terça-feira, julho 30, 2013

Sacerdotes Católicos em adoração ao cadáver de São Ubaldo

O cadáver de São Ubaldo é mantido na Basilica São Ubaldo, um mosteiro franciscano em Gubbio, na Itália.


Mateus 23:27
"Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e toda imundície.

Padres católicos venerar, adorar e louvar na frente de um esqueleto

Lucas 17:37
" Onde, Senhor? "eles pediram. Ele respondeu: "Onde houver um cadáver, aí se ajuntarão os abutres."

Os padres do Vaticano carregam o esqueleto sobre os seus ombros, na frente de fiéis católicos

Essa deve ser algumas das imagens mais brilhantes, que expõem sacerdotes Católicos no culto romano de cadáveres, crânios e ossos.

Que tipo de força espiritual, pode fazer um homem ficar a rezar diante de cadáveres e esqueletos?

Francamente, a veneração aos mortos é tentar obter poderes dos espíritos do mal e do próprio diabo. Não vamos esquecer que as religiões cristãs tem muitos rituais pagãos ocultistas. A maioria dos católicos e evangélicos não sabem disso, eles só seguem esses ocultistas como ovelhas... e, de fato, eles estão sendo conduzidos para a perdição.

segunda-feira, julho 29, 2013

Experimentos americanos com humanos

No passado dos Estados Unidos muitas experiências desumanas afetaram tanto a outros países como a seus próprios cidadãos.

Na lista abaixo listamos as mais cruéis.

01 - Mkultra - Subprojeto 68

O projeto MKULTRA da CIA pretendia encontrar métodos para controlar a mente. Foi o Doutor Donald Ewen Cameron quem conduziu as experiências do Subprojeto 68.

Em seu Instituto Memorial Allen, em Montreal, o Doutor submetia os seus pacientes internados com depressão bipolar ou transtornos de ansiedade, a uma terapia que lhes deixou sérios danos e alterou suas vidas de maneira irreparável.

Entre 1.957 e 1.964, Cameron submeteu seus pacientes a uma terapia electroconvulsiva, eletrochoque, que ultrapassava em 30 a 40 vezes as normais.

Pacientes eram induzidos a um estado de coma durante meses, com a ajuda de drogas, além de fitas com declarações simples ou ruídos repetitivos. As vítimas esqueceram quem eram seus pais, como falar, sofreram amnésia grave.

Tudo isso continuou no Canadá porque a CIA provavelmente considerava muito arriscado realizar estas práticas em americanos.

Para garantir que o projeto continuaria sendo financiado, Cameron envolveu crianças nas experiências e, em uma ocasião, induziu um menino a ter relação sexual com um alto funcionário governamental. A gravação desta cena foi utilizada para fazer chantagens.


02 - Soldados em câmara de gás de mostarda

A medida em que se intensificava a investigação das armas químicas nos anos 40, o Governo dos EUA não vacilou na hora de envolver militares em suas experiências.

Para provar a eficácia das armas e métodos de defesa, utilizava-se gás mostarda e outros produtos químicos que deixavam queimaduras na pele e arruinavam os pulmões sem que os soldados consentissem ou conhecessem o experimento.

Provaram máscaras anti-gás e roupas de proteção, prendendo soldados em câmaras de gás, uma prática que evoca imagens da Alemanha nazista.

Entre os agentes químicos utilizados se encontrava a lewisita, composto que facilmente penetra na roupa e até na borracha.

Em contato com a pele, o gás imediatamente provoca uma dor extrema, coceira, inchaço e prurido. As vesículas ficam cheias de líquidos, doze horas após a exposição, em forma de queimaduras químicas. E isso só pelo contato do agente com a pele.

A inalação do gás provoca uma sensação de queimação nos pulmões, espirros, vômitos e edema pulmonar.

No que se refere ao gás mostarda, os seus efeitos são assintomáticos, até cerca de 24 horas após a exposição. Os efeitos primários incluem queimaduras graves que se desenvolvem ao longo do tempo em bolhas cheias de líquido amarelo.

O gás mostarda possui propriedades mutagênicas e cancerígenas que matou muitas pessoas expostas. Embora haja tratamento disponível, as queimaduras do gás mostarda se curam lentamente e são extremamente dolorosas. As queimaduras do gás deixam na pele danos irreparáveis.


03 - Pulverização de cidades com agentes químicos

A CIA espalhou o vírus da coqueluche na Bahia de Tampa Bay, usando barcos. Como consequência, uma epidemia se espalhou matando 12 pessoas.

A marinha pulverizou San Francisco com patógenos bacterianos e, portanto, muitas pessoas sofreram pneumonia.

O Exército lançou milhões de mosquitos portadores da febre amarela e da dengue sobre Savanah, estado da Geórgia, e Aon Park, estado da Flórida. O enxame provocou muitos problemas na população: problemas respiratórios, febre tifoide e natimortos.

Depois destes ataques, chegaram militares disfarçados de profissionais da saúde para as áreas afetadas. Enquanto eles ajudavam as vítimas, sua intenção secreta era estudar e registrar os efeitos, a longo prazo, de todas as doenças provocadas.


04 - Infecção da Guatemala com doenças sexualmente transmissíveis

O Governo da Guatemala informou que mais de 2.000 pessoas foram infectadas com sífilis, gonorreia ou cancro mole, sem o seu conhecimento (de acordo com outros dados, mais de 5.000 pessoas da Guatemala) na década de 40, enquanto os EUA estimaram em pouco mais de 1.300 pessoas.

O objetivo desses experimentos, dirigidos pelo médico americano John Cutter, era averiguar se a penicilina poderia prevenir enfermidades de transmissão sexual, para isso, utilizaram prostitutas, ex-militares, enfermos mentais, órfãos, e prisioneiros.

As experiências que nunca foram publicadas, ficaram conhecidas em 2.010, depois de uma professora da Universidade de Wellesley, Susan Reverby, encontrou-se com eles acidentalmente.

Não foi encontrado nenhum relatório sobre os resultados do experimento mas, sim, há dados pessoais dos pacientes e condições médicas, segundo o qual houve ao menos 83 vítimas mortais.


05 - LSD

A CIA realizou, entre 1953 e 1964, experiências com milhares de civis e militares dos EUA, com a droga alucinógena LSD e outras substâncias, sem que eles soubessem o que estavam fazendo.

Segundo um recente vazamento de documentos secretos da agência, além do Exército, algumas experiências foram realizadas em praias, bares e restaurantes, onde supostamente colocaram os narcóticos nas bebidas dos clientes.

Durante uma década a CIA realizou experimentos clandestinos, observando o seu comportamento. Algumas vítimas que participaram dos testes, sofreram convulsões e paranoia, outros morreram.


06 - Agent Orange (Agente Laranja) contra os prisioneiros

Além de usar amplamente como desfolhante, o produto tóxico, durante a Guerra do Vietnã, que produziu várias enfermidades e mutações genéticas nas gerações posteriores, o governo americano testou o "agente laranja" em prisioneiros voluntários de uma prisão na Filadélfia, fazendo passar por uma investigação investigação dermatológica.

As experiencias foram realizadas entre 1.951 e 1.974, foram dirigidas pelo Doutor Alberto Kligman. Os presos recebiam pagamentos para permitir aplicação de injeções de dioxina, um dos componentes do agente laranja. Entre os efeitos que sofreram estavam erupções (chroracne) nas bochechas, atrás das orelhas, axilas e virilha.

domingo, julho 28, 2013

Marcha das Vadias assusta até os próprios manifestantes em Copacabana

Passou dos limites!

Tudo promovido e pago pela Agenda Sodomita Comunista da ONU...

Da mesma forma são os ativistas gays, abortistas, neo-comunistas, e tudo mais que está na 'modinha' do politicamente correto... (e tem piorado ainda mais, pois nos últimos dias, tem surgido grupos em prol da pedofilia, zoofilia e necrofilia...)

Quem dizer que você se manifestar em favor da família, você é perseguido, mas simular atos sexuais e masturbação com pedaços de madeira na rua pode? 

Na Marcha das Vadias, em Copacabana, diversas encenações ilustraram os apelos feitos pelas feministas. Uma delas chamou a atenção por seu teor altamente polêmico, pois os envolvidos utilizaram a imagem da "Nossa Senhora" como objeto sexual. A cabeça da imagem virou uma espécie de consolo. Em seguida, os manifestantes quebraram as imagens e as cruzes. Por fim, uma manifestante pegou o que sobrava de uma cruz, colocou camisinha em sua base e a enfiou no ânus de seu parceiro de encenação. Tal ato assustou até mesmo outros manifestantes que não esperavam tanta ousadia. Uma delas disse que colocaria uma máscara para não ser reconhecida, já que receava represálias no trabalho.

(Fotografias por Lia Ferreira/Vero)







Espíritas dizem ter ficado arrepiadas ao ver Papa Francisco


"Ele é o cara", diz espírita ao se referir ao papa Francisco.


28/07/2013 - Não são apenas os católicos que se emocionaram com a presença do papa Francisco durante sua visita ao Brasil. O argentino que ocupa o lugar mais importante da Igreja Católica também conquistou a graça de brasileiros de outras religiões.

"Ele é o cara", disse a espírita Alessandra Viegas Josgrilbert, 43. A carioca mora atualmente em Mato Grosso do Sul, mas veio visitar a avó coincidentemente na semana em que o pontífice participa da Jornada Mundial da Juventude. "Não pelo cargo que ele ocupa, mas principalmente por suas atitudes e sua humildade", explica ela.

Opinião compartilhada pela estudante Maria Fernanda Pellon de Castro, 26, que também é espírita. Ela confessa ter ficado toda arrepiada quando o viu passar de papamóvel na evenida Atlântica, em Copacabana. "E olha que nem o vi de tão perto. Mas vou tentar ficar mais próxima da grade da próxima vez", conta ela, já fazendo planos para repetir a dose da experiência. 

Segundo Maria Fernanda, seu apreço por Francisco começou desde sua eleição. "Me passa uma energia tão boa, e as mensagens deles são ainda mais entusiásticas", afirmou. O evangélico Ronaldo Sinquini, 49, também não disfarça a afeição pelo líder da Igreja Católica. "Muito mais do que ser uma figura importante, é tão carismático que me chamou a atenção. Tem mobilizado tanta gente, que é muito bonito de ver."

quinta-feira, julho 25, 2013

Estrela de David: Origem

Em um livro do Prof. Gershom Scholem, publicado 27 anos depois da morte do estudioso, Scholem sustenta que a Estrela de David não era um símbolo antigo Judaico, mas um emblema mágico que somente foi adotado pelos Judeus no século XIX. [Moshe Ronen]


Poucos livros são publicados 60 anos depois de serem escritos. Um tal livro é o do Prof. Gershom Scholem's "Magen David – History of a Symbol", que está sendo liberado somente agora, 27 anos depois da morte de seu autor.

Prof. Scholem, um dos maiores estudiosos Judaicos de nosso tempo, um pesquisadora da Kabbalah e do misticismo Judaico e um dos fundadores da Universidade Hebraica em Jerusalém, conduziu um estudo de 50 anos da história da Estrela de David. Ele publicou um breve sumário do estudo em 1949, brevemente depois que o símbolo foi escolhido para aparecer na bandeira nacional do novo Estado.

Em seu artigo, Prof. Scholem declarou que "A Estrela de David não é um símbolo Judaico, e, portanto, não é o ‘símbolo do Judaísmo'."

O estudo foi recentemente editado em um livro pelo Prof. Avraham Shapira. O novo livro investiga os aspectos religiosos, místicos, nacionais e políticos da Estrela de David.


Proteção mágica do perigo

De acordo com Scholem, o símbolo do hexagrama foi uma vez conhecido como Selo de Salomão e usado tanto como um enfeite quanto um símbolo para o qual os poderes mágicos eram atribuídos. Foi primeiro documentado no carimbo de Yehosua Ben Assiyahu durante o período do último reino, 2.700 anos atrás.

Apareceu novamente como uma relíquia em uma sinagoga em um prédio de Cafarnaum durante o terceiro século DC, ao lado de um outro símbolo, uma suástica. Ninguém afirma que esses dois símbolos gráficos eram mais do que meras decorações.

Durante o período do Segundo Templo, a menorá de sete braços, em vez da Estrela de David, era considerado um símbolo Judaico. De acordo com Scholem, o Selo de Salomão apareceu primeiro no misticismo Judaico durante o sexto século DC em um talismã contendo dois leões e uma Estrela de David no meio.

Por gerações, o Selo de Salomão apareceu em duas versões: um pentágono (polígono de cinco lados) e um hexágono (polígono de seis lados).


Bandeira Judaica em Praga

Até o início do século XIX, o símbolo era usado como um meio mágico contra o perigo, e aparecia principalmente em cima ou no interior do mezuzah. O primeiro livro que referia-se ao símbolo como "Magen David" foi escrito pelo neto de Maimônides, o Rabino David Ben Yehuda HaHasid, no século XIV.

O uso oficial da Estrela de David como um símbolo Judaico começou em Praga. O Prof. Scholem escreve que ele foi tanto escolhido pela comunidade Judaica local quanto pelo governo Cristão como um meio de rotular os Judeus, que posteriormente adotaram-no e abraçaram-no. Em 1354, o Imperador Carlos IV garantiu aos Judeus o privilégio de levantar uma bandeira própria, e essa bandeira continha a Estrela de David. Uma dessas bandeiras pode ainda ser encontrada na antiga Sinagoga de Praga.

Desde Praga, onde a Estrela de David foi impressa em capas de livros e entalhada em lápides de cemitérios, o símbolo espalhou-se pelo resto da Europa e gradualmente se tornou conhecido como o símbolo do Judaísmo.

Durante o primeiro Congresso Sionista na Basiléia em 1897, a bandeira Sionista, que ostenta uma Estrela de David azul, foi escolhido.

Mas o Prof. Scholem alega que o símbolo somente se tornou verdadeiramente significante durante o Holocausto, depois que os Nazistas usaram-na para marcar os Judeus, e assim santificá-la. De acordo com Scholem, isso deu ao símbolo gráfico um sentido spiritual de sagrado que nunca teve antes.

Vale Cultura já está na Presidência da República

Trata-se de uma poderosa ferramenta de doutrinação ideológica para as massas: todos sabemos que a classe artística é composta majoritariamente de chupas-tetas estatais. O que o vale-cultura se propõe é prover bilheteria para eventos artísticos que de outra maneira restariam com suas respectivamente plateias vazias!

Desta forma, produz-se artificialmente o lucro com que os produtores possam pagar pelos subsídios e empréstimos tomados a juros camaradas e avaliações de risco relaxadas junto ao Ministério da Cultura.

É praticamente o mesmo que aconteceu com a lei que obriga os canais de tv's pagas a exibirem filmes nacionais em horários nobres. Os consumidores passaram a ser obrigados a pagar por aquelas porcarias de filmes ideologicamente engajados sob o dirigismo da Ancine - e aqui pouco importa se venham a assisti-los - vão pagar de qualquer jeito, propiciando desta forma que os produtores tenham meios artificialmente criados de pagar pela captação de recursos junto àquele órgão.

Para que o leitor tenha uma ideia do descalabro por meio de um paralelo, é como se o governo desse o dinheiro para os moradores de um bairro comprarem o pãozinho e o leite da padaria aprovada pelo governo e construída por meio de privilegiados empréstimos estatais. Assim é bom ser empresário, né?

Segundo o Portal Brasil, "cerca de 18 milhões de brasileiros podem ser beneficiados com o Vale-Cultura, representando um aumento de 11,3 bilhões na cadeia produtiva da cultura".

Reciprocamente, como dinheiro não é maná, tal vulto faltará às polícias, escolas, hospitais e à infra-estrutura nacional, absolutamente entregues às baratas, como também faltará para a criação de empregos genuinamente produtivos e que os brasileiros se disponham espontaneamente a contratar segundo seus critérios pessoais de urgência e conveniência. [Portal Brasil]

Monsanto desistiu de transgênicos na União Europeia

A Monsanto anunciou nesta sexta-feira (19) que desistiu dos pedidos de autorização que tinha feito à União Europeia para plantar sementes com material geneticamente modificado. Segundo informações da imprensa europeia, a justificativa oficial da empresa norte-americana é que “a plantação de novos transgênicos na Europa não tem interesse comercial”.

O acordo, no entanto, não impede que os transgênicos da Monsanto continuem a ser comercializados na Europa. No total, eram cinco pedidos para o cultivo de milho geneticamente modificado, um para soja e outro para beterraba.

O presidente e diretor-geral da Monsanto na Europa, Jose Manuel Madero, explicou à Reuters que é vontade da empresa pedir autorização para importar para a UE as espécies transgênicas que já planta nos EUA e na América Latina. Para investir na nova estratégia, a companhia desistiu da anterior, que pretendia cultivar alguns desses produtos na Europa.

Em maio, a Hungria decidiu eliminar todas as plantações feitas com sementes transgênicas da Monsanto. Na ocasião, foram queimados cerca de 500 hectares das lavouras de milho – equivalente a cinco milhões de metros quadrados. A intenção da queimada era que o país não tivesse nenhum fruto com origem de material geneticamente modificado.

Segundo o jornal Público, a frustração com o processo de aprovação é apontado como a causa para a desistência da empresa – que deseja expandir o seu mercado por todo o mundo. No documentário Le monde selon Monsanto (“O mundo segundo Monsanto”, numa tradução livre), de 2008, Marie-Monique Robin denuncia os contratos com que a multinacional tolhe a ação dos agricultores, assim como as consequências nefastas que a plantação das sementes geneticamente modificadas está a ter nos solos das Américas, de África e da Índia.

No ano passado, a alemã BASF, autorizada a cultivar um tipo de batata geneticamente modificada nos solos da UE, decidiu transladar todas as operações relacionadas com transgênicos da Europa para o outro lado do Atlântico. São já duas vitórias do gênero para os ambientalistas. O que não impede que a UE continue a ser um dos maiores importadores de transgênicos do mundo.