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terça-feira, agosto 27, 2013

Bois transgênicos monstruosos já são realidade

Bois "Schwarzenegger" assustam, mas produtores garantem que a carne é saudável. A Raça Belgium Blue chega ao dobro do tamanho do gado convencional e gera debate nas redes.

Foi mais de uma década desde que os seres humanos têm rachado seu próprio código genético, mas ainda tem que acordar para um mundo de formas de vida artificiais, como reivindicado por muitos geneticistas. Enquanto esperamos para a ciência amadurece genética talvez devêssemos dar uma boa olhada nos bois. Especificamente, o Belgian Blue.

Esta bolsa é um monumento à potência muscular genética de reprodução seletiva. Um único defeito genético um gene da miostatina defeituosa é responsável pela sua massa enorme, e este defeito foi cuidadosamente atravessou a corrida por mais de um século antes de ser conhecido o que estava causando sua impressionante “double musculoso . ”

Você sabia que algumas variedades de carne no mercado hoje vêm de gado que tem sido deliberadamente alterados para fazê-los crescer anormalmente grandes músculos para a produção de carne? A reportagem da National Geographic oferece um vislumbre da produção misteriosa dos chamados “Super Bois” intencionalmente carregando um gene defeituoso que lhes permite crescer anormalmente grande, com um “double musculoso”.

quinta-feira, julho 25, 2013

Monsanto desistiu de transgênicos na União Europeia

A Monsanto anunciou nesta sexta-feira (19) que desistiu dos pedidos de autorização que tinha feito à União Europeia para plantar sementes com material geneticamente modificado. Segundo informações da imprensa europeia, a justificativa oficial da empresa norte-americana é que “a plantação de novos transgênicos na Europa não tem interesse comercial”.

O acordo, no entanto, não impede que os transgênicos da Monsanto continuem a ser comercializados na Europa. No total, eram cinco pedidos para o cultivo de milho geneticamente modificado, um para soja e outro para beterraba.

O presidente e diretor-geral da Monsanto na Europa, Jose Manuel Madero, explicou à Reuters que é vontade da empresa pedir autorização para importar para a UE as espécies transgênicas que já planta nos EUA e na América Latina. Para investir na nova estratégia, a companhia desistiu da anterior, que pretendia cultivar alguns desses produtos na Europa.

Em maio, a Hungria decidiu eliminar todas as plantações feitas com sementes transgênicas da Monsanto. Na ocasião, foram queimados cerca de 500 hectares das lavouras de milho – equivalente a cinco milhões de metros quadrados. A intenção da queimada era que o país não tivesse nenhum fruto com origem de material geneticamente modificado.

Segundo o jornal Público, a frustração com o processo de aprovação é apontado como a causa para a desistência da empresa – que deseja expandir o seu mercado por todo o mundo. No documentário Le monde selon Monsanto (“O mundo segundo Monsanto”, numa tradução livre), de 2008, Marie-Monique Robin denuncia os contratos com que a multinacional tolhe a ação dos agricultores, assim como as consequências nefastas que a plantação das sementes geneticamente modificadas está a ter nos solos das Américas, de África e da Índia.

No ano passado, a alemã BASF, autorizada a cultivar um tipo de batata geneticamente modificada nos solos da UE, decidiu transladar todas as operações relacionadas com transgênicos da Europa para o outro lado do Atlântico. São já duas vitórias do gênero para os ambientalistas. O que não impede que a UE continue a ser um dos maiores importadores de transgênicos do mundo.

quinta-feira, julho 18, 2013

A causa verdadeira das doenças cardíacas

Nós os médicos, às vezes, com toda a nossa formação, conhecimento e autoridade, tendemos a ter um ego demasiado grande, tornando-nos difícil admitir que nos enganamos. Assim aqui está. Eu pessoalmente admito com toda a liberdade que me enganei. Como cirurgião cardiovascular com 25 anos de experiência nas minhas costas e tendo feito mais de 5000 operações com o coração aberto, é hoje o meu dia de emendar os erros comprovados com fatos médicos e científicos.

Formei-me durante muitos anos com os melhores e mais proeminentes médicos etiquetados de "líderes de opinião". Continuamente bombardeados com literatura científica, atendendo constantemente a seminários formativos, nós os líderes de opinião insistíamos em que as doenças coronárias eram o resultado simplesmente do aumento de colesterol no sangue.

A única terapia aceite era prescrever medicamentos para diminuir o colesterol e receitar uma dieta restringindo severamente a ingestão de gorduras. Neste último, insistíamos, reduziria o colesterol e as doenças cardiovasculares. Qualquer desvio destas recomendações era considerado heresia e podia derivar possivelmente numa má práxis.


Senhores, não funciona!

Estas recomendações já não são defensáveis, nem científica, nem moralmente. A descoberta há alguns anos da verdadeira causa das doenças cardiovasculares e arteriais está a conduzir lentamente a uma mudança de paradigma e a como serão tratadas no futuro as doenças cardiovasculares e outras doenças crônicas.

As recomendações dietéticas, largamente estabelecidas, geraram uma epidemia de obesidade e diabetes, cujas consequências empalidecem perante qualquer praga histórica do passado, quanto a termos de mortalidade, sofrimento humano e consequências terríveis econômicas a que se refere.

Apesar do facto de que 25% da população toma custosos medicamentos à base de estatinas e termos reduzido as gorduras nas nossas dietas este ano vão morrer mais americanos e europeus do que nunca devido a causas cardiovasculares.

As estatísticas da Associação Americana do Coração, mostra que 75 milhões de americanos sofrem de doenças cardiovasculares na atualidade, 20 milhões sofrem de diabetes e 57 milhões de pré diabetes. Estas desordens estão a afectar em grande medida e de forma alarmante a cada ano, pessoas cada vez mais jovens.
Simplesmente mencionar que sem inflamação presente no corpo, não há maneira de que possa acumular-se colesterol nos vasos sanguíneos e provocar doenças coronárias e enfartes. Sem inflamação o colesterol pode circular mais livremente através do corpo, tal como deveria ser naturalmente. É a inflamação a causa de que o colesterol se vá acumulando. O processo da inflamação não é complicado; de fato é bastante simples, é a reação de defesa natural que tem o organismo frente a qualquer invasor estranho como uma bactéria, toxina ou vírus.

O ciclo da inflamação é perfeito na sua maneira de proteger o teu corpo destes invasores bacterianos ou víricos. No entanto, se expusermos constantemente o organismo a lesões provocadas por toxinas ou alimentos que o corpo humano jamais foi feito para processar, produz-se uma condição chamada inflamação crônica. A inflamação crônica é tão perniciosa quanto é benéfica a inflamação aguda.

Que pessoa medianamente razoável se exporia, sabendo-o, constantemente a alimentos e outras substancias que se sabe provocarem lesões no corpo? Bom, quiçá os fumadores, mas esses ao menos escolhem conscientemente.

O resto de nós temos simplesmente seguido as recomendações dietéticas da corrente dominante do momento que consiste numa dieta baixa em gorduras saudáveis e rica em gorduras poli-insaturadas e carbohidratos, sem saber que estávamos lesando repetidamente o nosso sistema cardiovascular. Este dano constante gera inflamação crônica que por sua vez conduz às doenças cardiovasculares, enfartes, diabetes e obesidade.
Permitam-me que repita de novo: A lesão e a inflamação nos nossos vasos sanguíneos e artérias, é causada por uma dieta baixa em gorduras, precisamente a recomendada durante anos pela medicina oficial atual.

Quais são os principais culpados da inflamação crônica?

Muito simples, é a sobrecarga de carbohidratos simples altamente processados como o açúcar, as farinhas e todos los produtos fabricados com isso, o consumo excessivo de óleos vegetais omega-6 como os de soja, trigo e girassol que estão presentes em muitos alimentos processados.

Por um minuto visualiza uma escova dura esfregando repetidamente uma pele suave até conseguir que fira o bastante ao ponto de sangrar. Continua fazer isto várias vezes ao dia, todos os dias durante cinco anos. Se podes suportar este doloroso processo, chegarás a ter uma área que sangra, inflamada e infectada que piorará em cada nova lesão. Esta é uma boa maneira de visualizar o processo inflamatório que poderia estar ocorrendo agora mesmo no teu corpo.

Independentemente de onde se dê o processo inflamatório, seja externamente ou internamente, dá no mesmo. Observei milhares de artérias, e uma artéria doente parece-se com uma parede que foi raspada repetidamente com uma escova de aço. Várias vezes ao dia, os alimentos que ingerimos criam pequenas lesões que geram mais lesões, fazendo com que o organismo responda continuamente e apropriadamente com a inflamação.

Enquanto que apreciamos o sabor tentador de um pastel, os nossos corpos respondem de forma alarmante como se se tratasse de um invasor estranho declarando Guerra. Os alimentos carregados com açúcares e carbohidratos simples, ou processados com óleos omega-6 feitos para durar muito tempo nas prateleiras, foram o pilar principal da dieta americana durante seis décadas. Estes alimentos envenenaram e estão a envenenar lentamente todo o mundo.


Como é possível que comendo uma simples guloseima se possa gerar toda uma torrente inflamatória fazendo com que possas ficar doente?

Imagina por um momento que derramas xarope sobre o teclado do teu computador terás uma ligeira ideia do que ocorre dentro da célula. Quando consumimos carbohidratos simples como o açúcar, o nível de açúcar no sangue dispara rapidamente. Como resposta, o teu pâncreas segrega insulina cujo propósito principal é fazer que a glicose penetre dentro da célula onde será armazenada como energia. Se a célula está cheia e não necessita mais glicose fará a rejeição para evitar ter um excesso já que isto seria muito prejudicial.

Quando as tuas células repletas rejeitam a glicose extra, o açúcar no sangue aumenta produzindo mais insulina e a glicose converte-se em gordura armazenada.


Que tem tudo isto a ver com a inflamação?

O açúcar no sangue é controlado por um campo muito estreito. As moléculas extra de açúcar adere a uma variedade de proteínas que por sua vez lesionam os vasos sanguíneos. Esta contínua lesão dos vasos sanguíneos gera a inflamação. Quando os níveis de açúcar se disparam várias vezes ao dia, em cada dia, é exatamente como introduzir una lixa nos teus delicados vasos sanguíneos.

Ainda que não sejas capaz de ver, asseguro-te que está aí. Vi isso em mais de 5000 pacientes cirúrgicos ao longo de 25 anos e todos eles tinham um denominador comum; inflamação arterial.

Voltemos ao nosso pastelito, essa goluseima aparentemente inocente. Não só contém açúcar, como foi preparado com um dos muitos óleos ômega 6 como o de soja. As batatas fritas são feitas com óleo de soja; os alimentos processados foram produzidos com omega 6 porque duram mais nas estantes. Os ômega 6 são essenciais já que formam parte de cada membrana celular que controla o que entra e sai da célula, no entanto, devem estar em equilíbrio correto com os ômegas 3.

Se este equilíbrio se rompe por consumir demasiado omega 6 a membrana celular produz componentes químicos chamados citoquinas que causam inflamação.

A dieta Ocidental estabelecida atual gerou um desequilíbrio muito grande entre estas duas gorduras. A proporção de desequilíbrio vai desde 15:1 a 30:1 a favor dos ômegas 6. Isto é uma quantidade incrível de citoquinas provocando a inflamação. No meio alimentar atual, a proporção ótima e saudável deveria ser de 3:1.

E para piorar as coisas ainda mais, o teu excesso de peso provocado por comer este tipo de alimentos gera células gordas sobrecarregadas, que por sua vez vertem grandes quantidades de químicos pré inflamatórios, que se somam à lesão já provocada por ter altos níveis de açúcar no sangue. O processo que começou com um simples doce converte-se com o tempo num círculo vicioso que degenera em doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes e finalmente a doença de Alzheimer à medida que o processo inflamatório avança.
Não se pode escapar ao fato de que quanto mais consumimos alimentos preparados e processados, mais nos encontraremos, pouco a pouco, com processos inflamatórios.

O corpo humano não pode processar, nem foi desenhado para consumir, alimentos carregados com açúcares ou imersos em óleos omega-6.


Só há uma solução para evitar a inflamação

Voltar aos alimentos no seu estado natural. Para criar músculo come mais proteína.

Escolher carboidratos muito completos como frutas e vegetais com muitas cores. Corta com a inflamação eliminando todos os óleos omega 6 como o óleo de milho, trigo, girassol ou de soja que se empregam na maioria dos alimentos processados industrialmente.

Uma colher de sopa de óleo de trigo contém 7,280 mg de omega-6 e uma colher sopa de óleo de soja contém 6,940 mg. O melhor é consumir sempre azeite de oliva ou manteiga proveniente de vacas que se alimentem de erva.

As gorduras de origem animal contém menos 20% de omega-6 e têm muitas menos probabilidades de causar inflamação que os óleos poli-insaturados supostamente etiquetados de saudáveis. Esquece a “ciência” que te formatou a cabeça durante décadas. Não existe ciência que afirma que a gordura saturada por si só provoque doenças cardiovasculares. É também é muito débil a ciência que afirma que as gorduras saturadas aumentam os níveis de colesterol no sangue. Atualmente, desde que sabemos que o colesterol não é a causa das doenças cardiovasculares, preocupar-se com as gorduras saturadas é ainda mais absurdo.

A teoria do colesterol levou a recomendar dietas com pouca ou nenhuma gordura, que por sua vez, gerou os mesmíssimos alimentos que na atualidade estão a causar estragos; uma verdadeira epidemia inflamatória. A medicina oficial cometeu um terrível erro ao aconselhar as pessoas a evitar ingerir gorduras saturadas e promoveu os em ômega 6. Atualmente temos uma epidemia de inflamação arterial que conduz a doenças cardiovasculares e outros assassinos silenciosos.

O que podes fazer é escolher alimentos completos como os que servia a tua avó e não os que comprava a tua mãe em supermercados com estantes repletas de alimentos processados e industriais. Ao eliminar os alimentos que provocam a inflamação e adicionar nutrientes essenciais procedentes de alimentos frescos não processados nem industriais, reverterás o dano causado às tuas artérias e organismo por consumir, ao longo dos anos, a típica dieta americana.

O Dr. Dwight Lundell foi director de pessoal «e diretor de cirurgia do Hospital “Banner Heart Hospital”, em Mesa, AZ. Pratica medicina privada no Centro de cuidados Coronários em Meza, AZ. El Dr. Lundell deixou a cirurgia para dedicar-se a tratar as doenças cardiovasculares desde o ponto de vista nutricional. É o fundador de “Healthy Humans Foundation” (Fundação Humanos Saudáveis) que promove a saúde humana com o fim de ajudar a promover o bem estar.

domingo, junho 02, 2013

Hungria destruiu todas as plantações da Monsanto

A Hungria deu uma machadada no tronco infectado da gigante Monsanto e as suas modificações genéticas destruindo quase 500 hectares de culturas de milho plantadas com sementes geneticamente modificadas.

De acordo com o o secretário de estado húngaro e Ministro do Desenvolvimento Rural Lajos Bognar, ao contrário de muitos países europeus (como Portugal) a Hungria é uma nação onde as sementes geneticamente modificadas estão banidas e proibidas, tomando uma posição semelhante ao Peru que instituiu uma lei que bane e proíbe as sementes e alimentos geneticamente modificados por pelo menos 10 anos.

Os quase 500 hectares de milho destruídos estavam espalhados pelo território húngaro e haviam sido plantados há pouco tempo, explica o Ministro Lajos Bognar, o que quer dizer que o pólen venenoso do milho ainda não estava a ser dispersado.

Ao contrário dos membros da União Europeia, a Hungria baniu todas as sementes OGM. As buscas continuam pois como disse Bognar os produtores são obrigados a certificarem-se que as sementes que usam não são geneticamente modificadas. Durante a investigação os fiscais descobriram que a Monsanto havia injetado produtos da Pioneer Monsanto entre as sementes a plantar, possivelmente com o intuito de disseminar aquela cultura.

O movimento de livre trânsito de produtos dentro dos estados da União Europeia impede que as autoridades investiguem como estas sementes chegaram à Hungria, mas doravante irão certificar-se da validade das culturas em solo húngaro, assegurou o ministro. Uma rádio regional revelou que as duas maiores produtoras de sementes geneticamente modificadas foram afetadas com este ato mas que existem milhares de hectares nestas condições.

Os agricultores defenderam-se com a ideia de que não sabiam tratar-se de sementes OGM. Com a estação já a meio, é tarde demais para plantarem novas sementes por isso a colheita deste ano foi completamente perdida. E para piorar o cenário aos agricultores, a companhia que distribuiu estas sementes no condado de Baranya abriu falência o que impede que recebam compensação.

Haja mais Hungrias e Húngaros pela Europa e pelo mundo!

terça-feira, maio 14, 2013

ONU sugere às pessoas para comerem insetos

As Nações Unidas sugeriram que comer insetos poderiam ajudar a resolver a escassez de alimentos no mundo.


De acordo com um relatório da Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas, se as pessoas complementassem sua dieta com insetos, estes poderiam ajudar a reduzir a fome e aumentar a nutrição.

Até agora, mais de dois bilhões de pessoas já consomem, pelo menos, alguns insetos, como parte de sua dieta regular.

"Insetos estão por toda parte e eles se reproduzem rapidamente e eles têm um elevado crescimento e taxas de conversão alimentar e um impacto ambiental baixo", afirmou o relatório.

"O uso de insetos em larga escala como ingrediente alimentar é tecnicamente viável e as empresas estabelecidas em várias partes do mundo já estão liderando o caminho."

Comer mais insetos pode ajudar a combater a fome no mundo, de acordo com um novo relatório da ONU.

quarta-feira, abril 10, 2013

Transgênicos causam Câncer em Ratos

A Morte por cânceres de ratos tratados com alimentos geneticamente modificados é a prova definitiva do alarme da produção de cânceres pelo uso de alimentos geneticamente modificados.



Está a dar a volta ao mundo a imagem de uma cobaia alimentada com organismos geneticamente modificados do gigante norte-americano Monsanto.

O tumor nas glândulas mamárias do rato fêmea desencadeou o alarme.

Durante dois anos, os investigadores franceses trabalharam em segredo absoluto com 200 cobaias alimentadas de três modos diferentes: o primeiro grupo unicamente com milho geneticamente modificado, o segundo com milho modificado e tratado com Roundup (o herbicida mais utilizado do mundo) e o terceiro com milho não modificado geneticamente tratado com o mesmo herbicida.

Os resultados são aterradores: As cobaias que consomem os dois produtos morrem antes e sofrem cancro com mais frequência que as outras.

Joel Spiroux co-autor do estudo e presidente do Comité de Investigação e Informação sobre Genética:
“As provas regulamentares fazem-se em relação a três meses, mas as patologias mais graves, especialmente a morte por tumores, verifica-se ao quarto mês. Isto quer dizer que as provas regulamentares de três meses são ineficazes para determinar o impacto sobre a saúde de um tratamento geneticamente modificado ou de uma alimentação geneticamente modificada a longo prazo”.

Que vão fazer Paris e Bruxelas com este estudo? As agências sanitárias foram contactadas neste sentido. Os ecologistas não ficaram surpreendidos. Corrine Lepage, deputada europeia e presidente fundadora do Criigen – Comité Independente de Pesquisa da Engenharia Genética – não conta ficar por aqui:
Corrine Lepage:
“Fizemos uma grande asneira e espero que as coisas mudem. Também envolvi os 27 ministros dos países membros e solicitei ao senhor Dali, comissário europeu da Saúde a elaboração de estudos bienais sobre os ogm consumidos na Europa”.

A batalha entre ecologistas e anti-OGM. de um lado, e as indústrias, agricultores e autoridades europeias de outro, já dura há muitos anos e está longe de ficar por aqui.

Em 2010, no início da contenda, a Comissão Europeia propôs um compromisso: conservar o direito de autorizar a produção e importação de OGM, deixando aos Estados a decisão de os proibir.

Apenas 10 países concentram 98% da superficie mundial cultivada com OGM, com160 milhões de hectares, no total. Os Estados Unidos estão à frente, seguidos pelo Brasil.

Na Europa, só oito países dos 27 parceiros europeus produtzem OGM. A Espanha e Portugal concentram 90% das culturas. O milho geneticamente modificado também é cultivado na Romênia, Suécia, Eslováquia, Polônia, República Checa e Alemanha.

Foi instaurada uma moratória na França e em Itália.

O estudo du Criigen teve o efeito de uma bomba e vai ser esmiuçado pela Agência Europeia de Segurança Alimentar. Bruxelas prometeu tirar conclusões e debater o assunto.
Mais informação sobre OGM: As sementes da discórdia, OMG



Conheça 10 transgênicos que já estão na cadeia alimentar

Thomas Pappon
Da BBC Brasil em Londres

SALMÃO

Salmão geneticamente modificado é primeiro animal do tipo a ser liberado para o consumo

No final de dezembro passado, a agência que zela pela segurança alimentar nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou para consumo um tipo de salmão geneticamente modificado, reacendendo o debate sobre a segurança dos transgênicos e suas implicações éticas, econômicas sociais e políticas.

É a primeira vez que um animal geneticamente modificado é aprovado para consumo humano.

Mas muitos consumidores nos Estados Unidos, Europa e Brasil, regiões em que os organismos geneticamente modificados (OGMs) em questão de poucos anos avançaram em velocidade surpreendente dos laboratórios aos supermercados, passando por milhões de hectares de áreas cultiváveis, continuam desconfiados da ideia do homem cumprindo um papel supostamente reservado à natureza ou à evolução – e guardam na memória os efeitos nocivos, descobertos tarde demais, de “maravilhas” tecnológicas como o DDT e a talidomida.

Boa parte do público ainda teme possíveis efeitos negativos dos transgênicos para a saúde e o meio ambiente.

Pesquisas de opinião nos Estados Unidos e na Europa, entretanto, indicam que a resistência aos OGMs tem caído, refletindo, talvez, uma tendência de gradual mudança de posição da percepção pública.

As principais academias de ciências do mundo e instituições como a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) são unânimes em dizer que os transgênicos são seguros e que a tecnologia de manipulação genética realizada sob o controle dos atuais protocolos de segurança não representa risco maior do que técnicas agrícolas convencionais de cruzamento de plantas.

O salmão transgênico, que pode chegar às mesas de jantar em 2014, será o primeiro animal geneticamente modificado (GM) consumido pelo homem.

Vários produtos GM já estão nos supermercados, um fato que pode ter escapado a muitos consumidores – apesar da (discreta) rotulagem obrigatória, no Brasil e na UE, de produtos com até 1% de componentes transgênicos.

A BBC Brasil preparou uma lista com 10 produtos e derivados que busca revelar como os transgênicos entraram, estão tentando ou mesmo falharam na tentativa de entrar na cadeia alimentar.

MILHO

Dezoito variedades de milho transgênico são aprovadas para consumo no Brasil

Com as variantes transgênicas respondendo por mais de 85% das atuais lavouras do produto no Brasil e nos Estados Unidos, não é de se espantar que a pipoca consumida no cinema, por exemplo, venha de um tipo de milho que recebeu, em laboratório, um gene para torná-lo tolerante a herbicida, ou um gene para deixá-lo resistente a insetos, ou ambos. Dezoito variantes de milho geneticamente modificado foram autorizadas pelo CTNBio, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia que aprova os pedidos de comercialização de OGMs.

O mesmo pode ser dito da espiga, dos flocos e do milho em lata que você encontra nos supermercados. Há também os vários subprodutos – amido, glucose – usados em alimentos processados (salgadinhos, bolos, doces, biscoitos, sobremesas) que obrigam o fabricante a rotular o produto.

O milho puro transgênico não é vendido para consumo humano na União Europeia, onde todos os legumes, frutas e verduras transgênicos são proibidos para consumo – exceto um tipo de batata, que recentemente foi autorizado, pela Comissão Europeia, a ser desenvolvido e comercializado. Nos Estados Unidos, ele é liberado e não existe a rotulação obrigatória.

ÓLEOS DE COZINHA

Os óleos extraídos de soja, milho e algodão, os três campeões entre as culturas geneticamente modificadas – e cujas sementes são uma mina de ouro para as cerca de dez multinacionais que controlam o mercado mundial – chegam às prateleiras com a reputação “manchada” mais pela sua origem do que pela presença de DNA ou proteína transgênica. No processo de refino desses óleos, os componentes transgênicos são praticamente eliminados. Mesmo assim, suas embalagens são rotuladas no Brasil e nos países da UE.
SOJA
Óleo de soja é o principal subproduto do cultivo transgênico para o consumidor

No mundo todo, o grosso da soja transgênica, a rainha das commodities, vai parar no bucho dos animais de criação – que não ligam muito se ela foi geneticamente modificada ou não. O subproduto mais comum para consumo humano é o óleo (ver acima), mas há ainda o leite de soja, tofu, bebidas de frutas e soja e a pasta misso, todos com proteínas transgênicas (a não ser que tenham vindo de soja não transgênica). No Brasil, onde a soja transgênica ocupa quase um terço de toda a área dedicada à agricultura, a CTNBio liberou cinco variantes da planta, todas tolerantes a herbicidas – uma delas também é resistente a insetos.
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MAMÃO PAPAYA

Os Estados Unidos são o maior importador de papaya do mundo – a maior parte vem do México e não é transgênica. Mas muitos americanos apreciam a papaya local, produzida no Havaí, Flórida e Califórnia. Cerca de 85% da papaya do Havaí,que também é exportada para Canadá, Japão e outros países, vem de uma variedade geneticamente modificada para combater um vírus devastador para a planta. Não é vendida no Brasil, nem na Europa.

QUEIJO

Aqui não se trata de um alimento derivado de um OGM, mas de um alimento em que um OGM contribuiu em uma fase de seu processamento. A quimosina, uma enzima importante na coagulação de lacticínios, era tradicionalmente extraída do estômago de cabritos – um procedimento custoso e “cruel”. Biotecnólogos modificaram micro-organismos como bactérias, fungos ou fermento com genes de estômagos de animais, para que estes produzissem quimosina. A enzima é isolada em um processo de fermentação em que esses micro-organismos são mortos. A quimosina resultante deste processo – e que depois é inserida no soro do queijo – é tida como idêntica à que era extraída da forma tradicional. Essa enzima é pioneira entre os produtos gerados por OGMs e está no mercado desde os anos 90. Notem que o queijo, em todo seu processo de produção, só teve contato com a quimosina – que não é um OGM, é um produto de um OGM. Além disso, a quimosina é eliminada do produto final. Por isso, o queijo escapa da rotulação obrigatória.

PÃO, BOLOS e BISCOITOS

Bolos e pães têm componentes derivados de milho e soja transgênicos

Trigo e centeio, os principais cereais usados para fazer pão, continuam sendo plantados de forma convencional e não há variedades geneticamente modificadas em vista. Mas vários ingredientes usados em pão e bolos vêm da soja, como farinha (geralmente, nesse caso, em proporção pequena), óleo e agentes emulsificantes como lecitina. Outros componentes podem derivar de milho transgênico, como glucose e amido. Além disso, há, entre os aditivos mais comuns, alguns que podem originar de micro-organismos modificados, comoácido ascórbico, enzimas e glutamato. Dependendo da proporção destes elementos transgênicos no produto final (acima de 1%), ele terá que ser rotulado.

ABOBRINHA

Seis variedades de abobrinha resistentes a três tipos de vírus são plantadas e comercializadas nos Estados Unidos e Canada. Ela não é vendida no Brasil ou na Europa.

ARROZ

Uma das maiores fontes de calorias do mundo, mesmo assim, o cultivo comercial de variedades modificadas fica, por enquanto, na promessa. Vários tipos de arroz estão sendo testados, principalmente na China, que busca um cultivo resistente a insetos. Falou-se muito no golden rice, uma variedade enriquecida com beta-caroteno, desenvolvida por cientistas suíços e alemães. O “arroz dourado”, com potencial de reduzir problemas de saúde ligados à deficiência de vitamina A, está sendo testado em países do sudeste asiático e na China, onde foi pivô de um recente escândalo: dois dirigentes do projeto foram demitidos depois de denúncias de que pais de crianças usadas nos testes não teriam sido avisados de que elas consumiriam alimentos geneticamente modificados.

FEIJÃO

Feijão transgênico deve ser distribuído no Brasil em 2014
A Empresa Brasileira para Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, conseguiu em 2011 a aprovação na CTNBio para o cultivo comercial de uma variedade de feijão resistente ao vírus do mosaico dourado, tido como o maior inimigo dessa cultura no país e na América do Sul. As sementes devem ser distribuídas aos produtores brasileiros – livre de royalties – em 2014, o que pode ajudar o país a se tornar autossuficiente no setor. É o primeiro produto geneticamente modificado desenvolvido por uma instituição pública brasileira.

SALMÃO

Após a aprovação prévia da FDA, o público e instituições americanos têm um prazo de 60 dias (iniciado em 21 de dezembro) para se manifestar sobre o salmão geneticamente modificado para crescer mais rápido. Em seguida, a agência analisará os comentários para decidir se submete o produto a uma nova rodada de análises ou se o aprova de vez. Francisco Aragão, pesquisador responsável pelo laboratório de engenharia genética da Embrapa, disse à BBC Brasil que tem acompanhado o caso do salmão “com interesse”, e que não tem dúvidas sobre sua segurança para consumo humano. “A dúvida é em relação ao impacto no meio ambiente. (Mesmo criado em cativeiro) O salmão poderia aumentar sua população muito rapidamente e eventualmente eliminar populações de peixes nativos. As probabilidades de risco para o meio ambiente são baixas, mas não são zero…na natureza não existe o zero”.


E ESTES NÃO DERAM CERTO…

A primeira fruta aprovada para consumo nos Estados Unidos foi um tomate modificado para aumentar sua vida útil após a colheita, o “Flavr Savr tomato”. Ele começou a ser vendida em 94, mas sua produção foi encerrada em 97, e a empresa que o produziu, a Calgene, acabou sendo comprada pela Monsanto. O tomate, mais caro e de pouco apelo ao consumidor, não emplacou. O mesmo ocorreu com uma batata resistente a pesticidas, lançada em 95 pela Monsanto: a New Leaf Potato. Apesar de boas perspectivas iniciais, ele não se mostrou economicamente rentável o suficiente para entusiasmar fazendeiros e foi tirada do mercado em 2001.

sábado, março 31, 2012

Conheça o homem que decidiu viver sem dinheiro


Mark Boyle é um irlandês de 32 anos que decidiu romper com a sociedade atual e o que considera seu principal símbolo: o dinheiro. Formado em administração de empresas, há 4 anos ele tomou uma atitude radical e passou a viver sem um tostão no bolso. Ele mora no campo, come o que planta, toma banho em um rio, cozinha em uma fogueira e abdicou das mordomias da vida moderna. E tem mais: ele quer que você também siga seu estilo de vida.


Boyle tomou essa decisão depois de ver como estamos levando o planeta para o buraco. Segundo o ativista, nossa economia estaria destruindo a natureza e arruinando a vida de nossos semelhantes. E a culpa de tudo estaria no dinheiro, que cria uma distância entre o homem e os produtos que ele consome. “Não vemos o efeito de nossas compras no ambiente. Não sabemos por quais processos os produtos passaram, quais os danos que eles causaram. Não sabemos mais como o que consumimos é produzido”, disse.



Apesar de evitar a civilização moderna, Boyle não é nenhum ermitão. De um computador carregado a energia solar, ele mantém um blog atualizado para propagar as suas idéias e juntar possíveis adeptos. Em 2010, ele lançou o livro The Moneyless Man (que vai ser lançado em julho no Brasil pela editora Best Seller, com o título de O homem sem grana). Até o final do ano, ele deve lançar mais um livro no Reino Unido. 

Há 6 meses, Boyle retrocedeu um pouco em suas convicções e voltou a lidar com o vil metal. Mas ele diz que tem um objetivo nobre: vai construir uma comunidade que siga seu estilo de vida, onde todos terão acesso aos alimentos, e o dinheiro não terá valor algum. Veja a entrevista: 

Quanto tempo você viveu sem dinheiro? 

Foram dois anos e meio, quase três. Eu vivi num pedaço de terra, onde cultivava minha própria comida. Eu uso um pouco de energia solar para o meu laptop, que é o único modo de me comunicar com o resto do mundo - eu tenho que conseguir mostrar às pessoas que é possível viver sem dinheiro. Tomo banhos em um rio aqui perto. Uso materiais da natureza no meu dia-a-dia: escovo meus dentes com ossos de animais misturados com sementes. 

Mas como é sua rotina? Como foi seu dia hoje, por exemplo? 

Foi bem normal na verdade, sempre me fazem essa pergunta. Eu coletei frutas, tomei banho no rio... Tem alguns dias que passo inteiro plantando, outros colhendo. Em alguns outros eu recolho lenha. Daí volto a plantar. Meu dia-a-dia é basicamente ir atrás das coisas essenciais sem gastar dinheiro. E isso exige habilidades muito básicas. Além dessas coisas, também fico cuidando da comunicação, falando com a mídia. Sabe, minha história fez sucesso nos jornais daqui e acabei dando muitas entrevistas. Escrevo bastante, acabei de terminar de escrever um segundo livro que será lançado no final do ano. Mas, ao mesmo tempo em que cuido dessas coisas, tenho que sobreviver. 

O que fez você seguir esse estilo de vida? 

Eu estava em uma época de questionamentos, pensando sobre todos os problemas do mundo: destruição das florestas, trabalho forçado, extinção dos recursos da natureza. Estava pensando nos problemas ecológicos e sociais, em quais deles eu poderia trabalhar, e percebi que todos têm um denominador em comum. Eles são causados pelos vários graus de separação entre o consumidor e o que ele consome. A gente não sabe por quais processos os produtos passam, quais os danos que eles causam. Não sabemos mais como o que consumimos é produzido. Aí eu percebi que o dinheiro era um fato muito importante dentro disso, ele nos separa do que consumimos. 

Minha primeira ideia foi falar sobre as conseqüências do uso do dinheiro, porque todos sabemos de seus benefícios, mas ninguém fala de suas conseqüências. Mas depois de 6 meses discorrendo sobre isso, vi que eu deveria dar o exemplo. Acredito muito na frase de Gandhi: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Se eu vou falar disso, o mínimo que eu deveria fazer é viver isso. Acho que dinheiro nos causa danos de várias formas. Combinado com outros fatores econômicos, como a divisão do trabalho e economia de larga escala, está destruindo a natureza, porque não vemos os efeitos de nossas compras no ambiente. 

Você é formado em administração de empresas. Isso tem alguma coisa a ver com o rumo que tomou?

Claro. Compreender como tudo funciona foi muito crucial. Quanto mais você entende de economia e dos processos envolvidos, mais você percebe que é insustentável. Durante 4 anos estudando economia, eu nunca ouvi falar do mundo real. Ninguém fala de pessoas, solo, oceanos, florestas. Só aprendemos teorias e equações, sem nos importar com o mundo real e com o fato de o estarmos destruindo. Isso me deu uma ideia das falhas básicas do nosso modelo econômico. O que estou tentando fazer é criar uma nova história, explorar um novo modelo que não seja tão dependente do dinheiro, baseado na comunidade e na relação com a terra. 

O que sua família pensou dessa mudança? 

Eles me deram muito apoio. De inicio, eles não falaram muito sobre isso, porque foi uma mudança muito súbita. Mas hoje eles me dão apoio total, vêem que o mundo fica cada vez pior. Quanto mais conversamos, mais eles percebem que nos próximos cem anos as coisas vão ficar muito difíceis, inclusive para seus futuros netos. 

Nos últimos meses você voltou a lidar com dinheiro. Por quê? 

Estamos começando um projeto de comunidade onde possamos viver 100% da terra. Onde possamos viver de um modo que não haja trocas. Vamos plantar comida e dar cursos para quem não souber plantar. Os cursos serão livres. As pessoas que forem para os cursos também irão produzir as comidas nessa terra. Queremos mostrar um outro modo de viver junto, de produzir as comidas de que precisamos. A intenção não é só reduzir nosso impacto no planeta, mas queremos fazer uma economia baseada no “dar”. Não acreditamos no “dar” condicional, que é o “trocar”, o “eu te dou isso se você me der aquilo”. Esse é um jeito muito cruel de viver. Não precisamos sempre receber algo em troca. Você acha seu movimento vai ganhar mais adeptos? 

Em 2008, quando a crise estourou, o movimento cresceu muito. E agora cresce bastante em países como Grécia e Portugal. É interessante ver que, quando a economia normal se deteriora, as pessoas começam a procurar por outros modos de viver. Estamos crescendo bem rápido. Quando tudo começa a dar errado, as pessoas procuram por um modo de se salvar. É por isso que estou tão ocupado hoje em dia, as pessoas querem saber sobre isso. Muitos querem saber como viver sem dinheiro, já que não têm dinheiro. 

E você acha que dá pra todo mundo viver assim? 

Acho que precisamos de uma transição. Precisamos mostrar as conseqüências ecológicas e sociais de nossa economia atual. Acredito que as pessoas vão entender que largar o dinheiro é o único jeito sustentável de viver. Acho que viveremos uma transição para sermos menos dependentes do dinheiro, para restabelecermos nossa conexão com a comunidade e com a terra sob nossos pés. [Revista Galileu]

domingo, março 11, 2012

Coca-Cola e Pepsi mudam fórmula para evitar câncer

A Coca-Cola e a Pepsi anunciaram que vão mudar a fórmula dos seus refrigerantes de cola de forma a evitar uma alerta de risco de câncer.

A medida foi tomada depois que o estado da Califórnia incluiu na lista de substâncias cancerígenas um elemento químico que pode ser encontrado no corante caramelo, presente nos refrigerantes.

O centro de Ciência para Interesse Público e entidades de proteção ao consumidor também pressionaram as empresas a repensar a utilização da substância em suas bebidas. Segundo as entidades, o 4-metilimidazol pode ser associado com o desenvolvimento do câncer se consumido em quantidade excessiva.

O FDA, órgão norte-americano que regula remédios e alimentos, havia avaliado que para correr risco de desenvolver câncer a partir do uso de refrigerantes seria preciso consumir nada menos do que mil latinhas por dia.

“Embora acreditemos que não haja risco para a saúde pública que justifique as mudanças, pedimos aos fornecedores de caramelo que alterem as substâncias para que os produtos não estejam sujeitos à exigência de um aviso sem fundamento científico”, destacou Diana Garza, representante da Coca-Cola. [apocalink]

terça-feira, dezembro 13, 2011

Nova Doença é Causado por Aspartame

Uma nova doença chamada de Artifical Sweetener Disease (ASD, ou Doença do Adoçante Artificial) está varrendo toda a América, afetando dezenas de milhares de consumidores, e a medicina ocidental chama isso de qualquer coisa menos o que realmente é, de modo que os médicos podem prescrever medicamentos caros e marcar “check ups” para as semanas seguintes.


Chame isso de dores de cabeça recorrentes, enxaquecas insuportáveis, depressão, ansiedade, dor muscular, surtos de artrite, zumbido ou zumbido nos ouvidos, fadiga crônica, fibromialgia, síndrome do intestino irritável (SII), doença de Crohn, inflamação, mesmo o refluxo ácido, mas não chame isso de ASD, ou o paciente pode parar de consumir adoçantes sintéticos, e então não agendar mais visitas no médico.

Os sintomas do ASD pode mudar durante a noite, dependendo de quanto você consome adoçante químico, e quais adoçantes. Algumas combinações são especialmente tóxicas. Os consumidores podem ter desde uma dor de cabeça até uma enxaqueca e vômitos ou problemas de visão e uma indisposição gástrica. Muitas pessoas experimentam distúrbios do sistema nervoso, cólicas, tiques nervosos e reflexos anormais.

Não é uma coincidência que uma onda de casos de fibromialgia atingiram as tropas americanas durante a Guerra do Golfo. Estudos revelaram que o consumo de refrigerantes diet no calor de 48 graus leva à repercussões graves para a saúde. Foi inteligentemente contabilizado sob o termo “Síndrome da Guerra do Golfo”, mas os mesmos problemas estão ocorrendo nas tropas no Iraque e no Afeganistão agora.

Também não é coincidência que 4 de 5 casos de fibromialgia afetam as mulheres, que são mais propensas a comer alimentos diet e consumir bebidas dietéticas do que os homens. Quase todas as balas de goma de mascar e mentoladas são carregadas com adoçantes artificiais.

O ditado popular que diz que “não há suficiente adoçante artificial em qualquer produto específico para causar problemas de saúde” é uma mentira, especialmente agora que em 2011 existem adoçantes sintéticos em mais de 25% de todos os alimentos, bebidas, gomas e doces disponíveis. Este efeito cumulativo criou ASD, e graças a pouca ou nenhuma regulamentação de agentes químicos em alimentos,isto não vai desaparecer tão cedo. Fonte: Natural News

quarta-feira, outubro 12, 2011

FEMA quer 1 Bilhão de Dólares para Adquirir Alimentos Desidratados. Por quê?

A FEMA exige a compra de alimentos para garantir a sobrevivência de um evento inesperado nos Estados Unidos, assim como a Marinha fez exercícios contra os possíveis ataques terroristas.

As ameaças "terroristas" parecem estar aumentando, portanto, a FEMA (Agência-US Federal Emergency Management Department of Homeland Security) tem em curso uma ordem de US $ 1 bilhão em alimentos desidratados em caso de ataques a alvos nos Estados Unidos.

Isto vem na esteira de um dos maiores exercícios de anti-terrorismo realizados pela Marinha dos Estados Unidos em solo americano, conhecido como Operação Cortina Sólida. 

Em um artigo publicado no Observer, verifica-se que muitos dos principais fornecedores de alimentos desidratados no país, estão fazendo cambalhotas para produzir alimentos desidratados para clientes regulares e cumprir a ordem de compra de mais de um bilhão de dólares da FEMA. 

Um dos maiores fornecedores de alimentos desidratados cortou 99% de entregas a seus revendedores e distribuidores. Não é por causa da "economia fraca". Por que está usando toda capacidade para cumprir os mega-contrato com o governo americano. O governo sempre foi um cliente do setor, até certo ponto. Mas de acordo com nossas fontes, esta exigência é realmente muito fora do normal. 

Não é tudo. 

Aparentemente, ainda é possível produzir alimentos suficientes para satisfazer as exigências do governo. 
No início deste mês, a FEMA (Federal Emergency Management Agency) fez um pedido de entrega de 3 refeições por dia durante 10 dias - para 14 milhões de pessoas. Um total de 420 milhões de refeições. Geralmente, FEMA mantém uma reserva de cerca de 6 milhões de refeições. Por que de repente ele necessidade de aumentar a reserva de 420 milhões? Parece que eles estão tentando preparar uma moderna "Arca de Noé", concorda? 

Eventos globais ao redor do mundo, como as revoluções e protestos, o pico do petróleo crescimento, a queda do dólar, a escassez de alimentos estão nos levando para o ponto de crise, o que pode acontecer, tanto por razões nacionais e estrangeiras. 

Fonte: www.express-news.it

sexta-feira, outubro 07, 2011

Os Perigos dos Microondas

Milhões de pessoas estão na ignorância, sacrificando sua saúde em troca da conveniência dos fornos a microondas.

Quem inventou os fornos a microondas e por quê? As respostas para estas perguntas podem induzir-lhes a jogar no lixo o seu forno.

Mais de 90% dos lares e restaurantes usam fornos microondas para preparar refeições, pois, estes são muito convenientes e eficazes para economizar tempo e energia, se comparados aos fornos convencionais.

Naturalmente, se os fornos microondas fossem realmente nocivos, nossos governantes não permitiriam que fossem vendidos, ou permitiriam?

Apesar do que “oficialmente“ foi divulgado sobre os fornos microondas, pouco estudo científico foi realizado no mundo. Pela ilusória “vantagem” de tempo em um mundo cada vez mais rápido, nós deixamos de usar os nossos tradicionais fogões a gás para entrarmos definitivamente na nova era do microondas, onde os resultados são catastróficos.

A finalidade deste relatório é mostrar provas e evidências de que o cozimento em microondas não é natural, nem saudável e é muito mais perigoso para o corpo humano que se pode imaginar. Entretanto, os fabricantes de fornos microondas, os políticos, e a simples natureza humana estão suprimindo os fatos e evidências. Por isso, as pessoas continuam a usar as microondas para cozinhar seus alimentos – em total ignorância – sem conhecer os efeitos e o perigo desta prática.

Como funcionam os fornos a microondas?

As microondas são uma forma de energia eletromagnética, como ondas de luz ou ondas de rádio e ocupam uma parte do espectro da força eletromagnética. Microondas são ondas muito curtas da energia eletromagnética que viaja à velocidade da luz (186,282 milhas/seg).

ONDAS DE ESPECTRO ELETROMAGNÉTICAS

O espectro eletromagnético abrange um amplo intervalo de comprimentos de onda e frequências  indo desde ondas muito longas e conseqüentemente baixas freqüências – ondas rádio – passando pelas ondas infravermelho e ondas de luz visível até chegar a frequências muito altas (o que corresponde a comprimentos de ondas curtas) dos raios gama e raios X.

As frequências mais baixas – comprimentos de onda mais longos – produzem a cor vermelha enquanto que as frequências mais altas – comprimentos de onda mais curtos – produzem a cor violeta. Aqueles comprimentos de onda que caem em algum lugar entre estes dois pontos produzem as cores laranja, amarelo, verde, e azul que também são encontradas na região do visível dos espectros eletromagnéticos.

Na nossa atual idade tecnológica, as microondas são usadas para coligar longas distâncias de sinais telefônicos, televisivos e informações em todo o mundo ou em satélites no espaço. Mas, a microonda mais familiar para nós é a energia utilizada para cozinhar alimentos.

Cada forno a microondas possui um magnétron, um tubo em que os elétrons são afetados pelo campo eletromagnético de tal maneira que produza uma radiação com um micro comprimento de ondas, cerca 2.450 Mega Hertz (MHz) ou 2,45 Giga Hertz (GHz).

A microonda interage com as moléculas dos alimentos. Cada onda de energia muda a sua polaridade de positiva para negativa em cada ciclo da onda. Em microondas, estas mudanças de polaridade acontecem milhões de vezes a cada segundo. As moléculas dos alimentos – especialmente as moléculas da água – possuem extremidades positivas e negativas como um íman que possui os pólos Norte e Sul.

Em modelos comerciais, o forno tem uma entrada de energia de aproximadamente 800~1000 watts de corrente alternada (DC). Enquanto estas microondas geradas pelo magnetron bombardeiam o alimento, elas fazem girar todas moléculas do alimento na mesma freqüência, milhões de vezes por segundo. Toda esta agitação de partículas moleculares cria uma fricção molecular, a qual aquece os alimentos. Tal fricção também causa um elevado dano às moléculas por uma se atritar à outra, freqüentemente rasgando-as em partes ou deformando-as completamente. O nome científico para esta deformação é “isomerismo estrutural“.

Pela comparação, as microondas naturais do sol são baseadas nos princípios da pulsação da corrente contínua (DC) que não gera calor friccional; os fornos a microondas usam a corrente alternada (AC) gerando calor friccional. Um forno a microondas produz uma onda de energia pontiaguda com toda a potência que entra em somente uma estreita freqüência do espectro de energia eletromagnética.

Radiação = propagação de energia com ondas eletromagnéticas.

As radiações, conforme definição das terminologias da física, são “as ondas eletromagnéticas emitidas pelos átomos e moléculas de uma substância radioativa como conseqüência da deterioração nuclear“ – a radiação provoca a ionização – que ocorre quando um átomo neutro ganha ou perde elétrons. Em poucas palavras, um forno a microondas deteriora e altera a estrutura molecular dos alimentos com o processo de radiação eletromagnética.

Se os fabricantes tivessem, honestamente, dito a verdade e dado o nome correto a estes “fornos de radiação“, seria duvidoso que tivessem alcançado alguma venda. Mas, é exatamente o que um forno a microondas o é, ou seja um forno de radiação eletromagnética!!

Os fabricantes, interessados somente em lucros e interesses escusos e misteriosos, talvez em parceria com grandes laboratórios farmacêuticos, dizem que alimentos cozidos em fornos microondas não são irradiados (tratados com radiação).

Na verdade não existe distinção entre radiação e microondas, os dois processos são pensados para usar ondas de energia, diferindo apenas em intensidade. Nem o FDA, nem estudos oficiais realizados pelos órgãos governamentais provaram que o uso freqüente dos fornos a microondas é nocivo, mas, todos nós sabemos que a validade dos estudos pode ser – e são muitas vezes propositalmente – limitados. Muitos destes estudos foram mais tarde provadamente considerados distorcidos ou omitidos.

Como consumidores, nós temos que ter bom senso para usar e julgar. Então, em quem devemos confiar e qual critério devemos usar para decidir as questões referentes à nossa saúde?

Desde quando foi publicado que as ondas dos fornos a microondas não se propagam no meio ambiente, quando adequadamente usados e com um design aprovado. Curioso é que apesar de toda esta segurança proposta, é terminantemente proibido a pessoas que usam marcapasso ficarem expostas até 5 metros próximas de um forno microondas em funcionamento.

Os instintos maternos são corretos

Muitos pessoas vieram de uma geração onde as mães e avós não confiam no moderno sistema de microondas de cozimento “às avessas“, isto é, cozimento de dentro para fora – que elas afirmam “não ser apropriado“ para os alimentos. Algumas mães recusam-se intuitivamente a cozinhar coisas num microondas. Também não apreciam o gosto de alimentos de microondas.

O bom senso e instintos maternos lhe disseram que não havia nenhuma forma de cozimento em microondas que poderiam ser natural enquanto o gosto de alimentos são alterados.

As microondas são perigosas para o leite dos bebês

Grande número de advertências foi feito publicamente, mas, mal divulgados ou abafados. Por exemplo, o serviço de extensão da Universidade do Minessota, publicaram o seguinte estudo em 1989:

O aquecimento da mamadeira num microondas pode provocar leves mudanças no leite.

Nas papinhas infantis ou em qualquer outro alimento, pode haver uma perda de algumas vitaminas ou inversão de sua estrutura química e molecular, transformando algumas enzimas. No leite materno algumas propriedades protetoras podem ser destruídas ou igualmente invertidas quando aquecidas no microondas, como vimos acima, esta inversão molecular de vitaminas, proteínas ou enzimas, bem como, em toda sua estrutura se dá pelo isomerismo estrutural.

A Dra. Lita Lee do Hawai relatou em 9-dezembro-1989 na revista Lancet:

“Alguns alimentos para bebês, aquecidos em fornos microondas, converteram alguns trans-aminoácidos em cis-isômeros sintéticos e alteraram estes cis-isomeros sintéticos. Os cis-aminoácidos ou trans-acidos graxos podem ser ou não ser biologicamente ativos. Ainda, um dos aminoácidos, a l-prolina, foi convertida em d-isomero, que sabemos que é neurotóxico (altamente venenoso para o sistema nervoso) e nefrotóxico (venenoso para os rins).

Indiscutível dizer o resultado que tais tóxicos podem provocar não só em bebês a serem alimentados com alimentos aquecidos em microondas, mas, para qualquer um que se utilize o Aparelho, pois, dependendo da formulação alimentar e de suas cadeias atômicas, minerais e biológicas os alimentos originais podem se transformar em substâncias completamente diferentes das pré-aquecidas pelo Aparelho, tornando-se uma verdadeira bomba dentro da célula humana.

“O sangue pré-aquecido com microondas mata o paciente”.

Em 1991, havia um processo judicial em Oklahoma relativo ao uso hospitalar de um forno a microondas para pré-aquecer o sangue usado em transfusões. O caso envolveu uma paciente de cirurgia nos quadris, Norma Levitt, que morreu por uma simples transfusão de sangue. Parece que a enfermeira tinha aquecido o sangue num forno microondas. Houve grande repercussão com esta tragédia.

O sangue para transfusões é habitualmente pré-aquecido, mas, não em fornos a microondas. No caso da Sra. Levitt, o pré-aquecimento num forno microondas alterou completamente a estrutura sanguínea, muito provavelmente eliminando glóbulos brancos, hemácias, endobiontes, enfim, destruindo esta estrutura que não pode ser assimilada pelo organismo da paciente.

É obvio que esta forma de “radiação de calor“ microondico traz alguma alteração nas substâncias que aquece. Por nosso corpo ser eletroquímico de natureza, qualquer força que quebre ou altere o equilíbrio eletroquímico pode afetar a saúde do corpo celular eletrônico. Isto é, também descrito no livro de Robert O. Becker, “O corpo elétrico“, e no livro de Ellen Sugarman – “Cuidado, a eletricidade em torno a você pode ser perigosa para a sua saúde“.

Fatos e evidências científicas

Num estudo comparativo entre alimentos preparados em fornos convencionais com os preparados em fornos a microondas, publicado por Raum e Zeitem 1992, em 3(2): 43, declara:

“Uma hipótese básica da medicina natural afirma que a introdução no corpo humano de moléculas e energias, das quais ele não está acostumado, traz maior probabilidade de causar o mal que o bem, logo, quando temos moléculas alteradas por campos de energia eletro eletrônicas estas podem modificar o comportamento de assimilação das mesmas”.

Uma demonstração clara neste sentido são os alimentos contaminados por radiação microondica, os seus efeitos são transferidos para as células e estas se contaminam.

Alimentos expostos à radiação microondica contém muitas moléculas de energias que não estão presentes em alimentos cozidos com os métodos tradicionais, como sempre foi feito desde a descoberta do fogo.

A energia de calor do sol e outros astros são baseados na corrente contínua. O calor das microondas produzidas artificialmente, incluindo aquela dos fornos, são produzidas pela corrente alternada e força a reversão de polaridade + e – bilhões de vezes ou mais, por segundo, nas moléculas dos alimentos em que elas vibram. A produção de moléculas anormais é inevitável com essa violenta vibração. Uma simples compreensão comparativa; no forno tradicional é como se você colocasse milhões de moléculas para serem aquecidas muito lenta e gradualmente, com giro sincronizado das moléculas, onde elas seriam agitadas muito lentamente, estabelecendo uma ordem uniforme de aquecimento, já no microondas, todo este processo é inexistente, as moléculas são simultaneamente e abruptamente agitadas à velocidade da luz.

Naturalmente podemos observar os aminoácidos sofrerem uma mudança isomérica (mudanças na forma morfológica) bem como, a transformação na forma tóxica sob a vibração dura e antinatural produzidas nos fornos microondas.

Um estudo de curta duração encontrou significantes e distorcidas mudanças no sangue de indivíduos consumidores de leite e vegetais preparados em microondas. Oito voluntários comeram várias combinações dos mesmos tipos de alimentos, porém, cozidos por processos diferentes. Todos os alimentos que foram preparados em fornos a microondas provocaram mudanças no sangue dos voluntários. O nível da hemoglobina diminuiu e além disso, o nível dos glóbulos brancos e o nível do colesterol aumentaram. O nível de linfócitos também diminuiu.

Uma bactéria luminescente (que emite luz) foi empregada para detectar mudanças energéticas no sangue. Significantes aumentos foram encontrados na luminescência desta bactéria quando foi exposta ao soro sanguíneo obtido após o consumo de alimentos preparados nos fornos microondas“.

Os estudos clínicos suíços

O Dr. Hans Ulrich Hertel, que hoje é aposentado, trabalhou como cientista em alimentação por muitos anos numa das maiores companhias suíças do business de alimentação de escala global. Há poucos anos, ele foi demitido do seu trabalho porque questionou certos processos de preparação artificial dos alimentos.

Em 1991, ele e um prof. Universitário de Lausanne, na Suíça, publicaram uma pesquisa afirmando que alimentos preparados em fornos microondas podem conter riscos muito maiores para a saúde que alimentos preparados pelos métodos convencionais. Outro artigo também apareceu na edição n° 19 da revista Franz Weber na qual foi declarado que o consumo de alimentos cozidos em microondas teria efeitos cancerígenos no sangue. Na capa da revista havia um desenho da morte que segurava um forno microondas numa das mãos (ao invés da tradicional foice).

O Dr. Hertel foi o primeiro cientista a conceber e executar um estudo clínico de qualidade sobre os efeitos que os alimentos preparados com microondas causam no sangue e na fisiologia do corpo humano. Seu estudo, pequeno, mas muito bem controlado, mostrou as forças degenerativas produzidas em fornos microondas nos alimentos neles preparados. A conclusão científica mostrou que cozimentos microondicos alteram os nutrientes nos alimentos; e, também alteraram o sangue dos participantes, o que poderia causar deterioração no sistema do corpo humano. O estudo científico de Hertel foi feito junto com o Dr. Bernard H. Blanc do Instituto Federal de Tecnologia Suíço e o Instituto Universitário para a Bioquímica.

Em intervalos de dois a cinco dias, os voluntários no estudo recebiam uma das seguintes variedades de alimento com o estômago vazio:

1) leite puro;
2) o mesmo leite puro, fervido com o sistema tradicional;
3) leite pasteurizado;
4) o mesmo leite puro, fervido num forno microondas;
5) verduras cruas de produção biológica;
6) verduras de produção biológica cozidas com o sistema tradicional;
7) verduras biológicas congeladas e depois descongeladas num forno microondas e,
7) as mesmas verduras cozidas num forno a microondas.

Uma vez que os voluntários foram isolados, foram retiradas amostras do sangue de cada voluntário antes que comessem os alimentos. Depois eram retiradas as amostras de sangue em intervalos regulares após o consumo do leite e verduras descritos acima.

Mudanças significativas foram descobertas nas amostras de sangue colhidas nos intervalos após a ingestão dos alimentos cozidos em fornos microondas. Estas mudanças incluem a diminuição de todos os valores das hemoglobinas e do colesterol, especialmente a proporção dos valores do HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol ruim). Os linfócitos (glóbulos brancos) mostraram uma distinta diminuição à curto prazo após a ingestão de alimentos preparados com microondas se comparada à ingestão de todas as outras variedades de cozimento.

Adicionalmente, havia uma alta e significante associação entre a quantidade de energia microondica existentes nos testes dos alimentos e a força luminosa da bactéria luminescente exposta ao soro do sangue das pessoas que haviam ingerido alimento microondica. Isto conduziu o Dr. Hertel à conclusão de que tal técnica de energias microondica pode, de fato, passar para o homem por indução, através da ingestão de alimentos feitos com microondas.

Segundo o que diz o Dr. Hertel

“As alterações diárias de leucocitose não podem ser consideradas normais e são levadas muito a sério pelos hematologistas”.

Os leucócitos são freqüentemente sinais de efeitos patogênicos em nosso organismo, tais como envenenamento e danos celulares. O grande aumento dos leucócitos com os alimentos feitos com microondas eram mais evidente que com todas as outras variedades de cozimento. E parece que estes aumentos eram causados inteiramente pela ingestão de substancias afetadas com microondas.

Este processo é baseado em princípios físicos e já foi confirmado pela literatura. A aparente energia adicional exibida pela bactéria luminescente foi meramente uma confirmação extra.

Existe na literatura científica, extensivo estudo concernente aos perigosos efeitos da exposição direta da radiação microondica incidindo sobre os organismos vivos. Surpreende, portanto, compreender que somente um pequeno esforço foi feito para denunciar esta técnica prejudicial das microondas.

Átomos, moléculas e células golpeados por esta radiação eletromagnética são forçados a uma reversão de polaridade 1-100 bilhões de vezes ao segundo. Não existe átomos, moléculas ou células de qualquer sistema orgânico capaz de resistir a uma tão violenta e destrutiva força por qualquer período de tempo, nem mesmo com uma baixa intensidade de energia de milliwatts.

De todas as substancias naturais – que são polares – o oxigênio das moléculas da água reagem mais sensivelmente. É assim que o calor do cozimento com microondas é gerado – a violência desta fricção nas moléculas da água dividem sua estrutura.

Logo, estas moléculas são divididas e deformadas pelo uso da força vibracional, chamada de isomerismo estrutural (conforme descrito acima), e assim torna nociva a sua qualidade. Isto é o contrário para o aquecimento convencional dos alimentos, onde o calor é lentamente transferido convencionalmente de fora para dentro. O cozimento por microondas começa abruptamente de dentro das células e moléculas onde a água é presente e onde a energia é transformada em calor friccional.

Além dos efeitos violentos do calor friccional, chamados efeitos térmicos, existem também os efeitos atérmicos que quase nunca são levados em consideração. Estes efeitos atérmicos não são atualmente mensuráveis, mas, eles podem também deformar a estrutura das moléculas e gerar grandes conseqüências moleculares, como por exemplo, o enfraquecimento das membranas celulares pelas microondas que é usado no campo da tecnologia de alteração dos gens. Por causa da força envolvida, as células são realmente quebradas, por meio da neutralização do potencial elétrico – verdadeira vida das células – entre os lados interno e externo das membranas celulares. As células despedaçadas ou enfraquecidas se transformam em presas fáceis para invasão de vírus, fungos e tantos outros microrganismos. Os mecanismos naturais de reparo e defesa são suprimidos e as células são forçadas a adaptarem-se a um estado de emergência de energia – elas trocam respiração aeróbica para uma respiração anaeróbica. Em vez de água e dióxido de carbono, as células envenenadas produzem peróxido de hidrogênio e monóxido de carbono“, significando um total envelhecimento prematuro das células pelos radicais livres, advindos do peróxido de hidrogênio e monóxido de carbono.

As mesmas deformações violentas que ocorrem em nossos corpos, quando somos expostos diretamente aos radares, torres de celulares ou microondas, também ocorre nas moléculas dos alimentos cozidos em fornos a microondas, funciona como um efeito holográfico, uma pequena parte do todo reflete o todo inteiro, quando atingido por um raio laser. Esta radiação provoca a destruição e a deformação das moléculas dos alimentos. Usando microondas também se cria novos e desconhecidos compostos chamados “compostos radiolíticos“, os quais ainda são desconhecidas suas funções e ainda dificilmente encontrados na natureza.

Compostos radiolíticos são criados pela decomposição molecular ou decadência, como um resultado direto da radiação das microondas.

Os fabricantes de fornos microondas insistem, porém, não conseguem provar, que os alimentos expostos às microondas (irradiados) não possuem nenhum aumento significativo dos compostos radiolíticos, quando comparados com alimentos cozidos com as formas convencionais.

A evidência clinico-cientifica apresentada aqui mostra que isto é simplesmente uma mentira. Nos EUA, nem as universidades nem o governo federal conduziram até hoje, qualquer teste referente aos efeitos em nossos corpos provocados pela ingestão de alimentos feitos em microondas. Não é “estranho“? Por trata-se de um país eminentemente estatístico! Eles estão mais empenhados em estudos técnicos como, por exemplo, o que acontece se a porta de um forno a microondas não fecha perfeitamente.

Uma vez mais, o bom senso nos diz que suas atenções deveriam ser voltadas para o que acontece dentro dos alimentos cozidos em microondas, uma vez que as pessoas ingerem alimentos alterados, os pesquisadores naturalmente deveriam estar mais interessados em pesquisar como estas moléculas alteradas, decadentes e destruídas poderiam afetar a nossa própria estrutura biológica celular humana!!

A ação das indústrias

Tão logo quanto os Drs. Hertel e Blanc publicaram seus resultados, as autoridades reagiram ferozmente. Uma poderosa organização comercial, a Associação Suíça dos Distribuidores de Eletrodomésticos para Residências e Indústrias, também conhecido como FEA, atacaram os referidos estudos rapidamente em 1992.

Eles forçaram o presidente da corte de Seftigen, região de Berna, a emitir uma ordem “de amordaçar“ e calar os Drs. Hertel e Blanc. Em março de 1993, o Dr. Hertel foi condenado por “interferir com o comércio“ e proibido de publicar suas pesquisas. Entretanto, o Dr. Hertel manteve sua opinião e combateu esta decisão por muitos anos.

Há cinco anos, esta decisão foi invertida num julgamento entregue em Strasburgo, em 25/08/1998. A corte Européia dos Direitos Humanos considerou que havia uma violação dos direitos de Hertel, na decisão de 1993. Esta corte também determinou que a “ordem de amordaçar“ emitida pela corte suíça em 1992 contra o Dr. Hertel, proibindo-o de declarar que os fornos a microondas são perigosos para a saúde humana, era contrária aos direitos de liberdade de expressão. Além disso, a Suíça foi obrigada a pagar uma indenização ao Dr. Hertel.

Quem inventou os fornos a microondas?

Os cientistas nazistas, para usar nas suas operações de apoio móvel, originariamente desenvolveram fornos “radioemissores“ para cozimento a microondas, usados para a invasão da Rússia.

Por ser capaz de utilizar um equipamento eletrônico para a preparação de refeições em larga escala, o problema logístico de combustível para cozinhar teria sido eliminado, assim como a conveniência de preparar produtos comestíveis em pouquíssimo tempo.

Após a guerra, os aliados descobriram uma pesquisa médica feita pelos nazistas sobre os fornos microondas. Estes documentos, juntos com alguns trabalhos em fornos microondas, foram transferidos ao Departamento de Guerra Americano e classificados para referência e “suplementar investigação científica“.

Os russos também tinham recuperado alguns fornos a microondas e então havia uma pesquisa completa sobre seus efeitos biológicos. Como resultado, seu uso foi proibido na União Soviética. Os soviéticos emitiram um alerta internacional sobre os riscos para a saúde, tanto biológico como ambiental dos fornos microondas e similares frequências de outros engenhos eletrônicos.

Outros cientistas da Europa Oriental também relataram os perigosos efeitos da radiação microondica e fixaram um preciso limite ambiental para seu uso. Os E.U.A. não aceitaram o relatório Europeu sobre os efeitos perigosos por, obviamente, analisarem o tamanho do “busines” que este produto e tecnologias similares (torres de comunicações, WI-FI etc) traria ao PIB americano, uma vez que esta é a única linguagem que rege os negócios naquele país, ou seja, “money”. Apesar disso o EPA estima que as frequências de radio e as fontes de radiação microondica nos E.U.A. aumentam 15% ao ano, paradoxalmente eles mesmos e outros ao redor do mundo estão se envenenando frequencialmente.

Carcinógenos nos alimentos feitos com microondas

No livro da Dra. Lita Lee “Efeitos das Radiações de Microondas na Saúde – Os Fornos a Microondas” e nas edições de março e setembro/1991 da revista “Earthletter“, ela declara que todo forno microondas transmite radiação eletromagnética, que é nocivo para os alimentos e transforma as substancias nele preparadas em perigosos organismos tóxicos e produtos carcinogênicos. Pesquisas suplementares resumidas neste artigo revela que os fornos microondas são muito mais perigosos do que era previamente imaginado.

A seguir temos um sumário das investigações soviéticas publicadas pela Atlantis Raising Educational Center em Portland, Oregon.

Carcinógenos foram formados em praticamente todos os alimentos testados. Nenhum alimento testado foi exposto às microondas por um tempo maior do que o necessário para realizar o propósito, isso é, cozinhar, descongelar ou aquecer normalmente os alimentos para assegurar uma ingestão sanitária. Aqui está um resumo de alguns dos resultados:
o tratamento com microondas de preparados à base de carne apenas o suficiente para a normal ingestão, causou a formação de D-nitrosodienthanolaminas, bem conhecidas como carcinógeno.
O leite e os cereais aquecidos com microondas converteram alguns de seus aminoácidos em carcinógenos.
Descongelando frutas congeladas converteram o seu conteúdo de glucose e galactose em substancias carcinógenas.
Uma exposição extremamente curta de verduras cruas, cozidas ou congeladas converteu o alcaloide presente nas verduras em carcinógenos.
Radicais livres carcinogênicos foram formados em plantas expostas às microondas, especialmente raízes vegetais.

Diminuição do valor nutricional

Pesquisadores soviéticos também relataram uma acentuada aceleração da degradação estrutural levando a uma diminuição do valor nutritivo do alimento de 60 a 90% em todos os alimentos testados. Entre as mudanças observadas estavam:

* Diminuição da bio-disponibilidade das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e fatores liotrópicos em todos os alimentos testados.

* Várias espécies de danos para muitas substâncias das plantas, tais como alcaloides, glucoses, galactoses e nitrilosides.

* A degradação das núcleo-proteínas nas carnes.

A descoberta da doença das microondas

Os soviéticos pesquisaram milhares de trabalhadores que foram expostos às microondas durante o desenvolvimento dos radares em 1950. Suas pesquisas mostraram seríssimos problemas para a saúde que os soviéticos fixaram um estreito limite de 10 microwatts de exposição para os trabalhadores e 1 microwatt para os cidadãos.

No livro de Robert O. Becker, “O Corpo Elétrico“, ele descreveu a pesquisa Russa sobre os efeitos para a saúde da radiação microondica, às quais, ele chamou “doença das microondas“. Na pagina 314, Becker declara:

“Os primeiros sintomas (da doença provocada pelas microondas) são baixa pressão arterial e baixa pulsação cardíaca. Posteriormente, as manifestações mais comuns são: excitação crônica do sistema nervoso simpático (síndrome de stress) e alta pressão sanguínea. Nesta fase, também se incluem freqüentemente: dores de cabeça, tonturas, dor nos olhos, insônia, irritabilidade, ansiedade, dores no estomago, tensão nervosa, dificuldade de concentração, perda de cabelos, além do aumento de incidência de apendicites, catarata, problemas nos órgãos reprodutivos e câncer. Os sintomas crônicos são eventualmente sucedidos pelas crises de exaustão das glândulas supra-renais e doença isquêmica do coração (o bloqueio das artérias coronárias e ataques cardíacos)“.

Segundo o Dr. Lee, mudanças são verificadas nos componentes químicos do sangue e no índice de certas doenças entre consumidores de alimentos tratados com microondas. Os sintomas acima podem ser facilmente causados pelas observações mostradas abaixo.

Os seguintes são amostra destas mudanças:
Desordens linfáticas foram observadas, indicando a diminuição da capacidade de prevenir certos tipos de câncer;
Aumento do índice de formação de células cancerígenas foi observado no sangue;
Aumento do índice de câncer no estomago e intestinos foi observado;
Elevados índices de desordens digestivas e um gradual colapso dos sistemas de eliminação foram observados.

Conclusões sobre a pesquisa das microondas

A seguir estão as mais significantes pesquisas nazistas e soviéticos sobre a capacidade de ação referente aos efeitos biológicos das microondas:

A pesquisa inicial conduzida pelos nazistas durante a campanha militar de Barbarossa, para a Humbolt-Universitat em Berlim (1942-43); e a
de 1957 até hoje (até o fim da guerra fria).

As operações de pesquisas soviéticas foram conduzidas por:

Instituto de radio tecnologia em Kinsk, região autônoma da Bielorussia; e no instituto de radio tecnologia em Rajasthan na região autônoma de Rossiskaja, ambos na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

Em muitos casos, os alimentos usados para a análise da pesquisa foram expostos à propagação de microondas num potencial energético de 100 kilowatts/cm3/seg., o ponto considerado aceitável para uma normal sanitária ingestão. Os efeitos verificados pelos pesquisadores soviéticos e nazistas são apresentados em três categorias:

Categoria I – Efeitos que causam o Câncer
Categoria II – Destruição Nutritiva dos Alimentos
Categoria III – Efeitos Biológicos da Exposição

Categoria I

EFEITOS QUE CAUSAM O CÂNCER

(Os primeiros dois pontos da categoria I estão misteriosamente ilegíveis nas cópias dos nossos relatórios. O restante do relatório é integro.)

3 – Criação de um efeito ligado com a radioatividade, podendo causar um significante aumento no total de saturação das partículas Alfa e Beta dos alimentos.

4 – Criação de agentes causadores do câncer nos componentes das proteínas hidrolisadas, no leite e grãos de cereais (estas são proteínas naturais, pois, são divididas em fragmentos artificiais pela adição de água);

5 – Alteração das elementares substancias alimentares provocando desordens no sistema digestivo pelo instável catabolismo dos alimentos, realizados nas células, quando expostas às microondas (o colapso do processo metabólico);

6 – Devido às alterações químicas, dentro das substancias dos alimentos, ocorrem disfunções que foram observadas dentro do sistema linfático (vasos absorventes) causando a degeneração do potencial de imunização do corpo para proteger contra certas formas de neoplasias (crescimento anormal dos tecidos);

7 – A ingestão de alimentos preparados em fornos a microondas causou uma alta no percentual de células cancerígenas dentro do soro do sangue (citomas – células tumorais tais como sarcoma);

8 – Emissões de microondas causaram alterações no comportamento metabólico (colapso metabólico) dos elementos da glucoside (dextrose hidrolisada) e galactoside (álcool oxidado) nas frutas congeladas quando foram descongeladas desta maneira;

9 – A emissão de microondas causou alterações do comportamento catabólico (colapso do metabolismo) dos alcaloides das plantas (elementos base do nitrogênio orgânico) quando verduras, cozidas ou cruas foram expostas a estas, mesmo que por uma duração extremamente curta.

10 – Radicais livres causadores do câncer (moléculas incompletas altamente reativas – oxidantes das funções celulares) foram formadas dentro de alguns resíduos minerais de formações moleculares e em particular, raízes vegetais cruas; e,

11 – Estatisticamente num elevado percentual de pessoas, os alimentos feitos com o uso de microondas causaram o desenvolvimento de câncer no estomago e nos intestinos, bem como, uma degeneração generalizada dos tecidos celulares periféricos, com um gradual colapso dos sistemas digestivo e excretor.

Categoria II

DIMINUIÇÃO DO VALOR NUTRITIVO DOS ALIMENTOS

A exposição às microondas provocou significantes diminuições no valor nutritivo de todos os alimentos pesquisados. À seguir estão as mais importantes descobertas:

1 – Uma diminuição na bio-disponibilidade (capacidade do corpo para utilizar os nutrientes à nível celular) das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e lipotrópicos em todos os alimentos;

2 – Uma perda de 60 a 90 % do conteúdo do campo de energia vital em todos os alimentos testados;

3 – Uma redução no comportamento metabólico e na capacidade do processo de integração dos alcalóides (elementos básicos do nitrogênio orgânico), glucoses, galactoses e nitrilosidos;

4 – Uma destruição do valor nutritivo das núcleo-proteínas das carnes;

5 – Uma acentuada aceleração da desintegração estrutural em todos os alimentos.

Categoria III

EFEITOS BIOLÓGICOS DA EXPOSIÇÃO

A exposição às emissões de microondas também teve um efeito negativo imprevisível no total bem-estar biológico humano. Este conhecimento só foi possível e disponibilizado quando os soviéticos realizaram experimentos com equipamentos altamente sofisticados e descobriram que um ser humano não deve ingerir as substancias preparadas com microondas. A regular exposição aos campos energéticos era suficiente para causar efeitos tão adversos que o uso de qualquer aparelho de microondas foi proibido em 1976, por lei, na União Soviética.

Os seguintes efeitos são enumerados:

1 – Colapso do “campo de energia vital“ humana naqueles que foram expostos às radiações dos fornos a microondas enquanto funcionavam, com efeitos colaterais ao campo de energia humano aumentados pela longa duração.

2 – Uma degeneração dos paralelos da voltagem celular durante o processo de uso do aparelho, especialmente no sangue e áreas linfáticas;

3 – Uma degeneração e a desestabilização dos potenciais externos de energia ativada da utilização dos alimentos dentro dos processos do metabolismo humano;

4 – Uma degeneração e a desestabilização do potencial da membrana celular, enquanto o processo de transferência catabólica (colapso metabólico) no soro do sangue do processo digestivo.

5 – Degeneração e colapso dos impulsos elétricos nervosos dentro dos potenciais de junção do cérebro (a porção frontal do cérebro onde reside o pensamento e funções essenciais);

6 – Degeneração e colapso do circuito elétrico nervoso e perda dos campos de energia simétrica nos neurotransmissores (centros do nervo) ambos na frente e fundos do sistema nervoso autônomo;

7 – Perda de equilíbrio e rotação da força bioelétrica dentro do sistema ativado de ascendência reticular (o sistema que controla a função da consciência);

8 – Uma perda cumulativa a longo prazo de energia vital nos seres humanos, animais e plantas que foram estudados num raio de 500 metros do equipamento operacional;

9 – Efeitos residuais de longa duração dos “depósitos“ magnéticos foram localizados por todo o sistema nervoso e sistema linfático.

10 – Uma desestabilização e interrupção na produção dos hormônios e na manutenção do equilíbrio hormonal em machos e fêmeas;

11- Níveis notavelmente altos de distúrbios nas ondas cerebrais Alpha, Theta e padrões do sinal de onda Delta de pessoas expostas aos campos de emissão de microondas, e;

12 – Por causa destes distúrbios das ondas cerebrais, os efeitos psicológicos negativos foram verificados incluindo a enfraquecimento da memória, perda da capacidade de concentração e rebaixamento do limite emocional, desaceleração do processo intelectivo e episódios de interrupção do sono num percentual estatisticamente elevado em indivíduos sujeitos à exposição contínua aos efeitos dos campos de emissão dos aparelhos de microondas, tanto em aparelhos para cozinhar e em estações de transmissões de telecomunicação.

Conclusões das pesquisas legais

Das vinte e oito indicações enumeradas precedentemente, o uso dos aparelhos a microondas é definitivamente desaconselhável; e, com a decisão das autoridades soviéticas em 1976, a presente opinião científica em muitos países referente ao uso de tais aparelhos, sabe claramente suas conseqüências, devido principalmente ao problema do residual magnético e união dentro do sistema biológico do corpo (categoria III: 9), que pode por fim afetar irreversivelmente o sistema neurológico, principalmente o cérebro e neurotransmissores (centro do nervo). A longo prazo pode resultar a despolarização dos circuitos neuroelétricos, talvez o mal de Parkison possa ser um claro resultado da interferência microondica.

Estes efeitos, portanto, podem causar danos praticamente irreversíveis para a integridade neuroeléctrica de vários componentes do sistema nervoso (I.R. Luria, Novosibirsk 1975), a ingestão dos alimentos preparados em fornos microondas é claramente contra-indicada em todos os aspectos. Seus magnéticos efeitos residuais podem transformar os componentes do receptor psiconeural do cérebro mais suscetível a influencia psicológica pelas freqüência de radio artificiais induzidas nas microondas dos campos das estações de transmissão e de coligamentos das redes de televisão ou aparelhos de celulares.

A teoria da possibilidade da influência psico-telemétrica (a capacidade de afetar o comportamento humano pelas transmissões de sinais de rádio e frequências controladas) foi sugerida pelas investigações neuropsicológicas soviéticas em Uralyera e Novosibirsk (Luria e Perov, 1974a, 1975c, 1976a) a qual, pode causar a conformação involuntária do campo de energia psicológico subliminar de acordo com o aparelho operativo de microondas.

FORENSIC RESEARCH DOCUMENT

Prepared By: William P. Kopp

A.R.E.C. Research Operations

T061-7R10/10-77F05
RELEASE PRIORITY: CLASS I R001a

Das conclusões dos estudos clínicos científicos dos Suíços, Soviéticos
e Nazistas, não podemos mais ignorar o forno a microondas em nossas cozinhas. Baseando-se nestas pesquisas podemos concluir com este artigo o seguinte:

1 – continuar comendo alimentos processados em fornos microondas causa a longo prazo permanentes danos cerebrais pelo curto-circuito dos impulsos elétricos no cérebro (despolarização ou desmagnetização do tecido cerebral).

2 – o corpo humano não pode metabolizar (decompor) os produtos desconhecidos criados nos alimentos feitos com as microondas.

3 – a produção dos hormônios masculinos e femininos diminui e/ou altera pela contínua ingestão de alimentos cozidos com microondas.

4 – os efeitos dos alimentos tratados com microondas é residual (a longo prazo ou permanente) dentro do corpo humano.

5 – os minerais, vitaminas e nutrientes de todo alimento feito com microondas são reduzidos, alterados ou destruídos em sua forma original, de modo que no corpo humano fica pouco ou nenhum benefício, o corpo humano absorve componentes alterados que não pode decompor.

6 – os minerais e cristais presentes nas verduras são alterados em cancerosos radicais livres quando cozidos em fornos a microondas.

7 – alimentos feitos com microondas causam o desenvolvimento de formas cancerosas no estomago e intestinos (tumores). Isto pode explicar o rápido aumento da taxa de câncer do cólon, nos E.U.A e outros países desenvolvidos.

8 – a ingestão prolongada de alimentos tratados com microondas causa o aumento das células cancerígenas no sangue humano.

9 – a contínua ingestão de alimentos tratados com microondas causa uma deficiência do sistema imunológico pelo aumento de radicais livres na corrente sanguínea, através das glândulas linfáticas e alterações do soro sanguíneo.

10 – comer alimentos preparados com uso de microondas, causa a enfraquecimento da memória, perda da concentração, instabilidade emocional e uma diminuição de inteligência.

O uso de transmissões artificiais de microondas (torres de transmissão) para um controle psicológico subliminar, também conhecido como “lavagem cerebral”, foi também provada. Estamos tentando obter cópias dos documentos das pesquisas Soviéticas de 1970 e os resultados escritos pelos Drs. Luria e Perov especificando seus experimentos clínicos nesta área.

por Anthony Wayne and Lawrence Newell [www.healthfree.com]

Pense:

A quem pode interessar a disseminação do aparelho Forno Microondas?

- Se você respondeu que são as grandes empresas produtoras de eletrodomésticos, enganou-se, observe abaixo a lógica:

Microondas causa principalmente: DOENÇAS à quem está doente busca por remédios e tratamentos.

Quem fornece os remédios e tratamentos? LABORATÓRIOS FARMACÊUTICOS.

Onde estão os maiores laboratórios farmacêuticos do mundo?

Quem controla os laboratórios farmacêuticos?

Logo, existem mãos misteriosas que controlam tudo, tudo gira em torno do dinheiro, controle e poder, nós somos cobaias vivas e quanto mais ignorantes permanecermos melhor para o Grande Império!