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terça-feira, junho 09, 2026

Inteligência Artificial, Robôs e o Livro de Joel 2

Inteligência Artificial, Robôs e Joel 2
Autor: Jeremy James, Irlanda, 7/2/2025.

Muitos de nossos leitores se lembrarão da passagem no livro do Apocalipse em que as Dua Testemunhas são mortas em Jerusalém pela "besta que sobe do abismo" e seus corpos mortos são deixados na rua por três dias e meio.


Os dois profetas tinham irritado grandemente o grupo de liderança da maquinação do Anticristo durante três anos e meio e impediram o grupo de usar o Templo recém-construído. Os corpos deles não foram removidos para que aqueles que adoravam o Anticristo — "aqueles que habitam na Terra" pudessem ter a satisfação de ver os corpos mortos deles caídos na rua:

"E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra." [Apocalipse 11:10].

A maioria dos seguidores do Anticristo conseguirá ver essa cena via uma transmissão em vídeo ao vivo pela televisão e Internet. Essa transmissão causará uma comemoração, em que aqueles que "habitam na Terra" ficarão tão satisfeitos com aquilo que verão pela televisão ou nas telas de seus computadores que eles enviarão presentes para seus amigos.

A transmissão ao vivo continuará por três dias e meio, enquanto o grupo de liderança do Anticristo explora o espetáculo para fins de propaganda e levar seus seguidores a um frenesi de entusiasmo. Mas, depois, eles terão o maior choque de suas vidas quando o Espírito Santo ressuscitar as Duas Testemunhas e elas ascenderem ao céu em seus corpos físicos agora imortalizados.

Este evento profético somente poderia ocorrer da forma como predito em um tempo de comunicações eletrônicas avançadas. Caso contrário, ele seria visto somente por um número muito pequeno de pessoas e não teria a menor chance de acionar o entusiasmo de todos "que habitam na Terra" em apenas alguns poucos dias. A Palavra de YAOHU diz efetivamente que a comunicação internacional via rádio não poderia ser a fonte da transmissão, pois o verso 11:9 diz especificamente que todas as nações VERÃO os corpos mortos das Duas Testemunhas:

"E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra." [Apocalipse 11:9].

Podemos inferir com segurança a partir dessas passagens que os eventos descritos e, assim, a própria Tribulação, não poderiam ter ocorrido antes da Segunda Guerra Mundial.

Isto mostra que devemos levar a tecnologia emergente em conta ao interpretarmos as profecias bíblicas. A Palavra de YAOHU é incrivelmente precisa e foi estruturada pelo Espírito Santo de tal forma que passagens referentes ao fim dos tempos que causaram perplexidade se tornarão mais claras à medida que nos aproximarmos mais dos eventos.

A Inteligência Artificial

Em nosso ensaio anterior sobre Inteligência Artificial (IA) examinamos a natureza desta nova tecnologia impressionante e destacamos a extensão em que os sistemas de IA são mal compreendidos por aqueles que os constroem. Como observamos naquele ensaio, um computador super-rápido, ou uma rede de computadores super-rápidos, refina seu próprio software por tentativa e erro, construindo uma rede neural em que o código responsável pelo resultado bem-sucedido é reforçado pelo uso repetido. Isso permite que o programa solucione problemas não por meio da compreensão deles, mas simplesmente experimentando todas as linhas possíveis de averiguação. (Nosso ensaio anterior explica isso em mais detalhes.)

É fácil ver por que até os desenvolvedores de software mais talentosos não conseguem entender exatamente como um sistema de IA projetou um programa sofisticado. O sistema de IA é incapaz de "explicar" o que fez, pois o processo requereu bilhões de passos que não podem ser "resumidos" de um modo que nossa mente humana possa compreender. Isso significa que a IA permite a criação de programas que são complexos demais para alguém compreender totalmente. Em certo sentido, os projetistas precisam "confiar" que o sistema de IA encontrou uma "solução" — o mega-programa final que atende à especificação c sem incluir elementos funcionais que os projetistas nunca tiveram em mente.

Muitos desenvolvedores de software que trabalharam na pesquisa de IA por vários anos já expressaram alarme com a facilidade como a IA pode ir além do que os projetistas queriam. Em algum estágio, um sistema de IA pode incorporar código em seu megaprograma final que, quando operado em conjunto com outros mega-programas criados por IA, poderá produzir uma entidade totalmente nova. Essa nova entidade poderá ser capaz de garantir a continuação de sua existência — "preservar sua integridade" — ao mesmo tempo que se envolve em atividades que são prejudiciais à sociedade.

Não iremos seguir esse tema futurista em nosso ensaio. Ao revés, confinaremos nossa discussão às realizações robóticas existentes e ao que sabemos agora que a IA está fazendo. Nossas descobertas poderão surpreender muitos leitores.

O Robô Atlas

A companhia Boston Dynanics é geralmente reconhecida como a indústria líder no campo de robótica baseada em IA. Embora o público tenha recebido a garantia que nenhum dos produtos da companhia está sendo desenvolvido como arma, a própria companhia, que foi fundada em 1992, mudou de mãos várias vezes. Entre 2013 e 2017 ela pertenceu à Alphabet (a companhia-mãe do Google). Portanto, precisamos assumir , que ela ocupa um nicho importante no complexo industrial-militar americano. Por exemplo, o financiamento e supervisão para seu primeiro robô hidráulico avançado, conhecido como Atlas, foi fornecido pela DARPA (Agência de Pesquisa e Projetos Avançados de Defesa, do governo dos EUA). O protótipo hidráulico do Atlas foi mostrado para o público pela primeira vez em 2013, o mesmo ano em que a Alphabet assumiu o controle da companhia.

O programa Atlas tornou-se o principal foco de sua pesquisa com o objetivo de desenvolver um robô totalmente eletrônico (não hidráulico) capaz de realizar uma variedade de atividades humanas. Essas atividades poderiam incluir caminhar, correr, pular e empilhar produtos em um depósito atacadista.

Ao longo dos anos seguintes, melhoramentos tecnológicos permitiram ao robô Atlas dar cambalhotas, "plantar bananeira" (ficar de cabeça para baixo. apoiado nas mãos e com os braços estendidos), executar saltos ornamentais, dar giros suaves com o corpo, abrir portas, dirigir um veículo utilitário, percorrer terremo acidentado, evitar obstáculos e resistir ao impacto de projéteis. Ele estava se parecendo cada vez mais com um supersoldado, embora de baixa estatura — ele tinha 1,5 metro de altura e pesava cerca de 55 kg.

O Ritmo Rápido de Desenvolvimento

As fotografias no Apêndice A mostram o robô Atlas dando uma cambalhota em 2017. A complexidade dessa tarefa é fenomenal. Ela mostra o quão longe seu projeto tinha avançado em apenas alguns poucos anos. Embora o robô estivesse fazendo isso oito anos atrás, não estamos cientes de qualquer outra companhia de robótica hoje com um protótipo humanoide que possa realizar essa tarefa. Precisamos assumir que a Boston Dynamics tem enquanto isso levado seu próprio projeto muito mais longe. O modelo mais recente talvez inclua recursos que são avançados demais militarmente para serem divulgados para o público.



A Transformação dos Robôs em Armas

Empresas chinesas e o grupo Tesla estão prometendo colocar no mercado um robô similar por volta de 2026 e produzir até 1.000 unidades no primeiro ano. Devemos tomar nota com atenção desse alvo. A indústria não somente está desenvolvendo um robô humanoide muito avançado, mas fazendo isso com a intenção de fabricá-lo em grandes números assim que o protótipo deles tiver sido aperfeiçoado.

A partir de um ponto de vista militar, se esses dispositivos metálicos forem transformados em armas e utilizados no campo de batalha, eles apresentarão um desafio formidável para um exército humano. Em terreno aberto, poderia ser possível deter o avanço deles com munições padrões, mas em grandes centro de população, eles seriam virtualmente imparáveis. Em batalhas nas ruas e em encontros cara a cara, um exército humano teria poucas chances.

A Profecia Bíblica

Isto nos leva até a profecia bíblica e a relevância desses desenvolvimentos tecnológicos para os eventos do fim dos tempos. É difícil ver como eles podem ser ignorados. Um exército de humanoides controlado por IA e apoiado por drones de vigilância seria capaz de escalar todos os obstáculos e subjugar uma cidade bem defendida em algumas horas. Esta é a vista que agora está aparecendo diante de nós.

Podemos encontrar alguma coisa na Bíblia que tenha previsto isso? Bem, já observamos como o destino das Duas Testemunhas será visto em tempo real por uma audiência em todo o mundo, desse modo implicando que a televisão, ou uma tecnologia equivalente, seria desenvolvida antes do início do fim dos tempos. Com isto em mente, podemos perguntar se existem passagens que sugerem que um exército de robôs guerreiros será utilizado durante a Tribulação?

Acreditamos que existam. Dê uma olhada no capítulo 2 do livro do profeta Joel, em particular nos versos 7-9:

"Como valentes correrão, como homens de guerra subirão os muros; e marchará cada um no seu caminho e não se desviará da sua fileira. Ninguém apertará a seu irmão; marchará cada um pelo seu caminho; sobre a mesma espada se arremessarão, e não serão feridos. Irão pela cidade, correrão pelos muros, subirão às casas, entrarão pelas janelas como o ladrão." [Joel 2:7-9].

Joel fala das convulsões da Tribulação de um modo dramático. No capítulo 2 ele descreve o sofrimento intenso que Israel terá de suportar antes que o remanescente justo finalmente se volte para o CRIADOR em busca de salvação. Grande parte desse conflito está concentrado em Jerusalém e ao redor. As forças do Anticristo estão invadindo a cidade e provam ser imparáveis.


Os versos 7-9 fazem algo singular, algo que não podemos encontrar em nenhum outro lugar na Palavra do PAI Celestial. Eles descrevem o modo como um exército se conduz na batalha. Muitas batalhas e choques violentos são mencionados na Bíblia, mas nos casos em que eles são descritos a conduta do agressor, seu modus operandi no campo de batalha, é muito sucinta. O texto fala de espadas, setas, e carros de combate, mas não do modo como eles são usados para efeito estratégico. A passagem em Joel é diferente. Ela nos diz como esse exército em particular se comportará, o método característico que ele usará para combater o inimigo.

Vamos examinar linha por linha:

"Como valentes correrão, como homens de guerra". Isto sugere uma virada incomum de velocidade e a capacidade de sobrepujar uma força opositora.

"Como homens de guerra subirão os muros": Novamente, vemos evidência da agilidade excepcional deles. Observe também que a Bíblia diz que eles são "como homens", mas em parte alguma diz que eles são homens.

"E marchará cada um no seu caminho": Isto sugere que, embora eles avancem em uníssono, eles fazem isso como unidades autônomas e atuam de forma inteligente.

"E não se desviará da sua fileira": Eles são altamente organizados e trabalham juntos para cumprirem um objetivo comum.

"Ninguém apertará a seu irmão": Este é um comentário interessante. Normalmente, um soldado em combate corre o risco de ser golpeado por um de seus companheiros que estiver por perto, quando suas respectivas espadas forem movimentadas para frente e para trás e golpes forem aplicados. Esse exército não estará sujeito a esse tipo de "fogo amigo". A inteligência que guia o comportamento coletivo garantirá que nem um dano acidental seja feito aos seus companheiros.

"Marchará cada um pelo seu caminho": Novamente, temos uma referência à autonomia desses soldados. No ardor da batalha eles são capazes de executar sua função designada — sob o controle da IA — sem se desviarem de seu caminho especificado. Isto é algo que raramente alguém encontra em um exército humano, o exercício em tempo real de um indivíduo e uma inteligência coletiva.

"Sobre a mesma espada se arremessarão, e não serão feridos": Este comentário mostra que existe alguma coisa muito incomum com esse exército. Normalmente, um combatente golpeado durante a batalha sofreria com o ferimento, mas não esses soldados. Eles simplesmente se colocam em pé novamente e continuam em seu caminho!

"Irão pela cidade, correrão pelos muros, subirão às casas, entrarão pelas janelas como o ladrão." Claramente, eles podem se mover rapidamente e são ágeis. Eles são quase ginastas em sua habilidade em escalar um muro e correr em cima dele, entrando nas casas pelas janelas altas. Um exército humano não conseguiria fazer isso!

Poderíamos ocupar várias páginas para discutir como os comentaristas bíblicos interpretam esses versos, mas isso realmente não é necessário. Os comentaristas não compreenderam o tipo de tecnologia que estaria disponível no fim dos tempos e deram preferência às interpretações que eram vagas demais para fazerem justiça ao texto, ou postularam um cenário em que os demônios tinham de algum modo assumido forma física. Uma leitura cuidadosa do livro do profeta Joel mostrará que — dado o modo como a tecnologia avançou — uma interpretação mais simples e consistente é agora possível.

https://www.espada.eti.br

sexta-feira, outubro 03, 2025

A Antártida Surpreendeu os Alarmistas Climáticos

Durante anos, cientistas acompanharam o declínio constante do gelo no continente... mas agora, algo completamente inesperado aconteceu: a Antártida ganhou repentinamente uma quantidade enorme de gelo!

Pesquisadores estão correndo para estudar o fenômeno — poderia estar ligado a padrões incomuns de queda de neve, mudanças nas correntes oceânicas ou mudanças atmosféricas? Ninguém previu isso, e o mistério deixou os especialistas perplexos.

Isto é um poderoso lembrete de que nosso planeta é imprevisível e cheio de surpresas — às vezes desafiando todas as previsões dos alarmistas do aquecimento global.

O que você acha: essa é a maneira da natureza de nos lembrar quem realmente está no controle? 





quarta-feira, julho 29, 2020

Sangue Jovem, Fonte da Juventude?


Duas equipes diferentes de cientistas anunciaram que a transfusão de sangue de jovens ajuda a rejuvenescer pessoas mais velhas, consertando o coração e curando cérebros envelhecidos. Falando ao New York Times, o professor de neurologia da Harvard Medical School, Rudolph Tanzi, diz que “essas descobertas podem mudar muita coisa.”

Tanzi, que não é associado a nenhum dos estudos, também disse estar “extremamente empolgado” com os resultados das duas pesquisas. Esses estudos seguem experimentos feitos nos anos 1950 pelo Doutor Clive M. McCay, da Universidade de Cornell. McCay descobriu que, após unir ratos por seus vasos sanguíneos em um procedimento chamado parabiose, os ratinhos mais velhos rejuvenesciam pelo plasma dos mais novos. Ele não conseguiu explicar por que isso aconteceu, no entanto.

Os novos estudos mostram provas claras de como o processo funciona e ainda oferecem uma explicação: a chave está no nível de algumas proteínas que são abundantes em sangue jovem e parecem acordar células-tronco, propiciando a criação de novos tecidos.

Rejuvenescendo cérebros…

O primeiro estudo- publicado na Nature Medicine e liderado por Saul Villeda, da Universidade da Califórnia – diz que a transfusão de sangue através da parabiose funciona e que a extração do plasma dos camundongos mais jovens e a injeção no cérebro mais velho funciona ainda melhor. O processo cria novas conexões neuronais, revertendo os efeitos do envelhecimento, e melhorando consideravelmente as funções cognitivas dos ratos:

Em um nível cognitivo, a administração sistêmica do plasma do sangue jovem em ratos mais velhos melhorou deficiências cognitivas relacionadas à idade tanto em condicionamento do medo contextual quanto na aprendizagem espacial e memória. Melhorias estruturais e cognitivas desencadeadas pela exposição ao sangue jovem são mediadas, em partes, pela ativação do elemento de resposta ao AMPc (uma proteína conhecida como CREB) no hipocampo envelhecido. Nossos dados indicam que a exposição de ratos envelhecidos ao sangue jovem é capaz de rejuvenescer a plasticidade sináptica e melhorar a função cognitiva.

Essa descoberta pode ser a chave para combater a doença de Alzheimer e outras doenças cerebrais degenerativas causadas pelo envelhecimento.

…e corações

O segundo estudo, publicado pela Science e feito por uma equipe de Harvard liderada pela Doutora Amy J. Wagers, mostra que o alto nível da proteína GDF11, presente no sangue jovem, reverteu o relógio dos corações de ratos velhos. Essa proteína revive as células-tronco nos ratos velhos, causando a criação de novos tecidos para substituir os antigos.

A Dra. Wagers era um membro da equipe que inicialmente revisou o estudo do Dr. McCay, grupo este liderado pelo professor de neurologia da Universidade de Stanford, Dr. Thomas Rando. Rando estuda a longevidade e envelhecimento dos humanos há tempos. Eis um vídeo bem interessante (e em inglês) em que ele discute o processo e fatores para prevenir o envelhecimento.





A fonte da juventude eterna

De acordo com a Dra. Wagers, os dois estudos mostram que “em vez de tomar um medicamento para o seu coração, um para os músculos e um para o cérebro, talvez você consiga desenvolver algo que afete todos eles.”

Há apenas duas ressalvas. A primeira é que essas experiências foram feitas com ratos. Elas ainda precisam ser testadas em seres humanos, que têm versões próprias da GDF11. Provavelmente funcionará da mesma maneira, mas ainda não podemos dizer com certeza.

A segunda é o câncer. No momento em que você acorda células-tronco e diz para elas criarem novas células, talvez você aumente a possibilidade de desenvolver câncer. Sinceramente, prefiro arriscar a possibilidade do câncer do que a certeza da demência ou uma morte repentina causada por algum problema cardíaco. Mas nem todos pensam assim.

De qualquer forma, os cientistas estão bastante empolgados. Os resultados são claros e não há conflitos entre os dois estudos, então essa notícia é espetacular, eles dizem. O diretor do Centro de Medicina Molecular do Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue dos EUA, Dr. Toren Finkel, disse ao The New York Times que os estudos mostram que “podemos atrasar o relógio em vez de diminuir a sua velocidade”. Estou com os dedos cruzados com tanta força que eles podem gangrenar.



sábado, fevereiro 14, 2015

A Ciência e o Sobrenatural


"Nos últimos séculos, a ciência nos tornou cientes que o universo é mais estranho e mais interessante do que nossos antepassados compreenderam. É divertido pensar que ele poderá se revelar até mais estranho e mais interessante do que os cientistas estão dispostos a admitir." [Colin Wilson, The Occult: A History, pág. 33.].
Moro com minha família em uma região muito rural das planícies canadenses. Para irmos a um centro de compras, ou até mesmo a um grande supermercado, precisamos literalmente reservar um dia inteiro. O tempo de viagem até uma cidade grande que tenha um centro comercial razoável é maior do que o tempo que passamos nas lojas. Viagens para fazer uma consulta médica, ir ao cinema ou a uma biblioteca requerem um esforço concentrado; quando a ida ao cinema envolve uma viagem de 160 km (para ir e voltar), você começa a questionar se o filme realmente vale a pena todo esse esforço.

Mas, existem vantagens de viver assim tão isolado na zona rural. Em uma noite qualquer, podemos ir para fora de casa e contemplar a Via Láctea em detalhes incríveis, com o céu noturno totalmente forrado por estrelas, de uma extremidade até a outra, e podendo ser vistas sem o auxílio de binóculos ou de um telescópio. A espetacular Aurora Boreal também aparece, dando a impressão que o céu está em chamas, e pode ser apreciada em sua plenitude. Da mesma forma, podemos ouvir o estrondo produzido pelas asas de milhares de gansos, cisnes, patos e grous migratórios a cada primavera e outono.

Já vimos o sol e a lua produzirem fenômenos curiosos no ar gelado do inverno: halos solar e lunar, "glórias" ao amanhecer, auréolas de luz incomuns e outros fenômenos com luzes surreais. Também já testemunhamos diversos outros fenômenos naturais interessantes: tempestades de relâmpagos, faixas de cores nos céus, o arco circunzenital, miragens esquisitas, redemoinhos gigantes, múltiplos tornados (estes são realmente violentos) e milhares de bolinhas de neve perfeitas caindo do céu na tarde quente de um dia de agosto. Ao longo dos anos, minha família e eu testemunhamos uma infinidade de belas e incomuns maravilhas naturais.

Por que estou contando isto? Porque Colin Wilson estava certo: o universo é um lugar estranho e interessante. Além disso, nosso mundo imediato e o universo maior ainda são um lugar que pode deixar a ciência humana em profunda perplexidade.

A ciência, em sua forma pura, está preocupada principalmente com aquilo que é observável, testável e que pode ser reproduzível. Neste sentido, ela está restrita ao estudo físico da matéria física. Mas, a "ciência pura", tanto no passado e no presente, frequentemente teve (ou tem) seus dedos em outra torta: a metafísica, a investigação filosófica na base da realidade — isto é, a religião (pode-se argumentar que toda a ciência tem alguma base metafísica, entretanto, muitos humanistas seculares dizem que a "ciência pura" opera de forma independente da metafísica; um debate que este artigo não poderá explorar de forma apropriada). Além disso, a ciência está se tornando cada vez mais interessada em explorar as possibilidades da utilização do sobrenatural.

Por exemplo, considere um relatório publicado por Eric Davis, da Warp Drive Metrics. Esse relatório, intitulado Teleportation Physics Study (Estudo da Física do Teletransporte), foi produzido e financiado pelo Laboratório de Pesquisa da Força Aérea dos EUA, na Base Aérea de Edwards (contrato número F04611-99-C-0025, data de publicação: agosto de 2004).

O relatório é de natureza técnica e se aprofunda nos aspectos da Física Quântica e o relacionamento dela com o espaço e tempo, algo que acho fascinante, embora frequentemente me perco na terminologia complexa. O relatório também detalha outra "ciência" — uma ciência que cruza e avança além do estudo da Física Quântica: a psicocinética (o movimento de objetos por meio de canais psíquicos).

Delineando essa estranha ocorrência, Davis explicou que Uri Geller, um psíquico bem-conhecido, era capaz de entortar uma colher sem tocar fisicamente nela durante as palestras que fazia. Além disso, Davis explica detalhadamente o profundo interesse que as comunidades de Inteligência, científica e militar dos EUA têm até hoje no campo das ciências ocultas — particularmente a visualização remota.

A visualização remota, que inclui e combina elementos de clarividência (ver coisas no futuro) e experiências extracorpóreas, tem sido especialmente intrigante para a comunidade de Inteligência. Há várias décadas que diversas agências governamentais e laboratórios privados estão envolvidos em programas de visualização remota. Davis, ao delinear o contexto histórico para o estudo científico-militar dentro desse campo, explica o seguinte:

"O leitor deve observar que os primeiros programas de Pesquisa e Desenvolvimento militares e de Inteligência sobre controle mental, psicológico e psicocinese, foram realizados por H. K. (Andrija) Puharich, durante seu serviço militar no Centro de Guerra Biológica e Química do Exército, em Fort Detrick, Maryland, nos anos 1940s-1950s. Puharich tinha um interesse em clarividência e psicocinese, e investigou as teorias para expandir e sintetizar eletrônica e farmaceuticamente as capacidades psíquicas. Durante o tempo em que esteve no Exército, Puharich participou de diversas experiências parapsicológicas e proferiu palestras para equipes do Exército, Força Aérea e Marinha sobre as possibilidades da guerra mental. Ele era um especialista reconhecido em hipnose e microeletrônica." (Teleportation Physics Study, pág. 55)

Esta é uma admissão impressionante. Já em meados do século passado, a comunidade de Defesa e Inteligência estava envolvida na exploração psíquica e ocultista, incluindo a clarividência — e tinha acoplado essa pesquisa teórica com drogas de alteração da mente e estímulos eletrônicos.

No ano 2000, W. Adam Mandelbaum, um ex-oficial da Inteligência e psíquico praticante, delineou um atemorizador cenário futurista em seu livro controverso The Psychic Battlefield: A History of the Military-Occult Complex (St. Martin’s Press, 2000):

"Além de dar fim à privacidade e poder manipular os mercados financeiros, um grupo de guerreiros psíquicos altamente desenvolvidos poderia começar a pensar em si mesmos como uma nova Raça-Mestre. Temos visto no treinamento dos atletas olímpicos dos países do Bloco Oriental o uso generalizado da sugestão, de imagens e ensaios mentais para expandir o desempenho esportivo. Provavelmente, veremos essa tendência continuar nos militares do terceiro milênio para criar os Supersoldados... A criação consciente de uma força militar superior fará, como resultado, os participantes se tornarem conscientemente cientes de suas capacidades superiores. Acrescente o ego ao acesso aos armamentos, misture com habilidades de espionagem psíquica superiores e voilá! teremos uma nova SS nazista que fará os rapazes de Himmler parecerem como lobinhos escoteiros." (The Psychic Battlefield, pág. 235).

Mas, as comunidades militar e de defesa, incluindo as da Rússia e da China, não são as únicas áreas em que a ciência e o sobrenatural se combinaram. A atividade psíquica também tem sido usada nos campos da arqueologia e da criminologia. Dessas duas, o uso das capacidades psíquicas na criminologia é, provavelmente, a mais conhecida, alimentada em grande parte por vários programas de televisão e publicações que destacam os aparentes sucessos e fracassos das investigações criminais-clarividentes.

Todavia, o uso de poderes ocultistas no campo da arqueologia é relativamente desconhecido. Hanz Holzer, um dos mais prolixos autores nos assuntos de parapsicologia e espiritismo, detalhou diversas experiências psíquicas e arqueológicas em seu livro Window to the Past. Recorrendo a médiuns espíritas e utilizando práticas como telepatia, os indivíduos foram capazes de identificar sítios arqueológicos e documentar eventos históricos importantes. Holzer, ao descrever mais detalhadamente a pseudociência da arqueologia psíquica, explicou:

"As expressões dos médiuns, independente de quão genuínas e detalhadas, apesar disso não representam fato científico no sentido aceito, mas podem levar à investigações em áreas onde os cientistas podem não ter olhado. Se esses seguimentos forem realizados livres de preconceitos e noções pré-concebidas, as pistas psíquicas podem estar entre os instrumentos mais valiosos da pesquisa histórica." (Window to the Past, pág. 94)

A reencarnação, a cura psíquica, o desenvolvimento da superconsciência, pré-cognição excepcional, experiências extracorpóreas, visualização remota e diversos outros tópicos que dançam no fio da navalha do sobrenaturalismo e do ocultismo têm todos sido tópicos para o pensamento e o estudo científicos.

Além disso, a investigação científica dos fenômenos psíquicos está frequentemente enraizada na ortodoxia científica básica, assumindo aspectos de capacidade de repetição, teste e observação. Entretanto, isso não nega seu lado sobrenatural e tampouco eleva a pesquisa psíquica para os escalões da ciência pura. Mas, o fato de poder ser testada, observada e repetida dá a confirmação que a atividade psíquica existe. Entretanto, para a "mente científica" cética, a noção que essa pseudociência avança para dentro do mundo nebuloso do ocultismo ou do sobrenaturalismo, é raramente aceita como uma opção séria.

Mas, a teologia e a história humana dizem o contrário. A partir de um contexto histórico e contemporâneo, a humanidade adotou o ocultismo em uma tentativa de controlar e utilizar poderes sobrenaturais para ganho individual — algumas vezes colocando em ação forças que destruíram o corpo e a mente no processo. Pior ainda, a história está repleta de exemplos de civilizações que seguiram ideologias e filosofias baseadas no ocultismo, com a consequência que a morte e a destruição ocorreram em seguida (a Alemanha Nazista vem à lembrança; veja As Raízes Ocultistas do Nazismo, de Nicholas Goodrick-Clarke, e a série em vídeo em 4 partes, The Occult History of the Third Reich].

Sem qualquer ironia, a afamada ocultista e "mãe" do Movimento de Nova Era, Helena Petrovna Blavatsky, advertiu sobre os perigos dos poderes sobrenaturais e ocultistas como um instrumento militar/criminal. O seguinte foi originalmente publicado na revista Lucifer, em 1891, e foi republicado em uma coleção dos escritos de Blavatsky, intitulada Studies in Occultism:

"... se implementos puramente materiais são capazes de explodir, a partir de algum canto, as grandes cidades do mundo, desde que as armas assassinas sejam guiadas por mãos hábeis — que terríveis perigos não poderão surgir com os segredos mágicos ocultos que estão sendo revelados e que venham a cair nas mãos de pessoas mal-intencionadas! Mil vezes mais perigosas e letais são essas armas, pois a mão criminosa e a arma imaterial invisível usada não podem ser detectadas." (Studies in Occultism, págs. 28-29).

Blavatsky então sugere que o ocultista precisa "viver a vida" de modo a lidar corretamente com a potência dos poderes sobrenaturais. Esta é uma posição distorcida, pois o praticante está obviamente lidando com forças que estão além da capacidade humana de compreender e controlar. Em outras palavras, o indivíduo praticante não está "brincando com o oculto"; ao revés, é o sobrenatural que está brincando com o praticante. Isto é evidenciado pelas vidas pessoais impactadas pela servidão espiritual, incluindo insanidade mental (veja Tal Brooke, Riders of the Cosmic Circuit, 1986, e Elissa Lindsey McClain, Rest from the Quest, 1984).

No nível social, o ocultismo pode se acumular sobre uma cosmovisão destrutiva subjacente, ou se tornar o fundamento para uma cultura de terror. O movimento Nazista na Alemanha misturou mito com ocultismo, pseudociência e tecnologia. Não é surpresa aprender que suas raízes pagãs foram firmemente plantadas no solo dos ensinos de Blavatsky. Christopher Hale, em seu livro Himmler's Crusades, resume da seguinte forma: "O mito nunca é inofensivo." (Himmler's Crusade: The Nazi Expedition to Find the Origins of the Aryan Race, Castle Books, 2006).

A própria Escritura nos adverte a respeito da busca da manipulação sobrenatural. Considere as seguintes palavras em Deuteronômio 18:

"Quando entrares na terra que o Criador teu Pai te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Criador; e por estas abominações Yaohu os lança fora de diante de ti. Perfeito serás, como o teu Criador. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o Criador não permitiu tal coisa." [Deuteronômio 18:9-14].

Sim, o mundo físico é uma maravilha incrível, repleto de surpresas assombrosas e que desafiam a compreensão. Ele ainda deixa o homem abismado com sua beleza e complexidade. Assim também o universo imaterial, incluindo os componentes mental e espiritual, é um lugar fascinante. Entretanto, quem se envolve e lida com o sobrenatural — e as ciências da mente que algumas vezes tentam explicá-lo ou explorá-lo — encontra um campo minado mental, emocional e espiritual. Do mesmo modo como percorrer um campo minado físico pode destruir o corpo, assim também um campo minado espiritual pode destruir a alma.

Fonte: Forcing Change, Edição 2, Volume 4.
Autor: Carl Teichrib.

sexta-feira, setembro 06, 2013

Controle remoto para cães

Controle remoto para cães é desenvolvido por pesquisadores norte-americanos

Até onde vai os pensamentos do homem?

Eles sempre tentam mostrar um suposto "lado bom" da coisa, mas o outro lado nunca mostram. 

Imagine pessoas usando esse tipo de equipamento para fazer os animais de 'animais bomba'? Ou qualquer outra coisa?

O dispositivo consiste em um tipo de colete que, por meio de vibrações e emissão de som, consegue guiar os passos de cachorros.


Veja a matéria:

Imagine uma tarde preguiçosa de domingo, aquela em que estatelar-se no sofá e comer um petisco qualquer é a única atividade possível depois de um belo almoço. “Amor, leva o Tico para passear?”, lhe ordena, em forma de um doce pedido, sua querida namorada. Então você está no parque, andando de lá para cá junto a Tico, o cachorro de sua amada...

“E se eu pudesse me sentar em um banco qualquer e fazer o animalzinho andar por controle remoto?”, alguém um pouco mais preguiçoso já deve ter imaginado. Pois saiba que pesquisadores do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Auburn (Alabama, EUA) desenvolveram um dispositivo capaz de emitir sinais a um tipo de colete canino, fazendo com que o cachorro obedeça a controles emitidos remotamente por seu dono.

E contenhamos os ânimos. Nada de alarmes inflamados por parte da alvoroçada comunidade defensora dos animais. Conforme explicam Jeff Miler e David Bevly, técnicos responsáveis por desenvolver o tal “controle remoto”, o autonomous canine guidance é composto basicamente por um motor de geração de som e de vibração, um receptor wireless, microprocessador e um aparelho de GPS (esses eletrônicos todos ficam presos ao “terno canino”, e não há, portanto, invasão alguma ao corpo do bicho).

Possíveis usos

Para que o consolidado melhor amigo do homem passe a responder adequadamente aos tais comandos, um treinamento precisa ser, antes, feito. E o sistema parece funcionar muito bem: os cachorros submetidos aos testes responderam corretamente aos estímulos feitos em 98% das vezes. É claro que ninguém em perfeitas condições físicas e psicológicas guiaria seu cão via controle remoto em um parque, deve-se esclarecer.

Também de acordo com as afirmações de Miler e Bevly, esse tipo de experimento visa aperfeiçoar um mecanismo de buscas – como excelentes farejadores, os cachorros seriam capazes de entrar em prédios em chamas ou desabados, por exemplo, trabalhando sumariamente em operações de resgate e buscas. Parece que, além dos motores de vibração e som e GPS, uma câmera poderá ser anexada ao colete receptor dos controles, estreitando ainda mais a relação entre os cachorros e seus respectivos treinadores.

quinta-feira, agosto 29, 2013

Ex-subsecretária de Bush pai fala sobre o GOVERNO SOMBRA e de tecnologias avançadas, uma delas são as construções de óvnis

Ex-subsecretária de Bush Pai, confirma a existência do "Governo Sombra".



Catherine Austin-Fitts foi subsecretária de Habitação no início do governo de George Bush pai.

Oriunda da diretoria do banco de investimentos Dillon, Read & Co. (posteriormente incorporado pelo suíço UBS), era responsável pela Administração Federal de Habitação (FHA), então o maior fundo de seguros hipotecários do mundo.

Em 1990, foi demitida, depois de ter deparado com um vasto sistema de desvio de recursos para o chamado “orçamento negro” (black budget), destinado ao desenvolvimento de projetos de inteligência e tecnológicos sem supervisão do Congresso. Na iniciativa privada, foi uma das primeiras a advertir sobre a expansão da bolha hipotecária que deflagrou a crise de 2007-2008, e tem denunciado sistematicamente as fraudes que ocorrem rotineiramente no sistema financeiro encabeçado pelo Sistema da Reserva Federal, inclusive, a sua estreita vinculação com o tráfico internacional de drogas e outras atividades ilícitas. Em recente entrevista ao jornalista econômico alemão Lars Schall, postada no site deste, em 1º. de agosto, ela proporciona uma autêntica aula magna sobre a existência e o funcionamento de uma estrutura de governo mundial, que opera, principalmente, nos EUA e na Europa, à qual chama o “governo sombra” (shadow government).

Provocada sobre o fato de que as suas denúncias lhe têm garantido numerosas acusações de ser uma “teórica da conspiração”, devolveu:
Bem, a coisa é que temos uma realidade oficial e a realidade, são duas coisas diferentes…
O meu entendimento do mundo emergiu de trabalhar em Wall Street e para o governo. Eu passei vários anos em disputas judiciais com o governo federal e a minha experiência pessoal é a de que o mundo é movido por decisões quietas tomadas silenciosamente em vários grupos e, em seguida, implementadas dessas maneiras – é assim que o mundo funciona, este é o princípio organizacional básico… A linha divisória de classes, nos EUA de hoje, é entre as pessoas que criam, administram e se engajam no que alguns chamam conspirações, enquanto todo o restante é treinado para ser incapaz de fazer o mesmo, porque esta é a base do poder versus a impotência. Então, eu venho de um mundo onde ser capaz de se reunir com outras pessoas, organizar planos, implementar estes planos e fazer isto silenciosa e secretamente, é a base do exercício e do acúmulo de poder mundial. Por isso, quando eu ouço pessoas sendo depreciativas sobre as conspirações, no mundo em que me criei, isto representa, simplesmente, um sintoma de que elas concordaram em ser impotentes e fazer disto um distintivo de honra.

Segundo ela, tais grupos de poder configuram um “governo sombra”:
A coisa contra a qual estamos lutando é que não é realmente claro qual é o sistema de governança no planeta Terra e como ele funciona. O que sabemos é que as nações soberanas têm o poder de cobrar impostos e grandes orçamentos. A realidade é que essas nações soberanas não estão no controle e não estão dirigindo as coisas… Eu acho que o sistema de governo é, na melhor das hipóteses, obscuro e, na minha experiência de trabalho como funcionária governamental, as decisões são tomadas fora do governo e transmitidas ao governo. O governo trabalha para o “governo sombra”… O que estamos presenciando é uma grande centralização de controle político, e parte disto é que a tecnologia permite esse tipo de consolidação fantástica em lugares centralizados. (…)

A propósito das estreitas vinculações entre o sistema financeiro e o aparato de inteligência que foi exposto pelas recentes denúncias sobre a Agência de Segurança Nacional (NSA) estadunidense, afirmou:
Primeiro, lembre-se que, no mundo desenvolvido, nós temos aliados que tanto competem como cooperam entre si. É muito ruim para os negócios deixar os nossos aliados saberem que, basicamente, você está praticando golpes sujos contra eles, no jogo da guerra econômica. Esta é uma realidade particularmente desconfortável para os EUA, porque eu acho que os estadunidenses têm sido muito bons nesse jogo. Segundo, agora, nós temos um sistema financeiro que é muito dependente de um sistema de gerenciamento dos mercados.
A NSA e os sistemas de vigilância correlatos já estão muito além, eles não são mais uma maquinaria para treinamento de insiders para a guerra de equipamentos, eles se tornaram algo muito mais pró-ativo. Eles estão descobrindo como gerenciar os mercados, de uma forma ampla e geopoliticamente. Então, temos agora algo que está inventando os mercados, inventando a economia e direcionando a economia… Passamos de uma máquina de vigilância para uma máquina de manipulação dos mercados e para uma máquina de criação de mercados. (…)

Para os que ainda mantêm ilusões sobre o funcionamento “livre” dos mercados financeiros, ela as desfaz com um balde de realidade fria, ao responder uma pergunta sobre os intercâmbios de informações privilegiadas (insider trading) entre bancos e agências de inteligência:
(…) Neste exato momento, o governo federal tem como seu depositário a Reserva Federal de Nova York. Então, você tem um banco privado que é o banqueiro do governo e, essencialmente e de várias maneiras, controla as contas do governo. Agora, este banco central está imprimindo papel e ninguém irá pegar este papel, a menos que as Forças Armadas dos EUA garantam que todos farão isto. Então, estamos falando de um híbrido que é bastante integrado em uma única coisa. 
A Reserva Federal de Nova York representa, na realidade, os seus bancos membros, que atuam como agentes e, por intermédio da Reserva, estão gerenciando o Fundo de Estabilização de Câmbio, que é a mãe de todos os fundos para operações encobertas e fundos de intervenção nos mercados, mas também estão implementando diretrizes de segurança nacional no mercado… Então, essas agências e instituições estão atuando juntas, como se fossem um único cartel. Isto vai muito além de informações privilegiadas… O que eles criaram, pelo menos nos EUA, é uma maquinaria de colheita. Os EUA têm 3.100 condados e o que temos é uma maquinaria que cultiva cada um deles para uma variedade de propósitos governamentais e do orçamento negro. Em muitos condados, a economia é projetada para gerar dinheiro para o orçamento negro, mais do que para otimizar a economia.

Não obstante, para Austin-Fitts, a crise global representa uma oportunidade, pois estamos atravessando um extraordinário período de mudanças… Estamos deixando de ser divididos entre desenvolvidos e não-desenvolvidos e entrando numa economia mais mundial. Este reequilíbrio é uma mudança bastante significativa… Estamos mudando o nosso modelo. No mundo desenvolvido, nós dizíamos, basicamente, vamos ser democracias, mas vamos financiar as nossas democracias percorrendo o planeta, matando todo o resto e pegando baratos os seus recursos naturais. Agora, temos que converter-nos num modelo em que o que for feito a um será feito a todos, e isto é parte desse reequilíbrio, acho que é uma grande mudança.

Embora sem proporcionar detalhes, ela comenta ter deparado, em suas investigações, com o desenvolvimento encoberto de tecnologias de propulsão espacial muito mais avançadas do que as oficialmente reconhecidas como sendo o estado da arte dos EUA:
A maneira em como me interessei no programa espacial foi que eu estava seguindo as pistas de fraudes e extraordinárias quantidades de dinheiro que desapareciam dos programas de hipotecas do governo federal e desaparecendo do [Departamento do] Tesouro. Isto me levou a investigar o orçamento negro. Mas quando você começa a investigar o orçamento negro, o que você começa a compreender é que a primeira história de cobertura para ele é a incompetência e a segunda, a corrupção. Porque, de fato, estamos falando de um processo institucionalizado de desviar dinheiro da economia aberta, seja no nível governamental ou nas comunidades, por meio do crime organizado e coisas como as fraudes com hipotecas – e estamos falando de dinheiro numa escala enorme. Não estamos falando de Ferraris e contas em paraísos fiscais para parceiros de Wall Street, estamos falando de trilhões e trilhões de dólares que estão indo para algum lugar.
Na medida em que comecei a estudar o orçamento negro e para onde o dinheiro estava indo, numa escala extraordinária, comecei a investigar os diferentes relatos sobre a construção de instalações subterrâneas e a construção de naves espaciais que funcionam como dizem que os funcionam os OVNIs [objetos voadores não-identificados]. (…)
(…) Então, essas tecnologias estão sendo desenvolvidas há algum tempo e um dos nossos desafios, como planeta, é que existe uma enorme divisão na população, entre pessoas que estão avançando rapidamente, fazendo coisas de tecnologia muito avançada, inclusive, por meio do orçamento negro, e uma população muito maior que, se está fazendo algo, está reduzindo as suas habilidades, inteligência e capacidade de lidar com tecnologias avançadas.

Ao final, Schall pediu à ex-subsecretária para apontar os desafios mais importantes para a humanidade, dos quais a grande maioria das pessoas não estaria ciente:
Nos últimos quinhentos anos, temos estado no que [o investidor e analista financeiro] James Turks chama de “modelo centralbanquista-belicista”. Os bancos centrais imprimem dinheiro e os militares se asseguram de que todo mundo fique com ele. Parte disto, como dissemos, era que os colegas no mundo desenvolvido iam ao mundo não desenvolvido e roubavam o que precisavam para mover as suas economias. Agora, teremos que ter um modelo muito mais integrado globalmente. Ou iremos praticar globalmente a não-violação ou não sei o que será. Isto será uma coisa grande para a gente do mundo desenvolvido, se converter, literalmente, para um modelo em que o mesmo conjunto de regras se aplique aos mercados desenvolvidos e emergentes. 
Teremos que praticar globalmente a não-violação. Eu acho que um dos desafios mais importantes é uma grande evolução espiritual e cultural. Para mim, a maior oportunidade para o planeta é espiritual. A questão maior em cada sistema legal é quem o aplica. Se vamos nos mover para uma condição em que possamos manejar o tipo de tecnologias que discutimos, então, seremos convocados para fazer uma enorme mudança, de modo a termos o tipo de base espiritual e cultural que possa manejar essas tecnologias tão poderosas. E, na medida em que isto acontecer neste planeta, estaremos em condições de enfrentar uma série de riscos geofísicos, ameaças cósmicas e o que estiver ocorrendo no espaço exterior. 
Então, eu diria que os nossos dois desafios mais importantes estão na ascensão espiritual e cultural, para estar à altura da tecnologia, inclusive, praticando globalmente a não-violação, na medida em que chegamos a uma cultura e uma economia muito mais integradas e, assim, atuar como uma sociedade é assumir as responsabilidades para interagir no espaço e entender e gerenciar os nossos riscos geofísicos, no contexto de toda a galáxia.

Evidentemente, ela não espera que tais mudanças ocorram automaticamente. Para finalizar, vejamos a sua “receita”:
A solução é que cada um de nós faça o que chamo “tomar posição” ["come clean", no original]. Cada um de nós tem que mudar; em outras palavras, não precisamos esperar que as lideranças façam alguma coisa. Nós podemos, simplesmente, começar a mudar nós mesmos… A maneira como vamos construir o futuro é atraindo o que queremos. Vamos passar por uma enorme mudança e não há jeito de que possamos nos esconder num bunker, com nossa comida desidratada e moedas de ouro, e pensar que vai dar tudo certo. Temos que sair para fora, de um jeito ou de outro, e criar soluções.

Após deixar o Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Austin-Fitts fundou o bem sucedido banco de investimentos Hamilton Securities Group, que foi forçado a fechar, em 1998, após uma feroz perseguição judicial movida pelo governo federal, com acusações que, posteriormente, se revelaram fraudulentas. Atualmente, dirige a Solari, empresa de consultoria de investimentos, e o sítio The Solari Report, no qual publica artigos, notícias jornalísticas e entrevistas, com foco na crise global e os esforços para a sua superação.

terça-feira, agosto 27, 2013

Bois transgênicos monstruosos já são realidade

Bois "Schwarzenegger" assustam, mas produtores garantem que a carne é saudável. A Raça Belgium Blue chega ao dobro do tamanho do gado convencional e gera debate nas redes.

Foi mais de uma década desde que os seres humanos têm rachado seu próprio código genético, mas ainda tem que acordar para um mundo de formas de vida artificiais, como reivindicado por muitos geneticistas. Enquanto esperamos para a ciência amadurece genética talvez devêssemos dar uma boa olhada nos bois. Especificamente, o Belgian Blue.

Esta bolsa é um monumento à potência muscular genética de reprodução seletiva. Um único defeito genético um gene da miostatina defeituosa é responsável pela sua massa enorme, e este defeito foi cuidadosamente atravessou a corrida por mais de um século antes de ser conhecido o que estava causando sua impressionante “double musculoso . ”

Você sabia que algumas variedades de carne no mercado hoje vêm de gado que tem sido deliberadamente alterados para fazê-los crescer anormalmente grandes músculos para a produção de carne? A reportagem da National Geographic oferece um vislumbre da produção misteriosa dos chamados “Super Bois” intencionalmente carregando um gene defeituoso que lhes permite crescer anormalmente grande, com um “double musculoso”.

domingo, julho 14, 2013

AUTO-HEMOTERAPIA - A Verdade que os Laboratórios querem esconder!

Por Dr. Luiz Moura

Auto-hemoterapia é um recurso terapêutico de baixo custo, simples que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo, estimulando assim o Sistema Retículo-Endotelial, quadruplicando os macrófagos em todo organismo. 

A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia comumente da prega do cotovelo e aplica-se no músculo, braço ou nádega, sem nada acrescentar ao sangue. O volume retirado varia de 5ml à 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extra-vascular, desencadeia uma reação de rejeição do mesmo, estimulando assim o S.R.E. A medula óssea produz mais monócitos que vão colonizar os tecidos orgânicos e recebem então a denominação de macrófagos. 

Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. Após a aplicação a taxa sobe e ao fim de 8h chega a 22%. Durante 5 dias permanece entre 20 e 22% para voltar aos 5% ao fim de 7 dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia. A volta aos 5% ocorre quando não há sangue no músculo. As doenças infecciosas, alérgicas, auto-imunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas, as obstruções de vasos sangüíneos são combatidas pelos macrófagos, que quadruplicados conseguem assim vencer estes estados patológicos ou pelo menos, abrandá-los. 

No caso particular das doenças auto-imunes a autoagressão decorrente da perversão do Sistema Imunológico é desviada para o sangue aplicado no músculo, melhorando assim o paciente.


Histórico 

Em 1911, F. Ravaut registra: modo de tratamento auto (uno mismo, haima - sangra) empregado em diversas enfermidades infecciosas, em particular na febre tifóide e em diversas dermatoses. Ravaut usa a auto-hemoterapia em certos casos de asma, urticária e estados anafiláticos (dicionário enciclopédico de medicina, T.1 de L. Braier).

Em 1941 o Dr. Leopoldo Cea, no Dicionário de Términos Y Expressiones Hematológica, pg 37, cita: auto-hemoterapia, método de tratamento que consiste em injetar a um indivíduo cierta cantidad de sangre total (suero Y glóbules) tomada de este mismo indivíduo.

H. DOUSSET - AUTO-HEMOTERAPIA - Técnicas indispensáveis. É útil em certos casos para dessensibilizações - 1941.

Stedman - Dicionário Médico - 25ª edição - 1976 - pág 129 - Auto-hemotherapy - auto-hemoterapia - tratamento da doença pela retirada e reinjeção do sangue do próprio paciente.

1977 - Index Clínico - Alain Blacove Belair - auto-hemoterapia - terapêutica de dessensibilização não específica.

Entretanto foi o professor Jesse Teixeira que provou que o S.R.E era ativado pela auto-hemoterapia em seu trabalho publicado e premiado em 1940 na Revista Brasil - Cirúrgico, no mês de Março. Jesse Teixeira provocou a formação de uma bolha na coxa de pacientes, com cantárida, substancia irritante. Fez a contagem dos macrófagos antes da auto-hemoterapia, a cifra foi de 5%. Após a auto-hemoterapia a cifra subiu a partir da 1ª hora chegando após 8 horas a 22%. Manteve-se em 22% durante 5 dias e finalmente declinou para 5% no 7º dia após a aplicação.

O que mais chama a atenção é a diversidade de países onde os estudos foram realizados, tais como China, Rússia, Alemanha, Romênia, Itália, Espanha, França, Bélgica, etc. Caso haja interesse por trabalho de médicos brasileiros temos também:
Imunoterapia - Dr. Ricardo Veronesi;
Autohemotransfusão - Dr. Jessé Teixeira;
Auto-Hemoterapia – Dr. Luiz Moura, Prof. Dr. José de Fellipe Junior, Dra. Berenice Wilke.


DOENÇAS TRATADAS PELA AUTO-HEMOTERAPIA

  • acnase
  • sapinhos
  • Alergias
  • alzheimer
  • anemia
  • acnase
  • sapinhos
  • Alergias
  • alzheimer
  • anemia
  • Ansiedade
  • Artrite
  • Artrose
  • asma
  • autoimunohemoterapia
  • câncer
  • cancer_de_pele
  • cardiopatia
  • cistite
  • cistos
  • colesterol
  • Colite
  • coracao
  • crohn
  • Depressão
  • dermatite
  • derrames
  • diabetes doenca_de_chagas
  • dor_de_garganta
  • ers
  • dores_na_coluna
  • enfisema
  • Enxaqueca
  • epilepsia
  • erisipela
  • Esclerodermia
  • spondylitic
  • esteatose
  • estresse
  • feridas
  • Fibromialgia
  • fibroso
  • Fungos
  • furunculose
  • gastrite
  • glaucoma
  • gota
  • gripe
  • hemorróidas
  • Hepatite hernia_de_disco
  • herpes
  • Hipertensão
  • Histoplasmose
  • hiv
  • Infecc
  • insónia
  • Labirintite
  • leucemia
  • leucopenia
  • lúpus
  • mal_de_parkinson
  • Menopausa
  • Menstruação
  • Micoses
  • mioma
  • na_odontologia
  • neurofibrose
  • osteomielite
  • Osteoporose
  • pênfigo
  • prisao_de_ventre
  • problemas_anestesia problemas_circulatorios
  • problemas_de_pele
  • problemas_de_vista
  • problemas_estomacais
  • problemas_pulmonares
  • problemas_renais
  • Psoríase
  • púrpura
  • reumatismo
  • rinite
  • síndromes
  • sinusite
  • tiróide
  • Toxoplasmose
  • thrombosed
  • tumores
  • varias_patologias
  • varix
  • verrugas
  • virus_hpv

NO MÉXICO

Auto-hemoterapia, variam de 2 a 10 c.c. no lactante de 1 a 2c.c. Não há vantagem nenhuma em injetar doses maiores, o efeito útil se obtem com as pequenas doses já indicadas.

As descobertas “in vitro” do pesquizador da Dinamarca e Premio Nobel em 1984. Niels K. Jerne, estabeleceram, sem querer, bases científicas para o desenvolvimento da Autohemoterapia.


DOENÇAS AUTO-IMUNE TRATADAS

  • Acné postestreptocócica 
  • Glomerunefritis 
  • Acantosis nigricans 
  • Psoriasis 
  • Autismo 
  • Artritis reumatoide 
  • Enfermedad de Addison 
  • Infertilidad espontánea 
  • Anemia hemolítica autoinmune 
  • Uveítis 
  • Enfermedad de Crohn 
  • Retinitis pigmentosa 
  • Síndrome de Goodpasture 
  • Asma 
  • Alergias 
  • Púrpura trombocitopénica idiopática 
  • Alzheimer 
  • Diabetes Mellitus 
  • Polimiositis 
  • Esclerosis múltiple 
  • Lupus eritematoso sistémico 
  • Miastenia gravis 
  • Lupus eritematoso discoide 
  • Pénfigo vulgar 
  • Esclerodermia 
  • Anemia perniciosa 
  • Síndrome de Sjögrens
  • Fiebre reumática 
  • Enfermedad de Graves 
  • Tiroiditis de Hashimoto

COMPROVAÇÕES CIENTÍFICAS

Este tratamento, originário da França, é praticado há mais de 100 anos e sua efetividade é comprovada através de alguns trabalhos nacionais:
  • Imunoterapia – Dr Ricardo Veronesi;
  • Autohemotransfusão – Dr Jessé Teixeira,
  • Auto-hemoterapia – Dr. Luiz Moura;
  • Prof. Dr José de Felipe Júnior;
  • Dra Berenice Wilke e centenas de trabalhos estrangeiros, como pode ser verificado na extensa revisão feita por S. H. SHAKMAN, em seu trabalho “AUTOHEMOTHERAPY REFERENCE MANUAL & HISTORICAL REVIEW”, acessando o site www.instituteofScience.com

sexta-feira, julho 05, 2013

Cientistas dizem ser possível o transplante de cabeça humana


O transplante de cabeça até agora só foi visto em filme. Reconectar milhões de fibras nervosas, o sistema circulatório, os ossos e tecidos com sucesso era impensável até mesmo para a evoluída medicina atual. Entretanto, na opinião do cientista italiano Sergio Canavero, as condições tecnológicas para executar tal transplante não estão assim tão distantes, talvez no máximo, alguns poucos anos.

O projeto HEAVEN/GEMINI, dedicado exclusivamente a pesquisa do transplante de cabeça, assegura que os principais obstáculos técnicos já foram superados através da engenharia celular. Desta forma, uma operação de transplante de cabeça seria baseada apenas no corte (limpo e pouco traumático) da medula espinal, com o paciente em estado de hipotermia profunda a fim de proteger as estruturas cerebrais.

Depois, vedando a membrana fusogênica, os pontos nervosos seriam fundidos entre a cabeça transplantada e o corpo receptor. Apesar de ainda não haver sido executado, varias cabeças estão dedicadas a que a hipótese se transforme, brevemente, em realidade.

sábado, junho 08, 2013

O Genoma do lótus sagrado poderá revelar segredos da vida eterna

Não é apenas pela beleza que a flor de lótus é considerada símbolo de elevação espiritual - sua biologia também é absolutamente de outro mundo. 

A flor de lótus é conhecida mundialmente como um símbolo de pureza espiritual e longevidade.

O que poucos sabem é que ela é conhecida também pelos biólogos por uma quase "vida eterna".


Segredos genéticos do lótus sagrado

O lótus sagrado já foi documento no registro geológico de 135 milhões de anos atrás, quando os dinossauros ainda viviam na Terra.

E existem casos documentados de sementes de lótus que sobreviveram e continuaram viáveis por 1.300 anos.

Ou seja, não é apenas pela beleza da flor de lótus que esta planta é considerada símbolo de elevação espiritual - sua biologia também é absolutamente de outro mundo.

Por isso, uma equipe de 70 cientistas dos EUA, China, Austrália e Japão dispuseram-se a partir em busca dos segredos sagrados do lótus - biologicamente falando.

Para isso, eles sequenciaram seu genoma completo.

Os cientistas acreditam que o chamado lótus sagrado tenha um sistema genético capaz de consertar defeitos genéticos induzidos ambientalmente, podendo conter segredos sobre como envelhecer com saúde.

A equipe sequenciou cerca de 86% dos cerca de 27 mil genes da planta, cujo nome científico é Nelumbo nucifera.


O lótus e vida eterna biológica

"O genoma do lótus é muito antigo, e agora conhecemos seu ABC," disse Jane Shen-Miller, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (EUA). "Os biólogos moleculares agora poderão estudar mais facilmente a forma como os seus genes são ligados e desligados durante períodos de estresse, e porque as sementes desta planta podem viver por 1.300 anos. Este é um passo para aprender o segredo anti-envelhecimento que o lótus sagrado pode nos revelar."

A Dra Shen-Miller afirma que os mecanismos de reparo genéticos do lótus podem ser muito úteis se puderem ser transferidos para os seres humanos ou para culturas - como arroz, milho e trigo -, cujas sementes têm períodos de poucos anos de vida.

"Se os nossos genes pudessem reparar doenças, assim como os genes do lótus, poderíamos ter um envelhecimento saudável. Precisamos aprender sobre seus mecanismos de reparação, e sobre as suas propriedades bioquímicas, fisiológicas e moleculares, e o genoma do lótus agora está aberto a todos."

A genética incomum do lótus sagrado lhe dá algumas habilidades de sobrevivência únicas. Suas folhas repelem a sujeira e a água, suas flores geram calor para atrair polinizadores e o revestimento do fruto do lótus possui antibióticos e cera que asseguram a viabilidade da semente que ele contém.

O soldado do futuro


As guerras sempre foram potentes motores de desenvolvimento de tecnologias — e não estamos falando apenas na vertente bélica, com a produção de armas cada vez mais precisas e potentes. Áreas como a comunicação, a geolocalização e a de monitoramento tiveram grandes avanços graças a conflitos históricos.
Você pode não saber, mas muitos dos aparelhos eletrônicos, utensílios de cozinha e até tipos de alimentos que fazem parte do nosso dia a dia, como forno micro-ondas, aparelho GPS, computador, panela de teflon, margarina e leite condensado, são legados de pesquisas militares.

E como você deve imaginar, os centros de desenvolvimento dos exércitos de todo o mundo não param de pensar em formas de aprimorar o desempenho e a proteção de seus soldados. Nós fomos atrás do que está sendo criado para ser incorporado à rotina dos combatentes e elaboramos este infográfico. Agora você confere mais detalhes de cada uma dessas tecnologias.

Capacetes tecnológicos

Armadura facial

Atualmente, o rosto dos soldados é uma região que fica muito exposta. Para tentar corrigir isso, o exército dos EUA desenvolveu uma espécie de armadura facial chamada Predator Facial Armor. O dispositivo consiste em um capacete de alta resistência com proteções especiais para a mandíbula, olhos, nariz e boca.

(Fonte da imagem: Reprodução/Blanddesign)

Mais do que apenas proteger o rosto dos militares e amenizar impactos, esse equipamento possui recursos tecnológicos para informá-los durante as missões, incluindo um radar de 360 graus capaz de indicar alvos móveis e uma tela para exibir informações úteis, como mapas, posicionamento de companheiros e possíveis integrações computadorizadas com armas.

Subconsciente em forma de alerta

A DARPA, famosa agência do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, criou um capacete dotado de sensores que medem a atividade das ondas P-300 do cérebro, as quais são uma forma de resposta do nosso organismo para estímulos muito sensíveis e inconscientes. O sistema ainda conta com uma câmera externa e móvel de 120 megapixels que envia 10 imagens por segundo para a pessoa que está usando o capacete, permitindo o monitoramento de outros locais.

Mesmo que o soldado não perceba uma ameaça imediatamente, o seu cérebro aumenta a frequência das ondas P-300, que são detectadas pelo capacete, e o militar é avisado para prestar maior atenção em determinado ponto da transmissão de vídeo.

(Fonte da imagem: Reprodução/DARPA)
Esse sistema reduziu os alertas conhecidos como falsos-positivos (mesmo conceito do que conhecemos nos antivírus) no período de uma hora de 810, quando operado apenas pelo computador, para apenas cinco com a ajuda do capacete e de um combatente.

O pentágono também possui um projeto para um capacete que permite a visão de 360 graus.

Proteção para os olhos

Óculos para uso militar

A mesma DARPA que citamos acima, em pareceria com uma empresa chamada Vuzix, é responsável pelo desenvolvimento da nova geração de óculos para uso militar. Embora a aparência desses acessórios seja bem parecida com a dos modelos que encontramos nas lojas convencionais, a tecnologia incorporada neles é bem superior.

Os óculos contam com um sistema holográficos que permite sobrepor imagens à lente, criando uma sensação de realidade aumentada. Por meio desse recurso, o sistema possibilitaria a análise de ambientes em tempo real. As lentes desse aparato devem ter menos de 3 milímetros de espessura e, quando o sistema estiver desligado, ser completamente transparentes.


Lentes de contato exclusivas

Ainda no tocante aos olhos, os departamentos de defesa dos EUA tem planos de produzir lentes de contato para aperfeiçoar a visão dos soldados. Essas lentes teriam uma camada finíssima que serviria como tela, mostrando informações do campo de batalha, por exemplo.

Além disso, elas teriam funções de visão noturna e de ampliação do alcance de visão dos combatentes. Com isso, os militares seriam poupados de carregar diversos equipamentos, como binóculos, óculos de visão noturna, entre outros. Inclusive, há indícios de que esse tipo de tecnologia já esteja sendo usada. Soldados que mataram o terrorista Osama bin Laden teriam usado lentes de contato que os permitiam enxergar no escuro

Uniformes 

Tecidos para todos os gostos

Diferente de tempos antigos, quando os soldados carregavam apenas seus fuzis e cantis, hoje os militares precisam levar consigo uma infinidade de aparelhos eletrônicos — o que os força a transportar também pesadas baterias.

Pensando em solucionar esse inconveniente, pesquisadores da Universidade de Glasgow desenvolveram uma roupa especial fabricada com tecido fotoelétrico, ou fotovoltaico, que absorve as radiações solares e as transforma em fonte de energia. Quando utilizado durante a noite, o Solar Soldier, como foi batizado o projeto, substitui os raios do sol pelo calor do corpo para absorver energia.


Modelo de roupa com suporte para carga de energia do exército britânico. (Fonte da imagem:Reprodução/The Verge)
O exército britânico possui um sistema com o mesmo objetivo, com a diferença de que o uniforme possui uma espécie de bateria incorporada, que armazena a energia elétrica e a transmite para todos os equipamentos em uso.

As vestimentas dos soldados também podem servir para ampliar o sinal de transmissão dos aparelhos de comunicação. Cientistas da Universidade de Ohio estão trabalhando em um novo design de antenas que iriam dentro das roupas dos militares. O protótipo da tecnologia usa uma capa plástica e fios metálicos para se fixar no interior do uniforme, é capaz de enviar e receber sinais de forma multidirecional e apresenta um alcance quatro vezes maior do que as antenas adotadas atualmente pelas forças armadas.

Um tecido mais resistente usado na confecção das vestimentas militares poderia salvar vidas — essa é a aposta da empresa Neptunic Technologies. Na verdade, a invenção dessa fabricante, umtecido baseado em ligas metálicas, foi pensada para proteger surfistas e mergulhadores do ataque de tubarões. Contudo, a malha se mostrou tão eficiente que já está sendo negociada para ser empregada nos uniformes militares.

Cinto de direção

No calor e na adrenalina de um tiroteio, não é difícil se sentir perturbado e perder o senso de direção. O exército dos EUA tem desenvolvido um dispositivo que permitirá aos seus recrutas orientar-se com mais facilidade, sem a necessidade de ficar olhando para o aparelho de GPS a todo instante.

A tecnologia é baseada em um cinto ligado a um sistema de geolocalização, um acelerômetro e uma bússola digital. Esses equipamentos rastreiam e fornecem as informações de localização do soldado. Para transmitir isso de maneira objetiva ao combatente, os pesquisadores implementaram sensores vibratórios em pontos que representam os pontos cardeais e colaterais.

(Fonte da imagem: Reprodução/NewScientist)

Dessa forma, os militares são guiados a partir das vibrações emitidas pelo aparato em suas cinturas. Os sinais podem ser emitidos em intervalos diferentes com o intuito de fornecer avisos mais específicos, como a proximidade do alvo.

Cueca inteligente

O último acessório relacionado com a vestimenta que você não poderia deixar de conhecer é uma cueca “inteligente”. A peça de roupa íntima dos combatentes também poderá servir para monitorar alguns de seus sinais vitais, como frequência cardíaca, temperatura da pele e condições respiratórias.

A tecnologia, criada pelo U.S. Army Medical Research Material Command and Telemedicine, em parceria com o Advanced Technology Research Center, consiste em um termostato e sensores com gel capazes de manter o monitoramento ininterruptamente. A cueca inteligente deve ajudar os militares a identificar as situações de estresse enfrentadas pelos soldados durante os treinamentos.


Coletes à prova de balas

Outro aparato essencial para um soldado é o colete à prova de balas. Nesse aspecto, as pesquisas militares também devem trazer novidades em breve. Uma das alternativas está sendo desenvolvida pela Universidade da Califórnia: uma material que pode ser usado nos equipamentos de proteção com base na estrutura da escama do peixe amazônico arapaima, o qual é mais conhecido como Pirarucu.

A couraça dessa espécie possui fibras organizadas em direções alternadas, como pisos de tacos de madeira, sobre uma camada de colágeno. Essa composição permite que a sua estrutura seja rígida e flexível ao mesmo tempo.

(Fonte da imagem: Reprodução/UC San Diego)

O outro projeto que poderá ser empregado nos coletes dos soldados está também está sendo elaborado por cientistas da Universidade da Califórnia, mas nessa pesquisa a inspiração do material resistente veio de um crustáceo chamado tamarutaca. A ideia aqui é estudar a a composição de suas patas, formadas por microestruturas que se unem em uma carapaça especial.

Camuflagem

Soldados "invisíveis"

Quem já teve a oportunidade de jogar a franquia Metal Gear Solid ou Crysis conhece a grande vantagem oferecida por uma camuflagem que torna o soldado invisível. Obviamente, esse tipo de recurso também é um sonho de consumo para qualquer exército do mundo real. Se depender da empresa Special Operations Apps, esse tipo de aperfeiçoamento não deve demorar para se tornar comum nos campos de batalha.

A tecnologia desenvolvida por ela é um software que utiliza fotografias do local em que o confronto será realizado para criar padrões próprios para esses terrenos específicos. Após a definição desses parâmetros, esses padrões podem ser aplicados em diferentes tipos de tecido. Ainda estamos longe das roupas nanotecnológicas dos games, mas com certeza uma farda feita para um determinado ambiente promove uma bela vantagem.

Tinta que repele calor

Além de funcionar como camuflagem, aquelas tintas que os soldados passam no rosto também poderão servir para evitar que eles sejam queimados. Químicos e engenheiros da Universidade do Sul do Mississipi criaram um composto à prova d’água, de fácil remoção e que não irrita olhos, boca ou nariz. Mas o grande destaque dessa tinta é que ela pode refletir ondas de calor, mantendo a pele do combatente a salvo por até 60 segundos em caso de explosão.

Acessórios

Telas flexíveis de pulso

O exército norte-americano, em parceria com a Universal Display Corporation, exibiu há algum tempo uma tela OLED flexível de 4,3 polegadas e resolução de 320x420 pixels que deverá ser acoplada ao pulso dos militares, podendo exibir uma enorme variedade de informações — funcionando de maneira muito similar a um smartphone.



Rastreando batimentos cardíacos

Um sensor desenvolvido pela DARPA permitirá que os batimentos cardíacos de até uma dezena de pessoas em um raio de 10 metros sejam rastreados. Assim, o dispositivo permitirá que os soldados possam ouvir, literalmente, através de paredes, muros, pisos e portas

Nanochip na cabeça

Essa mesma agência de pesquisa do Departamento de Defesa dos Estados Unidos pensa em implantar nanochips na cabeça de suas tropas para monitorar a saúde dos militares — principalmente as doenças adquiridas ou oriundas dos campos de batalha. Há quem diga que o projeto nada mais é que uma tentativa de iniciar a implantação de chips em todos nós.

Aparelho que localiza sons de tiros

As Forças Armadas dos EUA também estão projetando um equipamento que visa detectar a direção de origem de tiros. Esse dispositivo possibilita que os combatentes deem uma resposta rápida em caso de emboscadas, por exemplo. O mecanismo já foi usado por soldados que atuavam no Afeganistão.





Extras

Como você deve imaginar, o desenvolvimento de tecnologias no âmbito militar não fica apenas em acessórios e utilidades para os uniformes dos soldados. Abaixo, você confere uma lista de aparelhos e máquinas que podem fazer a diferença durante uma guerra.


Uma máquina que produz glóbulos vermelhos, os quais são responsáveis por transportar oxigênio aos tecidos orgânicos. Com isso, os combatentes podem prolongar suas vidas por algum tempo em caso de ferimentos graves;

Exoesqueletos devem ser estruturas amplamente usadas para potencializar a força e a resistência dos soldados;


Miniveículo aéreo controlado remotamente possui mecanismos para checar radiação e verificar se a passagem dos militares é segura.

Fonte: TecMundo