblia e a aceita incondicionalmente como a Palavra de Yaohu, então corre o risco de ser rotulado como um cristão fundamentalista e, como tal, um potencial terrorista.

Os Illuminati desprezam o Cristianismo e querem que ele seja eliminado, especialmente nos EUA. Na verdade, as vindouras turbulências serão usadas para desacreditar todas as religiões que afirmem ter o monopólio exclusivo da verdade. Essas religiões serão rotuladas, não apenas como divisivas e intolerantes, mas a causa-raiz de todas as guerras (incluindo a Terceira Guerra Mundial). É por isto que a confrontação no Oriente Médio será tão importante. Logo após esse terrível evento, os seguidores do Cristianismo, do judaísmo e do islamismo muito provavelmente precisarão se comprometer a seguir um conjunto de princípios espirituais universais e, desse modo, renunciar à exclusividade de suas crenças religiosas. Em toda a parte, os cristãos, submetendo-se a essa Religião Mundial Única "tolerante", estarão rejeitando a Cristo e o Criador.

Os EUA são o "último homem em pé". Se tudo isto parece profundamente improvável, então considere o seguinte:
1. Yaohushua advertiu sobre a sinagoga de Satanás (veja Apocalipse 2:9).
2. O objetivo de Satanás é controlar o mundo inteiro e induzir todos a adorá-lo.
3. Nada faz ruir uma estrutura política de forma tão rápida e decisiva quanto um golpe vigoroso.
4. Os Illuminati já usaram duas Guerras Mundiais para fazerem avançar seus projetos.
5. Eles já fizeram muitos esforços para criar várias situações críticas no mundo inteiro.
6. A vindoura Guerra Mundial nocauteará o "último homem em pé" — os EUA.
7. Ela também esmiuçará em toda a parte a resistência para a criação de um Governo Mundial Único.
8. A guerra terminará em apenas alguns poucos meses.

Os EUA foram deliberadamente fortalecidos durante o século 20 para se tornarem a locomotiva para a economia mundial. O dólar reinou supremo no comércio internacional, nos bancos internacionais e os mercados financeiros. Praticamente todos os desenvolvimentos tecnológicos e industriais foram planejados para terem sua origem na grande, estável e sempre crescente economia norte-americana. Isso garante que, quando o pais entrar em colapso, de acordo com o calendário dos Illuminati, a economia mundial como um todo será arrastada para uma grande crise.


Isto é exatamente o que o marxismo planejava alcançar. Portanto, não deve ser surpresa que o atual presidente norte-americano — que surgiu do nada em 2007 — tenha, durante vários anos, lecionado em oficinas aquilo que é, talvez, a variedade mais potente de marxismo que se conhece hoje, a de Saul Alinsky. O livro de Alinksy, Rules for Radicals (Regras para Radicais), que ele dedicou a Lúcifer, é quase um texto sagrado entre os comunistas e anarquistas em todo o mundo. Ele é tão subversivo e tão desumanamente destrutivo, que faz Maquiavel parecer um menino coroinha.

A propósito, a Secretária de Estado Hillary Clinton baseou sua tese de formatura nas obras de Alinsky. Se você é um cidadão norte-americano e esses fatos não lhe causam profunda preocupação, então o destino de seu grande país já está selado.

O Messias / Maitreia

Alguns podem ver o cenário vindouro da Terceira Guerra Mundial como o fim dos tempos descrito no livro do Apocalipse. Entretanto, muito provavelmente, ele será apenas o prelúdio daquela pavorosa série de eventos. A iniciativa da paz global será liderada por um homem que será considerado por todos possuidor de atributos pessoais incomuns. Seu papel em restaurar a estabilidade, bem como os milagres impressionantes que ele realizará, convencerão a muitos que ele é a pessoa mais carismática e santificada na Terra, possivelmente até o Messias da cristandade e do judaísmo, o Maitreia do budismo, ou o Imã Mahdi dos muçulmanos xiítas.

A grande farsa poderá até ser reforçada por sinais (criados pelo homem) nos céu, uma frota de óvnis (também criados pelo homem) e até um grupo de animais transgênicos e humanóides. Todos esses elementos terão o objetivo de convencer as massas humanas que uma delegação de seres sábios e benevolentes chegou de outro sistema estrelar para nos "salvar".

Quando o suposto Messias/Maitreia assinar um tratado de paz de sete anos com Israel, deverá ser óbvio para os cristãos em toda a parte que ele é na verdade o falso Cristo, ou o Anticristo, descrito no Apocalipse.



A Mentalidade dos Illuminati

Algumas vezes, as pessoas perguntam: "Como pode qualquer pessoa normal pensar como os membros dessa elite pensam?" A explicação é que eles não são pessoas normais. Toda a visão de mundo deles é profundamente diferente da nossa. Eles não são loucos ou desequilibrados. Na verdade, eles valorizam a racionalidade mais do que qualquer pessoa mediana.

Muitos deles parecem justificar seu plano radical com a seguinte base: a população mundial está se expandindo a uma velociade insustentável. Se ela não for rigidamente controlada, o planeta entrará em colaspo e cairá no caos. No que se refere aos sistemas de governo, a democracia foi experimentada e mostrou ser inútil. Os cidadãos simplesmente elegem o partido que mais provavelmente lhes dará alguma coisa de graça. O único modo de conter essa situação cada vez mais perigosa — explosão populacional e dívida do governo sempre crescente — é colocar o poder exclusivamente nas mãos daqueles que realmente sabem como governar. Eles reduzirão a população até um nível sustentável, fornecerão um governo estável e terminarão com as incontáveis guerras que surgem a partir das disputas nacionais, étnicas e religiosas.

Na visão deles, se medidas extremas são necessárias para produzir essa situação "sustentável", então elas precisam ser administradas. Se milhões precisam morrer em um rápido cataclismo para que um número muito maior possa ser salvo no longo prazo, então essa ação é necessária. Em seus próprios olhos, os Illuminati não são brutais, mas realistas supremos, que agem de acordo com as leis morais universais.

À luz desse plano e de sua filosofia geral, podemos ver que a mentalidade dos Illuminati é moldada em grande parte pelos seguintes princípios:
  • O fim justifica os meios.
  • Os fortes têm o direito moral de governar.
  • Os fracos são espiritualmente deficientes e, portanto, descartáveis.
  • Os fortes esconderão sua identidade até que estejam prontos para assumirem o controle.
  • Todos os valores, exceto aqueles dos Illuminati, são falsos.
  • A sobrevivência e a prosperidade dependem do controle total.
  • Não existe o certo ou errado absolutos fora da vontade humana.
  • Os modos deles podem parecer severos, mas são realistas e necessários.

Nenhuma compreensão dessa mentalidade está completa sem um reconhecimento que ela é TOTALMENTE baseada no ocultismo. A lógica e a força de direção que estão por trás do Iluminismo é o anjo caído conhecido como Lúcifer. Ele tem o poder de conceder riquezas e prestígio consideráveis para aqueles que fazem aliança com a sua causa e os imbui de forma sobrenatural com intensa satisfação quando eles o servem bem. (É esse enlevo inicial de prazer extático que atrai muitos para as profundezas das trevas do ocultismo.).

Sabemos que os Illuminati não são motivados unicamente pela ganância, pois já têm mais dinheiro do que poderiam usar em toda sua vida. Para eles, a emoção real é o poder, a satisfação perversa que obtêm ao exercerem mais e mais controle sobre os outros homens. Esse narcótico é tão potente que eles querem mais dele quanto qualquer dependente químico pode desejar a cocaína.

Portanto, se você tem dificuldade em aceitar que qualquer grupo de pessoas, por mais que sejam mesquinhas e vis, possam seguir um plano complexo de longo prazo para alcançar o domínio mundial, então apenas se lembre que eles todos são viciados — e a droga deles é o poder. Eles alcançam um estado de euforia e de entorpecimento tão grande com essa droga que precisam ter mais e mais dela. Os sintomas da abstinência são tão severos que eles nunca conseguem relaxar suas tensões, nunca moderam seus planos para permitir alternativas mais humanas, nunca consideram a possibilidade que eles possam estar errados. Esta é toda a base para sua determinação mental obstinada, seu incansável comprometimento com um objetivo que para qualquer pessoa normal é vil e perverso.

O Código Moral dos Illuminati

Por mais estranho que possa parecer, os Illuminati têm um código moral. Como Lúcifer tenta imitar tudo o que o Criador Yaohu faz, ele pretende operar um sistema de "jogo limpo". É possível inferir essas regras, ou princípios, a partir da filosofia ocultista e do modo como os Illuminati realizaram sua campanha até aqui. Suspeito que a lista seguinte nem de longe esteja completa, porém ela dá uma amostra de como eles pensam e o que podemos esperar em um futuro próximo:
1. Antes de destruir seu inimigo, você precisa avisá-lo do que vai fazer com ele.
2. A vingança não é apenas para dar prazer, mas também é necessária.
3. Tudo na Força precisa estar em equilíbrio. Portanto, todos os atos negativos precisam ser correspondidos por ações positivas.
4. Os fortes estão moralmente obrigados a explorarem os fracos para um propósito maior.
5. Somente o poder é real. O amor e a compaixão são simplesmente ilusões para confortar os fracos.
6. Toda ação tem o tempo e o lugar corretos na ordem cósmica.
7. Os sacrifícios são necessários para o bem maior.
8. O fim justifica os meios.

De acordo com o Princípio 1, os Illuminati estão há algum tempo dizendo ao mundo o que planejam fazer. Diferentes aspectos do plano deles são revelados por meio dos filmes do cinema, livros, minisséries na televisão e até mesmo na propaganda de produtos comerciais. (Veja os anúncios do uísque Jack Daniels e da vodca Absolut mostrados anteriormente.)

Um informante (um membro muito idoso dos Illuminati), em outubro de 2009, disse que vários filmes de Hollywood ao longo dos dois próximos anos mostrariam eventos planejados para o futuro de um modo muito chocante.


O Princípio 3, referente ao equilíbrio cósmico, explica por que os multibilionários fazem questão de doar grandes somas de dinheiro para as obras filantrópicas. Eles acreditam que as obras "positivas" cancelam, ou equilibram, suas obras "negativas".

O Princípio 5, referente ao tempo dos eventos, baseia-se na crença deles na astrologia e na mecânica do cosmos. Na filosofia deles, a ação correta pode ser anulada se for realizada em um dia errado. Por este motivo, ele gostam de iniciar os grandes eventos em dias de significado ocultista.

Os Illuminati São uma Conspiração Judaica, ou Sionista?

Satanás usa qualquer um que ele puder para fazer avançar seus planos. Os Illuminati hoje não são um cartel judaico, embora muitos dos membros mais influentes sejam etnicamente judeus. O núcleo dos Illuminati parece ser formado pelos membros mais ricos do Sistema de Poder anglo-americano, certas famílias reais europeias e diversas dinastias bancárias judaicas.

O infame documento conhecido como Protocolo dos Sábios de Sião não é uma falsificação, mas também não é estritamente sionista. Basta você considerar os acontecimentos globais desde que eles foram publicados, em 1905, para ver o quão de perto eles refletem a terrível estratégia definida nos Protocolos. Alguns comentaristas acreditam que a estratégia seja revisada ligeiramente a cada geração, de modo a refletir as mutações nas condições mundiais. O "gado humano", ou os "gentios", como eles se referem, não são os povos gentios apenas, mas as massas da humanidade, incluindo "judeus comuns", que são desprezados pelos Illuminati.

Como Lúcifer Engana os Illuminati

Para pessoas assim inteligentes — e muitas delas são extremamente inteligentes — é extraordinária a incapacidade dos Illuminati de enxergarem a tolice de todo seu empreendimento. Tudo o que estão fazendo depende da crença que o deus deles, Lúcifer, honrará sua parte no acordo e lhes dará uma grande recompensa na vida futura. (Sim, eles acreditam na vida após a morte, seja em um reino dado a eles por Lúcifer, ou como uma alma reencarnada em uma família Illuminati aqui na Terra). Entretanto, a realidade é que Lúcifer os despreza, do mesmo modo como despreza todos os outros seres humanos. Como fomos criados à imagem e semelhança de Yaohu, Lúcifer é incapaz de deixar de odiar qualquer pessoa, até mesmo aquelas que o servem fielmente. Depois que eles completarem sua tarefa aqui na Terra, enfrentarão o julgamento diante do trono de Cristo. Dali para frente, viverão com Satanás no domínio dele — como sempre quiseram — somente que aprenderão em primeira mão o quão sadista, amargo e malicioso o Grande Enganador realmente é.

O Criador Yaohu é o Todo-Poderoso

Nada pode acontecer na Terra (ou nos céus) sem a permissão de Yaohu. O homem natural é caído, está separado de Yaohu por causa de sua rejeição à autoridade de Yaohu. Como resultado, ele tem seguido um caminho que, voltado para seus próprios interesses, deixa-o fatalmente exposto à sedução de Satanás. O Criador Yaohu não deseja que o homem se perca para sempre, mas o próprio homem é quem resiste ao presente que Deus oferece — a salvação por meio da morte e do sangue de Seu Filho Yaohushua.

O trauma vindouro é simplesmente um julgamento de Yaohu. A nação norte-americana será particularmente afetada, pois traiu a doutrina de Cristo. Mais de 40 milhões de bebês já foram "legalmente" assassinados no útero materno, desde 1973. Milhões de cidadãos estadunideneses estão viciados em pornografia, promiscuidade, drogas, álcool, jogos de azar e refestelam-se em todos os tipos de pecados. A maioria não tem ideia do que seja a retidão ou o que Yaohu deseja do homem. A mentalidade "ter tudo o que puder", que agora se propagou por todos os níveis da sociedade é uma doença espiritual. Um número incontável de pessoas pratica alguma forma de magia e de ocultismo. As igrejas que se dizem cristãs há muito tempo já se afastou do verdadeiro evangelho de Cristo e o substituiu por uma mensagem rasa, do tipo "sinta-se bem consigo mesmo", que não leva ninguém ao arrependimento.

Nota do blogueiro: A religião da igreja institucional se sustenta por três pilares: Dogma, rito e Tabus moralistas. Nós os desigrejados não temos dogmas pois relacionamos com pessoas, não com conceitos! Não temos ritos, porque não é neste monte, nem no templo, nem em Jerusalém, a adoração verdadeira é em espírito, no quarto com a porta fechada, por isso não há ritualísticas! Não há moralidade, porque no amor não existe Lei, para Yaohushua, o amor está acima da Lei e do Moralismo.

Bibliografia

1. Gary Allen, None Dare Call It Conspiracy.
2. Alice Bailey, The Externalisation of the Hierarchy.
3. W. Guy Carr, Pawns in the Game, The Red Fog Over America.
4. Piers Compton, The Broken Cross.
5. William Cooper, Behold a Pale Horse.
6. G. Edward Griffin, The Creature from Jekyll Island.
7. Bill Hughes, The Secret Terrorists.
8. Gary Kah, En Route to Global Occupation.
9. David Livingstone, Terrorism and the Illuminati.
10. Edith Starr Miller, Occult Theocracy.
11. Stanley Monteith, The Brotherhood of Darkness.
12. Eric Phelps, Vatican Assassins.
13. Carroll Quigley, The Anglo-American Establishment, Tragedy and Hope.
14. Fritz Springmeier, Be Wise As Serpents, Bloodlines of the Illuminati, The Watchtower and the Masons.
15. Antony Sutton, America’s Secret Establishment, Wall Street and the Bolshevik Revolution, Wall Street and the Rise of Hitler.

Nota: As fotos mostradas anteriormente são dos seguintes indivíduos (da esquerda para a direita): Henry Kissinger, Zbigniew Brzezinski, David Rockefeller, Hank Greenberg, Alan Greenspan, Paul Volcker, George Bush (pai), Hilary Clinton, Dominique Strauss-Kahn, Madeleine Albright, Peter Mandelson e George Soros. Quantos deles são membros da Elite do Poder?

Autor: Jeremy Jones, artigo em http://www.zephaniah.eu
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/mentalidade.asp

1 comentários :

Globalistas Falam Abertamente Sobre Seus Planos Mortais

Provas de uma Conspiração — Globalistas Falam Abertamente Sobre Seus Planos Mortais

Autor: Jeremy James.

Nota: As conspirações são parte da história humana ao longo dos tempos. Nosso Criador soberano reina sobre tudo, porém permitiu que os líderes da elite conspirassem e depois matassem Seu Filho. Agora, como naquele tempo, Yaohu pode usar a malignidade humana para nos atrair até Ele e nos mostrar Sua salvação.

"Vós, que amais ao Criador, odiai o mal. Ele guarda as almas dos seus santos; ele os livra das mãos dos ímpios." [Salmos 97:10].

Muitos desprezam aqueles que acreditam em uma conspiração global, considerando-os desequilibrados e tolos. Todavia, a evidência que essa conspiração existe é bem simples de estabelecer. Uma definição de conspiração é: "Um acordo secreto entre duas ou mais pessoas para realizarem um ato ilícito." Esta definição está correta, mas não serve para descrever a vastidão e abrangência da agenda globalista. Uma vez que você a defina corretamente, ela começa a parecer menos como uma conspiração e mais como um plano de negócios — que é exatamente o que ela é:
"Um acordo secreto entre diversas famílias extremamente ricas da elite para aumentar ainda mais suas riquezas e poder no cenário mundial por meios escusos, com vistas a impor um governo mundial unificado sob o controle delas, e empregar diversas técnicas e programas subversivos em diversos campos — político, financeiro, econômico, militar, industrial, médico, educacional, religioso e de mídia, entre outros — para atingir seus objetivos."

Essas famílias extremamente ricas e aqueles que as apoiam são conhecidas por vários nomes, como Elite do Poder, Elite Governante, cabala de banqueiros internacionais, os Illuminati, os globalistas e a Nobreza Negra. Podemos também pensar neles como o Clube dos Trilionários.

Essencialmente, a conspiração global é um acordo entre pessoas de mente similar que estão procurando estabelecer um monopólio global sobre aquilo que elas valorizam mais do que qualquer outra coisa — o poder.

Dada a natureza humana e seu pavoroso registro de assassinatos e corrupções, seria realmente surpreendente se um grupo desse tipo não existisse!

A Pergunta Que Deveriámos Fazer

Assim, em vez de perguntar "Existe uma conspiração global?", deveríamos realmente perguntar "O que essas pessoas fabulosamente ricas e com obsessão pelo poder estão planejando fazer e quais serão as prováveis consequências para o restante da humanidade?"

As seguintes citações publicadas por membros da elite global devem ajudar bastante a dissipar quaisquer dúvidas que você possa ter a respeito dessa conspiração. Elas deveriam também lançar uma luz considerável sobre a mentalidade dos membros da elite, sua metodoliga, seu desprezo pela humanidade e a natureza sofisticada do plano deles para destruir a soberania das nações independentes e criar uma Nova Ordem Internacional.

Eles são tão arrogantes e tão confiantes no sucesso que, de tempos em tempos, alguns deles falam mais francamente e divulgam um pouquinho mais de informações sobre suas intenções.

Os Estados Unidos da América São o Alvo Principal

Aqueles que vivem nos EUA precisam estar especialmente preocupados com a Elite Global, pois o último grande obstáculo para o estabelecimento de um governo mundial são os próprios EUA. Como uma nação independente soberana, e o ator mais visível nas questões internacionais, com uma longa tradição de liberdade e democracia, os globalistas acreditam que não podem permitir que o país continue a existir em sua forma existente. Há muito tempo que a elite global planejou enfraquecer fatalmente o país — um processo que agora está em um estágio muito avançado — e destruir sua soberania. Algum tipo de regime totalitário deverá assumir o controle, provavelmente em decorrência de uma crise nacional fabricada, e abolir a Constituição. A América que existe desde 1776 desaparecerá para sempre.

Considere as evidências você mesmo. Mais de 40% da base industrial dos EUA foi transferida para o exterior, a maior parte dela para o país de regime marxista-leninista conhecido como China. Usando uma diversidade de práticas enganosas no sistema financeiro, sucessivos governos deixaram os EUA sobrecarregados com níveis extraordinários de endividamento — nas famílias, nas empresas, nos governos estaduais e no nível federal, para não mencionar as gigantescas responsabilidades sem financiamento, como a previdência social e os programas de assistência médica para idosos e para população de baixa renda (Medicaid e Medicare) — que não há a menor chance que mesmo uma fração dessa dívida possa ser paga com tributação futura sem destruir a economia. Na verdade, a dívida é tão grande e cresce a um ritmo tão alarmante que a grande nação americana será incapaz até mesmo de manter os pagamentos dos juros para os bancos nacionais e internacionais. O nível de emprego na indústria nos EUA como um todo foi radicalmente reduzido e a maior parte dos empregos que continuam a existir está no setor de serviços, onde os salários são mais baixos e a estabilidade no emprego é menor. A erosão das liberdades civis desde 11 de setembro de 2001 foi tão severa que qualquer cidadão ordeiro pode agora pode ser apanhado na rua e encarcerado indefinidamente pelo governo, com base em acusações vagas relacionadas com a segurança — contra as quais o cidadão não tem absolutamente qualquer defesa.

"Não pode ser; não nos EUA!" você diz. Realmente? As seguintes citações provam o contrário. Não somente isto está a caminho, mas o ritmo da decadência é tão grande, que agora um severo colapso econômico nos próximos dois ou três anos está parecendo cada vez mais provável.

Uma Grande Admissão Pelos Globalistas em 2009

Vamos iniciar com uma surpreendente admissão feita por globalistas em 2009. Ela pode ser encontrada na página oficial na Internet do Conselho das Relações Internacionais (o CFR), que é uma das várias instituições obscuras que secretamente governam os EUA:
"Obrigado por aquele maravilhoso tributo a Henry Kissinger ontem. Parabéns. Como o mais novo Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, recebo minhas ordens diárias do Dr. Kissinger, filtradas pelo general Brent Snowcroft e Sandy Berger, que também está aqui. Temos uma cadeia de comando no Conselho de Segurança Nacional que existe hoje." [Comentários feitos pelo Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, James L. Jones, na Quadragésima Quinta Conferência de Munique Sobre Política de Segurança, no Hotel Bayerischer, em 8 de fevereiro de 2009.]

Esta é provavelmente a mais pública e mais descarada confirmação feita até aqui pela elite globalista que ela controla o governo dos EUA. James Jones foi indicado por meio do processo democrático aprovado pelo Congresso, mas aqui ele está afirmando categoricamente que recebe ordens diárias de Henry Kissinger via dois outros indivíduos que não foram eleitos: Brent Scowcroft e Sandy Berger. Kissinger é um bem-conhecido porta-voz de David Rockefeller. Muitos o consideram o autor de várias guerras brutais e campanhas genocidas. Ele não recebeu mandato algum do povo americano; todavia, como Jones confirma, ele tem controle direto sobre a segurança nacional dos EUA.

Chanceler Alemão Explica Como uma Elite Global Controla Tudo

Vamos agora nos voltar para Helmut Schmidt, que foi chanceler (primeiro-ministro) alemão durante oito anos (de 1974 a 1982). Em suas memórias, Men and Powers (Random House, 1987), ele escreveu que a política externa norte-americana é decidida por dois grupos: o Sistema de Poder e o Conselho das Relações Internacionais (o CFR).
"Um era um grande número de extraordinários diplomatas e altos funcionários públicos de carreira em altos cargos, o que fornecia continuidade; o outro era um grande reservatório de indivíduos de discernimento ligados à iniciativa privada, que estavam comprometidos com as questões internacionais e que já tinham servido em governos anteriores. Esse reservatório, que anteriormente era chamado de 'o Sistema de Poder', tinha seu foro e seu centro no Conselho das Relações Internacionais, em Nova York. Seus membros eram advogados, banqueiros, industriais e acadêmicos. O conselho publicava (e ainda publica) a excelente revista Foreign Affairs..."
"O Conselho das Relações Internacionais tinha sido bem-sucedido em atrair jovens cuidadosamente escolhidos para suas discussões e prepará-los inicialmente para tarefas modestas; no curso de suas carreiras eles frequentemente assumiam missões de alto nível no Departamento de Estado, no Pentágono, na Casa Branca e em outros centros de política internacional — desde acordos comerciais até desarmamento... A elite da política externa, que tinha modos muito silenciosos, porém eficazes de assegurar sua própria sucessão, era assim em grande parte um negócio da Costa Leste." [págs. 221-222].

O poder do CFR é bem ilustrado pela extraordinária quantidade de cargos de alto nível no governo que foram preenchidos por seus membros: 7 presidentes, 7 vice-presidentes, 17 secretários de Estado, 19 Secretários de Defesa, 17 Secretários do Tesouro e 14 diretores da CIA.

Em seguida, ele passa a descrever duas outras organizações que os céticos frequentemente consideram tigres de papel inventados pelos teóricos da conspiração:

O Grupo Bilderberg
"... recordo-me com satisfação das conferências anuais conhecidas como Bilderberg, que o príncipe Bernhard, da Holanda, organizava e gerenciava, e os encontros anuais do Instituto de Estudos Estratégicos de Londres, sob a liderança de Alistair Buchan. Alguns dos senadores norte-americanos ativos em questões internacionais... sempre participavam dessas conferências que ocorriam em dois ou três dias. As conversas com Dean Acheson, George Kennan e Paul Nitze, que podiam ocorrer durante esses encontros, forneciam um tesouro de informações e esclarecimentos... Não ficávamos surpresos sempre que, alguns anos mais tarde, um ou outros desses homens com quem tivemos boas conversas reapareciam como membros do gabinete, como sub-secretários, ou como chefes de departamentos; nesses casos, podíamos assumir com segurança que as visões do indivíduo eram as mesmas que ele tinha defendido em nossas conversas anteriores." [págs. 222-223].

Bohemian Grove (O Bosque Boêmio)
"Em julho de 1979, durante uma dessas visitas à Califórnia, George Schultz me convidou para ser seu hóspede no Bosque Boêmio durante o tradicional acampamento anual de verão. Este fim de semana me deu uma das mais surpreendentes experiências que já tive nos Estados Unidos. Mais tarde, fui ao Bosque Boêmio uma segunda vez, e minhas impressões se intensificaram... O que era mais interessante era a camaradagem entre os homens (a presença de mulheres não é permitida) que se reúnem no Bosque Boêmio, que recebeu seu nome a partir do exclusivo Bohemian Club, em San Francisco, onde há uma longa lista de espera para admissão como sócio. O acampamento no bosque não é grande; os cerca de dois mil homens que passam o fim de semana juntos ficam distribuídos em sessenta ou setenta grupos, quase que totalmente escondidos pelas árvores e pela mata, espalhados pelo morro... 
"Este fim de semana me permitiu ter uma visão ilustrativa da elite da América. Os políticos que estavam presentes ali, em sua maior parte, eram convidados de membros do clube... Esses encontros reuniam não somente o oeste, sul, leste dos Estados Unidos, mas também os vários grupos políticos dentro da sociedade americana." [págs. 225-227].

A descrição que ele faz das atividades no Bosque Boêmio tem um clara conotação sexual. O que mais poderia lhe ter dado "uma das mais surpreendentes experiência que já tive nos Estados Unidos?"

Em seguida, ele confirma a existência de uma elite de poder, que não é eleita, mas que "assessora" (isto é, controla) os políticos eleitos:

Políticos Não Eleitos
"... uma classe de políticos intelectuais profissionais, que nunca concorrem às eleições, mas que oferecem seus serviços aos políticos eleitos e aos candidados — e, algumas vezes, até os força a aceitá-los — como assessores especiais especializados e como chefes de gabinete. Eles são suportados por várias instituições, onde trabalham sempre que não estão no serviço do governo." [pág. 227].

Schmidt continua e menciona algumas dessas instituições: o Instituto Brookings, o Instituto Empresarial Americano, o Fundo Carnegie para a Paz Internacional, o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais da Universidade de Georgetown, o Instituto Hoover, a Fundação Heritage e a Rand Corporation.

Durante sua análise sobre os agentes do poder nos EUA [págs. 221-227], Schmidt cita diversos desses "políticos intelectuais profissionais" não eleitos, incluindo alguns que ainda estão no poder hoje, praticamente quarenta anos depois: David Rockefeller, Henry Kissinger e Zbigniew Brzezinski.

A Incrível Influência Oculta de David Rockefeller

James Jones pode se reportar a Henry Kissinger, mas Kissinger, por sua vez, se reporta a David Rockefeller. Na seguintes citações publicadas, Rockefeller não se esforça para ocultar sua agenda globalista, suas crenças marxistas, ou sua evidente disposição de destruir a soberania dos Estados Unidos:
"Há mais de um século, extremistas ideológicos em ambos os lados do espectro político tentaram se aproveitar de incidentes bastante noticiados... para atacarem a família Rockefeller por causa da influência exagerada que eles afirmam que exercemos sobre as instituições políticas e econômicas norte-americanas. Alguns até acreditam que somos parte de uma cabala secreta, que trabalha contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando minha família e eu como 'internacionalistas' e de conspirar com outros no exterior para criar uma estrutura política e econômica global mais integrada — um mundo unificado, por assim dizer. Se esta é a acusação, então sou culpado, e tenho orgulho disso." [David Rockefeller, Memoirs, Random House, 2002]. 
"Fica-se imediatamente impressionado pelo senso de harmonia nacional... há uma dedicação muito real e disseminada ao presidente Mao e aos princípios maoístas. Seja lá qual tenha sido o preço da Revolução Chinesa, ela obviamente conseguiu não somente produzir administrações mais eficientes e dedicadas, mas também promover uma moral elevada e uma comunidade de propósito... Os enormes avanços sociais da China beneficiaram grandemente, a partir da unidade da ideologia e propósito... A experiência social na China, sob a liderança do presidente Mao, é uma das mais importantes e bem-sucedidas na história humana." [David Rockefeller, em um artigo publicado no jornal The New York Times, 10 de agosto de 1973, intitulado From a China Traveller (naquele tempo Rockefeller era presidente do conselho do banco Chase Manhattan)]. 
"Somos agradecidos ao The Washington Post, ao The New York Times, à revista Time, e às outras excelentes publicações cujos diretores participaram de nossos encontros e respeitaram suas promessas de discrição durante quase quarenta anos. Teria sido impossível para nós desenvolver nosso plano para o mundo se tivéssemos ficado expostos às luzes brilhantes da publicidade durante esses anos. Mas, o trabalho está agora muito mais sofisticado e preparado para marchar rumo ao governo mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual e dos banqueiros internacionais é certamente preferível à autodeterminação nacional praticada nos séculos passados." [David Rockefeller, em um discurso em um encontro do Grupo Bilderberg, Baden Baden, Alemanha, em 5 de junho de 1991.].

Observe o longo alcance de suas ambições: a imposição do governo mundial e a substituição da "autodeterminação" (democracia) por um grupo de intelectuais de elite; ele até mesmo admite fazer parte de uma cabala secreta para criar isto tudo!

Outra figura proeminente nesta cabala secreta é Zbigniew Brzezinski, que serviu como Conselheiro de Segurança Nacional durante o governo Carter, e como assessor especial sobre política internacional para Barack Obama durante a campanha para a eleição presidencial. Como Rockefeller, ele também acredita nas doutrinas totalitárias do marxismo e na necessidade de eliminar a democracia para a total "mobilização imperial" e a "intimidação militar" — o caminho para o governo mundial — poderem ser lançadas:
"É por isto que o marxismo representa um estágio ainda mais vital e criativo no amadurecimento da visão universal do homem. O marxismo é simultaneamente uma vitória do homem externo e ativo sobre o homem interno e passivo e uma vitória da razão sobre a crença... O marxismo, disseminado no nível popular na forma de comunismo, representou um grande avanço na capacidade do homem de conceitualizar seu relacionamento com seu mundo." [Zbigbiew Brzezinski, Between Two Ages, Viking Press, 1970, págs. 34 e 37]. 
"É também um fato que a América é democrática demais em casa para ser autocrática no exterior. Isto limita o uso do poder da América, especialmente sua capacidade de intimidar militarmente. Nunca antes uma democracia populista alcançou supremacia internacional. Mas, a busca de poder não é um objetivo que acende a paixão popular, exceto nas condições de uma súbita ameaça à sensação de bem-estar do público doméstico. A auto-negação econômica (isto é, o gasto com defesa) e o sacrifício humano (baixas, até mesmo entre os soldados profissionais) requeridos no esforço são incompatíveis com os instintos democráticos. A democracia é contrária à mobilização imperial." [The Grand Chessboard: American Primacy and Its Geostrategic Imperatives, Basic Books, 1998, pág. 35].

Se você está tentado a pensar que os objetivos dos globalistas com essa "cabala secreta" não estão sendo realmente implementados no cenário internacional por suas marionetes na política, então considere as palavras soberbas de Madeleine Albright, enquanto ela ocupava o cargo de Secretária de Estado, em 1997:
"Hoje, não existe um Stalin para dar ordens. Se uma nação estiver agora isolada da comunidade internacional, isto é por que o país é simplesmente fraco demais para cumprir as normas internacionais, ou por que seus líderes escolheram deliberadamente desconsiderar essas normas. Na semana passada na Holanda, o presidente Clinton disse que nenhuma nação democrática na Europa seria deixada de fora da comunidade transatlântica. Hoje, digo que nenhuma nação no mundo precisa ser deixada de fora do sistema global que estamos construindo." [Madeleine Albright, Secretária de Estado dos EUA, discurso em uma cerimônia de formatura na Universidade de Harvard, Massachusetts, 5 de junho de 1997].

Alguns Indivíduos Corajosos Tentaram Soar o Alarme

Alguns representantes eleitos tentaram advertir acerca dos perigos representados pelos globalistas, porém com pouco sucesso. A não ser que a grande mídia destaque as palavras deles, eles passam em grande parte despercebidos pela vasta maioria da população. Por exemplo, as Nações Unidas e a Comissão Trilateral foram criadas especificamente para promover o objetivo do globalismo e diluir a soberania das nações independentes, porém as advertências feitas por indivíduos da estatura do senador Barry Goldwater — que foi o candidato republicano nas eleições presidenciais de 1964 — receberam pouquíssima atenção do público.
"Chegou a hora de reconhecermos as Nações Unidas como a organização anti-americana e contrária às liberdades que ela se tornou. Chegou a hora de cortarmos todo o auxílio financeiro, de nos desligarmos e solicitar que a ONU estabeleça sua sede fora dos Estados Unidos, em algum lugar mais coerente com a filosofia da maior parte dos membros votantes, algum lugar como Moscou ou Pequim." [senador Barry Goldwater, Anais do Congresso, 1971]. 
"A Comissão Trilateral tem o objetivo de ser o veículo para a consolidação multinacional dos interesses comerciais e bancários, tomando o controle do governo político dos EUA. A Comissão Trilateral representa o esforço habilidoso e coordenado para tomar o controle e consolidar os quatro centros de poder: o político, o monetário, o intelectual e o eclesiástico. O que a Comissão Trilateral deseja fazer é criar um poder econômico mundial superior aos governos políticos dos Estados-nações envolvidos. Como gerentes e criadores do sistema, eles governarão o futuro." [senador Barry Goldwater em seu livro de 1979, With No Apologies].

De tempos em tempos, aparece um político cujas palavras de advertência alcançam a grande mídia, ou que de algum modo consegue causar problemas para os globalistas. Quando isto acontece, esse político frequentemente tem uma morte precoce. Por exemplo, mesmo considerando suas horas de voo acima da média, um número incomum de senadores, congressistas e governadores de estados já morreu em acidentes aéreos. (Pelas minhas contas, mais de trinta no período de 1950 a 2000, comparado com 1 em 20.000 para a população em geral). Um membro notável desse grupo infeliz foi o congressista Larry McDonald, um crítico muito eloquente dos globalistas e de sua preocupante agenda:

"Pelo que sei, ninguém se atreveu a revelar a parte mais vital da história dos Rockefeller: que eles e seus aliados têm, por no mínimo cinquenta anos, seguido cuidadosamente um plano para usar seu poder econômico para obter o controle político primeiro dos EUA, e depois do restante do mundo." 
"Quero dizer que existe uma conspiração? Sim, quero. Estou convencido que existe um plano deste tipo, que é internacional em sua abrangência, planejado há várias gerações e que é incrivelmente perverso em seus intentos. Você encontrará a verdade — frequentemente supreendente, algumas vezes desagradável, mas sempre vital nas páginas que se seguem. Gary Allen fez um trabalho magistral de combinar centenas de fatos dispersos e pistas ocultas do quebra-cabeças de Rockefeller até que um padrão inegável aparece. O quadro que é revelado quando The Rockefeller File é finalmente aberto poderá chocá-lo. Neste livro, você aprenderá por que os Rockefellers seguem as políticas que seguem, quais são seus objetivos, para onde pretendem levar a América... e por que é essencial que sejam impedidos." [Congressista Lawrence P. McDonald, na Introdução do livro The Rockefeller File, de Gary Allen, 1976].

O congressista McDonald morreu quando a União Soviética inexplicavelmente abateu o avião de passageiros em que ele viajava, em 1 de setembro de 1983.
"Existe uma pergunta real em minha mente que os soviéticos podem na verdade ter matado os 269 passageiros e tripulantes no voo 007 da Korean Air Lines para eliminar Larry McDonald." [Jerry Falwell, The Washington Post, 2 de setembro de 1983].

Professor da Universidade Georgetown Revela Coisas Demais

Os globalistas fizeram uma surpreendente e talvez acidental revelação de seus programas de longo prazo em 1966, com a publicação de uma volumosa obra acadêmica escrita por um historiador da Universidade de Georgetown, o professor Carroll Quigley. Em seu livro maciço de mais de 1.200 páginas, o professor Quigley revelou pela primeira vez o modo como figuras proeminentes no Sistema de Poder britânico e norte-americanos conspiravam juntos há várias décadas para criar um império global, de poder e abrangência maiores do que qualquer outro na história. Aqui estão alguns excertos reveladores:

"Esse mito, como todas as fábulas, possui de fato certa verdade. Realmente existe, e tem existido há uma geração, uma rede anglófila internacional que opera, em certa medida, da forma como a Direita radical acredita que o comunismo age. De fato, essa rede, que podemos identificar como os Grupos da Távola Redonda, não tem aversão a cooperar com os comunistas, ou qualquer outro grupo, e frequentemente faz isso. Tenho conhecimento da operação dessa rede porque a estudei durante vinte anos, e tive permissão por dois anos, no início dos anos 60, para examinar seus documentos e registros secretos. Não tenho aversão a essa rede ou à maioria de suas metas e, por um longo período da minha vida, estive próximo dela e de muitos de seus instrumentos. Eu me opus, tanto no passado quanto em tempos recentes, a algumas de suas políticas, mas em geral, minha principal divergência de opinião é que ela deseja permanecer desconhecida, e eu acredito que seu papel na história é relevante o bastante para se tornar conhecido.” [Professor Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, Nova York, 1966]. 
"Os poderes do capitalismo financeiro têm outro alvo muito abrangente, nada menos do que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas, capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo... O ápice do sistema seria o Banco de Compensações Internacionais, em Basiléia, na Suíça, um banco privado que pertence e é controlado pelos bancos centrais de todo o mundo, que eram, por sua vez, empresas privadas. Cada banco central... buscava dominar seu governo por meio de sua capacidade de controlar os empréstimos do Tesouro, manipular o câmbio, influenciar o nível de atividade econômica no país e influenciar os políticos colaboradores, com subsequentes recompensas econômicas..." [Professor Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, Nova York, 1966].

Ele também cita um famoso comentário feito por Walter Rathenau, um ex-ministro alemão das Relações Exteriores:
"... um número relativamente pequeno de banqueiros estavam em posições de imensa influência na vida econômica europeia e americana. Já em 1909, Walter Rathenau, que estava em condições de saber (pois tinha herdado de seu pai o controle da filial alemã da General Electric, e era diretor de diversas outras empresas), disse: 
"Trezentos homens, todos os quais se conhecem, dirigem o destino econômico da Europa e escolhem seus sucessores entre eles mesmos." [Professor Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, Nova York, 1966].

Quigley foi professor do jovem Bill Clinton durante os anos em que o ex-presidente foi aluno na Universidade Georgetown; ele também foi bem cândido sobre as forças que moldaram o passado, mas foi cuidadoso para não revelar informações demais sobre a existência atual e as operações sigilosas da mesma cabala secreta.

Por Que os Globalistas Estão Preparados Para Matar Milhões de Pessoas?

Os globalistas têm um plano excepcionalmente ambicioso, que é impor uma forma centralizada de governo em todo o planeta. Isto é totalmente coerente com a situação política mundial predita no livro do Apocalipse, que descreve o estabelecimento de dez autoridades regionais em todo o mundo e o subsequente aparecimento de um governante mundial com plenos poderes.

Os globalistas produziram as duas Guerras Mundiais para fazerem avançar sua agenda. A Primeira Guerra Mundial fez ruir os antigos impérios da Europa e do Oriente Médio, enquanto que a Segunda Guerra lançou os fundamentos para a União Europeia, a OTAN, a Organização das Nações Unidas, e a consolidação de dois vastos regimes comunistas — a URSS e a China. Para os propósitos desta nossa análise, o ponto fundamental a observar é que, juntas, essas duas guerras devastadoras resultaram nas mortes cruéis e violentas de mais de 75 milhões de pessoas.

Ambas as guerras foram estendidas por tempo suficiente para que tivessem o efeito máximo, com os financistas internacionais — os globalistas — fornecendo o financiamento e os armamentos para ambos os lados. Tudo indica que eles querem iniciar outra Guerra Mundial em algum tempo nos próximos anos de modo a elevar sua agenda global para o próximo patamar.

A vida humana não significa nada para as pessoas que se consideram superiores ao restante da humanidade. Ao longo dos dois últimos séculos, eles desenvolveram uma filosofia "científica" que em seus olhos justifica a eliminação de grandes segmentos da humanidade, os genes inferiores que, a partir de um ponto de vista evolucionário, merecem ser eliminados.


A maior parte desta filosofia foi desenvolvida na Grã-Bretanha e exportada depois para os EUA e para a Alemanha. Ela continuou a se propagar e expandir até que hoje, permeia a mentalidade globalista. Eles estão convencidos que, se deixada por sua própria conta, a população mundial crescerá até ao ponto em que a própria existência da humanidade ficará sob ameaça. As etnias humanas inferiores estão se reproduzindo exponencialmente e precisam ser restringidas. O único modo de fazer isso e evitar a destruição dos recursos limitados do mundo, é por meio do assassinato em larga escala e da esterilização.

Se isto parece profundamente improvável para você, pense novamente. Alguns dos intelectuais mais respeitados na sociedade britânica no século passado foram proponentes dessa visão. Por exemplo, considere os seguintes comentários feitos pelo escritor H. G. Wells:
"E para o restante, aquelas multidões de gente negra, marrom, branca suja e amarela, que não entram nas novas necessidades da eficiência? Bem, o mundo é um mundo, não uma instituição de caridade, e aceito a ideia que eles terão de partir. Em todo o sentido e significado do mundo, conforme eu o vejo, eles terão de partir. Como até aqui eles não conseguiram desenvolver personalidades sãs e distintivas para o grande mundo do futuro, a porção deles é morrer e desaparecer." [H. G. Wells, Anticipations of the Reaction of Mechanical and Scientific Progress Upon Human Life and Thought, 1902 (pág. 317)].

Observe que esta opinião foi expressa em uma obra de Wells que não é de ficção. O racismo que está por trás dela é realmente assustador — nenhuma figura pública de grande destaque hoje se atreveria a expressar esse tipo de opinião. Mas, cem anos atrás, os globalistas eram mais abertos sobre suas intenções. Hoje, eles são muito mais cuidadosos ao apresentarem sua filosofia.

Entretanto, agora e naquele tempo, ocasionalmente um membro da elite revela um pouco mais do que deveria. Um desses foi Sir Julian Huxley, o primeiro diretor-geral da UNESCO:
"No momento, é provável que o efeito indireto da civilização seja disgênico em vez de eugênico; em qualquer caso, parece provável que o peso morto da estupidez genética, da fraqueza física, da instabilidade mental e da maior vulnerabilidade às doenças, que já existem nas espécies humanas, provarão ser um peso grande demais para que progresso real seja alcançado. Assim, embora seja verdade que qualquer política eugenista radical será por muitos anos política e psicologicamente impossível, é importante que a UNESCO garanta que o problema eugênico seja examinado com o máximo de cuidado, e que a mente do público seja informada das questões em risco para que muito daquilo que agora é inimaginável possa pelo menos se tornar imaginável..." [pág. 21]. 
"Ainda outro e bem diferente tipo de assunto fronteiriço é o da eugenia. Ele está na fronteira entre o científico e o não-científico, constantemente sob risco de se tornar uma pseudociência baseada em ideias políticas preconcebidas, ou em suposições de superioridade ou inferioridade racial ou das classes sociais. Todavia, é essencial que a eugenia seja trazida totalmente para dentro das fronteiras da ciência, pois como já indicado, no futuro não muito remoto o problema de aprimorar a qualidade geral dos seres humanos provavelmente se tornará urgente, e isso somente poderá ser realizado aplicando-se as descobertas de uma eugenia verdadeiramente científica." [págs. 37-38; Sir Julian Huxley, UNESCO: Its Purpose and Its Philosophy (1948)

Aqui, temos uma organização globalista — a UNESCO — promovendo a eugenia como uma solução científica para o "peso morto da estupidez genética". Observe também que Huxley não está falando sobre a melhoria dos padrões de vida da humanidade, mas de "melhorar a qualidade média dos seres humanos". Em outras palavras, ele quer usar a eugenia como um modo "urgente" de aprimorar a qualidade do banco genético humano.

Além disso, eles pretendem executar esse programa de purificação eugenista com uma total indiferença ao sofrimento de suas vítimas. Eis aqui como Bertrand Russell, há muito tempo reverenciado pela elite intelectual britânica, expressou sua insensível atitude globalista:
"Não pretendo dizer que o controle da natalidade seja o único modo para evitar o crescimento populacional. Existem outros, que, pode-se supor, os oponentes do controle da natalidade prefeririam. A guerra, como comentei momentos atrás, tem até aqui sido desapontadora neste sentido, mas talvez a guerra bacteriológica possa se mostrar mais eficaz. Se uma Peste Negra pudesse ser propagada pelo mundo uma vez a cada geração, os sobreviventes poderiam procriar livremente sem tornar o mundo cheio demais. Não haveria nada aqui que pudesse ofender as consciências dos devotos ou limitar as ambições dos nacionalistas. A situação pode ser de certo modo desagradável, mas e daí? As pessoas de mente elevada são indiferentes à felicidade, especialmente à felicidade dos outros. [Bertrand Russell, The Impact of Science on Society, 1953, págs. 103-104]

Obviamente, homens como Wells, Huxley e Russell precisam ser guiados em seu raciocínio, pelo menos em algum grau, por um modelo conceitual de pureza genética e excelência humana. Caso você ainda não tenha adivinhado, esse "modelo" de perfeição genética humana é o homem inglês de classe alta. Essa percepção permeou o Sistema de Poder britânico no século 19 e se propagou para os correspondentes anglo-saxão e teutônico nos EUA e em outros países europeus ocidentais. Ela estava fundamentada "cientificamente" nas obras de Charles Darwin, que consolidou a duradoura convicção britânica de sua superioridade racial em duas obras clássicas: A Origem das Espécies (1859) e The Descent of Man (1871). Nenhuma das duas obras é remotamente científica pelos padrões atuais, porém ambas tiveram o mérito de atacar o cristianismo, promover o ateísmo e, mais importante de tudo, justificar as ambições imperiais britânicas.

Poucas pessoas hoje leem os textos originais, preferindo se basear nas repetição moderna das declarações das ideias de Darwin. Mas, vale a pena ir aos originais e verificar em primeira mão a profundidade do racismo em que essas ideias se baseiam. O seguinte é apenas uma amostra do racismo presente em The Descent of Man:
"Em algum período no futuro, não muito distante que possa ser medido em séculos, as raças civilizadas do homem quase que certamente exterminarão e substituirão as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os chimpanzés antropomorfos... sem dúvida serão exterminados. A ruptura entre o homem e seus aliados mais próximos será então mais ampla, pois ocorrerá entre o homem em um estado mais civilizado, como podemos esperar, mesmo que o caucasiano, e algum chimpanzé tão inferior quanto um babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o aborígene australiano e o gorila." [Charles Darwin, The Descent of Man and Selection in Relation to Sex, Londres, 1874 (pág. 178 da segunda edição; primeira edição publicada em 1871)].

Como a maioria dos intelectuais mais proeminentes do seu tempo, Darwin acreditava que os brancos europeus eventualmente "exterminariam" as "raças selvagens" do mundo. O extermínio dos negros faria o parente mais próximo do homem ser o macaco babuíno.

Se você tem dúvidas sobre a natureza radical do racismo em operação aqui, e do seu potencial genocida, apenas considere o seguinte:
"Se olharmos para o passado, para uma época extremamente remota, antes do homem ter chegado à dignidade humana, ele teria sido guiado mais por instinto e menos pela razão do que são os mais inferiores selvagens do tempo atual." [pág. 52]. 
"Com alguns selvagens, porém, o pé não perdeu totalmente sua capacidade de se agarrar, como mostrado pela maneira deles de subir em árvores e de usá-los de outras formas." [pág. 58]. 
"Julgando a partir dos hábitos dos selvagens e do grande número de Quadrumana [chimpanzé, macacos, etc.], o homem primitivo e até mesmo seus progenitores semelhantes ao chimpanzé, provavelmente viviam em sociedade." [pág. 70]. 
"Com os selvagens, os fracos no corpo ou na mente são logo eliminados e aqueles que sobrevivem comumente exibem uma vigorosa condição física. Por outro lado, nós, homens civilizados, fazemos todo o possível para impedir o processo de eliminação; criamos sanatórios para os doentes mentais, hospitais para os mutilados e para os doentes; instituímos leis para beneficiar os pobres e nossos homens na medicina fazem todos os esforços possíveis para salvar a vida de qualquer um até o último momento. Existe razão para crer que a vacinação preservou milhares, que com sua constituição frágil teriam sucumbido à varíola. Assim, os membros fracos das sociedades civilizadas propagam seus genes. Ninguém que já tenha lidado com a reprodução de animais domésticos duvidará que isto é algo extremamente prejudicial à espécie humana. É surpreendente como rapidamente a necessidade de cuidados, ou cuidados direcionados de forma errônea, levam à degeneração de uma raça doméstica; mas excetuando o caso do próprio homem, dificilmente alguém é tão ignorante ao ponto de permitir que os piores animais se reproduzam." [pág. 151-152]. 
"As nações ocidentais da Europa, que agora ultrapassam tão imensuravelmente seus antigos progenitores selvagens e que estão no ápice da civilização..." [pág. 160].

Os sentimentos expressos aqui por Darwin não poderiam ser mais claros. Permitir que essas raças "selvagens" se multipliquem é "altamente prejudicial à espécie humana." Somente um gerente irresponsável de uma fazenda permitiria que os "piores animais se reproduzissem". A implicação é clara — "os imensuravelmente superiores anglo-saxões" precisam tomar as medidas necessárias para garantir que esta pavorosa situação não possa continuar.


O livro The Descent of Man está repleto de declarações que retratam os negros e as "raças selvagens" como degenerados, tendo mais em comum com os animais do que com o homem anglo-saxão. Eis aqui como ele descreve uma espécie de macaco:
"Em alguns macacos, a barba está restrita aos machos, como no orangotango; ou é muito maior no macho do que na fêmea, como no Mycetes caraya e no Pithecia satanas. (fig. 68). 
"A semelhança do Pithecia satanas com seu pelo negro, globos oculares brancos e o cabelo dividido na cabeça, com um negro em miniatura é quase risível." [pág. 607 e 690].

Lamento ter incluído este exemplo de propaganda darwiniana de mau gosto, mas ela ilustra perfeitamente a profunda veia do racismo que permeia o ateísmo britânico. Além disso, ela mostra que esse racismo é do tipo mais extremo e poderá levar a resultados injuriosos aos outros grupos étnicos, incluindo os programas de purificação eugenista. Este é exatamente o mesmo tipo de racismo extremo que fundamenta a visão globalista que somente um grupo de elite de intelectuais brancos europeus deve governar o mundo e que as etnias humanas inferiores devem ser exterminadas.

Estas ideias depravadas há muito tempo se estabeleceram nos círculos do Sistema de Poder britânico, e foram ensinadas — normalmente de forma dissimulada — nas principais universidades britânicas, como Oxford, Cambridge e na Escola de Economia de Londres. Elas foram, por sua vez, transmitidas para os centros mais influentes de aprendizado nos EUA, incluindo as Universidades de Harvard, Princeton e Yale, bem como para as principais universidades alemãs, como Heidelberg, Freiburg e Leipzig. O programa de eugenia nazista, que foi financiado e incentivado pelos globalistas, cresceu diretamente a partir desta escola de pensamento.

Os globalistas reconhecem que muitos brancos europeus resistirão à Nova Ordem Internacional e ao seu programa de limpeza étnica. H. G. Wells deixa bem claro que esse tipo de resistência será tratada de forma sumária e os "descontentes" serão eliminados:
"... quando a luta parecer caminhar definitivamente rumo a uma democracia social mundial, ainda poderão haver grandes atrasos e desapontamentos antes que ela se torne um sistema mundial eficiente e beneficente. Um número incontável de pessoas... odiará a nova ordem mundial... e morrerá protestando contra ela. Quando tentarmos avaliar sua promessa, teremos de nos lembrar das angústias de uma geração ou mais de descontentes, muitos dos quais serão pessoas galantes e de aspecto gracioso." [H. G. Wells, The New World Order (1939)].

A Lista Fajuta dos Homens Mais Ricos do Mundo

Mesmo quando a pessoa reconhece que esta filosofia globalista existe, é legítimo perguntar se as pessoas envolvidas têm os meios e a oportunidade de colocar os planos em ação. Novamente, basta olhar para o padrão definido no século 20 e perguntar por que tantos resultados indesejáveis, cada um dos quais foi produzido por um pequeno grupo de pessoas influentes, simplesmente aconteceram para fazer avançar a agenda globalista: guerras extremamente custosas e destrutivas financiadas pelas mesmas fontes; a criação progressiva de organismos internacionais para diluir o poder das nações soberanas; a propagação desmedida de doutrinas ateístas na ciência, na filosofia e na religião; a expansão maciça do comunismo; o uso das moedas fiduciárias para empobrecer as classes médias nas economias desenvolvidas; o tremendo aumento no poder das grandes empresas multinacionais privadas; o alto nível de vigilância nas sociedades supostamente livres; o desenvolvimento de uma preocupante variedade de armamentos biológicos, químicos, nucleares e de engenharia genética para intimidar e destruir; e o altamente sofisticado uso da mídia popular para propósitos de propaganda.

Está certo, você pode argumentar, mas tudo isto requer dinheiro, uma quantidade extraordinária de dinheiro. Que evidências existem que uma pequena elite realmente tem os recursos financeiros para executar um plano tão detalhado assim? De acordo com as listas dos homens mais ricos do mundo, publicadas pela revista Forbes e por outros periódicos, os indivíduos mais ricos no mundo têm no máximo 50 bilhões de dólares: homens como Bill Gates, Warren Buffett, Larry Ellison, Carlos Helu, Laksahmi Mittal, etc. Mas, essas listas são uma fraude total. Elas omitem os extremamente ricos, o pequeno grupo de famílias da Europa e dos EUA, cujas riquezas são simplesmente prodigiosas.

Os super-ricos em 1900 não perderam suas riquezas ao longo do século 20. Talvez alguns tenham ficado estagnados ao longo do tempo, mas a maioria prosperou em um nível extraordinário. Em sua biografia oficial da família Rothschild, Frederic Morton reconheceu que a riqueza total deles era de mais de 6 bilhões de dólares em 1850 (The Rothschilds: Portrait of a Dynasty, 1962). Considerando-se que essa foi uma biografia autorizada de uma família sigilosa e que seus membros não têm o desejo de exagerar sua riqueza, esse valor provavelmente é conservador. Se aumentarmos essa riqueza a uma taxa real anual de 5% ou 6%, o que provavelmente é pouco, dada a influência dessa família sobre os mercados — então a riqueza dela hoje está bem acima de 30 trilhões de dólares, ou duas vezes o Produto Interno Bruto anual dos EUA.

Todavia, quantos membros da família Rothschild aparecem na lista dos homens mais ricos da revista Forbes, ou em qualquer outra lista desse tipo? Onde estão os Rockefellers, os Mellons, os Astors, os Vanderbelts, os Carnegies, os Cecils, os Cargills, os Bronfmans, os Du Ponts, os Harrimans, os Phipps, os Gettys, os Guggenheims, os Dawes, os Biddles, e dezenas de outros nos EUA, Grã-Bretanha, França, Suíça, Itália, e assim por diante? E qual é a verdadeira riqueza das antigas famílias reais da Europa, que têm participação acionária em grandes empresas, propriedades rurais e imóveis certamente na casa dos trilhões de dólares?

Considere estes fatos com muito cuidado, pois eles revelam muito sobre o verdadeiro centro de poder no mundo atual. Se assumirmos que as próximas dez famílias na lista dos verdadeiros ricos (não a listas publicadas pelas revistas Forbes e Fortune) têm sido tão bem sucedidos quanto os Rothschilds na expansão de suas riquezas ao longo dos últimos cem anos, então podemos seguramente acrescentar mais 30 trilhões de dólares à riqueza total sob o controle da elite governante do mundo.

As listas publicadas das pessoas mais ricas do mundo têm o objetivo de esconder as identidades dos verdadeiros ricos, a elite toda-poderosa. Afinal, se você tivesse riqueza dessa magnitude, não gostaria de permitir que o mundo soubesse sobre isto. Bill Gates é um menino engraxate em comparação com a família Rothschild. A verdade é que um grupo de elite formado por famílias extremamente ricas governa as nações do mundo. A influência política dessas famílias opera com impunidade em escala global e está orientada para um objetivo específico: a criação de um governo mundial controlado em nome delas por um grupo de homens de fachada e marionetes cuidadosamente selecionados.

Este objetivo não pode ser alcançado sem a reconfiguração em larga escala dos Estados Unidos, o que por sua vez requer a subjugação desse país por forças políticas e econômicas que estão além do controle da nação. Nos últimos cem anos, o laço em volta do pescoço tem sido apertado, particularmente desde a criação, em 1913, do Sistema da Reserva Federal, um banco central privado que possui o monopólio de emitir dólares americanos.

As Ordens Executivas Presidenciais

O presidente dos Estados Unidos da América é uma figura fundamental na agenda globalista. Os poderes do presidente norte-americano — que não é nada mais que um peão nas mãos da elite governante — têm sido continuamente aumentados, porém sem receberem destaque na grande mídia, até o ponto em que, em uma situação de emergência nacional, ele pode governar com autoridade ditatorial absoluta.

Considere as evidências. Sob a autoridade de diversas Ordens Executivas que foram assinadas e transformadas em lei durante os últimos sessenta anos, sem qualquer interferência do Congresso, sucessivos presidentes autorizaram a transferência de poderes extraordinários para seus gabinetes durante uma situação de emergência nacional. A maioria dos cidadãos estadunidenses desconhece esses poderes, ou o alcance deles. Eles também não sabem que é o próprio presidente quem decide se uma situação de emergência nacional deve ou não ser declarada. Portanto, com uma simples canetada, o Congresso pode ser suspenso e poderes executivos extraordinários podem ser assumidos pelo presidente.

Um comitê do Senado em 1973 tentou fazer uma auditoria e despertar uma conscientização na população a respeito do alcance desses poderes. O prefácio do relatório do comitê foi publicado em 19 de novembro de 1973. Os presidentes conjuntos do comitê tomaram o passo incomum de emitir uma declaração em 30 de setembro de 1973, antecipando os pontos ominosos apresentados no prefácio:
"O presidente tem o poder de confiscar a propriedade privada, organizar e controlar os meios de produção, confiscar a produção de alimentos e dos recursos minerais, enviar forças militares ao exterior, convocar forças de reserva de até 2,5 milhões de homens para serviço, instituir a lei marcial, confiscar e controlar todos os meios de transporte, regulamentar todas as empresas privadas, restringir as viagens e, em uma infinidade de modos, controlar as vidas de todos os cidadãos do país... A maioria dessas leis permanece uma fonte potencial de poder virtualmente ilimitado para o presidente, se ele decidir ativá-las. É possível que algum presidente no futuro possa exercer esta vasta autoridade em uma tentativa de colocar os EUA sob um governo autoritário." 
"Embora o perigo de uma ditadura surgir por meio de meios juridicamente legais possa parecer remota para nós hoje, a história recente registra que Adolf Hitler tomou o controle por meio do uso de dispositivos que previam poderes emergenciais, contidos nas leis da República de Weimar." [Declaração Conjunta, senadores Frank Church (D-ID) e Charles McC Mathias (R-MD), 30 de setembro de 1973].

As várias Ordens Executivas que existiam naquele tempo claramente conferiam poderes extraordinários ao presidente e lhe permitiam, se assim desejasse, operar uma ditadura, exatamente como os senadores Church e Mathias advertiram. Muitas outras Ordens Executivas foram assinadas desde então, que aumentaram grandemente os poderes que o presidente pode exercer durante uma situação de emergência nacional. Lembre-se que isto não inclui os poderes excepcionais que já foram conferidos ao presidente em uma longa lista de leis, incluindo dispositivos subsidiários contidos em outras legislações aparentemente inócuas.

Por exemplo, o presidente Obama assinou a Ordem Executiva 13524, em 16 de dezembro de 2009, com relação aos privilégios e imunidades da Interpol no território norte-americano. A Interpol é uma organização policial internacional privada com um passado muito questionável. Ex-presidentes da Interpol incluíram o general da SS Otto Steinhausl; Reinhard Heydrich, um alto oficial nazista responsável pelo Holocausto; o general da SS Arthur Nebe (sob cujo comando pelo menos 46.000 pessoas foram assassinadas); e o general da SS Ernest Kaltenbrunner, que foi condenado à morte pelo Tribunal de Nuremberg.

A definição da Interpol publicada pelo Departamento de Justiça dos EUA em 1988 deve disparar um alarme em todos os Estados norte-americanos:
"A Interpol realiza atividades intergovernamentais, mas não está baseada em um tratado internacional, convenção, ou documentos juridicamente legais similares. Ela foi fundada com base em uma constituição redigida por um grupo de oficiais de polícia que não a apresentaram para assinaturas diplomáticas, e também nunca a apresentaram para ratificação pelos governos." [Citado na pág. 185 do livro The Tavistock Institute of Human Relations, de John Coleman, 2006].

As alterações feitas pelo presidente Obama em dezembro de 2009 estenderam à Interpol os mesmos privilégios e imunidades previstas a Lei de Imunidades para as Organizações Internacionais, de 1945, que se aplica às organizações aprovadas pelos EUA, por meio de tratados internacionais ou por voto do Congresso. As restrições que existiam, aplicadas à Interpol por uma Ordem Executiva anterior (número 12425), assinada pelo presidente Reagan em 16 de junho de 1983, foram completamente removidas por Obama. Esta é uma concessão absolutamente chocante, pois permite que uma organização policial privada e internacional opere no território estadunidense sem virtualmente qualquer supervisão federal e sem restrições de qualquer tipo, exceto onde o presidente decida revogar seu status especial. O Congresso e o povo norte-americano não tiveram nada a dizer nesta questão. Em resumo, a Interpol usufrui das mesmas imunidades de todas as formas de processo judicial que os governos estrangeiros. A grande diferença, é claro, é que os governos estrangeiros não estão autorizados a realizarem operações de coleta dissimulada de dados de Inteligência dentro do território americano, porém a Interpol está.

O fato de não existir uma declaração consolidada dos extensos poderes que o presidente poderá exercer durante uma situação de emergência nacional deveria ser um assunto de grande preocupação, tanto para os cidadãos estadunidenses, quanto para o mundo como um todo.

Conclusão

Há evidência mais do que suficiente neste material para convencer a maioria dos céticos que um esforço internacional coordenado está sendo feito para enfraquecer fatalmente os Estados Unidos e implementar um governo mundial centralizado. Além disso, a evidência sugere fortemente que esse plano está bastante avançado e que a elite governante não sente dor na consciência se precisar matar dezenas de milhões de pessoas em uma Terceira Guerra, se isso servir para agilizar a criação de sua utopia totalitária.

Ao encerrar, permita-me novamente lembrá-lo que os verdadeiros controladores da política em Washington não foram colocados ali por meio do processo eleitoral:
"Obrigado por aquele maravilhoso tributo a Henry Kissinger ontem. Parabéns. Como o mais novo Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, recebo minhas ordens diárias do Dr. Kissinger, filtradas pelo general Brent Snowcroft e Sandy Berger, que também está aqui. Temos uma cadeia de comando no Conselho de Segurança Nacional que existe hoje." [Comentários feitos pelo Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, James L. Jones, na Quadragésima Quinta Conferência de Munique Sobre Política de Segurança, no Hotel Bayerischer, em 8 de fevereiro de 2009.]

Autor: Jeremy Jones, artigo em http://www.zephaniah.eu
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br

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