domingo, agosto 28, 2011

Cinco Grandes Crises Apresentadas para Manipulação Global

Vamos examinar a Escritura mais importante que nos diz que no fim dos tempos haverá uma globalização no governo e na economia.

"E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome." [Apocalipse 13:16-17].

Obviamente, quando essa Escritura diz "todos", isso significa todas as pessoas no mundo. Assim, sabemos que o governo não será apenas global, mas coercitivo, terrivelmente ditatorial, pois possuirá os meios de forçar a todos no mundo — pequenos e grandes, ricos e pobres, bem-conectados politicamente e impotentes politicamente — todos serão forçados a receber esse sinal, sem o qual não poderão participar na nova economia global!

O Plano Para a Criação de um Mundo Global

Agora que estabelecemos que as Escrituras referentes ao fim dos tempos predizem uma economia, uma religião e um governo globais, vamos estudar um fato muito importante e interessante — os Illuminati criaram um plano que cumpre exatamente a profecia bíblica! Você ficará chocado com a extensão em que os planos dos ímpios Illuminati correm em paralelo com as Escrituras!

Veja agora o plano para alcançar o objetivo com uma retórica que soa maravilhosa para o público, tudo com o objetivo de enganar:

"Quando vier o nosso reinado, nossos oradores raciocinarão sobre os grandes problemas que emocionaram a humanidade, para levá-la afinal ao nosso regime salutar. Quem duvidará, então, que todos esses problemas foram inventados por nós de acordo com um plano político que ninguém adivinhou durante séculos?" [Protocolo dos Sábios de Sião, fim do Protocolo 13].

"As sociedades secretas estavam planejando já em 1917 inventar uma ameaça artificial... de modo a colocar a humanidade sob um governo global unificado que eles chamam de Nova Ordem Mundial." [William Cooper, Behold a Pale Horse, pág. 27].

Ex-ocultistas com quem já conversei me disseram que aprenderam em seus conciliábulos que os Protocolos foram escritos originalmente antes de 1900! Portanto, quando os Illuminati decidiram em 1917 inventar uma ameaça artificial como a melhor forma de poderem forçar esse sistema da Nova Ordem Mundial, estavam em grande parte sendo guiados por esse segmento dos Protocolos dos Sábios de Sião!
Múltiplas Crises Globais Estão Sendo Criadas!

Muito tempo atrás Satanás percebeu que nem todas as pessoas se deixariam enganar por apenas uma grande mentira. Portanto, ele sempre criou diversas religiões falsas, sabendo que, se uma pessoa não for enganada por uma mentira, poderá ser enganada por outra. Por essa razão, o mundo vive debaixo das trevas de tantas centenas de religiões falsas.

De modo similar, os Illuminati devem ter decidido que precisariam de múltiplas crises globais de modo a convencer a vasta maioria das pessoas a aceitar um governo ditatorial, uma economia global e uma religião ecumênica global! Vamos analisar as cinco principais crises globais que estão sendo apresentadas ao mundo. Lembre-se, em cada caso, a resposta a esse problema que virou o mundo de cabeça para baixo é tornar-se globalizado — em um governo global ditatorial!

Vamos examinar as diversas crises globais criadas pelos Illuminati:

Aquecimento Global

O conceito que está por trás desse problema global é simples: As atividades humanas e a poluição produzida por elas "deixaram a Mãe Terra (Gaia) fora de equilíbrio". Esse desequilíbrio fez com que a Terra se aquecesse e poderá chegar ao ponto em que a vida no planeta poderá deixar de existir! A Mãe Gaia já começou a tentar forçar a humanidade a limitar suas atividades e a permitir um retorno ao "equilíbrio" por meio de tempestades cada vez mais mortais. Entretanto, como o homem nunca prestou atenção às tentativas de Gaia, a deusa Mãe continuará a produzir mais e mais tempestades mortais, até que um dia, enviará uma "supertempestade" destruidora, que será capaz de aniquilar um continente inteiro! O filme O Dia Depois de Amanhã é muito articulado em demonstrar a seriedade como os aderentes de Nova Era e os ambientalistas modernos vêem esse cenário.

Desde que o Movimento de Nova Era tornou-se público em 1975, quais tipos de problemas ambientais globais subitamente começaram a ser expostos?
1. Resfriamento global, que foi abandonado em 1979 e substituído depois pelo aquecimento global.
2. Destruição da camada de ozônio.
3. Destruição de grande parte das florestas tropicais, de modo que logo não teremos mais ar para respirar.
Poluição produzida pela nossa civilização industrial que ameaça a existência humana. A resposta para essa 'crise' fabricada é a destruição da nossa civilização. O ex-vice-presidente americano Al Gore torna essa parte do plano muito clara em seu livro Earth in the Balance ("A Terra em Balanço"). Leia esse livro e chore, pois Al Gore era vice-presidente quando o livro foi publicado e era um homem que detinha um poder considerável no governo. O poder político é absolutamente necessário para destruir nossa civilização e as duplas Gore-Clinton mais Bush-Cheney possuíram ou possuem esse poder.

Nesta veia política, a maioria das pessoas acha que os políticos ligados ao Partido Republicano são contra a tese do aquecimento global e os do Partido Democrata são a favor. A Cutting Edge reportou a realidade nas eleições intermediárias de 2002, que essa percepção é totalmente falsa! No artigo N1663, intitulado "Presidente Bush Six Steps Americans Into Global Warming" (não traduzido), informamos que a administração Bush subitamente enviou um relatório para as Nações Unidas em que acusava as ações humanas pelo recente aquecimento global. Os conservadores e/ou republicanos ficaram furiosos. O radialista Rush Limbaugh ficou tão indignado que se referiu ao então presidente Bush como "George W. Al Gore"!

Al Gore acaba de receber um Oscar por seu documentário Uma Verdade Inconveniente, em que argumenta que o aquecimento global é agora um problema que realmente ameaça a humanidade. Imediatamente após o Partido Democrata ganhar o controle do Congresso, comecei a publicar artigos sobre o aquecimento global, pois os líderes democratas começaram realmente a soar o alarme que o homem deve mudar sua civilização industrial rapidamente, ou o planeta Terra não será mais capaz de sustentar a vida!

A propaganda é intensa e objetiva aterrorizar as pessoas. A matéria a seguir nos diz que pelo menos as crianças estão aterrorizadas por causa dessa terrível propaganda.

Resumo da Notícia: "Preocupação com o aquecimento global tira o sono das crianças", GM TV News, 22 de fevereiro de 2007.
"Metade das crianças pequenas está ansiosa com relação aos efeitos do aquecimento global, freqüentemente perdendo o sono por causa disso... Uma pesquisa com 1.150 crianças com idades entre 7 e 11 anos revelou que uma em cada quatro crianças acusa os políticos pelos problemas da mudança climática. Uma em cada sete das crianças questionadas pelo gigante supermercado Somerfield disseram que seus próprios pais não estavam fazendo o suficiente para melhorar o meio ambiente."

Agora, aonde iriam as crianças entre 7 e 11 anos de idade aprender o suficiente sobre o aquecimento global para ficarem preocupadas? A resposta é simples: elas estão recebendo a propaganda sobre o aquecimento global no sistema público de ensino, uma propaganda que está sendo ensinada como fato. Essa é mais uma razão por que os pais cristãos devem retirar imediatamente suas preciosas crianças do sistema público de ensino! O currículo foi "emburrecido" o suficiente e as crianças não estão mais recebendo uma educação acadêmica, mas estão sendo condicionadas a serem entusiásticos cidadãos do mundo.

Este próximo artigo nos diz que o aquecimento global é muito pior do que se imaginava.

Resumo da Notícia: "O Impacto da Mudança do Clima É Maior do Que se Imaginava", Volker Mrasek, Spiegel Online News, 2 de março de 2007.
"A mudança climática global está acontecendo mais depressa do que se acreditava anteriormente e seu impacto é pior do que o esperado, revelam as informações de um rascunho ainda não publicado da longamente aguardada segunda parte de um relatório das Nações Unidas obtido pelo Spiegel Online. Nenhuma região do planeta será poupada e algumas serão afetadas de forma bastante severa. O clima no planeta já está fora de controle? A poluição das décadas passadas está tendo um impacto no presente? É exatamente isso que o Painel Intergovernamental Sobre Mudança Climática da ONU teme: As influências humanas nos últimos trinta anos "tiveram um efeito reconhecível em muitos sistemas físicos e biológicos", escrevem os autores da segunda parte, ainda a ser publicada, do relatório sobre mudanças climáticas globais de 2007."
"De acordo com as informações obtidas pelo Spiegel Online, o Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas (IPCC) está convencido que o aquecimento global já está fazendo o mundo suar."

Esse tipo de relatório faz a população entrar em pânico! Se a vasta maioria das pessoas do mundo vier a acreditar que o aquecimento global já está acontecendo e que o mundo já passou do ponto após o qual eventos cataclísmicos são inevitáveis, essas pessoas podem entrar em pânico e aceitar leis draconianas que prometam corrigir a situação.

Era esse o plano exposto pelos "Protocolos"? Vamos analisá-lo novamente para que você possa ver o quão aplicável ele é na atual situação. Essas palavras estão realmente 'emocionando a humanidade'!
"Quando vier o nosso reinado, nossos oradores raciocinarão sobre os grandes problemas que emocionaram a humanidade, para levá-la afinal ao nosso regime salutar. Quem duvidará, então, que todos esses problemas foram inventados por nós de acordo com um plano político que ninguém adivinhou durante séculos?" [Protocolo dos Sábios de Sião, fim do Protocolo 13].

Terrorismo Global

Os povos ocidentais em geral, e o povo americano especificamente, deverão ser levados ao pânico pelo terror implacável para que aceitem qualquer plano do presidente que aparentemente solucione essa terrível seqüência de crises. As pessoas pularão de alegria com a perda de suas liberdades, da forma constitucional de governo e de suas armas, se acreditarem que essas perdas restaurarão a calma e a prosperidade. Logicamente, será dito às pessoas que as liberdades serão devolvidas assim que a tranqüilidade e a segurança forem restauradas, e a população, ingenuamente, acreditará. Será se a nossa prisão e a perda das liberdades serão menos dolorosas porque tudo isso estará ocorrendo pelas mãos de um presidente compassivo e "cristão"?

Você se lembra que, apenas algumas horas após os ataques de 11/9, nossos líderes políticos e comentaristas da televisão começaram a enfatizar que o povo americano teria de abrir mão de suas liberdades em troca da segurança? Vamos rapidamente analisar um artigo de jornal daquele período de tempo.

Resumo da Notícia: "Alto preço a pagar pela segurança: Congresso quer um exame mais atento", The Providence Journal, 25 de setembro de 2001, pág. A10.
"Em um discurso à nação na semana passada, o presidente Bush declarou uma nova guerra entre 'liberdade e medo' e prometeu usar todos os recursos possíveis para erradicar do mundo o terrorismo. Mas para atender a esse desafio, muitas pessoas nos Estados Unidos poderão, pelo menos temporariamente, perder algumas de suas liberdades e direitos à privacidade."

Vamos parar por aqui. Se 'Muitas pessoas nos EUA poderão, pelo menos temporariamente, perder algumas de suas liberdades e os direitos à privacidade", precisamos examinar outra vez os documentos de planejamento da Nova Ordem Mundial para perceber que o então presidente Bush estava simplesmente seguindo o Plano Iluminista criado por um espírito-guia cerca de duzentos anos atrás! Veja o plano delineado no satânico Protocolo dos Sábios de Sião:
"Regularemos mecanicamente todos os atos da vida pública de nossos súditos por novas leis. Essas leis irão retomando uma a uma todas as complacências e todas as liberdades demasiadas concedidas pelos gentios e nosso reinado se assinalará por um despotismo tão majestoso que estará em condições, em qualquer tempo e lugar, de fazer calar aqueles que nos queiram fazer oposição e que estejam descontentes." [Protocolo 5, Despotismo e o Estado Moderno].

Você compreende o tipo de ditadura (despotismo) que os Illuminati planejam para todos os países uma vez que eles forem colocados debaixo do governo do Anticristo?

"Um despotismo tão majestoso que estará em condições, em qualquer tempo e lugar, de fazer calar aqueles que nos queiram fazer oposição e que estejam descontentes."

Além disso, uma vez que eles tiverem o total controle, planejam "fazer calar todos os opositores e os descontentes".

Agora, vamos considerar o plano deles pelo qual vão suprimir nossas liberdades para que possam instituir um "despotismo majestoso".

"Os gentios são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros quando os lobos penetram no redil!" 
"Fecharão ainda os olhos sobre tudo o mais, porque nós lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência." 
"É inútil dizer que esperarão muito tempo esse recuo ao passado... " [excertos do Protocolo 11 — O Estado Totalitário].

Em outras palavras, esse plano de duzentos anos atrás diz que os líderes iluministas prometerão ao povo a restauração de "todas as liberdades confiscadas quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência". Como os Illuminati sabiam, duzentos anos atrás, que estaríamos enfrentando os "inimigos da paz" em uma situação de crise? O único modo em que poderiam saber é se planejaram deliberadamente esse cenário dos "inimigos da paz".

Na verdade, eles fizeram exatamente isso e vemos os resultados em todo o mundo. O plano básico é provocar uma onda implacável de terror urbano em cidades-chave em todos os países em que ainda existem eleições para a escolha das autoridades. Usando o terrorismo como uma desculpa, cada um desses países dissolverá seu sistema democrático, instituindo uma ditadura severa e repressiva. Seguindo os princípios dos Protocolos, as autoridades prometerão restituir as liberdades à população assim que os "inimigos da paz" tiverem sido sufocados.

Quando o Anticristo aparecer, todos os países do mundo serão ditaduras.

Guerra Global

Há muitos anos que a Cutting Edge diz que o plano da Nova Ordem Mundial para produzir o Anticristo previu a necessidade de três guerras mundiais. O líder maçom Albert Pike recebeu essa visão em 22 de janeiro de 1870. As duas primeiras guerras ocorreram exatamente como descrito por essa visão demoníaca, o que significa que a terceira guerra mundial provavelmente também ocorrerá como especificado na visão. Essa última guerra mundial deverá se iniciar entre Israel e seus vizinhos árabes e ser expandida para o resto do mundo. Literalmente, o Anticristo surgirá caminhando do meio da fumaça e das cinzas produzidas por essa Terceira Guerra Mundial.

Mas, quando pesquisamos melhor o Plano da Nova Ordem Mundial, descobrimos que ele tinha sido ampliado para incluir muitos outros terrores que devem ocorrer durante o tempo dessa Terceira Guerra Mundial. Esses outros terrores incluem os seguintes:
1. Embargo do petróleo da OPEP;
2. Colapso econômico;
3. Terrorismo nas grandes cidades;
4. Desastres naturais, incluindo epidemias e pragas, mais terremotos;
5. Distúrbios nas cidades;
6. Confisco das armas em poder da população (desarmamento compulsório);
7. Entrada de tropas militares estrangeiras no solo americano, provavelmente porque as forças armadas serão aniquiladas em ações no exterior;
8. Suspensão das liberdades e da forma constitucional de governo;
9. A FEMA (Agência Federal de Gerenciamento de Emergências) se tornará o governo supremo do país.
A Terceira Guerra Mundial foi também planejada especificamente em detalhes. Após a guerra começar entre Israel e os palestinos, ela será expandida rapidamente para incluir a Síria, o Iraque, a Jordânia e o Egito. Os Estados Unidos deslocarão forças navais, aéreas e terrestres para a região em apoio a Israel. Logo em seguida, a Coréia do Norte lançará uma ameaça nuclear contra os EUA, o Japão e a Coréia do Sul. Entretanto, suas forças nucleares poderão ameaçar toda a humanidade, o que significa que a Coréia do Norte precisa demonstrar a capacidade de possuir mísseis balísticos intercontinentais de três estágios, com alcance de 16.000 km.

Evidentemente, a Coréia do Norte precisa possuir essa capacidade, porque essa é a fraseologia, como o seguinte segmento pertinente do Plano Iluminista parece sugerir:
"Uma confrontação nuclear de arrepiar os cabelos na Coréia poderá, perto do fim do período, ameaçar a própria sobrevivência humana." [The Armageddom Script, Peter Lemesurier, pág. 223].

No fim de 2006, a Coréia do Norte chocou todo o mundo ocidental ao detonar uma bomba nuclear. O recente "acordo nuclear" foi assinado simplesmente porque a Coréia do Norte não precisa mais de suas instalações nucleares, uma vez que todas as ogivas necessárias para ela representar o papel que lhe está atribuído nesse vindouro cenário da Terceira Guerra Mundial já foram produzidas e instaladas. Embora o resto do mundo tenha suspirado aliviado, acredito que esse acordo recente foi apenas outro sinal dos tempos.

Uma última questão: Observe a fraseologia do plano, acima. O cenário nuclear norte-coreano vai se desdobrar "perto do fim do período". Portanto, o simples fato de o programa nuclear da Coréia do Norte e suas ogivas atômicas estarem no noticiário é prova concreta que o mundo está agora "no fim do período".

Desastre Econômico Global

Embora um desastre econômico esteja planejado, ele não ocorrerá antes que todos os elementos do plano estejam prontos para ocorrerem imediatamente. Muitas pessoas estão planejando deixar estados como Massachusetts, onde tudo está muito caro e os impostos são excessivamente elevados. Assim, mais moradias estão sendo colocadas à venda no mercado imobiliário nesses tipos de estados, aumentando a oferta. Entretanto, parece que em termos gerais, a economia dos EUA está se fortalecendo. Lembre-se que o ex-satanista Doc Marquis reiterou para mim muitas vezes que os Illuminati decidiram muitos anos atrás que o povo americano não permitiria ser empurrado para dentro da Nova Ordem Mundial se a situação econômica estivesse difícil. Assim, a elite decidiu manter o povo americano próspero até o tempo da planejada Terceira Guerra Mundial, do terrorismo nas cidades e do colapso econômico.

A Gripe Aviária Global

Nos dois últimos anos, o espectro da gripe aviária está pairando sobre a humanidade como uma espada afiada e perigosa. Os "especialistas" advertem repetidamente que as mortes poderão chegar a 100 milhões em todo o mundo — uma morte levada pelas aves em suas migrações globais.
Um programa de televisão chegou a mostrar que tantas pessoas estavam morrendo que seus corpos estavam sendo levados em caminhões de lixo.

Claramente, essa gripe aviária produzida por engenharia genética encaixa-se muito bem no plano dos Illuminati de reduzir a população mundial em 66%. Essa gripe aviária bem pode ser a praga do Quarto Selo, em Apocalipse 6:8.

A gripe aviária era preocupação atual do ex-presidente Bush, uma preocupação que ele propõs solucionar impondo uma quarentena e um governo militar! Ele fez um aceno sobre isso: "Se aqui fosse uma ditadura, seria muito mais fácil, desde que eu fosse o ditador." (Bush ao Congresso, transmitido em 18 de dezembro de 2000).

Resumo da Notícia: "Bush Sugere Usar Militares na Quarentena da Gripe Aviária", WRAL TV, Channel 5, 4 de outubro de 2005.
"Washington — O presidente George W. Bush, cada vez mais preocupado com uma possível pandemia da gripe aviária, revelou na terça-feira que qualquer parte do país onde houver ocorrência do vírus poderá ser colocada em quarentena e que ele está considerando o uso das forças militares para impor a quarentena. 'O melhor modo de lidar com uma pandemia é isolá-la e mantê-la isolada na região em que ela inicia', ele disse durante uma conferência à imprensa."

Os Illuminati têm um desejo tão grande de estabelecer o controle militar sobre este país que fizeram avançar diversas razões pelas quais poderão impor esse controle. Além de propor que usaria a força militar para impor uma "quarentena" (leia-se Lei Marcial com Zonas de Patrulha Militar), o presidente  pode impor zonas de patrulha militar e a Lei Marcial com base nas seguintes razões, usando o NORTHCOM como estrutura de comando:
1. Se os EUA forem atingidos por um segundo grande desastre natural dentro de um período de seis meses — codinome Operação Ophelia (Ofélia);
2. Se os EUA forem invadidos por extraterrestres;
3. Se os EUA sofrerem uma detonação de arma nuclear em uma área metropolitana.
Lembre-se que o governo pode agora impor legalmente a Lei Marcial em qualquer parte dos EUA por essas três razões.

Você já observou que, desde que os cientistas decifraram o código genético, a humanidade está sendo afligida por diversas doenças mortais para as quais não existe cura? Com a AIDS, Ebola, SARS e a gripe aviária, os cientistas têm a capacidade singular disponível de matar centenas de milhões de pessoas em um período muito curto de tempo. Adicionalmente, sabe-se agora que a SARS é formada por elementos genéticos de vários animais na terra, assim possivelmente cumprindo esta profecia das "feras da terra":

"E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra." [Apocalipse 6:8]

Centenas de matérias de notícias nos últimos anos regurgitaram o mesmo mantra, isto é, que mais cedo ou mais tarde haverá um surto da gripe aviária no mundo e que poderá matar bilhões de pessoas. Esse mantra garantidamente aterroriza a população. De acordo com o Apocalipse, esse tipo de doença se espalhará por todo o mundo! Outro sinal dos tempos.

Conclusão

Lembre-se de nossa afirmação anterior que Satanás tece uma rede com múltiplas mentiras porque sabe que não pode enganar todas as pessoas com uma única mentira. Ele descobriu que pode enganar a maioria das pessoas com múltiplas mentiras. De modo similar, os Illuminati criaram essas cinco grandes mentiras, todas as quais têm como único objetivo a criação de uma ditadura global que será a mais severa da história.Esta última citação revela esse intento dos Illuminati:

"É verdade que sem o problema da população ou da bomba, os eleitos teriam de usar alguma outra desculpa para criar a Nova Ordem Mundial. Eles têm planos de usar eventos como terremotos, guerras, o aparecimento do Messias, aterrissagem de extraterrestres e o colapso econômico. Eles podem produzir todos esses eventos apenas para garantir que funcionará. Eles farão tudo o que for necessário para serem bem-sucedidos. Os Illuminati têm todas as bases já cobertas... Você pode imaginar o que aconteceria se Los Angeles fosse atingida por um terremoto de 9 graus, Nova York fosse destruída por uma bomba atômica plantada por terroristas, a Terceira Guerra Mundial irrompesse no Oriente Médio, os bancos e os mercados de ações entrassem em colapso, extraterrestres aterrissassem nos jardins da Casa Branca, os alimentos desaparecessem dos mercados, algumas pessoas sumissem, o Messias se apresentasse ao mundo, e tudo isso em um período bem curto de tempo?" [Behold a Pale Horse, William Copper, pág. 177].

Observe os seguintes pontos pertinentes:

1) "Alguma outra desculpa" — Esta é uma descrição perfeita dessas cinco crises fabricadas — Elas são uma desculpa para o estabelecimento da Nova Ordem Mundial!

2) "Eles podem produzir todos esses eventos apenas para garantir que funcionará. Eles farão tudo o que for necessário para serem bem-sucedidos."

3) "Os Illuminati já têm todas as bases cobertas."

O simples fato que a maioria dessas cinco crises deliberadamente criadas estão nos noticiários todos os dias é outro "sinal dos tempos", que indica as guerras das dores de parto finais, um conflito de 91 dias (13 semanas) de duração em que morrerão mais pessoas do que nas duas primeiras guerras mundiais combinadas! O mundo está caminhando rapidamente para o abismo!

quinta-feira, agosto 25, 2011

Energia Elétrica Grátis Ilimitada

Supressão de Energia Livre é uma teoria que alega que a tecnologia que pode transformar os atuais métodos de produção de energia elétrica está sendo suprimido por certos grupos de interesses especiais. Estes grupos geralmente estão relacionados com a indústria do petróleo, gás e energia nuclear, a quem a tecnologia de geração de energia atual é rentável.

Neste contexto, o termo "energia livre" não está bem definido, e não deve ser confundida com a energia livre termodinâmica. Geralmente, é usado para se referir a tecnologias transformadoras, que têm o potencial de reduzir drasticamente os custos de energia com investimento acessível a todos.

De acordo com os defensores de energia livre, o principal motivo por trás da supressão é a preservação do status do aumento sustentado de preços dos combustíveis.

Os defensores desta teoria afirmam também que algumas tecnologias de energia renováveis (tais como células solares e biocombustíveis ) e outras tecnologias eficientes (como veículos elétricos) estão sendo suprimidos ou enfraquecidos por governos e grupos de interesses especiais.
Investigação de energia livre é geralmente considerado como pseudo-científicos ou irrealistas pela comunidade científica. Os teóricos da conspiração alegam que esta é uma tentativa deliberada por conspiradores para suprimir esta pesquisa.

FREE ENERGY

Atualmente existem incríveis aparelhos e tecnologia de energia livre que são praticamente desconhecidos da grande maioria da população mundial e que não são utilizados em grande escala (e muito menos divulgados em grande escala), mas que têm existido pelo menos desde o final do século XIX (por volta de 1880).

Inúmeros físicos, engenheiros e inventores das mais variadas nacionalidades, têm desenvolvido tecnologia de fornecimento de energia livre durante os últimos 120 anos.

Tecnologia esta, que já poderia ter sido implantada nos últimos 120 anos e estaria sendo utilizada em escala mundial, para substituir os nossos obsoletos motores movidos a petróleo ou gás. Fornecendo assim energia grátis ou de baixo custo, tão efetiva quanto, e que não agride nem deteriora o planeta.

Mas, todo esse conhecimento e descobertas têm sido retidos do grande público. Ou melhor, utilizados apenas por uma minoria que deseja nos controlar, em prol dos seus próprios interesses.

Existe uma quantidade razoável de informação disponível na internet sobre Motor Magnético ou Gerador Magnético. Ou ainda, se procurarem em inglês, os resultados são mais amplos – Magnetic Motor ou Free Magnetic Generator. [munidosdeconsciencia.blogspot.com]. Assista este Video:


Motocicleta Genesis

Aqui temos um protótipo de motocicleta movida com energia livre desenvolvida em 2007, que segundo a empresa criadora, poderá aparecer no mercado num futuro próximo. Produzido no Japão com motor magnético, sem consumo de combustível ou emissão de gases poluentes a energia é gerada apenas com magnetismo. [Veja o Vídeo – Motocicleta com Motor Magnético].

John Searl

Em 1960, o Professor John Searl estava construindo geradores de eletricidade que não usavam energia alguma (ou quase isso), mas foi posto atrás das grades, acusado de estar roubando eletricidade. Ele alimentava sua casa com energia gerada por seu gerador, não a energia da rua. Além de preso, teve seus projetos recolhidos. Projetos estes que até hoje ainda não foram recuperados após todos esses anos.

O inventor passou por tempos difíceis mas não desistiu e dedicou-se a reunir os fundos e os talentos necessários para que pudesse reproduzir o que ele havia desenvolvido lá na década de 60. Com o tempo, ele conseguiu emprego em uma empresa Britânica, onde teve acesso a um laboratório com equipamentos e ferramentas. Utilizando-se deles, ele conseguiu chegar bem perto, várias vezes, mas todas as tentativas renderam infrutíferas e terminaram em frustração.

O Gerador SEG

Os dispositivos de testes de SEG foram construídos por um engenheiro da Califórnia chamado Fernando Morris, que trabalhou com a tecnologia por 20 anos, tendo investido sete anos indiretamente com John Thomas e agora, nos últimos três anos, diretamente com Searl, quando outras pessoas aderiram a idéia. Ainda serão necessários fundos da ordem de 500 mil Libras para completar a construção de um gerador “full SEG”. Searl espera que a primeira unidade produzida custará algo em torno de 14 milhões de libras, mas que as próximas linhas terão o custo cada vez menor. As primeiras unidades comerciais projetadas para ter uma potência de 15 kilowatts – mais do que o necessário para alimentar uma residência – têm um custo previsto por volta de 16 mil Libras, algo como 32 mil dólares americanos. Este preço será dez vezes menor, quando as unidades forem produzidas em massa. “É uma coisa muito excitante”, disse Searl. “1968 foi a última vez que eu vi magnetos rodando sobre um anel”. Ele está confiante que “desta vez chegaremos lá”. E completou: “Isto deveria ter acontecido em 1968″. [www.gramadosite.com.br]

Steorn

Nos últimos dias, diante da censura dos meios de comunicação do planeta, a empresa irlandesa Steorn colocou no mercado seu motor magnético: com apenas quatro imãs e uma pequena fonte de eletricidade (bateria), se obtém muito mais energia elétrica, tanta energia que o motor se converte em um gerador de energia livre, ilimitada, e de baixíssimo custo (somente o custo de aquisição do motor).

Abaixo poderá ver o vídeo demonstrativo do motor de energia livre, e inclusive um anúncio veiculado na TV árabe Al Jazeera: [youtube.com/watch?].

Sendo assim, não se sinta culpado pela poluição e aquecimento global. Você não tem que pagar com seu dinheiro pelo dano daqueles que ocultam tecnologias de energia livre fazem à Terra. Não apoie nenhum causa supostamente ecologista que não revelam informações preciosas sobre energia livre. Do contrário, você estará trabalhando para aqueles que deseja combater se tornando um idiota útil.

Quem são eles? Os banqueiros! Os sangue-sugas!

Quer saber como a bolsa de Wall Street e muitos bancos do mundo, inclusive o Santander foram recuperados após a crise de 2008? Com o dinheiro da droga.

Pensa que é exagero? Pois veja em matéria de famoso jornal mexicano o que disse um assessor da ONU, o italiano Antonio Maria da Costa ao jornal inglês The Guardian:

"352 bilhões de dólares de procedência criminosa foram efetivamente lavados por instituições financeiras, o que permitiu sustentar o sistema financeiro ante o paradoxo da crise global." [matéria aqui].

E então, vai continuar jogando o jogo deles, e acreditando na luta contra as drogas e aquecimento global? [www.ecocidio.com.br]

Nikola Tesla

Mestre da eletricidade e um dos maiores gênios da humanidade, morreu esquecido e incompreendido. Ele inventou a maioria dos equipamentos que trazem a energia para a sua casa. Pode ser considerado o pai da energia livre, da comunicação sem fio, do motor elétrico, tecnologia de radar, raio x, armas estratégicas espaciais entre centenas de outras invenções. Suas invenções fizeram de George Westinghouse – um illuminati – (Westinghouse Corp.) um homem rico. Nikola Tesla morreu na obscuridade em Nova York, Janeiro de 1943 aos 87 anos. Somente o FBI lembrou dele: eles vasculharam seus papéis (em vão) procurando pelo projeto da “máquina do raio da morte”. Seu enorme laboratório em Long Island incendiou-se misteriosamente, nenhum registro se salvou, e o que sobrou foi destruído pelos tratores para sumir com qualquer equipamento que tivesse restado. [Agenda Global 21]

terça-feira, agosto 23, 2011

Fim da Dependência do Petróleo?

A tecnologia que vai livrar o Mundo do combustível fóssil está aqui. A partir de 2012 todos os veículos movidos a água vão começar a inundar o mercado e evaporará a necessidade de petróleo. Em 2012 tudo que você vai precisar para alimentar o seu veículo é um litro de água – qualquer tipo de H2O para ser mais exato, água do oceano, rio, chuva, torneira ou mesmo qualquer tipo de chá.

A empresa japonesa de tecnologia de energia limpa Genepax foi talvez a primeira empresa a demonstrar publicamente como é possível abastecer um carro usando nada além de água. ”A principal característica deste carro é que nenhum combustível adicional é necessário. O carro vai continuar rodando desde que você tenha água para abastecer.”

De acordo com a Reuters, quando o tanque de combustível na parte traseira do carro é abastecido com água, o gerador de energia retira o hidrogênio da água e os elétrons são liberados e finalmente é gerado eletricidade que alimenta o motor elétrico.

A base do sistema é o conjunto de membrana de eletrodos (ou MEA), que contém um material capaz de quebrar as moléculas de água transformando assim a água (H2O) em moléculas de Hidrogênio e Oxigênio, alimentando o motor elétrico. Vídeo aqui.

Esse veículo representa uma ameaça para as companhias de petróleo dos Estados Unidos. Esta tecnologia fará com que as guerras de agressão dos EUA contra o Iraque, Afeganistão e Líbia sem sentido. Os EUA investiram trilhões de dólares para invadir países ricos em petróleo. Os EUA estão usando mercenários para provocar rebeliões nos países que cercam o Irão. Os EUA estão impondo sanções contra a Síria não porque a Síria está matando civis inocentes, mas porque a Síria está matando os mercenários da CIA que são pagos pelo governo dos EUA para criar rebeliões que serão usados pelos EUA para invadir esses países. Apenas nove dias após 9/11 o governo dos EUA já havia decidido invadir o Iraque, Síria, Líbia, Somália, Sudão e por último o Irão.

Em uma entrevista com Democracy Now’s Amy Goodman em março de 2007, o general aposentado dos EUA, Wesley Clark, ex-comandante geral do comando europeu dos EUA, e ex-candidato presidencial, revelou que ele havia discutido com altos comandantes militares sobre os planos do governo dos EUA de atacar o Iraque, Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e Irão. Por que invadir esses países? Petróleo, gás natural e controle de pontos estratégicos. A meta dos EUA é tirar as reservas de petróleo e gás natural do Oriente Médio. Eles pretendem usar a força militar para elevar os custos do combustível e controlar o fornecimento de petróleo para o Mundo.

Todos os planos e guerras de agressões imperiais dos EUA contra Oriente Médio custaram trilhões de dólares e causaram a morte de 1 milhão de civis (só no Iraque) e a morte de 70 mil soldados estadunidenses, mortes sem sentido se uma nova fonte de combustível se tornar disponível. Uma nova fonte de combustível, mais eficiente e ecológica está disponível hoje. Esse combustível é o H2O. A água cobre 70,9% da superfície do planeta. Os oceanos representam 97% da água disponível na Terra. Excluindo a água dos oceanos, apenas 2.75% são água doce, 2,5% estão congeladas em geleiras, 0.68 por cento são águas subterrâneas e 0,11 por cento estão nos lagos e rios. Isso significa que pelo menos 97% da água no planeta está disponível para serem usados como fonte de combustível.

O que aconteceria se uma grande montadora começar a produzir e vender veículos movidos a água? O preço do petróleo entraria em colapso. A Fraude do Aquecimento Global já não seria um problema para humanidade (sem mais emissões de CO2, fim do imposto sobre a emissão de dióxido de carbono). Doenças como câncer e problemas respiratórios causados pela poluição de combustíveis fósseis desapareceriam, as empresas farmacêuticas sofreriam perdas maciças nos lucros. As pessoas teriam vidas mais saudáveis e mais dinheiro em seus bolsos. As guerras contra o terror e os conflitos no Oriente Médio terminariam.

Símbolos Illuminatis na Cédula de 1 Dólar

O Pesquisador Robert Wilson diz que: Tanto a bandeira dos Estados Unidos como a pirâmide illuminati têm treze divisões horizontais.

Um dos símbolos mais famosos é a pirâmide com o olho-que-tudo vê (olho de Lúcifer)

Este símbolo é tão real que podem vê-lo nas notas de 1 dólar. Uma das teorias aponta que a utilização destes símbolos ocultos no dinheiro serve para a “fantasmagoria” do monopólio que o Estado detém sobre a energia psíquica. O cidadão capitalista aprende que dinheiro equivale a segurança e falta de dinheiro a insegurança.

Por cima da pirâmide consta a frase em latim “Annuit coeptis” (ele tem favorecido os nosso empreendimentos) ele, provavelmente : lucifer, o arquiteto, o olho-que-tudo vê. O olho significaria também uma alegoria à capacidade deles estarem simultaneamente em todo o lado. (por exemplo com sistemas de escuta, sistema echelon, espionagem etc).


Abaixo da pirâmide poder ler-se "Novus Ordo Seclorum" (a nova ordem dos séculos) ou seja: A Nova Ordem Mundial. Pegue uma nota de 1 dólar e verá que é mesmo verdade.

A pirâmide está dividida em duas : Ela constitui-se de 72 blocos de pedra. Alguns dizem que seriam os 72 degraus da escada de Jacob, estando assim relacionados com o judaísmo e a tradição cabalística. Por outro lado, a pirâmide não está terminada, o que poderia interpretar-se como uma chamada de atenção para o futuro. (Eles iriam fazer algo mais).





Acima da águia estão 13 estrelas correspondentes aos 13 estados de então. Os Estados Unidos foram inicialmente fundados pelas treze colônias do Império Britânico. Essas estrelas, com as suas cinco pontas, são um simbolo maçônico. Ela tem 9 plumas na cauda, correspondendo aos graus do ritual maçônico de York. As asas exibem respectivamente 32 e 33 penas, aludindo assim aos graus do rito Escocês. Na pata esquerda segura 13 flechas, indicando ação e transmutação. No bico ela segura um pergaminho no qual em latim se lê “et pluribus unum”, uma alusão à necessidade de integrar e agrupar os membros das antigas colônias que agora constituíam uma só nação. Fazer todas as nações uma só.

No livro dos Illuminati Robert Wilson diz que: 0,5 da população detém 70% da riqueza, deixando os outros 99,5 da população competindo violentamente pelo restante (30% da riqueza).

segunda-feira, agosto 22, 2011

A Dinastia Rothschild



Há muitos anos, as palavras banqueiro internacional, Rothschild, dinheiro e ouro, exercem certo tipo místico de fascínio sobre muitas pessoas em todo o mundo.

Ao longo dos anos nos Estados Unidos, os banqueiros internacionais tornaram-se alvos de muitas críticas de uma ampla variedade de indivíduos que ocuparam cargos de alto escalão de fé pública — homens cujas opiniões são dignas de nota e cujas responsabilidades os colocaram em posições em que eles sabiam o que estava acontecendo por trás dos bastidores da política e das altas finanças.

Andrew Jackson, o único dos presidentes americanos cuja administração aboliu totalmente o déficit público, condenava os banqueiros internacionais como um 'ninho de víboras' que ele estava decidido a 'desenraizar' do fulcro da vida americana. Jackson afirmava que se a população compreendesse como essas víboras operavam na cena americana,"haveria uma revolução antes do amanhecer".

O congressista Louis T. McFadden, que por mais de dez anos foi presidente do Comitê dos Bancos e da Moeda, afirmou que os banqueiros internacionais são um "um tenebroso bando de piratas financeiros que cortariam a garganta de um homem para conseguir arrancar um dólar de seu bolso... Eles são predadores do povo destes Estados Unidos."

John F. Hylan, então prefeito de Nova York, disse em 1911 que "a verdadeira ameaça à nossa república é o governo invisível que, como um polvo gigante, lança seus tentáculos por toda nossa cidade, estado e país. E a cabeça é um pequeno grupo de casas bancárias, geralmente referenciadas como 'os banqueiros internacionais'".

Estavam esses personagens importantes corretos em sua avaliação da situação, ou eram vítimas de alguma forma exótica de paranoia?

Vamos examinar a história de forma analítica e não emocional e descobrir os fatos. A verdade, à medida que aparecer, será instrutiva e abrirá os olhos daqueles que estão procurando compreender mais claramente os eventos atordoadores que estão ocorrendo no cenário nacional e internacional.

Um Início Modesto

A Europa, no fim do século XVIII, durante a época da Revolução Americana, era muito diferente daquilo que conhecemos hoje. Ela era composta de diversos reinos grandes e pequenos, ducados e estados que estavam constantemente envolvidos em disputas uns com os outros. A maioria das pessoas estava reduzida ao nível de vilões — sem quaisquer direitos políticos. Os parcos 'privilégios' que eram concedidos a eles por seus 'senhores' podiam ser retirados a qualquer momento.

Foi durante esse período de tempo que um homem jovem apareceu na cena européia e que teria um tremendo impacto no curso futuro da história mundial; seu nome era Mayer Amschel Bauer. Em anos posteriores, seu nome, que ele alterou, tornou-se sinônimo de riqueza, poder e influência. Ele foi o primeiro dos Rothschilds — o primeiro banqueiro verdadeiramente internacional!

Mayer Amschel Bauer nasceu em Frankfurt, na Alemanha, em 1743. Ela era filho de Moisés Amschel Bauer, um ourives itinerante que também emprestava dinheiro a juros que, cansado de suas peregrinações na Europa oriental, decidiu fixar-se na cidade em que seu filho primogênito nasceu. Ele abriu uma loja, ou escritório de contabilidade, na Judenstrasse (a Rua dos Judeus). Do lado de fora da porta da loja ele colocou um Escudo Vermelho bem grande.

Em uma idade precoce, Mayer Amschel Bauer mostrou que possuía imensa capacidade intelectual, e seu pai passava muito tempo ensinando-lhe tudo o que sabia sobre a atividade de emprestar dinheiro, e as lições que ele tinha aprendido de muitas fontes. O velho Bauer originalmente queria que seu filho estudasse para ser um rabino, mas a morte prematura do pai colocou um fim nesses planos.

Alguns anos após a morte de seu pai, Mayer Amschel Bauer foi trabalhar como escriturário em um banco dos Oppenheimers, em Hannover. Sua capacidade superior foi rapidamente reconhecida e seus progressos na firma foram rápidos. Ele recebeu uma participação minoritária.

Pouco tempo depois ele retornou a Frankfurt, onde conseguiu comprar o negócio que seu pai tinha aberto em 1750. O grande Escudo Vermelho ainda estava sendo exibido na porta. Reconhecendo o verdadeiro significado do Escudo Vermelho (seu pai tinha adotado esse emblema da Bandeira Vermelha, que era o emblema dos judeus de mente revolucionária na Europa Oriental), Mayer Amschel Bauer alterou seu nome para Rothschild; desse modo a Casa de Rothschild passou a existir.

A base para uma vasta acumulação de riqueza foi lançada durante os anos 1760 quando Amschel Rothschild renovou sua amizade com o general Von Estorff, para quem ele realizava alguns serviços enquanto trabalhava no banco Oppenheimer.Quando Rothschild descobriu que o general, que era agora um adido na corte do príncipe Guilherme de Hanau, estava interessado em moedas raras, decidiu tirar proveito da situação. Oferecendo moedas valiosas e jóias por um bom desconto, ele logo caiu nas graças do general e de outros membros influentes da corte.

Um dia ele foi levado à presença do próprio príncipe Guilherme. Sua alteza comprou algumas de suas moedas e medalhas raras. Essa foi a primeira transação entre um Rothschild e um chefe de estado. Em breve, Rothschild começou a fazer negócios com outros príncipes.

Não muito tempo depois, Rothschild tentou outro plano para garantir sua entrada diante de vários príncipes locais — e para levar adiante seus próprios objetivos! Ele escreveu cartas bajulando as vaidades dos príncipes, ao mesmo tempo em que pedia o patrocínio deles. Uma típica carta dizia mais ou menos assim:

"Tem sido uma alta distinção para mim poder servir Sua Serena Alteza em várias ocasiões e para sua graciosíssima satisfação. Coloco-me à sua disposição para oferecer todas as minhas energias e toda minha fortuna para servir ao Sereno Príncipe sempre que desejar no futuro. Um incentivo especialmente importante para esse fim seria se sua Serena Alteza me distinguisse com uma indicação como um dos fornecedores da corte de Sua Alteza. É com ousadia que faço esse pedido, tendo porém certeza que com isso não estou causando nenhum problema; ao mesmo tempo, para mim tal distinção elevaria minha posição comercial e seria útil de muitas outras formas, que certamente abrirão meus caminhos e garantirão meu sucesso aqui na cidade de Frankfurt."

Suas táticas funcionaram. Em 21 de setembro de 1769, Rothschild pôde afixar uma placa com o brasão de Hess-Hanau na frente de sua loja. Em letras douradas, a placa dizia: "M. A. Rothschild, por designação, fornecedor da corte de sua Serena Alteza, o Príncipe Guilherme de Hanau."

Em 1770, Rothschild casou-se com Gutele Schnaper, que tinha dezessete anos. Eles tiveram uma grande família, consistindo de cinco filhos e cinco filhas. Os filhos eram Amschel, Salomão, Natã, Kalmann (Carlos) e Jacó (ou Jaime).

A história registra que Guilherme de Hanau, "cujo brasão tinha sido famoso na Alemanha desde a Idade Média", era um negociante de carne humana. Por um preço, o príncipe, que tinha ótimas relações com várias famílias reais da Europa, alugava tropas de mercenários para qualquer país. Seu melhor cliente era o governo britânico, que queria tropas para projetos como tentar manter os colonos americanos na linha.

Ele se saia excepcionalmente bem em seu negócio de aluguel de tropas. Quando morreu, deixou a maior fortuna já acumulada na Europa naquele tempo, $ 200.000.000. O biógrafo de Rothschild, Frederick Morton, descreve Guilherme como "o tubarão de empréstimo de sangue azul mais frio da Europa". (The Rothschilds, Fawcett Crest, 1961, pág. 40).

Rothschild tornou-se um agente para esse negociante de 'gado humano'. Ele deve ter trabalhado diligentemente em seu novo cargo de responsabilidade porque, quando Guilherme foi forçado a fugir para a Dinamarca, deixou 600.000 libras (avaliadas então em $ 3.000.000) sob a custódia de Rothschild.

De acordo com o falecido comandante William Guy Carr, que foi um oficial da Inteligência da Marinha Real Canadense, e que teve excelentes contatos nos círculos de inteligência em todo o mundo, o fundador da Casa de Rothschild traçou os planos para a criação dos Illuminati e depois confiou a Adam Weishaupt a organização e o desenvolvimento.

Sir Walter Scott, no segundo volume de A Vida de Napoleão, diz que a Revolução Francesa foi planejada pelos Illuminati e foi financiada por banqueiros europeus. É muitíssimo interessante que esse livro (que este autor já leu) é o único de Walter Scott que não aparece sob seu nome em qualquer das obras de referência 'autorizativas'. Ele é agora um livro 'não existente'!

Mais Fatos "Típicos do Mundo dos Negócios"

Para um relato do que aconteceu em seguida, voltemos-nos para a Jewish Encyclopedia, edição de 1905, vol. 10, pág. 494: "De acordo com a lenda, esse dinheiro foi escondido em tonéis de vinho e, escapando da busca dos soldados de Napoleão quando eles entraram em Frankfurt, foi restaurado intacto nos mesmos tonéis em 1814, quando o príncipe eleitor retornou para seu território. Os fatos são um pouco menos românticos e mais típicos do mundo dos negócios."

Preste atenção particularmente às últimas palavras, pois elas estão repletas de significado. Aqui, uma importante autoridade judaica diz o que Rothschild realmente fez com os $ 3.000.000 foi "mais típico do mundo dos negócios", a partir de um ponto de vista judaico, do que foi dito na lenda.

A verdade da matéria é que Rothschild embolsou o dinheiro do príncipe Guilherme. Mas mesmo antes de o dinheiro chegar a Rothschild, ele não era limpo (não era 'kosher'). A vasta soma tinha sido paga a Guilherme de Hess pelo governo britânico pelos serviços de seus soldados. O dinheiro foi originalmente embolsado por Guilherme de suas tropas, que tinham legalmente o direito de receberem aquele pagamento.

Com o dinheiro duas vezes embolsado como um sólido alicerce, Mayer Amschel Rothschild decidiu expandir vastamente suas operações — e tornar-se o primeiro banqueiro internacional.

Alguns anos antes, Rothschild tinha enviado seu filho Natã à Inglaterra para cuidar dos negócios da família naquele país. Após uma breve estadia em Manchester, onde operou como negociante, Natã, seguindo as instruções de seu pai, mudou-se para Londres e estabeleceu-se como um banqueiro mercantil. Para iniciar as operações, Rothschild deu a seu filho os três milhões de dólares que embolsara de Guilherme de Hess.

A Jewish Encyclopedia de 1905 nos diz que Natã investiu o saque em "ouro da companhia Índias Orientais, sabendo que ele seria necessário para a campanha de Wellington na península." Com o dinheiro roubado, Natã fez "não menos do que quatro lucros: (1) Na venda do papel de Wellington (que ele comprou pela metade do preço e recebeu pelo valor integral; (2) na venda de ouro a Wellington; (3) na recompra; e (4) ao encaminhá-lo a Portugal. Este foi o início das grandes fortunas da casa." (pág. 494).

Sim, a Jewish Encyclopedia afirma que a grande fortuna acumulada pelos Rothschilds ao longo dos anos foi baseada no método da fraude"típico dos negócios".

Com sua imensa acumulação de ganhos mal-adquiridos, a família estabeleceu filiais da Casa de Rothschild em Berlin, Viena, Paris e Nápoles. Rothschild colocou um filho a cargo de cada filial. Amschel foi colocado sob a responsabilidade da filial de Berlin; Salomão ficou responsável pela filial de Viena; Jacó (Jaime) foi para Paris, e Kalmann (Carlos) abriu o banco Rothschild em Nápoles. A sede da Casa de Rothschild estava, e está, em Londres.

Natã

Um contemporâneo anônimo descreveu Natã Rothschild quando ele se apoiava no 'Pilar do Rothschild' na Bolsa de Valores de Londres, com suas mãos pesadas nos bolsos e começava a liberar uma silenciosa, impassível e implacável esperteza.

"Os olhos são geralmente chamados de janelas da alma". Mas no caso de Rothschild, você concluiria que as janelas são falsas, ou que não há uma alma para ver dentro daqueles olhos. Não sai nem um filete de luz do interior, nem há um brilho que venha sem ser refletido em qualquer direção. O conjunto todo faz você pensar em uma pele vazia, sem conteúdo por dentro, e você fica se perguntando como ele se mantém ereto sem ter algo em seu interior. Após certo tempo outra figura se aproxima. Ele então dá dois passos para o lado e o olhar mais inquisitivo que você já viu, e um olhar mais inquisitivo que você poderia imaginar, sai dos olhos fixos e sem vida, como se ele estivesse tirando uma espada da bainha. O visitante, que parece ter vindo acidentalmente, e não de propósito, pára por apenas um ou dois segundos, no curso dos quais há uma troca de olhares que, embora você não possa traduzir, percebe que devem ser de significado muitíssimo importante. Após isso, os olhos retornam ao estado normal e a figura volta à sua postura de pedra.

Durante a manhã diversos visitantes vêm, e todos são recebidos de forma similar e desaparecem também de forma similar. Por último, a própria figura também se vai, deixando você profundamente perplexo. (Frederic Morton, The Rothschilds, pág. 65).

O Testamento de Mayer Amschel

Quando morreu, em 19 de setembro de 1812, o fundador da Casa de Rothschild deixou um testamento que tinha sido redigido apenas alguns dias antes. Nesse testamento, ele definiu regras específicas pelas quais a Casa que trazia seu nome deveria operar nos anos seguintes.

As regras eram as seguintes:

(1) Todos os cargos-chave na Casa de Rothschild deveriam ser ocupados por membros da família, e não por pessoas contratadas. Somente membros da família do sexo masculino teriam a permissão de participar dos negócios.

O filho mais velho do filho mais velho deveria ser o chefe da família, a não ser que a maioria dos demais concordasse de forma contrária. Foi por essa razão excepcional que Natã, que era particularmente brilhante, foi designado como chefe da Casa de Rothschild em 1812.

(2) Os membros da família deveriam se casar com seus próprios primos de primeiro e segundo graus, preservando assim a vasta fortuna. Essa regra foi rigidamente obedecida no início, porém mais tarde, quando outras casas bancárias judaicas entraram em cena, ela foi afrouxada para permitir que alguns dos Rothschilds se casassem com membros seletos da nova elite.

(3) Amschel proibiu seus herdeiros "de forma bem explícita, de em quaisquer circunstâncias permitir que qualquer inventário de meu patrimônio seja tornado público pelas cortes, ou de qualquer outra forma... Também proibiu qualquer ação jurídica e qualquer publicação do valor da herança... Qualquer um que desrespeitar essas prescrições e tomar qualquer tipo de ação que entre em conflito com elas será imediatamente considerado como tendo disputado o testamento, e sofrerá as conseqüências de seu ato."

(4) Rothschild ordenou uma perpétua parceria na família e prescreveu que os membros de sexo feminino da família, seus maridos e filhos receberiam seus juros no patrimônio, sujeitos à administração dos membros masculinos. Eles não teriam parte alguma na administração dos negócios. Qualquer um que disputasses esse esquema perderia seus juros no patrimônio. (Esta última estipulação era especificamente destinada a tapar a boca de qualquer um que porventura viesse a romper com a família. Rothschild obviamente achava que havia muitas coisas debaixo do tapete da família que nunca deveriam ver a luz do dia.).

A poderosa força da Casa de Rothschild estava baseada em diversos fatores importantes:

(A) Um completo segredo resultante do total controle da família de todas as negociações comerciais.

(B) Uma estranha capacidade, pode-se até dizer quase sobrenatural, de ver o que estava à frente e tirar proveito daquilo. Toda a família era impulsionada por um desejo insaciável de acumulação de riquezas e de poder.

(C) Uma total frieza e rudeza em todas as transações comerciais.

O biógrafo Frederic Morton, em The Rothschilds, nos diz que Mayer Amschel Rothschild e seus cinco filhos eram "magos" das finanças, e "calculistas cruéis" que eram motivados por um "impulso demoníaco" para serem bem sucedidos em seus empreendimentos secretos.

Influência do Talmude

A partir da mesma fonte de autoridade, ficamos sabendo que "nas noites de sábado, quando a oração era feita na sinagoga, Mayer convencia o rabino a vir para sua casa. Eles se inclinavam um em direção ao outro no estofado verde, bebendo lentamente um cálice de vinho e discutindo sobre as primeiras e últimas coisas até a madrugada. Até mesmo em dias da semana... Mayer... pegava o grande livro do Talmude e leia porções dele... enquanto toda a família precisava sentar-se e ouvir calada." (pág. 31).

Poderia ser dito dos Rothschilds que "a família que preda unida permanece unida". E eles realmente eram predadores! Morton diz que é difícil para a pessoa mediana "compreender Rothschild e a razão por que ele, tendo tanto, quisesse conquistar mais". Todos os cinco irmãos estavam imbuídos desse mesmo espírito de esperteza e conquista.

Os Rothschilds não formavam nenhuma verdadeira amizade ou aliança. Seus associados eram apenas amizades que eram usadas para ampliar os interesses da Casa de Rothschild, e então lançados na lata de lixo da história quando já tinham servido seus propósitos ou perdido sua utilidade.

A verdade dessa afirmação é demonstrada por outra passagem do livro de Frederic Morton. Ele informa como, em 1805, Napoleão declarou que era "seu objetivo remover a casa de Hess-Cassel do governo e apagá-la da lista das potências."

"Assim, o homem mais poderoso da Europa decretou a destruição da rocha sobre a qual a nova firma dos Rothschilds tinha sido construída. Curiosamente, porém, a excitação não diminuiu na casa do Escudo Vermelho... Os Rothschilds aguardavam sentados, ávidos e impenetráveis, com suas carteiras de investimentos apertadas entre o peito e os braços.

"Eles não viam paz nem guerra, nem slogans ou manifestos, nem ordens do dia, nem morte, nem glória. Eles não viam nada das coisas que cegavam o mundo. Eles viam somente degraus a galgar. O príncipe Guilherme tinha sido um. Napoleão seria o próximo." (págs. 38-39).

'Curioso'? Não exatamente! A Casa de Rothschild estava ajudando a financiar o ditador francês e, como resultado, tinha livre acesso aos mercados franceses o tempo todo. Alguns anos mais tarde, quando a França e a Inglaterra estavam bloqueando as linhas costeiras uma da outra, os únicos negociantes que tinham a permissão de furar livremente o bloqueio eram — sim, você adivinhou — os Rothschilds. Eles estavam financiando os dois lados!

"A eficiência que energizava os filhos de Mayer produziu uma enorme limpeza econômica da primavera: a remoção fiscal da madeira morta; uma renovação das antigas estruturas de crédito e a invenção de novas estruturas; uma formação — implícita na pura existência de cinco diferentes bancos Rothschilds em cinco países diferentes — canais de dinheiro fresco via câmaras de compensação; um método para substituir a antiga e incômoda remessa de barras de ouro por um sistema internacional de débitos e créditos."

"Uma das principais contribuições foi a nova técnica de Natã para os empréstimos internacionais flutuantes. Ele não estava muito interessado em receber dividendos em todos os tipos de estranhas e inconvenientes moedas.

"Agora Natã atraiu a ele — a mais poderosa fonte de investimento do século dezenove — tornando os bônus estrangeiros pagáveis em libras esterlinas". (pág. 96).

A Batalha de Waterloo

À medida que a riqueza e o poder dos Rothschilds cresceram em tamanho e influência, assim também cresceu a rede de coleta de informações de inteligência. Eles tinham seus 'agentes' posicionados estrategicamente em todas as capitais e centros comerciais da Europa, coletando e desenvolvendo vários tipos de inteligência. Como a maioria dos negócios da família, ela era baseada em uma combinação de trabalho duro com pura esperteza.

O sistema de espionagem singular deles iniciou quando os 'meninos' começaram a enviar mensagens entre si por meio de uma rede de mensageiros. Ele logo se transformou em algo muito mais elaborado, eficiente e de maior alcance. Era uma rede de espionagem por excelência. Sua impressionante velocidade e eficiência deu aos Rothschilds uma clara vantagem em todas suas negociações em nível internacional.

"As carruagens dos Rothschilds percorriam velozmente as estradas; os barcos dos Rothschilds velejavam rapidamente pelo Canal da Mancha; os agentes dos Rothschilds eram sombras rápidas nas ruas. Eles transportavam dinheiro, ações, apólices de seguro, cartas e notícias. Acima de tudo, notícias — as mais recentes notícias exclusivas para serem vigorosamente processadas na Bolsa de Valores e na Bolsa de Mercadorias.

"E não havia notícia mais preciosa do que o resultado da batalha de Waterloo..." (The Rothschilds, pág. 94).

Da Batalha de Waterloo dependia o futuro do continente europeu. Se o Grande Exército de Napoleão emergisse vitorioso, a França seria a senhora de tudo o que tinha ocupado na frente européia. Se Napoleão fosse esmagado e levado a se submeter, a Inglaterra teria o poder na Europa, e estaria em condições de expandir grandemente sua esfera de influência.

O historiador John Reeves, um partidário de Rothschild, revela em seu livro The Rothschilds: Financial Rulers of the Nations, 1887, pág. 167, que"uma causa do sucesso de Natã foi o segredo com que ele ocultava, e a tortuosa política com a qual enganava aqueles que o observavam bem de perto."

Havia vastas fortunas a serem feitas — e perdidas — dependendo do resultado da Batalha de Waterloo. A Bolsa de Valores em Londres fervilhava, à medida que os operadores aguardavam as notícias do resultado dessa batalha de gigantes. Se a Grã-Bretanha perdesse, os papéis ingleses mergulhariam em uma baixa sem precedentes. Se a Grã-Bretanha fosse vitoriosa, o valor dos papéis rapidamente atingiria as alturas.

À medida que os dois imensos exércitos se aproximavam para a batalha mortal, Natã Rothschild tinha seus agentes trabalhando freneticamente em ambos os lados da linha para coletar as informações mais exatas possíveis durante o transcorrer da batalha. Agentes adicionais dos Rothschilds estavam de plantão para levar os boletins da inteligência para um posto de comando localizado estrategicamente nas imediações.

No fim da tarde de 15 de junho de 1815, um representante dos Rothschilds embarcou em um barco especialmente fretado e partiu apressadamente para o canal, em direção à costa inglesa. Em sua posse estava um relatório confidencial dos agentes do serviço secreto dos Rothschilds sobre o progresso da batalha crucial. Esse dado de inteligência seria indispensável para Natã tomar algumas decisões vitais.

O agente especial foi recebido em Folkstone no amanhecer do dia seguinte pelo próprio Natã Rothschild. Após ler rapidamente os pontos principais do relatório, Rothschild novamente pegou a estrada, indo depressa para Londres e dirigindo-se à Bolsa de Valores.

O Golpe dos Golpes

Chegando à Bolsa de Valores entre uma frenética especulação sobre o resultado da batalha, Natã tomou sua posição habitual ao lado do famoso 'pilar do Rothschild'. Sem qualquer indício de emoção, sem a menor mudança na expressão facial, o chefe da Casa de Rothschild, com sua cara e olhos de pedra deu um sinal predeterminado para seus agentes que estavam posicionados ali por perto.

Os agentes de Rothschild imediatamente começaram a vender os papéis no mercado. À medida que papéis no valor de centenas de milhares de dólares começaram a serem despejados no mercado, o valor deles começou a cair. Pouco tempo depois, o valor começou a afundar.

Natã continuava inclinado contra seu 'pilar'; impassível, sem qualquer expressão facial diferente. Ele continuou a vender, vender e vender. O valor dos papéis continuava caindo. Uma palavra começou a se espalhar pelo pregão da Bolsa de Valores: "Rothschild sabe; Rothschild sabe; Wellington foi derrotado em Waterloo."

A venda se transformou em pânico, à medida que os investidores se apressavam em se desfazer de seus papéis 'sem qualquer valor' e comprar ouro e prata, na esperança de reter pelo menos parte de sua riqueza. Os papéis continuavam em sua queda vertiginosa em direção ao pó. Após várias horas de fervilhante negociação, os papéis estavam em ruínas; sendo vendidos por aproximadamente cinco centavos a cada dólar do valor original.

Natã Rothschild, impassível como sempre, ainda estava inclinado contra seu pilar. Ele continuou a dar sinais sutis. Mas agora os sinais eram outros. Eram tão sutilmente diferentes que somente os agentes altamente treinados de Rothschild podiam detectar a mudança. Ao sinal de seu chefe, dezenas de agentes de Rothschild dirigiram-se aos balcões na Bolsa e compraram todos os papéis por apenas uma fração do valor original deles!

Pouco tempo depois, a notícia 'oficial' chegou à capital britânica. A Inglaterra era agora a mestra da cena européia.

Em segundos, o valor dos papéis disparou para cima do valor original. À medida que o significado da vitória britânica começou a ser compreendido pela consciência popular, o valor dos papéis subiu ainda mais.

Napoleão tinha 'encontrado seu Waterloo'. Natã tinha obtido o controle da economia britânica. Da noite para o dia, sua já vasta fortuna tinha sido multiplicada por vinte.

The Jewish Encyclopedia — Vol. X, 1905 (pág. 494)

Devido à tomada da Holanda em 1803 por Napoleão, os líderes da liga antinapoleônica escolheram Frankfurt como centro financeiro a partir de onde receber as forças da guerra. Após a batalha de Jena em 1806, o landgrave de Hesse-Cassel fugiu para a Dinamarca, onde ainda tinha depositada uma grande parte de sua riqueza por meio de Mayer Amschel Rothschild, deixando nas mãos deste dinheiro e obras de arte no valor de 600.000 libras. De acordo com a lenda, esses foram escondidos em tonéis de vinho e, escapando da busca dos soldados de Napoleão quando eles entraram em Frankfurt, foram restaurados intactos nos mesmos tonéis em 1814, quando o príncipe eleitor retornou para seu território (veja Marbot, Memoirs, 1891, págs. 310-311). Os fatos são um pouco menos românticos e mais típicos do mundo dos negócios. Rothschild, longe de estar em perigo, tinha tão boas relações com o nomeado de Napoleão, o príncipe Dalberg, que foi indicado em 1810 membro do Colégio Eleitoral de Darmstadt. O dinheiro do príncipe eleitor tinha sido enviado para Natã em Londres, que em 1808 o utilizou para comprar 800.000 libras em ouro da Companhia Índias Orientais, sabendo que seria necessário para a campanha peninsular de Wellington. Ele lucrou não menos de quatro vezes com isso: (1) na venda dos papéis de Wellington; (2) na venda do ouro a Wellington; (3) na recompra e (4) ao encaminhá-lo a Portugal. Este foi o início das grandes fortunas da família.

Limpeza na França

Após a fragorosa derrota em Waterloo, os franceses lutaram para se colocar em pé financeiramente outra vez. Em 1817, eles negociaram um empréstimo substancial da prestigiosa casa bancária de Ouvrard e dos bem-conhecidos banqueiros Baring Brothers, de Londres. Os Rothschilds foram deixados de lado.

No ano seguinte, o governo francês precisou novamente de outro empréstimo. Como os títulos emitidos em 1817 com a ajuda dos bancos Ouvrard e Baring Brothers estavam aumentando de valor no mercado de Paris, e em outros centros financeiros europeus, parecia certo que o governo francês continuaria usando os serviços dessas duas distintas casas bancárias.

Os irmãos Rothschild tentaram todos os estratagemas em seu vasto repertório para influenciar o governo francês a lhes entregar o negócio. Os esforços foram em vão.

Os aristocratas franceses, que se orgulhavam de sua elegância e linhagem superior, viam os Rothschilds como meros camponeses, novos-ricos que precisavam ser colocados em seu devido lugar. O fato de os Rothschilds terem vastos recursos financeiros, viverem em casas luxuosas e vestirem-se da forma mais elegante e dispendiosa não impressionava a nobreza francesa, que dava muita importância à origem social das famílias. Os Rothschilds eram vistos como pouco refinados — sem a graça social. Se formos acreditar na maioria dos relatos históricos, a avaliação da primeira geração dos Rothschilds provavelmente era válida.

Uma peça importante do armamento no arsenal dos Rothschilds que os franceses ignoraram ou negligenciaram era a esperteza sem paralelos no uso e na manipulação do dinheiro.

Em 5 de novembro de 1818, algo muito inesperado ocorreu. Após um ano de contínua elevação, o valor dos bônus do tesouro francês começou a declinar. A cada dia o declínio no valor se tornava mais acentuado. Depois de um breve espaço de tempo, outros títulos do governo também começaram a sofrer uma perda do valor.

A atmosfera na corte de Luís XVIII tornou-se tensa. Aristocratas com a cara severa começaram a se preocupar com o futuro do país. Eles esperaram pelo melhor, mas temiam o pior! As únicas pessoas em volta da corte francesa que não estavam profundamente preocupadas eram Jaime e Carlos Rothschild. Eles riam — mas não diziam nada!

Lentamente, uma crescente suspeita começou a se formar na mente de alguns observadores. Poderiam esses irmãos Rothschild serem a causa dos problemas econômicos do país? Poderiam eles ter manipulado secretamente o mercado de títulos e planejado o pânico?

Eles tinham feito exatamente isto! Durante o mês de outubro de 1818, agentes dos Rothschilds, usando os recursos ilimitados de seus mestres, compraram enormes quantidades de títulos do tesouro francês por meio de seus rivais Ouvrard e Baring Brothers. Eles fizeram o valor dos títulos subir de preço. Depois, em 5 de novembro, começaram a despejar os bônus em enormes quantidades no mercado aberto nos principais centros comerciais da Europa, provocando pânico no mercado.

Subitamente, a cena no Palácio de Aix mudou. Os Rothschilds, que estavam paciente e silenciosamente aguardando nas ante-salas, foram levados à presença do rei. Eles eram agora o centro das atenções. As roupas deles eram agora a última moda. "O dinheiro deles era o querido dos melhores tomadores." Os Rothschilds tinham obtido o controle da França... e controle é o nome do jogo!

Benjamin Disraeli, que foi primeiro-ministro britânico, escreveu um livro intitulado Coningsby. A Jewish Encyclopedia, vol. 10, págs. 501, 502 descreve o livro como "um retrato ideal" do Império Rothschild. Disraeli caracterizou Natã (em conjunto com seus quatro irmãos) como "o senhor e mestre dos mercados financeiros do mundo e, é claro, senhor e mestre virtualmente de tudo o mais. Ele literalmente mantinha a receita do governo do sul da Itália sob penhor, e monarcas e ministros de todos os países cortejavam seus conselhos e se deixavam dirigir por suas sugestões."

Tornando sua Presença Inaudível e Invisível

Os golpes financeiros executados pelos Rothschilds na Inglaterra em 1815 e na França três anos mais tarde são apenas dois dos muitos que eles realizaram pelo mundo afora ao longo dos anos.

Entretanto, houve uma grande mudança nas táticas usadas para tosquiar o público de seu dinheiro suado. De serem descaradamente abertos em seu uso e exploração dos povos e países, os Rothschilds se afastaram do foco da atenção pública e agora operam por meio e por trás de uma ampla variedade de frentes.

A abordagem 'moderna' deles é explicada pelo biógrafo Frederic Morton:
"Os Rothschilds gostam de brilhar. Mas para tristeza dos socialmente ambiciosos, os Rothschilds brilham somente em particular, quando estão diante de seus próprios pares."

"Uma predileção deles pelo comportamento reservado e reticente parece ter crescido nas gerações recentes. O fundador da casa impôs esse comportamento um longo tempo atrás; mas alguns de seus filhos, embora invadindo os bastiões mais internos de poder da Europa, puseram suas mãos em todas as armas, incluindo a mais explícita publicidade. Hoje, a família procura tornar sua presença inaudível e invisível. Conseqüentemente, alguns acreditam que pouco restou além de uma grande lenda. E os Rothschilds estão bem contentes em ter a lenda como relações públicas.

"Embora eles controlem inúmeras corporações industriais, comerciais, empresas de mineração e de turismo, nem uma delas leva o nome Rothschild. Sendo sociedades privadas, as empresas da família não precisam publicar balanços ou qualquer outro relatório de sua condição financeira." (The Rothschilds, págs. 18-19).

Em toda sua longa história, os Rothschilds esforçaram-se para criar uma impressão de que operam dentro da estrutura da 'democracia'. Essa postura é planejada para enganar e levar as pessoas para longe do fato que o objetivo real deles é a eliminação de toda a concorrência e a criação de um monopólio em escala mundial. Escondendo-se atrás de inúmeras 'frentes', eles fazem um trabalho genial de dissimulação.

Os Rothschilds e a América

Seria extraordinariamente ingênuo considerar a possibilidade que uma família tão ambiciosa, tão esperta e de mentalidade tão monopolista quanto os Rothschilds poderiam resistir à tentação de se tornarem fortemente envolvidos na frente norte-americana.

Após sua conquista da Europa no início do século XIX, os Rothschilds lançaram seus olhos cobiçosos na gema mais preciosa de todas — os Estados Unidos.

Os EUA eram singulares na história moderna. Eram o segundo país na história que tinha sido formado com a Bíblia como seu livro da lei. Sua Constituição singularmente magnífica foi especificamente planejada para limitar o poder do governo e manter os cidadãos livres e prósperos. Os cidadãos americanos eram basicamente imigrantes esforçados que 'anelavam respirar o ar da liberdade' e que não pediam nada mais do que a oportunidade de viver e de trabalhar em um ambiente maravilhosamente estimulante.

Os resultados — o 'fruto' — dessa experiência singular foram tão indescritivelmente brilhantes que os EUA tornaram-se uma lenda em todo o mundo. Milhões de pessoas em todos os continentes viam a América como a terra prometida.

Entretanto, os grandes banqueiros na Europa — os Rothschilds e outros — viam os resultados maravilhosos gerados por essa experiência singular de uma perspectiva totalmente diferente; eles a viam como uma grande ameaça para seus planos futuros. O Times de Londres, um jornal do sistema, dizia:

"Se essa política financeira indisciplinada que teve sua origem na República norte-americana (isto é, dinheiro honesto constitucionalmente autorizado sem dívida), se tornar consolidada de forma permanente, então esse governo fornecerá seu próprio dinheiro sem custo. Ele pagará suas dívidas e ficará sem dívidas (junto aos banqueiros internacionais). Ele alcançará uma prosperidade sem precedentes na história dos governos civilizados do mundo. Os cérebros e a riqueza de todos os países irão para a América do Norte. Esse governo precisa ser destruído, ou destruirá cada uma das monarquias no mundo." 

Os Rothschilds e seus amigos enviaram seus cupins financeiros para destruir os EUA por que eles "estavam alcançando uma prosperidade sem precedentes".

A primeira evidência documentada do envolvimento dos Rothschilds nas questões financeiras dos EUA surgiu no fim dos anos 1820 e início dos anos 1830 quando a família, por meio de seu agente Nicholas Biddie, lutou para derrotar a tentativa de Andrew Jackson de colocar restrições aos banqueiros internacionais. Os Rothschilds perderam a primeira rodada quando em 1832, o presidente Jackson vetou a tentativa de renovar a carta patente do 'Banco dos Estados Unidos' (um banco central controlado pelos banqueiros internacionais). Em 1836 o banco fechou as portas.

O Plano de Destruição

Nos anos após a Independência, um sólido relacionamento comercial tinha se desenvolvido entre a aristocracia produtora de algodão no sul e os fabricantes de algodão na Inglaterra. Os banqueiros europeus decidiram que essa conexão era o calcanhar de Aquiles da América, a porta por meio da qual a jovem República Americana poderia ser atacada e vencida.

The Illustrated University History, 1878, pág. 504, nos diz que os estados do sul estavam repletos de agentes britânicos. Esses agentes conspiraram com políticos locais para trabalhar contra os melhores interesses dos Estados Unidos. Eles cuidadosamente semearam e alimentaram propaganda transformada em rebelião aberta, que resultou na secessão da Carolina do Sul em 29 de dezembro de 1860. Algumas semanas mais tarde, seis estados aderiram à conspiração contra a União e romperam, para formar os Estados Confederados da América, com Jefferson Davies como presidente.

Os conspiradores atacaram exércitos, tomaram fortes, arsenais, a Casa da Moeda, e outras propriedades da União. Até mesmo membros do gabinete do presidente Buchanan conspiraram para destruir a União, danificando o crédito público e trabalhando para levar o país à bancarrota. Buchanan afirmava deplorar a secessão, mas não tomou medidas para impedi-la, até que um navio da Marinha foi atacado por baterias antinavais na costa da Carolina do Sul.

Logo em seguida, Abraham Lincoln tornou-se presidente e foi empossado em 4 de março de 1861. Lincoln imediatamente ordenou um bloqueio aos portos do sul para cortar os suprimentos que chegavam da Europa. A data 'oficial' para o início da Guerra Civil é 12 de abril de 1861, quando o Forte Sumter, na Carolina do Sul, foi bombardeado pelos confederados, mas ela obviamente começou em uma data muito anterior.

Em dezembro de 1861, tropas européias (britânicas, francesas e espanholas) entraram em grande número no México, em desafio à Doutrina Monroe. Isto, junto com a ampla ajuda européia à Confederação indicava fortemente que a Coroa estava se preparando para entrar na guerra. O cenário para o Norte, e o futuro da União, eram realmente muito sombrios.

Nessa hora de crise extrema, o presidente Lincoln apelou para o inimigo perene da Coroa, a Rússia, em busca de ajuda. Quando o envelope que continha o apelo urgente de Lincoln foi entregue ao czar Alexandre II, ele o segurou fechado em suas mãos e disse: "Antes de abrirmos este documento ou de conhecermos seu conteúdo, atendemos a qualquer pedido que ele possa conter."

Sem ser anunciada, uma frota russa, sob o comando do almirante Liviski, entrou no porto de Nova York, em 24 de setembro de 1863, e ancorou ali. A Frota Russa do Pacífico, sob o comando do almirante Popov, chegou a San Francisco em 12 de outubro. Sobre esse ato dos russos, Gideon Wells escreveu: "Eles chegaram quando a maré estava alta do lado da Confederação e baixa no lado do Norte, fazendo a Inglaterra e a França hesitarem tempo o suficiente para virar a maré para o Norte." (Empire of 'The City', pág. 90).

A história revela que os Rothschilds estavam fortemente envolvidos em financiar ambos os lados na Guerra Civil. Lincoln atrapalhou as atividades deles quando, em 1862 e 1863, recusou-se a pagar as taxas de juros exorbitantes exigidas pelos Rothschilds e emitiu, autorizado pela Constituição, títulos do Tesouro sem juros. Por este e por outros atos de patriotismo Lincoln recebeu um tiro a sangue frio de John Wilkes Booth, em 14 de abril de 1865, exatamente cinco dias após o general sulista Robert E. Lee render-se ao general Ulysses Grant, em Appomattox Court House, na Virgínia.

A neta de Booth, Izola Forrester, diz em This One Mad Act que o assassino de Lincoln tinha estado em contato bem próximo com europeus misteriosos antes do assassinato, e tinha feito pelo menos uma viagem à Europa. Após o assassinato, Booth foi colocado em segurança por membros dos Cavaleiros do Círculo Dourado. De acordo com a autora, Booth viveu ainda por muitos anos após seu sumiço.

Os Banqueiros Internacionais Perseguem Seus Objetivos

Não desanimados por seus fracassos iniciais ao tentarem destruir os Estados Unidos, os banqueiros internacionais buscaram seus objetivos com zelo implacável. Entre o fim da Guerra Civil e 1814, seus principais agentes nos Estados Unidos foram Kuhn, Loeb and Company e J. P. Morgan and Company.

Uma breve história de Kuhn, Loeb and Co. apareceu na revista Newsweek de 1 de fevereiro de 1936:

"Abraham Kuhn e Salomon Loeb eram negociantes de produtos gerais de Lafayette, Indiana, em 1850. Como é comum em regiões recém-colonizadas, a maioria das transações era à base de crédito. Eles logo descobriram que eram banqueiros... Em 1867, fundaram Kuhn, Loeb and Co., banqueiros, na cidade de Nova York, aceitando um jovem imigrante alemão, Jacob Schiff, como sócio. O jovem Schiff tinha importantes conexões financeiras na Europa. Após dez anos, com a aposentadoria de Kuhn, Jacob Schiff tornou-se presidente da Kuhn, Loeb and Co. Sob a direção de Schiff, a casa trouxe capital europeu em contato com a indústria americana."

As "importantes conexões de Schiff na Europa" eram os Rothschilds e seus representantes alemães, os M. M. Warburg, de Hamburgo e Amsterdã. Dentro de vinte anos, os Rothschilds, por meio de sua conexão com os Warburg, tinham fornecido o capital que permitiu a John D. Rockefeller expandir grandemente seu império da Standard Oil (companhia petrolífera). Eles também financiaram as atividades de Edward Harriman (estradas de ferro) e Andrew Carnegie (siderurgia).

Na virada para o século XX, os Rothschilds, não satisfeitos com os progressos feitos por suas operações americanas, enviaram um de seus principais especialistas, Paul Moritz Warburg, para Nova York para assumir o controle direto do assalto ao único país que era um verdadeiro campeão da liberdade e da prosperidade individual — os Estados Unidos.

Em uma oitiva no Comitê Sobre Bancos e Moeda do Congresso, em 1913, Warburg revelou que ele era "membro da firma bancária Kuhn, Loeb and Co. Vim a este país em 1902, nasci e fui educado no negócio da atividade bancária em Hamburgo, na Alemanha, e estudei atividade bancária em Londres e Paris, e viajei por todo o mundo..."

No fim dos anos 1800, as pessoas não estudavam atividade bancária em Londres e em todo o mundo a não ser que tivessem uma missão especial a realizar!

No início de 1907, Jacob Schiff, o chefe controlado pelos Rothschilds, da Kuhn, Loeb and Co., em um discurso na Câmara de Comércio de Nova York, advertiu que "a não ser que tenhamos um Banco Central com controle adequado dos recursos de crédito, este país passará pelo mais severo e amplo pânico financeiro na história."

Pouco tempo depois, os EUA mergulharam em uma crise monetária que teve todas as características de um "serviço" habilmente preparado pelos Rothschilds. O pânico que se seguiu minou financeiramente dezenas de milhares de pessoas inocentes em todo o país — e gerou bilhões para a elite bancária. O propósito da "crise" foi duplo:

(1) Fazer um "assassinato" financeiro para os Insiders, e (2) convencer o povo americano da "grande necessidade" de um Banco Central.

Paul Warburg disse ao Comitê de Bancos e Moeda: "No pânico de 1907, a primeira sugestão que fiz foi 'que tenhamos uma Câmara de Compensação Nacional' [um Banco Central]. O Plano Aldrich [para a criação de um Banco Central] contém muitas coisas que são simplesmente regras fundamentais da atividade bancária. O objetivo dos senhores precisa ser o mesmo..."

Mexendo bem no fundo de sua bolsa de práticas enganosas, os banqueiros internacionais tiraram o maior de todos os seus golpes — a criação do Sistema da Reserva Federal, que pertence à iniciativa privada, e que colocou o controle das finanças dos Estados Unidos seguramente nas mãos dos monopolistas do dinheiro ávidos por poder. Paul Warburg tornou-se o primeiro presidente do "Fed"!

O congressista Charles Lindbergh colocou seu dedo firmemente na verdade quando declarou, logo após a Lei da Reserva Federal ter sido aprovada por um Congresso esvaziado, em 23 de dezembro de 1913: "A Lei estabelece o mais gigantesco truste do planeta. Quando o presidente Wilson assinar essa Lei, o governo invisível do poder monetário estará legalizado... O maior crime de todos os tempos será perpetrado por essa lei da moeda e dos bancos."

O Plano Para Conquistar o Mundo

Tendo consolidado seu domínio financeiro sobre a maioria dos países europeus por volta de meados do século XIX, os banqueiros internacionais trabalharam freneticamente para estender sua esfera de influência até os confins da Terra em preparação para o assalto final aos Estados Unidos — um país que, por meio de sua singular Constituição, permanecia livre.

Nas décadas que se seguiram, tornou-se aparente que, de modo a alcançar seu objetivo de domínio mundial, eles teriam de instigar uma série de guerras mundiais que resultariam no nivelamento do velho mundo em preparação para a construção da Nova Ordem Internacional. Esse plano foi delineado de forma explícita por Albert Pike, o Soberano Grande Comandante do Rito Antigo e Aceito da Maçonaria e o iluminista de mais alto nível na América. Em uma carta a Guisseppe Mazzini, datada de 15 de agosto de 1871, Pike afirmou que a Primeira Guerra Mundial deveria ser fomentada de modo a destruir a Rússia czarista e colocar aquele vasto país sob o controle direto de agentes iluministas. A Rússia seria então usada como o bicho-papão para expandir os objetivos dos Illuminati em todo o mundo.

A Segunda Guerra Mundial seria fomentada por meio da manipulação do antagonismo que existia entre os nacionalistas alemães e os sionistas políticos. Isso resultaria em uma expansão da influência russa e o estabelecimento do Estado de Israel no Oriente Médio.

A Terceira Guerra Mundial foi planejada para resultar do antagonismo provocado pelos agentes dos Illuminati entre os sionistas e os árabes. O conflito foi planejado para se alastrar mundialmente. Os Illuminati, dizia a carta, planejavam "lançar os niilistas e os ateístas" e "provocar um formidável cataclismo social que em todo seu horror mostrará claramente para as nações os efeitos do ateísmo absoluto, origem da selvageria e da mais sangrenta agitação. Então, em todo o lugar, os cidadãos, obrigados a se defenderem da minoria mundial dos revolucionários, exterminará esses destruidores da civilização, e a multidão, desiludida com o cristianismo, e cujos espíritos deístas estarão a partir daquele momento sem bússola (sem direção), ansiosas por um ideal, mas sem saber onde depositar sua adoração, receberá a verdadeira luz por meio da manifestação universal da pura doutrina de Lúcifer, trazida finalmente à vista do público, uma manifestação que resultará do movimento reacionário geral que seguirá a destruição do cristianismo e do ateísmo, ambos conquistados e exterminados ao mesmo tempo."

No tempo em que Pike escreveu essas palavras impressionantes existiam cinco diferentes ideologias na cena mundial que estavam envolvidas em uma luta por espaço e poder. Eram elas:

1. A ideologia secreta dos banqueiros internacionais, ou os Illuminati, conforme delineada no Quarto Reich dos Ricos. O objetivo deles era a criação de um Governo Mundial Único a ser governado pelos "iluminados" no topo.

2. A ideologia "pan-eslava" dos russos, que foi originalmente concebida por Guilherme, o Grande, e exposta em seu testamento. De acordo com A. H. Granger, autor de England World Empire, 1916, pág. 173, essa ideologia propunha a eliminação da Áustria e da Alemanha, depois a conquista da Índia e da Pérsia e termina com estas palavras: "... o que garantirá que a Europa seja subjugada."

3. A ideologia da "Ásia para os Asiáticos" conforme exposta pelos japoneses. Propõe uma confederação de nações asiáticas dominadas pelo Japão.

4. A ideologia do pangermanismo, que prevê o controle político alemão sobre o continente europeu, liberdade das restrições da Coroa nos altos mares e a adoção de uma política de "portas abertas" no comércio e trocas com o resto do mundo.

5. O pan-americanismo, ou a ideologia da "América para os Americanos". Prevê "comércio e amizade com todos, mas alianças com ninguém". O Secretário de Estado Root afirmou em 1906 que, sob essa ideologia, que recebeu expressão na Doutrina Monroe de 1823, estamos"impedidos de compartilhar as responsabilidades, os objetivos e os interesses políticos da Europa, da mesma forma como pela doutrina igualmente potencial, agora com quase um século de idade, as potências européias estão impedidas de compartilharem ou de interferirem nos interesses dos estados soberanos no Hemisfério Ocidental."

Para que os planos da cabala internacional dos banqueiros/Illuminati pudessem frutificar, a Rússia, Alemanha, Japão e os Estados Unidos teriam de ser colocados de joelhos em entrega, pobreza e ignomínia incondicionais.

O plano dos Illuminati para a conquista mundial, referenciado por Albert Pike, foi uma obra-prima diabólica de genialidade luciferiana que tiraria a vida de centenas de milhões de seres humanos e custaria centenas de bilhões de dólares para sua realização.

O plano que os Illuminati conceberam para concretizar seu objetivo de conquista mundial é tão simples quanto eficiente. Ao longo do caminho para o cumprimento do objetivo final esse plano tem sido adaptado pelos banqueiros internacionais e seus camaradas de armas em todo o mundo para amealhar vastas fortunas em patrimônio. Como veremos, a implementação do plano foi tão bem executada que ele freqüentemente recebe o aplauso até mesmo daqueles que estão sendo destruídos. O plano deles pode ser chamado de Renovação Urbana.

Existem três tipos de pessoas no mundo:
1. Aquelas que fazem as coisas acontecer;
2. Aquelas que observam as coisas acontecerem e
3. Aquelas que ficam se perguntando o que aconteceu.

A vasta maioria da humanidade encontra-se nas duas últimas categorias. A maioria tem "olhos para ver", mas não enxerga o que está acontecendo. A maioria tem "ouvidos para ouvir", mas não compreende o que está acontecendo — LOCALMENTE, NACIONALMENTE, ou INTERNACIONALMENTE.

O Demônio está atacando o Mundo

A Palavra de Deus adverte a respeito de um tempo em que forças espirituais tenebrosas virão contra o mundo e tomarão o controle da humanidad...