domingo, julho 27, 2014

Os Rothschilds dominam Israel

Dominam e dirigem sua política de genocídio.



Os Rothschilds possuem 80% de Israel, de acordo com Simon Schama. Eles construíram a Suprema Corte israelense. Eles são donos Reuters e a Associated Press (AP), as duas maiores agências de mídia do mundo.

Eles têm uma participação controladora na companhia petrolífera Royal Dutch, o Banco da Inglaterra e o LBMA (London Bullion Market Association). Eles alimentam as guerras, instalam presidentes, destronam reis e nações falidas, tal é o seu poder.

Os Rothschilds normalmente operam nos bastidores. No caso de Israel, os Rothschilds engenharam a 1ª guerra mundial e esperaram até 1917, quando a Grã-Bretanha estava em apuros. Os Rothschilds, em seguida, prometeram ao governo britânico que eles poderiam fazer os EUA entrarem na Primeira Guerra Mundial (ao lado da Grã-Bretanha) e, assim, garantir a vitória da Grã-Bretanha contra a Alemanha e aliados. No entanto, eles queriam algo em troca: a Palestina. Assim, a Declaração de Balfour foi criada, que é uma carta oficial do Ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo britânico James Balfour ao Barão Rothschild. Ele afirma que: "O governo de Sua Majestade vê com favorecimento o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, e vai usar seus melhores esforços para facilitar a realização deste objetivo."

Há um grande problema com isso. A Palestina nunca foi da Grã-Bretanha para dar de presente. Ela pertence por direito aos povos árabes e palestinos que vivem lá. Os Rothschild sionistas judeus vieram, tomaram o poder e à força evacuaram e mataram milhões de palestinos que viviam ali. Eles ainda estão cometendo genocídio até hoje. A criação do estado sionista de Israel foi maciçamente injusto por direito desde o início. Algo concebido em iniquidade gera conflito. Não é exagero dizer que a fundação de Israel em si pode ser o precursor para a Terceira Guerra Mundial.

A Israel sionista controla os governos dos EUA, da Grã-Bretanha, Canadá, França e muito mais - e os Rothschilds controlam Israel.

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domingo, julho 06, 2014

Quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição

Notícia: Católicos, judeus e muçulmanos assinaram declaração de paz.

O que diz as Escrituras: Quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição. [1 Tessalonicenses 5:3]


Católicos, judeus e muçulmanos, na Colômbia, assinaram uma histórica declaração conjunta sobre a paz, nesta terça-feira, 1 de julho, nas instalações do Palácio do Arcebispo de Bogotá.

Em seu site, além dessa notícia, a Conferência Episcopal da Colômbia afirmou que estas comunidades “se comprometeram a continuar construindo conjuntamente caminhos de paz e reconciliação no nosso país”.
A reunião foi presidida pelo Cardeal Rubén Salazar Gómez, o rabino Alfredo Goldschmidt e o Sheik Ahmad Tayel.

"Infelizmente ao longo da história religiosa – afirmou o Cardeal Salazar – ficou demonstrado que houve rivalidade, embora sigamos o mesmo 'Deus'. Por isso, o Santo Padre, o Papa Francisco, quis fazer, desde Roma, um gesto de reconciliação entre dois inimigos que, hoje em dia, parecem irreconciliáveis​​, Israel e Palestina. Imitando esse gesto, a comunidade uniu-se em um momento de oração para pedir pela paz de todo o mundo, mas de modo especial, pela paz na Colômbia”.

Por sua parte, o rabino Alfredo Goldschmidt, representante da comunidade judaica, acredita que a oração pela paz seja uma oportunidade para fechar essa porta de ódio e de violência, referindo-se especificamente ao conflito interno que vive o país. "Dói-nos muito que um grupo de pessoas perturbem e não permitam que um país possa viver em tranquilidade como sociedade, o que acontece na Colômbia, acontece no Oriente Médio e em muitos países do mundo”, disse Goldschmidt.

Esta iniciativa tem sido possível graças ao exemplo dado pelo Papa Francisco, que no dia 8 de junho reuniu-se com os presidentes de Israel, Shimon Peres, e o presidente palestino, Mahmoud Abás.

Durante este encontro histórico houve momentos de oração, canto e entrega de placas comemorativas. Finalmente, terminou com a assinatura e proclamação da declaração inter-religiosa, da parte das três comunidades.

Durante esta reunião também esteve presente o vice-presidente da República, Argelino Garzón. A autoridade destacou esse fato como um sinal que motiva os colombianos, o Estado e os grupos à margem da lei para fortalecerem mais o que nos une do que o que nos separa. (Trad.T.S.)

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