sábado, abril 27, 2013

O governo de Angola baniu a maioria das igrejas evangélicas brasileiras do país

Segundo o governo, elas praticam "propaganda enganosa" e "se aproveitam das fragilidades do povo angolano", além de não terem reconhecimento do Estado.

"O que mais existe aqui em Angola são igrejas de origem brasileira, e isso é um problema, elas brincam com as fragilidades do povo angolano e fazem propaganda enganosa", disse à Folha Rui Falcão, secretário do birô político do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) e porta-voz do partido, que está no poder desde a independência de Angola, em 1975.

Cerca de 15% da população angolana é evangélica, fatia que tem crescido, segundo o governo.
Em 31 de dezembro do ano passado, morreram 16 pessoas por asfixia e esmagamento durante um culto da Igreja Universal do Reino de Deus em Luanda. O culto reuniu 150 mil pessoas, muito acima da lotação permitida no estádio da Cidadela.

O mote do culto era "O Dia do Fim", e a igreja conclamava os fiéis a dar "um fim a todos os problemas que estão na sua vida: doença, miséria, desemprego, feitiçaria, inveja, problemas na família, separação, dívidas."
O governo abriu uma investigação. Em fevereiro, a Universal e outras igrejas evangélicas brasileiras no país -- Mundial do Poder de Deus, Mundial Renovada e Igreja Evangélica Pentecostal Nova Jerusalém-- foram fechadas.
No dia 31 de março deste ano, o governo levantou a interdição da Universal, única reconhecida pelo Estado.

Mas a igreja só pode funcionar com fiscalização dos ministérios do Interior, Cultura, Direitos Humanos e Procuradoria Geral da Justiça. As outras igrejas brasileiras continuam proibidas por "falta de reconhecimento oficial do Estado angolano". Antes, elas funcionavam com autorização provisória.

As igrejas aguardam um reconhecimento para voltar a funcionar, mas muitas podem não recebê-lo. "Essas igrejas não obterão reconhecimento do Estado, principalmente as que são dissidências, e vão continuar impedidas de funcionar no país", disse Falcão. "Elas são apenas um negócio."

Segundo Falcão, a força das igrejas evangélicas brasileiras em Angola desperta preocupação. "Elas ficam a enganar as pessoas, é um negócio, isto está mais do que óbvio, ficam a vender milagres." Em relação à Universal, a principal preocupação é a segurança, disse Falcão.
Fonte: www1.folha.uol.com.br

sexta-feira, abril 26, 2013

Africanos foram amaldiçoados?


Repudio o uso inadequado das Escrituras Sagradas, a Bíblia, juntamente com as interpretações e afirmações daí decorrentes, especificamente as feitas quanto a supostas maldições existentes sobre africanos e negros. Afirmações dessa natureza são fruto de leitura mal feita de parágrafos bíblicos, tomados fora do seu contexto literário e teológico, que acabam por colaborar com os interesses de justificar pensamentos e práticas abusivas, contrárias ao espírito das Escrituras, cujo foco está na Justiça, na Libertação e na promoção da Vida e Dignidade Humana.


O texto em questão, que tem servido de pretexto para declarações insustentáveis, tanto em púlpitos, redes sociais, na tribuna do Parlamento e até protocoladas junto à Justiça Federal, sob o manto da imunidade parlamentar, versa sobre o significado da passagem bíblica encontrada no livro de Gênesis capítulo 9, versos 20 a 27.

Nessa passagem Noé, embriagado, despe-se e assim é surpreendido por seu filho Cam que, ao invés de manter a discrição e o respeito devidos ao pai, o anuncia aos seus irmãos; estes se recusam a ver o pai nesse estado e, sem olhar para ele, cobrem-no com uma manta. Desperto Noé, ao saber da postura de seu filho Cam, amaldiçoa seu neto Canaã, filho de Cam, destinando-lhe a servidão.

O equívoco em questão dá a entender que a maldição proferida pelo patriarca bíblico contra Canaã, seu neto e filho de Cam, atinge os seres humanos de tez negra que habitaram, originariamente, o continente africano, o que explicaria os vários infortúnios em sua história passada e presente, culminando no longo período em que foram feitos escravos no Ocidente; e que o ato de Cam em ver a nudez de seu pai, mais do que um desrespeito, indica um ato de violação sexual por parte de Cam.

Queremos salientar enfática e categoricamente:

1. Cam teve outros filhos: Cuxe, Mizraim e Pute, e somente Canaã foi amaldiçoado.

2. Embora o comportamento inadequado descrito no texto bíblico tenha sido o de Cam, filho de Noé, o objeto específico da maldição foi Canaã, o neto de Noé. [Segundo Orígenes, um dos pais da Igreja, do século 3, Canaã foi quem avisou seu pai sobre a situação do seu avô, publicando o que deveria ter mantido sob reserva.] Amaldiçoar, no senso bíblico, não determina a história, mas descreve a consequência da quebra de um princípio estabelecido pelo ato desrespeitoso; portanto, significa a percepção de efeitos e desdobramentos de um comportamento específico. Ou seja, a postura de Cam e de seu filho Canaã estabelece um padrão comportamental que resultaria numa situação de inversão paradoxal, em que alguns dentre os descendentes de Canaã se tornariam dominados e serviçais dos seus irmãos.

3. Canaã, neto de Noé, foi habitar e estabeleceu-se na região a oeste do rio Jordão, até a costa do Mediterrâneo (sudoeste da Mesopotâmia), onde os descendentes de Canaã desenvolveram práticas absurdas, inclusive o sacrifício de crianças, e não no continente africano!

4. É de entendimento entre os teólogos especialistas no Antigo Testamento que a maldição profética de Noé sobre Canaã foi cumprida quando da conquista da região povoada pelos descendentes de Canaã, os cananeus, por parte dos filhos de Jacó, sob o comando de Josué há mais de três milênios.

5. A maldição proferida sobre Canaã pelo seu avô Noé significou uma percepção e discernimento sobre uma tendência comportamental de um grupo humano, antevendo o resultado de uma corrupção cultural e civilizatória específica e localizada, e em consequente servidão, e de modo nenhum faz referência à cor da sua pele.

6. Não há nada, absolutamente nada, nem nesse texto bíblico em foco nem na Escritura como um todo, que indique qualquer maldição sobre negros e africanos, e muito menos algo que justifique a escravidão.

7. O texto bíblico precisa ser lido em seu contexto imediato e considerado à luz da totalidade da Escritura, como saudáveis práticas de interpretação bíblica nos ensinam. De acordo com o próprio capítulo 9 de Gênesis, verso 1 e seguintes, é indicado que o desejo de Yaohu e Sua promessa visam a abençoar, dar vida, alimento e todo o necessário para o desenvolvimento de todos os descendentes de Noé, seus filhos e de toda a família humana. A declaração divina de abençoar a Noé e seus descendentes é firme e abrangente, e não pode ser contestada ou reduzida pela declaração relativa e descritiva de Noé a respeito de seu neto.

8. Yaohu reafirma o desejo de abençoar toda a humanidade, todas as famílias da terra, raças e etnias no episódio descrito na sequência da narrativa bíblica, quando da vocação de Abrão (Gênesis 12), intenção que tem seu ápice e culminância na pessoa, vida e ministério do Salvador Yaohushua e continuado em curso na Igreja. Em Cristo, toda maldição é destruída e uma Nova Criação é estabelecida, sendo chamados a participar desse novo concerto todas as nações, etnias, raças, povos e famílias de todas as terras e da Terra toda, sendo revogadas assim todas as maldições e oferecida salvação a todas as pessoas.

9. A alegada violação sexual de Cam a Noé não é sustentada pelo texto. A citação do texto da lei de Moisés que chama a violação de descobrir a nudez não dá suporte a tal alegação, uma vez que os verbos usados são diferentes na raiz e no significado: no primeiro caso, trata-se de observação a distância; e, no segundo caso, trata-se de ato deliberado contra outrem.

10. Toda vez, na história, que esse texto foi aventado a partir dessa hipótese vulgar, tratou-se de ato de má fé a serviço de interesses escusos, seja quando usado para justificar a escravidão de ameríndios no Brasil colonial, seja quando usado para justificar a escravidão dos africanos de tez negra, seja quando utilizado para a elaboração de sistemas legais de segregação social como o que ocorreu nos Estados Unidos, seja quando usado para justificar a política nefasta e mundialmente condenada do “apartheid”.

Tal leitura equivocada da Escritura corre o risco de ser vista como suspeita de esconder outros interesses de natureza política, econômica e de dominação social e religiosa. Não há nenhum apoio bíblico para defender qualquer maldição sobre negros ou africanos, que fazem parte, igualmente e em conjunto, da única família humana.

Lamentamos o equívoco provocado por tal vulgarização do texto bíblico, bem como a banalização quanto ao conteúdo de nossa fé, assim como repudiamos qualquer tentativa, intencional ou não, de uso inadequado do texto para quaisquer fins que não o de promover a vida, a libertação e a justiça, como a própria Escritura expressa muito bem.

Bebê queimado até a morte na fogueira por seita chilena

A que ponto chega a insanidade humana?

Um bebê de três dias de idade, foi jogado em uma fogueira e queimado até a morte em um ritual horrível porque um líder de seita tinha decidido que era o anticristo e que o fim do mundo estava próximo.

A polícia do Chile prendeu quatro pessoas acusadas de participar do ritual em que o bebê foi colocado em uma placa com sua boca amordaçada antes de ser jogado nas chamas.

O bebê foi levado para uma colina na cidade de Colliguay perto do porto chileno de Valparaíso em 21 de novembro, onde o ritual ocorreu. 

Investigação: O suposto ato foi realizado em uma casa em Collguay

A mãe do bebê, de 25 anos de idade, Natalia Guerra, supostamente aprovou o sacrifício. Miguel Ampuero, da Unidade de investigação da Polícia, o equivalente do Chile do FBI, disse: "O bebê estava nu."

"Eles prenderam fita em torno de sua boca para impedi-la de gritar. Então eles colocaram ela em uma placa. Depois de chamar os espíritos e jogou na fogueira vivo."

Ramon Gustavo Castillo Gaete

Procurado: autoridades chilenas disseram que a seita de 12 membros que jogou o bebê em uma fogueira foi formada em 2005 e foi liderada por Ramon Gustavo Castillo Gaete, 36 anos, que continua foragido.

"Todos nesta seita era um profissional", disse Ampuero. "Temos alguém que era um veterinário e que trabalhou como assistente de vôo, temos um cineasta, desenhista. ' Todo mundo tem um diploma universitário.

A polícia disse Castillo Gaete, o líder, foi visto pela última vez viajando para o Peru para comprar ayahuasca, uma bebida alucinógena que ele usou para controlar os membros do rito.

quinta-feira, abril 25, 2013

O Preço da Corrupção


EUA: A Matrix do Mundo Ocidental

O terrorismo de estado da administração Obama

A crise que a Humanidade enfrenta não tem precedente. Pelas suas características, por ser global e universal, difere das anteriores. 

A maioria da Humanidade tem dificuldade em compreender a sua gravidade e dar-lhe combate porque uma monstruosa engrenagem de desinformação transforma a mentira em verdade e o crime em virtude. Utilizando-a como instrumento de uma estratégia de domínio planetário, o sistema de poder dos Estados Unidos tenta – com a cumplicidade dos governos da União Europeia e do Japão – criar sociedades de senhores e escravos de novo tipo, povos robotizados, um mundo que responda aos interesses do grande capital, erigido num valor supremo, quase divinizado. 

Para atingir esse objetivo, o imperialismo evoluiu numa metamorfose complexa. As guerras inter-imperialistas pertencem ao passado. Contradições entre grandes potências e gigantes transnacionais não desapareceram, mas não são já antagônicas. 

Um imperialismo colectivo hegemonizado pelos EUA substituiu o imperialismo, responsável pelas guerras mundiais do século XX. 

O pólo (e motor) desse novo imperialismo situa-se nos EUA e é ele que, pela sua agressividade e irracionalidade, configura uma ameaça à humanidade. 

Hoje são os intelectuais progressistas dos EUA os primeiros a denunciar esse perigo que, pelo funcionamento do sistema e a sua tendência exterminista, pode conduzir à extinção da vida na Terra. 

Cito entre outros Noam Chomsky, James Petras, Ramsey Clark e o falecido Howard Zinn. 

Em entrevista recente à emissora de televisão Russia Today, de Moscovo, o cineasta Oliver Stone e o historiador Peter Kuznik definiram Barack Obama como "lobo disfarçado de cordeiro". 

Para Oliver Stone, os EUA são atualmente um Estado Orwelliano. Obama "pegou em todas as mudanças de Bush, introduziu-as no sistema e codificou-as". 

Perante uma crise estrutural para a qual não encontra soluções no âmbito da lógica do capital, o imperialismo estado-unidense optou por uma política externa neofascista, promovendo guerras ditas “preventivas” contra povos do Terceiro Mundo para saquear os seus recursos naturais. 

Crimes abjectos foram cometidos no Iraque, no Afeganistão, na Líbia. Tribos da Somália e do Iêmen são bombardeadas com frequência em guerras não declaradas. A Intervenção militar no Uganda inseriu-se nos planos do Africa Comand que se propõe instalar naquele Continente um exército permanente de 100 mil homens. 

No Iraque, na Síria e no Afeganistão, os EUA criaram "esquadrões da morte" inspirados no modelo salvadorenho para assassinar "inimigos" cujos nomes constam de listas elaboradas pela inteligência militar (Chossudovsky, Global Research,4/1/13) 

A operação terrorista que visa impor à Síria um governo fantoche está em marcha. O objectivo seguinte será o Irão, único país muçulmano cujo governo não se submete aos ultimatos de Washington. Mas a China é já apresentada como o grande obstáculo ao domínio planetário dos EUA. Dois terços do poder aeronaval dos EUA foram concentrados no Extremo Oriente e aquele país está cercado por uma rede de bases militares norte-americanas. 

Na reformulação da estratégia do Pentágono, os drones – aviões sem piloto – substituíram os bombardeiros tradicionais. Os melhores pilotos da USAF, instalados diante de máquinas sofisticadas em bases dos EUA, comandam os ataques criminosos desses engenhos contra aldeias do Paquistão e do Afeganistão. É o próprio presidente Obama quem selecciona em listas que lhe são entregues os inimigos a serem abatidos, supostamente da Al Qaeda ou Talibans. Milhares de camponeses têm sido assassinados pelos drones nessas acções criminosas. O Pentágono lamenta, mas conclui que se trata de "danos colaterais inevitáveis". 

Centenas de bases militares dos EUA, instaladas em mais de quinze países, são prova indesmentível da estratégia exterminista do Pentágono. 

Um número recorde de suicídios nas Forças Armadas no ano passado foi interpretado por influentes media como manifestação do mal-estar crescente nelas implantado. 

No plano interno os EUA atuam já – a expressão é de Michel Chossudovsky – como um Estado totalitário e policial de fachada democrática. 

A Base Militar de Guantánamo permanece aberta como centro de tortura de presos. 

Invocando o Espionage Act, a Administração Obama encarcerou sem as levar a tribunal mais cidadãos do que qualquer das anteriores. 

O atual governo, segundo Peter Kuznick, intercepta diariamente 1.700.000 mensagens privadas entre emails e chamadas telefónicas. Aproximadamente um milhão de pessoas "com habilitação de segurança máxima" garantem o funcionamento desse aparelho secreto de espionagem. 

Em 1946, as quatro potências ocidentais que haviam destruído o III Reich de Hitler julgaram em Nuremberga 22 dos grandes criminosos de guerra nazis e enforcaram onze deles. 

Hoje, transcorridos 66 anos, o presidente dos EUA, responsável pelo cargo que exerce por uma estratégia exterminista e repugnantes crimes contra a Humanidade, é premiado com o Nobel da Paz. 

A Historia ensina-nos que os povos oprimidos e agredidos tardam quase sempre a levantar-se contra a tirania. Mas acabam por se insurgir e destruir os sistemas que a impõem. 

Essa lei histórica permanece válida. 

O capitalismo ainda poderoso, mas ferido de morte, hegemonizado pelo sistema de poder desumanizado do imperialismo estadunidense, será destruído e erradicado da Terra, pátria do homem. 

Miguel Urbano Rodrigues

segunda-feira, abril 22, 2013

Humanos sem corpos: Cyborgs


Kevin Warwick, professor de cibernética da Universidade de Reading, Reino Unido, famoso por seus experimentos sobre a união da mente e máquina, acredita que no futuro o corpo humano não será mais necessário.

"O corpo humano é um problema, não precisamos mais dele. Se pudéssemos nos desfazer dele, poderíamos viver muito mais tempo. Os cyborgs do futuro terão corpos tecnologicamente desenvolvidos e cérebros parcialmente biológicos. Haverá uma inteligência global com pessoas como nós dentro de uma rede. Os humanos que não se atualizarem para as versões mais atuais, terão uma vida difícil", disse kevin Warwick em uma entrevista ao jornal espanhol ABC.

O cientista britânico é conhecido como Capitão Cyber por los numerosos implantes que conectavam sua mente com vários dispositivos inseridos em seu corpo, atualmente trabalha na criação de um cérebro artificial com neurônios humanos.

"Dentro de dez anos, nós poderíamos ter um robô com o mesmo número de células cerebrais que um ser humano. Temos cérebros com cerca de trinta bilhões de neurônios de ratos e temos de ampliar para 100 milhões", disse ele.

Segundo Warwick, o início de suas experiências foi a implantação em seu cérebro, através de uma cirurgia de duas horas, um chip capaz de, a partir de sinais elétricos remotos de Nova Iorque. mover um braço robótico no Reino Unido.

Mas o mais fascinante para o primeiro cyborg da história, foi conectar seu cérebro com o cérebro de sua esposa. Ao colocar os implantes, ambos puderam enviar sinais de um sistema nervoso para o outro.

"Foi mais íntimo que sexo, creio que esse tipo de comunicação, cérebro para cérebro, através do pensamento, ocorrerá no futuro, e será muito melhor", disse Warwick.

Entre as vantagens de ser capaz de conectar um cérebro humano para um computador, o pesquisador destaca o fato de poder ajudar os doentes de Parkinson, epilepsia, síndrome de Tourette, esquizofrenia e outras deficiências e distúrbios. "mas, para mim, o que mais me emociona é a ideia de melhoria, aumentar a memória, as capacidades matemáticas, sentidos, etc.", disse Warwick.

domingo, abril 21, 2013

Las Vegas: cidade moribunda...






O Que Charles Haddon Spurgeon pregou? E como o público Cristão de hoje reagiria às suas contundentes pregações?

O pregador inglês Charles Haddon Spurgeon nasceu em 19 de junho de 1834 e começou a pregar em 1850. Ele, que tem sido considerado o príncipe dos pregadores e um apologista exemplar, pregou o Evangelho e combateu heresias e modismos de seu tempo até 1892, quando partiu para a eternidade. As citações abaixo deixam-nos com a impressão de que ele se referia aos trabalhosos dias em que vivemos...

"A apatia está em toda parte. Ninguém se preocupa em verificar se o que está sendo pregado é verdadeiro ou falso. Um sermão é um sermão, não importa o assunto; só que, quanto mais curto, melhor" ("Preface", The Sword and the Trowel [1888, volume completo], p.iii).

Se naquela época as coisas já estavam assim, o que Spurgeon diria hoje?!

"Haveria o Messias Yaohushua de ascender ao trono por meio da cruz, enquanto nós esperamos ser conduzidos para lá nos ombros das multidões, em meio a aplausos? (...) se você não estiver disposto a carregar a cruz de Cristo, volte à sua fazenda ou ao seu negócio e tire deles o máximo que puder, mas permita-me sussurrar em seus ouvidos: 'Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?'" ("Holding Fast the Faith", The Metropolitan Tabernacle Pulpit, vol.34 [Londes, Passmore and Alabaster, 1888], p.78).

O sermão acima foi pregado em 5 de fevereiro de 1888, quando Spurgeon estava sendo censurado por defender o Evangelho. O que ele falaria hoje das pregações antropocêntricas, que nada falam acerca do Salvador e sua gloriosa obra vicária?

"Estão as igrejas vivenciando uma condição saudável ao terem apenas uma reunião de oração por semana e serem poucos que a frequentam?" ("Another Word Concerning the Down-Grade", The Sword and the Trowel [agosto, 1887], pp.397,398).

Infelizmente, o chamado "louvorzão" tem substituído o período de oração, em nossos cultos. Spurgeon ainda fala!

"O fato é que muitos gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças. Se nos encontramos incapazes de frear essa enxurrada, podemos, ao menos, prevenir os homens quanto à sua existência e suplicar que fujam dela. Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhe tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam de cinzas; rejeitando o caminho do Pai, seguem avidamente pelo caminho da tolice" ("Another Word Concerning the Down-Grade", The Sword and the Trowel [agosto, 1887], p.398).

Spurgeon disse isso em 1887 mesmo?!

"Não há dúvidas de que todo tipo de entretenimento, que manifesta grande semelhança com peças teatrais, tem sido permitido em lugares de culto, e está, no momento, em alta estima. Podem essas coisas promover a santidade ou nos ajudar na comunhão com o Criador? Poderiam os homens, ao se retirarem de tais eventos, implorar a Yaohu em favor da salvação dos pecadores e da santificação dos crentes?" ("Restoration of Truth and Revival", The Sword and the Trowel [dezembro, 1887], p.606).

Hoje, os seguidores da "nova onda" revoltam-se contra os que defendem o Evangelho. Mas o que diriam eles de Spurgeon?
Autor: Ciro Sanches Zibordi

sexta-feira, abril 19, 2013

Crentes vivem como Igreja, evangélicos vão a igreja instituição

Vez por outra, encontramos pessoas dizendo que foram na 'igreja'...

São pessoas equivocadas e que lhes falta entendimento bíblico, não compreendem que na verdade estão indo a lugares apelidados de 'igrejas' fundados e criados por homens religiosos, vivem para a igreja instituição, se apresentam como evangélicos, afinal, vivem da e para a religião evangélica.

Os evangélicos se firmam pelos ensinamentos de outros homens, também pecadores, que transmitem o que recebem de teologias criadas para o engano, para fazer presas ao sistema religioso, e assim serem explorados por homens que se acham mais santos que os outros, homens dolosos, impostores da Palavra  [contida na Bíblia], propensos à fraude, falsos obreiros fraudulentos, transfiguram-se em discípulos de CRISTO, mas na verdade, são discípulos malignos para ludibriar e corromper o entendimento de qual seja a boa, agradável e perfeita vontade do Pai;

Estes obreiros religiosos [pastores, bispos, missionários, padres, apóstolos, reverendos, blá, blá, blá] são homens com vasto conhecimento bíblico mas sem entendimento, desfilam títulos eclesiásticos, e se firmam como doutores em teologias de lugares apelidados de 'igrejas' que nada mais são que estudos elaborados por outros homens, que criam, que estabelecem por vontade própria daquilo do que eles acham quem seja e qual seja a vontade de Yaohu, e, portanto, não é propriamente o que seja a Verdade sobre o CRIADOR!!

A teologia as vezes trás conhecimento, sabedoria, as pessoas conhecem ao Criador'; entretanto, sem temor, apenas conhecem da existência de DEUS.

Porém, pela ação do ESPÍRITO SANTO e não por qualquer que seja a teologia, buscamos e somos capacitados ao entendimento pela Palavra e assim, passamos a servir com temor, e alegramos com tremor.

Os obreiros religiosos enganam as pessoas ensinando e impondo que a "igreja instituição" (criadas por eles) são "obra de Deus"; e este ensino maligno a Palavra do Criador[contida na Bíblia] desmente facilmente, quando Yaohushua afirma em João 6:

"A obra de Yaohu é esta: Que creiais NAQUELE que ELE enviou". Porquanto, biblicamente falando, realizar a obra de Yaohu é crer em CRISTO enviado pelo CRIADOR e não por que entrega dinheiro em lugares apelidados de 'igrejas'.

Quem tem entendimento gerado do ESPÍRITO SANTO crê que a Igreja de CRISTO é o grupo de seguidores de CRISTO que se reúnem em qualquer lugar para adorar a Yaohu [Pai], receber edificação, evangelizar e ajudar uns aos outros [Romanos 16.16]; é sem dúvida a totalidade dos salvos em todos os tempos [Efésios 2.22];

Portanto, ser Igreja é seguir as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os outros.


Ser crente é por que segue e crê em CRISTO e não a homens, sejam eles quem forem e de qualquer título religioso que seja - Pastores, Padres, Bruxos, Apóstolos, Bispos, Videntes, Diáconos, Presbíteros, Obreiros, etc.

quinta-feira, abril 18, 2013

Rumores cênicos de Guerra

Então, todo mundo já anda ouvindo esse "barulho" todo de guerra e o atrito entre as Coreias.

Os EUA são o único país que sempre se mete em toda e qualquer guerra ou conflito armado no mundo. Essa das Coreias, os EUA provocaram e provocaram os Norte Coreanos com manobras militares até o ponto onde se encontra.

Pra mim, todo esse "circo" está sendo muito bem arquitetado. Depois do 11/9 Bush já deu a dica avisando o que viria pela frente ao citar o chamado "Eixo do Mal". Os países que estavam na sua "listinha negra". Os países são: Iraque, Irã, Coreia do Norte, Cuba, Líbia e Síria. Eu incluiria a Venezuela também.


No caso, tanto Cuba quanto Venezuela eram "café com leite". Sem nenhum poder militar preocupante. Só lembrando da famosa "Crise dos Misseis" em 1962 que foi um dos momentos de maior tensão da Guerra Fria (outra estratégia).

Cuba hoje quase sem Fidel, suportaria alguma pressão? Eu acho que não.

Atualmente a "pedrinha no sapato" que era Hugo Chaves, morreu de câncer aos 59 anos de forma meio estranha, mas nem vou entrar nesse assunto. Ou seja, essas novas eleições, um novo comandante? Tem dedo sujo aí com certeza. Resumindo, a Venezuela está entregue aos "abutres". É só notar a simbologia na cerimônia do funeral dele. Digamos que Chaves recebeu o "beijo da morte".


Em 25 de Janeiro de 2011 começaram as manifestações no Egito. A chamada "Revolução do Nilo" derrubando Mubarak. Em seguida, a Líbia também teve suas manifestações contra o governo e só com a morte de Gaddafi, o "bode espiatório" da vez é que ficou do jeito que eles queriam. Toda a "estória" que a mídia convencional contou sobre ele tem inúmeras controvérsias, mas esse também é outro assunto.

Daí, na sequência a bola da vez foi a Síria. Mais uma guerra civil organizada e arquitetada. Ambos conflitos por causa de mudanças radicais em seus governos. Curioso que em 25 de junho de 2010, Bashar al-Assad, presidente da Síria iniciou uma série de viagens pela América Latina, visitando tão somente: Cuba, Venezuela, Brasil e Argentina. Em 2011 começaram os protestos dos opositores que supostamente cobravam as promessas de reforma democrática que segundo dizem, estavam atrasadas. Sabemos que os protestos não foram só protestos e houveram muitos ataques armados. Diante disso, o presidente autorizou intervenção militar, o que piorou a situação. A ONU chamou convenientemente isso de "repressão do governo ao povo" e condenou aprovando as "Sanções" contra o governo Sírio. Virou uma festa midiática sobre crimes contra a humanidade.

E o povo caiu que nem um patinho. Tudo isso pra derrubar mais um presidente e ter o caminho livre. Mesmo assim, ele permanece até hoje. De qualquer forma, a Síria foi totalmente desestabilizada. Por diversas vezes, Bashar al-Assad afirmou que seu país é vitima de uma "conspiração estrangeira", envolvendo terrorismo, com o objetivo de desestabilizar a Síria. Novidade... Pode apostar que isso ainda não acabou. É questão de tempo pra que eles iniciem novas tentativas.



Bom, o Irã já era alvo dos EUA a algum tempo que alegava que o governo de Ahmadinejad estava enriquecendo urânio para criar uma bomba nuclear. Fizeram tanto alarde sobre isso que foi uma outra festa mediática. Mesmo assim, nunca ficou provado nada. Entretanto as tensões continuam.

Ahmadinejad ganhou mais ainda o "ódio" do governo americano quando em 2011 na 65ª Assembleia Geral das Nações Unidas "denunciou" os EUA e as outras potências ocidentais por vários crimes contra a humanidade, em especial os ataques do 11/9, afirmando ter sido umauto-atentantado do governo para justificar os ataques ao Iraque. Uma pisadinha no calo dos EUA visto que cerca 70% dos cidadãos americanos acreditam que de fato a versão oficial do 11/9 não cola. Isso já tá mais que manjado.


Já agora sobre a Coréia do Norte, mesmo depois do alarde de anos em que os EUA vinham fazendo "eco" de que os norte coreanos vinham desenvolvendo bombas nucleares, agora Obama minimiza o "problema" afirmando que possivelmente eles não tiveram essa capacidade pra criar tais bombas. Quer dizer, parece aquela música do Titãs: Não é o que não pode ser que não, é o que não pode ser que não, é o que não pode ser que não é...(rs).


Bom, o que está claro e muita gente não "Vê" é que se não fossem os inúmeros exercícios militares com navios de guerra em formação dos EUA em conjunto com a Coréia do Sul na divisa com águas Norte Coreanas, a Coréia do Norte estaria sem motivos para ameaçar quem quer que seja. Ou seja, mais uma estratégia para criar conflitos. Agora o mundo tem mais um "vilão" além do Ahmadinejad.




Hoje a situação é a seguinte:






E aí...vai ou não vai ter essa guerra? É provável que haja sim alguns conflitos sérios e até pode ser um pouco pior, tipo uma terceira guerra mundial(?) Entretanto, tenho minhas dúvidas. De qualquer forma, tenho 100% de certeza que bombas nucleares não irão explodir. A Elite que orquestra todo esse circo criou as duas primeiras guerras mundiais para em seguida ter uma justificativa coordenada para criar as instituições supranacionais como ONU, FMI, OMS, OMC, TPI e outras tantas que agem em paralelo. Um complexo, ou eu diria confuso Capitalismo X Comunismo. Uma estratégia de globalização capitalista para doutrinar as nações sob uma Nova Ordem Mundial para a "solução" de todos os problemas ... (os problemas de quem?).

Fica claro a estratégia: Problema - Reação - Solução.

Problema, reação, solução é a mesma coisa ordem sem caos, funciona assim: Você quer mudar o mundo de maneira que saiba que se fizer abertamente terá uma forte resistência pública, como toda essa mudança orwelliana acontecendo hoje em dia, então você não faz abertamente, você usa essa técnica:

  • Estado 1: você covardemente cria um problema, pode ser um ataque terrorista, guerra, movimento contra uma moeda, qualquer adequação a solução que queira promover e voltamos ao que eu estava falando antes, então você diz ao público, através de um questionamento a grande parte da mídia, a versão daquele problema que você quer que eles acreditem: Oswald matou Kennegy com um tiro nas córneas, esse incrivelmente eficiente, efetivo, terrorismo em 11/09 foi orquestrado por um cara em uma caverna no Afeganistão, de um telefone móvel. Se você quer que as pessoas acreditem, você tem que criar um falso vilão para esconder a verdade por trás disso.
  • Estado 2: as pessoas, nesse estado, vão reagir com medo, sem raiva, e o efeito é: algo tem que ser feito, isso não pode continuar, o que eles farão a respeito? E no ponto em que você cria o problema, mostra ao público que algo tem que ser feito, você então oferece albertamente as soluções para os probelmas que você mesmo criou.
  • Estado 3. Isto é o que Tony Blair disse depois de 11/09: ”O mundo esta mudando e nunca mais será o mesmo.” 
Texto completo em: www.oarquivo.com.br/index.php

Por tanto, a moral da história é ELIMINAR os "falsos opostos", ou seja os países contra o regime capitalista, sem o qual fica impossível a complementação do plano de se chegar a essa Nova Ordem Mundial. Por isso foi chamado de "Eixo do mal" por Bush. Em seguida, acredito que em paralelo a isso, o país-império, ou seja, EUA, terão sua queda assim como outros impérios na história. Já notou a simbologia do império Romano e dos EUA? A mesma águia! A mesma águia de Hitler ... E se você cavar, vai achar muito mais.

Pra mim, todo o cenário não cheira bem, visto que até Ahmadinejad já pediu uma Nova Ordem Mundial. E também o Kim Jong-un.

EIS O VERDADEIRO EIXO DO "MAL":

quarta-feira, abril 17, 2013

Moradores de uma cidade americana são obrigados a ter arma

• Quinta-feira, 11 de abril de 2013 

Washington – Ter uma arma de fogo em casa é obrigatório para os moradores da cidade de Nelson (EUA), enquanto em outros lugares do país esse direito é defendido com descontos na compra de pizzas e sorvetes para quem apresentar uma pistola ou espingarda.

Na semana passada, os cinco membros do conselho de Nelson, município de pouco mais de mil habitantes ao norte de Atlanta (Geórgia), votaram por unanimidade em uma ordem muito clara: cada “chefe de família” é “obrigado a ter uma arma de fogo, junto com a munição correspondente”.

O objetivo é “prever a gestão de emergências e, sobretudo, “proteger a segurança e o bem-estar geral da cidade e de seus habitantes”, diz o texto do acordo, ao qual a Agência Efe teve acesso. “Queremos mostrar que nossos moradores querem ter armas”, disse à Efe por telefone um dos integrantes do conselho de Nelson, Jackie Jarrett.

Trata-se, segundo Jarrett, de mostrar “o apoio” dos moradores de Nelson à Segunda Emenda da Constituição americana, que protege o direito de ter e portar armas, em meio ao debate nacional sobre se é ou não necessário restringí-lo para prevenir tiroteios maciços.

Após um desses tiroteios, cometido em uma escola de Newtown (Connecticut) em dezembro, que deixou 20 crianças e 6 adultos mortos, o presidente Barack Obama iniciou pessoalmente uma campanha por um maior controle das armas que polarizou vários cidadãos e deu lugar a iniciativas como a de Nelson.

Jarrett apela à “responsabilidade” dos proprietários de armas ao defender o acordo, uma medida que classifica como “positiva” e que procura dar “mais proteção” aos habitantes da cidade.

As pessoas pobres, as que sofrem alguma incapacidade física ou mental, as declaradas culpadas de um delito grave e as que se opõem às armas de fogo por crenças religiosas ficam isentas de cumprir o acordo.

A norma aprovada em Nelson imita outra similar adotada em 1982 pela cidade de Kennesaw, localizada a cerca de 50 quilômetros e também na Geórgia. Kennesaw, com 5 mil habitantes, fixou a obrigatoriedade de uma arma por lar em resposta a uma iniciativa de Morton Grove (Illinois) que proibiu a posse.

Segundo declarou Pam Davis, uma porta-voz de Kennesaw, ao jornal “USA Today”, havia 11 roubos por cada mil habitantes, e após a aprovação da norma essa taxa caiu para 2,7.

Spring City, no estado de Utah, também aprovou no início do ano um acordo que “recomenda” que em cada lar haja uma arma de fogo, enquanto em Byron (Maine) fracassou uma iniciativa similar. Mas os incentivos a possuir armas e a defender a Segunda Emenda adotaram outras formas, muitas delas não isentas de originalidade e gancho comercial.

Jay Laze, proprietário do restaurante All Around Pizza and Deli, em Virgínia Beach (Virgínia), ofereceu em fevereiro descontos de até 15% a quem chegasse a seu restaurante mostrando uma arma ou uma permissão para levá-las escondidas.

Laze se inspirou em uma iniciativa similar de uma loja de sorvetes de South Odgen (Utah), e nesta mesma sexta-feira, outro restaurante da Virgínia, situado em Leesburg e chamado The Cajun Experience, anunciou descontos de 10% para os “amigos das armas”.

Faltando mudanças nas normas federais, durante este ano seis estados dos EUA aprovaram leis que restringem o acesso às armas, mas outros dez adotaram medidas que aumentam a permisividade, de acordo com dados do Centro de Leis para Prevenir a Violência com Armas.

As Armas de Fogo não são a Causa da Violência

Um recente levantamento que apontou as 50 cidades mais violentas do mundo, realizado pela ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal, concluiu que as armas de fogo nas mãos da população não são a causa da violência e que países com políticas de restrição às armas de fogo têm índices de violência maiores do que outros. Um verdadeiro balde de água fria para àqueles que repetem anos a fio que o desarmamento é o caminho para uma sociedade pacífica.


Pela Legítima Defesa

Em 2011, a Organização das Nações Unidas, por meio do Global Study on Homicide, mais amplo e profundo estudo já realizado sobre homicídios, em âmbito global, já havia reconhecido que não se pode estabelecer relação direta entre o acesso legal da população às armas de fogo e os índices de homicídio, pois não são as armas do cidadão que matam, mas as do crime organizado, para o qual a lei não possui relevância.

Um exemplo de que o discurso do desarmamento é descolado da realidade pode ser observado no Brasil. O país instituiu em 2003 o Estatuto do Desarmamento, que mantém regras rígidas e burocráticas para o porte e posse de armamentos, entretanto, tem 15 cidades na lista das mais violentas do mundo e ocupa a 6º posição do ranking com Maceió (86 mortes por 100 mil habitantes).

Outro exemplo é o estado de Sergipe que, apesar de estar em segundo lugar no ranking de entrega de armas pela população em campanhas de desarmamento, o número de homicídios quadruplicou nos últimos dez anos, conforme dados do Mapa da Violência 2012.

Esses dados trazem a tona uma verdade, até então conhecida apenas pelos que se opõem a controles maiores sobre o comércio e a posse de armamento, o desarmamento não detém os delinquentes violentos que sempre têm sua forma de obter armas. As proibições só desarmam as pessoas inocentes e as deixam mais vulneráveis aos criminosos.

O Brasil amarga uma média de 50 mil homicídios por ano, o que o torna, em números absolutos, o país em que mais se mata. Além disso, em média, apenas 8% dos homicídios são esclarecidos e um número muito menor chega a ser julgado e condenado. A taxa de impunidade alcança o patamar de 92%.

A solução dos homicídios é fator primordial para se entender o fenômeno da violência no país. A falta de esclarecimento dos crimes impede traçar um perfil criminal brasileiro e compromete a definição das políticas públicas na área de segurança.

Com isso, a solução da violência consiste em dois tipos de ações principais: o sistemático e crescente combate a impunidade e a ação da polícia em prevenir os crimes e punir os bandidos, com o devido respeito aos direitos fundamentais dos indivíduos. Não se pode combater eficazmente o que não se conhece sequer em 10% de sua extensão.

*Salesio Nuhs é presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam).

terça-feira, abril 16, 2013

Maratona de Boston: Atentado Aconteceu no Mesmo Dia de um Treinamento Anti-bombas


Bombas abalaram as ruas de Boston e feriram dezenas de maratonistas (três morreram) ontem, na Maratona de Boston. É muito cedo para saber a causa dessas explosões, mas você pode ter certeza, tanto o governo estadual e federal vai tentar usar esse acontecimento trágico para culpar qualquer inimigo conveniente que for mais vantajoso para eles.

Até o momento, ninguém ainda se adiantou para reivindicar a responsabilidade pelas bombas. Embora seja muito cedo para concluir qualquer coisa a respeito do atentado, uma coisa é certa: já existem muitas informações contraditórias que circulam na grande mídia. Foi terrorismo de falsa bandeira? Um trabalho interno com objetivo de empurrar uma agenda específica, como resultado direto do evento?

As redes de notícias entrevistaram um atleta da maratona de Boston que afirmou ter visto cães farejadores de bombas e segurança reforçada antes das explosões. Ele também informou que os funcionários estavam gritando "Isso é apenas um treinamento!" após a primeira explosão, como pode ser visto neste vídeo.

Esquadrão anti-bombas fazia o treinamento "Explosão Controlada" no mesmo dia.

O que ainda não está sendo muito relatado pela mídia é que uma "explosão controlada" estava em andamento no mesmo dia que a explosão na maratona.

"Funcionários: Haverá uma explosão controlada em frente à biblioteca dentro de um minuto, como parte das atividades do esquadrão de bombas."

Além disso, de acordo com Local15TV.com, havia cães farejadores nas linhas de largada e chegada, muito antes de qualquer explosão. Testemunhas disseram: "Eles ficavam fazendo anúncios no alto-falante de que era apenas um treinamento e não havia nada para se preocupar. Parecia que era algum tipo de ameaça, mas eles continuaram nos dizendo que era apenas um treinamento.

O presidente Obama está agora dizendo que o atentado foi um ato de terrorismo. A pergunta é: Quem são os terroristas desta vez? Será que o atentado na maratona foi ataque de falsa bandeira? Que treinamento anti-bomba era esse que estava acontecendo no dia da maratona? Será que foi para despistar as "autoridades ingênuas", assim como o treinamento que foi feito no 11/9? Por que a mídia tem falado pouco sobre isso?

Ainda é muito cedo para concluir qualquer coisa, e há muitas informações contraditórias. No entanto, é durante esse primeiro período que conseguimos pegar certas peças-chave para entender o caso.

Vamos ver que tipo de "medidas de segurança" será executado nos próximos dias. Daí, saberemos o que realmente está acontecendo.

domingo, abril 14, 2013

Maria Sapatão, gritava parte do público no show de Daniela Mercury no Rio

A cantora Daniela Mercury fez, na noite deste sábado (13), o primeiro show no Brasil depois que revelou publicamente ser casada com outra mulher.

Ela se apresentou no Viradão Carioca, no Parque de Madureira, no bairro homônimo, zona norte do Rio de Janeiro.Antes de Daniela chegar, parte do público - estimado em mil pessoas - que se concentrava em frente ao palco cantava as marchinhas de Carnaval Maria Sapatão e Olha a Cabeleira do Zezé, em alusão à revelação da bissexualidade da cantora.

Ao se apresentar para o show, Daniela conversou rapidamente com a imprensa, e evitando responder perguntas sobre a vida pessoal, disse que tem recebido bastante apoio do público depois de dizer que é bissexual.

"Sou uma artista querida. Sinto que não só o Brasil, como o mundo, me adora. Isso é óbvio", afirmou, em entrevista coletiva relâmpago. A companheira de Daniela, a jornalista Malu Verçosa, acompanhava tudo à distância.

Questionada sobre a questão dos direitos humanos, Daniela respondeu que já milita na área há muito tempo, sendo, inclusive, embaixadora do tema na ONU. Ao subir no palco, antes de cantar a primeira música, Canto da Cidade, mandou o recado: "salve o amor, a liberdade e os direitos humanos".

"Fora Feliciano, esse País não merece um deputado como esse", disse Daniela para demonstrar seu descontentamento com deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara. Feliciano enfrenta críticas desde que foi eleito presidente da CDH devido a declarações feitas por ele, no Twitter, de cunho racista e homofóbico.

Ainda repercutindo o caso, um espectador abriu um cartaz escrito "Daniela me representa". Ela citou a homenagem e disse que se sentia muito honrada.
Fonte: informações do Terra