domingo, maio 12, 2013

Muçulmano tinha plano de matar 100 mil pessoas em grande cidade Americana

Plano era contaminar o suprimento de ar ou água em grande cidade dos EUA.

Um homem muçulmano preso no mês passado em um plano terrorista em Nova York, estava planejando matar cerca de 100.000 pessoas por contaminação através do suprimento de ar ou água em uma grande cidade dos EUA, o FBI alega.

Ahmed Abassi, 26 anos, foi estudar engenharia química na Universidade Laval, em Quebec City, relata CBC News do Canadá.

O plano de Abassi não se materializou além das discussões, mas ele também está sendo ligado a ChihebEsseghaier, um dos dois residentes canadenses presos no suposto complô para sabotar um trem de passageiros.

CBC News disse que os investigadores americanos acusaram Abassi deforma fraudulenta solicitar um visto para ficar em os EUA para "facilitar um ato de terrorismo internacional".

EUA procurador Preet Bharara disse em um comunicado que Abassi "tinha um propósito maligno para tentar permanecer nos Estados Unidos - para cometer atos de terror e desenvolver uma rede de terroristas aqui, e usar este país como uma base para apoiar os esforços dos terroristas internacionalmente ".

Abassi viajou para os EUA em março, de acordo com as autoridades canadenses, mas não entrar no país diretamente do Canadá. As autoridades dizem que não está claro como ele entrou para os EUA

sexta-feira, maio 10, 2013

Depravado, Degenerado e Pervertido sexual, diz denúncia do MP sobre Pastor Marcos Pereira

O promotor Rogério Lima, da 8ª Promotoria de Investigação Penal do Ministério Público do Rio de Janeiro, que redigiu as duas denúncias que embasaram o pedido de prisão preventiva de Marcos Pereira, pastor da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, o classificou no texto como um homem "depravado, degenerado, pervertido sexual, capaz de fazer as coisas mais baixas e sempre se aproveitando da sua condição de líder maior da Igreja".

"O denunciado tinha autoridade sobre Z., pois era o pastor e presidente da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias. Ademais, Z. o tinha como o seu líder espiritual, em quem acreditava e a quem seguia com fervor. [...] Pelos relatos das testemunhas, principalmente das mulheres, verifica-se que estamos diante de um verdadeiro depravado, degenerado, pervertido sexual, capaz de fazer as coisas mais baixas e sempre se aproveitando da sua condição de líder maior da igreja", diz o promotor.

Pereira está preso desde quarta-feira (8) no Complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro. Seu advogado Marcelo Patrício pediu um habeas corpus ao Tribunal de Justiça, mas até as 16h desta quinta-feira a decisão ainda não havia saído. Para ele, apenas os depoimentos das mulheres não podem ser considerados como provas para embasar a denúncia. "Não há provas contra ele, só depoimentos. Imagina se você vai na delegacia e diz que o Luciano Huck te estuprou. A polícia não pode ir lá prendê-lo baseado somente nisso", disse.
"A denúncia diz que ele poderia ameaçar as vítimas. A mulher diz que o crime aconteceu em 2006. Se fosse para ele ameaçar, ele já teria ameaçado", acrescentou o advogado do pastor. "A denúncia também fala do risco de ele fugir. O pastor esteve nos EUA há 15 dias. Se ele estivesse com medo, teria ficado lá."

O MP pediu a prisão preventiva de Pereira por considerar que há prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria, e para garantir a ordem pública, conveniência da instrução criminal e segurança da aplicação da lei penal. O pastor foi denunciado por dois estupros com uso de força física e atentado violento ao pudor e, caso seja condenado, poderá ficar até 20 anos na prisão.

Para o promotor, a existência do crime pode ser comprovada por meio de todos os depoimentos das mulheres que sofreram violência sexual, "bem como daqueles que deixaram a igreja e relataram os absurdos ocorridos dentro dos seus muros".
"O relato das outras mulheres é estarrecedor. Revela de forma clara que o denunciado é maquiavélico, de uma pobreza de espírito sem tamanho, só para conseguir dar vazão aos seus instintos sexuais. Se identificando com um "Homem de Deus", praticou uma série de crimes sexuais contra aquelas que procuraram a sua igreja em busca de ajuda espiritual. Conduta vil, torpe", relata o documento.
Uma das denúncias traz o relato de uma das mulheres, que conta que o pastor a privava de material de higiene, caso ela se recusasse a manter relações sexuais com ele.
"Todas as mulheres vítimas do denunciado viveram na sua igreja por alguns anos. Elas viviam em função da igreja presidida pelo denunciado. Moravam nos alojamentos existentes na igreja. Eram dependentes materialmente e emocionalmente do denunciado. E para aquelas que se recusavam a ceder aos seus instintos bestiais, o denunciado as ameaçava de despejo, de morte fora da igreja", diz o texto da denúncia.

A cantora Lauryn Hill foi ordenada por Tribunal de sofrer Aconselhamento, devido à suas Teorias da Conspiração

O nome do álbum de fuga de Lauryn Hill foi The Miseducation of Lauryn Hill, mas agora parece que os poderes que gostariam que ela gravasse um novo álbum chamado The Re-Educação de Lauryn Hill.

Depois de aparecer em tribunal para a evasão fiscal, Hill foi condenada a três meses de prisão. Além disso, ela deve comparecer a "aconselhamentos" devido a suas " teorias da conspiração ".


De acordo com o IBTimes , Ela disse ao tribunal: "Eu sou uma filha de ex-escravos que tinham um sistema que lhes eram impostos. Eu tenho um sistema econômico imposto em mim. "Além disso, Hill também acredita que os artistas estão sendo oprimidos por (o que o artigo chama)", uma trama envolvendo os militares e a mídia ". Devido a estas declarações, Hill foi condenada a sofrer "aconselhamento",que é uma maneira de dizer que ela é mentalmente doente e que ela precisa de algum tipo de sessão re-programação recuperar "sanidade".

Em 2012, Encosta publicou uma carta pensativa, descrevendo a corrupção, a opressão e o controle da indústria da música e seu desejo de escapar. Em uma parte da carta, Lauryn Hill fala:
"Foi este cisma e a hipocrisia, violência e canibalismo social, que fez enxergar que eu queria e precisava ser libertada, não de arte ou música, mas a supressão / repressão e redução da arte e da música para um vazio, sem levar em conta qualquer outra coisa. Suas restrições e limitações resultantes de excesso de comercialização pode ser muito prejudicial, distorcendo a natureza intrínseca do indivíduo. Eu amo fazer arte, eu amo fazer música, é tão natural e necessário para mim quase como respirar ou falar. Para ser negado o direito de trabalhar isto de acordo com a minha capacidade, bem como ser devidamente reconhecido e recompensado por isso, em uma tentativa de controlar, é a manipulação dirigida a meus direitos mais básicos! Estas formas de expressão, juntamente com outros, efetivamente compreendem a minha liberdade de expressão! Defender, preservar e proteger esses direitos são extremamente importantes, especialmente em um paradigma onde o racismo velado, sexismo, preconceito de idade, nepotismo e controle econômico deliberada ainda são realidades gritantes!" Lauryn hill.

Apesar do que relatórios de mídia, Hill não está resmungando incoerentes " teorias da conspiração ", mas é melhor falar a verdade. Suas afirmações são resultado de sua experiência em primeira mão dentro da indústria musical e seu desejo de não ser parte dessa loucura. "Teorias" de Hill são simplesmente análise clara de uma pessoa inteligente de uma situação. 

No entanto, como a sociedade americana se transforma em uma versão da vida real da novela 1984, falar a verdade é cada vez mais considerada como uma doença mental - um que tem de ser tratada e fixada. Será que a liberdade de expressão ainda existe? Se ao dizer as palavras erradas leva a uma visita obrigatória para um psicólogo? 

Escopolamina: A Droga Zumbi

Use sua imaginação e comece agora a descoberta, sobre a droga do "bureau (CIA)" e criminosos não deixarei aqui nenhuma narrativa mastigada pronta pra você, se isso é ou não uma lenda "Urbana" eu particularmente tenho minhas convicções, e você? Aliás tenho muito alívio quando das minhas dores espasmódicas visto o medicamento chamado "Buscopan" tem a escopolamina em sua composição.

A coisa é terrível, um pouquinho de pó provoca um dos seguintes efeitos na vítima:

A- Morte.
B- Perda total do livre-arbítrio.

Criminosos normalmente tentam obter este último efeito, pois isso permite que eles dêem ordens às suas vítimas e mandem elas esvaziar as contas de banco, dar o carro pros ladrões, fazer sexo com eles, basicamente qualquer coisa que o criminoso mande.

Daí saiu a reputação da escopolamina como a "droga do zumbi", pois as vítimas parecem estar completamente sóbrias e racionais, quando na verdade parecem autômatos.

Escopolamina: Esta é uma droga incolor, inodora e isípida. Ela é conhecida como hyoscina e é classificada como um Alcalóide tropano. Esta droga pode ser obtida a partir de plantas Solanaceas (nightshade). A maior parte da escopolamina vem da erva de Nome científico: Datura suaveolens L.

Cujo nome popular é trombeta, trombeta-de- anjo, trombeteira, cartucheira, zabumba. (também conhecido como lírio, copo de leite, sete saias) As plantas que dão origem a droga são muitas, e muito disponíveis, o que torna o uso generalizado, e extremamente perigoso. Trata – se, surpreendentemente, de uma das substâncias mais temidas no país que é considerado uma das maiores capitais exportadoras das drogas no mundo, a Colômbia.

Somente na Colômbia, existem 50.000 casos notificados de intoxicação por Escopolamina, embora raramente quem surge notificando um caso dessa intoxicação recebe tratamento adequado. A droga é usada principalmente por criminosos quase como uma forma de tornar suas vítimas totalmente dóceis e indefesas. Desse modo os ladrões podem esvaziar as contas e as casas das vítimas antes que elas se recuperem obnubilação da consciência. Além disso, as mulheres têm sido drogadas repetidamente e mantidas como escravas sexuais. Não raro, a droga é usada para fazer com que mulheres sejam convencidas a desistir voluntariamente dos seus próprios filhos, que são revendidos no mercado negro de escravos, adoção e se bobear, venda de órgaos. O mais terríveis efeitos secundários do princípio ativo não é a capacidade de criar zumbis, mas a completa amnésia, provoca em quem usa. É basicamente o “boa noite cinderela”, mas super-potente.


O bizarrismo...

"BOGOTA, Colombia (Reuters) – A última coisa que Andrea Fernandez recorda antes de ser drogada é estar segurando seu bebê recém-nascido no colo em um ônibus. A polícia a encontrou três dias depois, mutilando a si mesma e perambulando com os seios à mostra no acostamento de uma movimentada estrada. Seu rosto apresentava marcas de violência e seu filho havia sumido. A polícia suspeita que ela tenha sido violentada. Andrea Fernandez, mãe de três filhos, se tornou submissa suficiente para perder o seu filho mais novo."

A escopolamina pode ser administrada facilmente em uma vítima através da bebida ou comida. O pó também pode ser simplesmente soprado para as vítimas num sentido geral. O resultado deste tipo de intoxicação é a zumbificação ou se for em excesso, a morte imediata. Têm sido reportados casos de mulheres colocando escopolamina sobre seus seios e, em seguida, seduzindo caminhoneiros, motoristas e homens em geral a lamber seus mamilos. E assim, mais um zumbi se forma.

História e Curiosidades

A Escopolamina foi usada como defensivo agrícola nas plantações de Coca. Isto porque a fórmula química da cocaína, C17H21NO4, é idêntica à da Escopolamina. Ambas têm a mesma fórmula, mas como são feitas com estruturas moleculares diferentes, causam diferentes efeitos sobre o cérebro humano.
Em 1963 o Supremo Tribunal julgou no caso de Townsend vs Sain, que o “soro de induzir a confissão” foi uma forma de tortura e, portanto, inconstitucional. A decisão foi baseada nas confissões de Townsend, cujas admissões de culpa foram feitos sob a influência da Escopolamina.

Em 1922, ocorreu a Robert House, um obstetra de Dallas, Texas que a droga escopolamina poderia ser empregada no interrogatório de criminosos suspeitos. A Escopolamina foi mais tarde usada pelo Dr. House para obter inforações de criminosos sob interrogatório em Dallas. Sua experiência atraiu grande atenção, bem como a ideia de um “soro da verdade” foi lançado sobre a consciência pública.

O tratamento com escopolamina hydrobromide bloqueia os receptores colinérgicos muscarínicos e produz uma rápida, e robusta resposta antidepressiva em pacientes até então deprimidos unipolares ou em depressão bipolar, Maura L. Furey, Ph.D., relatado num congresso internacional promovido pela Federação Mundial de Sociedades de Psiquiatria Biológica
No início do século XX, os médicos começaram a empregar escopolamina, juntamente com morfina e clorofórmio, para induzir um estado de “sono crepuscular” durante o parto. Neste estado obliterado da consciência, os pacientes responderam às perguntas com precisão e de maneira excepcionalmente sinceras.

A escopolamina foi um dos vários fármacos utilizados num documento (recentemente desclassificado como secreto) pela CIA. Curiosamente, a droga foi usada num programa para descobrir a origem, e controlar o tráfico de drogas. O projeto foi denominado Projeto MK Ultra.

A Escopolamina é freqüentemente usada como um meio de um medicamento conhecido como “ScopeDex”, que é uma combinação de Escopolamina e Dexedrina. É dada aos astronautas e pessoas em formação semelhante a prevenir as náuseas e vômitos em missões.
Relato de uma experiência com esta droga (obtida por um indivíduo de 35 anos do sexo masculino.)

Ingestão de 7g de Escopolamina

30 Minutos: O início dos sintomas periféricos medidas anti – colinérgicos, por exemplo, boca seca, visão borrada, pupilas dilatadas, febre alta, dilatação dos capilares das mãos e dos pés. Rosto começa a suar muito. Dificuldade de ordenação do pensamento. Dificuldade na construção de frases.

1 Hora: Delírio de fixação, substancial diminuição do tônus muscular, resultando em um andar de zumbi. Redução brutal da lateralidade. Esbarrão em qualquer coisa. Taxa de batimentos cardíacos aumentados.

2 Horas: Músculos quase completamente relaxados, de modo que agora é impossível andar (O sujeito apenas rasteja, co dificuldade). Sintomas de febre alta. Disritimia cardíaca. Audição prejudicada. Pupilas totalmente dilatadas. Alteração na percepção das cores. As cores são agora muito ricas e brilhantes, como na intoxicação por THC (maconha). A percepção visual é insuficiente. O texto é borrado e não importa quanto o sujeito tente se concentrar. Ler qualquer coisa é impossível. A percepção de profundidade fica severamente prejudicada, o que torna impossível mensurar as distâncias de modo que chegue perto de objetos sem bater ou ficar aquém do ponto determinado.

3 Horas: As paredes parecem estar respirando (WTF!) ; Os objetos são um turbilhão de vida e formas, fazendo de um modo geral um cenário assustador ao redor do indivíduo. O sujeito não tem nenhum insight; Estas são ALUCINAÇÕES REAIS, ao contrário de visões líricas e distorções infantis que ocorrem com LSD e drogas psicodélicas. O efeito sobre a personalidade é aterrador.

4 Horas: Os Músculos estão tão fracos que parece necessitar de uma força sobre-humana a mera ação de levantar um dedo. O sujeito sente uma força opressora apertá-lo. Como se viesse um dedo de Deus gigante e o forçasse para a cama, paralizando-o. O campo visual é completamente tapado por diversas formas vivas e uma espécie de espuma de embaçamento que surge de modo aleatório. A garganta está seca, a língua parece ter areia. O sujeito já não sabe onde ele está, não sabe quem é, se está dormindo ou acordado. O sujeito oferece a sua alma ao demônio que está sentado sobre ele (WTF?) em troca de um refrescante e singelo copo de água. O demônio aceita o trato. Captura a sua alma, mas não lhe concede o desejo a água. O sujeito aceita pacíficamente que é burro e que está fadado a maldição eterna.

16 Horas: O sujeito encontra-se no local de trabalho, absolutamente perplexo. Ele sabe que ele está no meio de uma conversa com alguém, pede para que a pessoa a repetir aquilo que foi dito. De alguma maneira ele consegue lidar com tudo no trabalho sem dar bandeira. Vagamente ele se lembra da manhã até o momento em que se deu conta de onde estava. Felizmente, não há lesões, com exceção de alguns hematomas leves. Conclui que ele deve ter caído nas escadas enquanto perambulou zumbificado pelo prédio. Mais tarde, ainda no mesmo dia, o sujeito fica chocado ao descobrir que ele havia terminado uma considerável quantidade trabalho. Trabalho bem complexo, que exigiu muita atividade intelectual para fazer. Porém ele nem sequer se lembra que lhe tenha sido delegada essa tarefa. Devido a visão ainda meio borrada, a leitura é um pouco difícil.

20 Horas: O sujeito vai para casa, vê uma tigela de arroz cozido na geladeira. Ele não se lembra de sequer ter cozinhado arroz. Também encontra uma escovas de dentes e alguns fios dentais (mais do que usa de costume) amarrado ao redor do criado-mudo. Há também um controle remoto no banheiro. O sujeito começa a ter uma paranóia sobre diversas entidades que se ocultam em toda a sua casa. Ele vê criaturas fugazes na sua visão periférica.

48 Horas: a memória e a sanidade do sujeito estão de volta ao normal, mas ele está profundamente abalado e arrependido de ter experimentado um delírio colinérgico.

quarta-feira, maio 08, 2013

Jornalista Alexandre Garcia desfaz mitologia alarmista verde

O leitor já se imaginou competindo contra o sol para reverter o "aquecimento global", aliás nunca comprovado?

Alexandre Garcia
Ou lutando contra a emissão de CO2 - aliás gás da vida - deixando de consumir bens necessários para seu bem-estar e de sua família, ou até voltando a um estágio de "civilização" primitivo?

Estes e outros desatinos disparatados que teriam feito rir há não muitos anos, e por certo farão rir nos séculos futuros, viraram moeda corrente do alarmismo ambientalista.

O jornalista Alexandre Garcia, colunista da agência “Alô Comunicação”, é mais um dos espíritos clarividentes que denuncia estes slogans apocalípticos que só servem para enganar.

Com óbvio proveito para a propaganda neocomunista disfarçada de "verde", acrescentamos nós.

Leia o lúcido e recente artigo de Alexandre Garcia publicado também no "Diário da Amazônia":

O VULCÃO E O CARBONO
Você sabia que se um vulcão no Chile ou na Islândia ficar despejando fumaça na atmosfera por quatro dias anulam-se 5 anos de esforços de cada habitante do planeta para reduzir emissões de dióxido de carbono?

Vulcão Puyehue, Chile, junho 2011
E se o prezado leitor perguntar o que é esse tal de dióxido de carbono, tão satanizado pela seita ambientalista, a resposta é que o CO2 é um gás vital de que todo vegetal precisa para viver e para transformar o carbono em oxigênio, o gás vital para a sobrevivência de toda vida animal, inclusive humana. 

Quando eu estudei química orgânica no curso científico, aprendi que o que tem vida, o que é orgânico, tem carbono. Enquanto isso, inventaram os tais créditos de carbono.

Se você pensar que salvou o mundo do carbono porque gastou um dinheirão para comprar um Prius híbrido ou deixou de usar sacos plásticos no supermercado, ou ainda ajudou seus filhos em trabalhos sobre sustentabilidade, pôs um tijolo na caixa de descarga para diminuir o fluxo de água, ou desistiu de comprar um SUV e vendeu sua lancha, evitou uma longa viagem de avião e ficou em casa, gastou alguns reais a mais para comprar outro tipo de lâmpada, tudo isso será em vão quando o Copahue, ali no Chile, ficar outra vez expelindo gases de estufa e carbono por no mínimo quatro dias.

E nos últimos quatro ou 6 bilhões de anos, independentemente da nossa presença na Terra, a natureza vai seguindo seu rumo errante.

E temos pelo menos 200 vulcões ativos na nave Terra.

Apenas o Pinatubo, nas Filipinas, por apenas 1 ano, jogou na atmosfera mais gases do efeito estufa que todos os habitantes da Terra, desde que existimos, aí por volta de dois milhões de anos atrás.

Fanáticos do meio ambiente e do aquecimento global detestam gente. Apontam a humanidade como causa dos males da Terra.

Para eles, a Terra estaria melhor sem a humanidade. Se morrêssemos todos, a Terra estaria salva. 

Este santão da Índia estaria 'ecologicamente correto'
se privando do consumo e lutando contra o CO2?
Se for isso, não adiantou de nada.
Eles desprezam o fato de que os ciclos de frio e calor na Terra dependem do sol e da temperatura dos oceanos.

O resfriamento da Terra tem sido pior que o aquecimento.

A Groenlândia (terra verde) já teve pastagens e florestas. Hoje é branca, porque a Terra já foi mais quente e deu vida aos vegetais.

O frio acaba com as colheitas, e o calor do sol lhes dá brotação e frutos.

Não vamos poluir nossas águas nem desperdiçar nossas florestas e riquezas.

Não podemos sujar o planeta em que vivemos.

Mas não podemos cair no engodo de aproveitadores, que recebem gordos orçamentos por causa do terror que provocam com a ameaça do aquecimento global, num planeta que esfriou 0,7 graus centígrados nos últimos cem anos e está em pleno ciclo de queda de temperatura.

Depois virá outro período de aquecimento, quando a Inglaterra voltará a ter uva e vinho, como já teve, antes de os londrinos poderem esquiar no Tâmisa congelado.

Fonte: Verde: a cor nova do comunismo

segunda-feira, maio 06, 2013

Verdades inconvenientes sobre a indústria farmacêutica

A reportagem da SUPER encontrou Antônio* na recepção do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Camisa social branca, sapatos engraxados, gel no cabelo e a malinha preta ao lado. Simpático e comunicativo, explicou seu trabalho ao repórter: Antônio é representante da indústria farmacêutica. Sua tarefa é levar aos médicos informações sobre remédios. Mais que isso: convencer os médicos a receitarem as marcas que ele representa.

Nessa missão, nem sempre dados científicos são suficientes: além das amostras grátis, ele leva brindes e, às vezes, convites para almoços ou ofertas de viagens a congressos com tudo pago. Bom papo também conta.
"O mais importante é o relacionamento. O médico receita o meu produto porque gosta mais de mim do que de outro representante", diz ele.
Tanta proximidade pode parecer promíscua, mas não é crime. Segundo o Código de Ética Médica, o problema começa quando, para fazer com que o médico goste mais dele do que dos outros, o propagandista propõe vantagens mais palpáveis. Dinheiro. "Se o médico ganha um cheque, ele se compromete a prescrever 3 vezes o valor em receitas de um medicamento", exemplifica Antônio. Médicos que não quiseram se identificar confirmam a prática. "Já recebi propostas de viagens em troca de prescrever remédios", diz um psiquistra. As farmácias asseguram o trato. "Há farmacêuticos e balconistas que são pagos para xerocar a receita ou anotar o nome do médico", diz Antônio. É o que eles chamam de "caderninho", escala final de um ciclo de propaganda, acordos e troca de interesses em que ganham médicos, farmacêuticos e os donos de laboratório.

Entre os profissionais de saúde, histórias como essa são tão conhecidas quanto difíceis de comprovar. Os representantes das indústrias afirmam agir dentro da lei. "Nós temos o direito legítimo de promover nossos produtos, como qualquer outro setor da economia", afirma Gabriel Tannus, presidente da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, que tem entre seus associados 8 dos 10 laboratórios que mais faturam no mundo.

Como qualquer outro setor da economia, a indústria farmacêutica visa o lucro. Nada de errado com isso, e tem dado certo: em 2008, ela movimentou US$ 725 bilhões - o Brasil faturou US$ 12 bilhões. Só a fabricação da aspirina movimenta US$ 700 bilhões por ano. Seu princípio ativo, o ácido acetilsalicílico, é considerado um dos produtos mais bem-sucedidos da história do capitalismo.

Para que isso seja possível, é preciso saber vender. "A indústria farmacêutica é tudo, menos uma instituição filantrópica", diz Fernando Italiani, autor do livro Marketing Farmacêutico. Fernando já foi gerente de marketing de laboratórios e hoje dá cursos de vendas e planejamento estratégico para funcionários de laboratórios e farmácias.

Um dos tópicos-chave de suas aulas é a fidelização dos médicos. Para Fernando, aquela tática clássica de dar brindes, viagens e inscrições em congressos já está ultrapassada. "Os médicos estão mal-acostumados. Isso já não diferencia nenhum laboratório", afirma. Fernando propõe investir em educação. "Muitos médicos não têm formação em gestão nem em finanças. Fornecer esse conhecimento é ouro. Quando eu percebi que uma viagem para a Costa do Sauípe não tinha dado certo, fiz eventos focando o conhecimento técnico. Gastei 1/3 do valor e tive o dobro do retorno." É o que Fernando chama de marketing "sustentável": mais difícil de ser copiado e com resultado garantido e prolongado.

O que acontece na indústria farmacêutica é o que acontece em qualquer grande negócio em que a recomendação de alguém é fundamental para o êxito do negócio: para que toquem sua música, as gravadoras assediam as rádios; para que falem bem de seu produto, as empresas cercam os jornalistas de regalias. É a prática conhecida como jabá. Não necessariamente a oferta de gentilezas influenciará o dj, o jornalista ou o médico. Mas convenhamos: se não servisse para nada, as empresas não gastariam com isso. Às vezes, o profissional é influenciado sem perceber. Em 2001, uma pesquisa feita com 105 médicos do Centro Médico para Veteranos de Guerra de São Francisco, na Califórnia, mostrou que 61% dos entrevistados não se consideravam influenciados pela promoção da indústria. "É difícil incutir uma consciência crítica nos médicos para que eles não se deixem seduzir por essa propaganda", diz Roberto Luiz D’Ávila, corregedor do Conselho Federal de Medicina. Quando isso acontece, a base de todo o tratamento é colocada em risco: a confiança no médico. Com o agravante de que, no limite, o que está em risco não é o dinheiro desperdiçado com um cd ruim. É a sua saúde.

Mais complicado ainda é a relação entre farmácias e laboratórios. No ano 2000 foi instaurada uma CPI dos Medicamentos que analisava, entre outras coisas, a prática da "bonificação", uma manobra acordada entre laboratório e farmácias que permite às lojas lucrar 3 vezes mais que o permitido pelo Ministério da Fazenda. A expressão "remédio bonificado" também pode ser compreendida como a comissão, em espécie ou em agrados, paga ao balconista ou farmacêutico por unidade vendida. Sabe quando o farmacêutico lhe indica um remédio mais em conta de outro fabricante? Pois bem, talvez ele não esteja interessado só em ajudar o seu bolso.


O x da questão

Os produtos da indústria farmacêutica são especialmente difíceis e caros de ser fabricados. Até um remédio chegar à farmácia, são consumidos cerca de 15 anos com pesquisa (ver infográfico) e um investimento quase 3 vezes maior que a média da indústria, segundo estudo publicado na revista Nature em 2005. É o que se chama de negócio de alto risco: de 10 mil compostos que entram para ser pesquisados, apenas um é comercializado.

É preciso ainda considerar a quebra da patente. Depois de 20 anos, qualquer empresa pode usar a fórmula, sem ter gasto um centavo em pesquisa. Como se não bastasse, em 1999 chegaram os genéricos, um concorrente desleal sob o ponto de vista dos laboratórios que investem em pesquisa: além de os seus gastos serem muito menores, eles não são submetidos aos mesmos controles de qualidade. "No caso dos genéricos, o teste é feito em um único lote. Uma vez recebida a autorização para vender, os lotes subsequentes não precisam ser analisados", diz Anthony Wong, chefe do Centro de Toxicologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. No fim das contas, quando um genérico chega à prateleira, a venda do remédio original cai cerca de 50%. Para sobreviver, é preciso mexer no preço: o antibiótico amoxicilina, por exemplo, ficou 45% mais barato desde a chegada do primeiro genérico. Não é difícil entender por que cada venda precisa ser tão batalhada.

Para não perder mercado, os grandes fabricantes de remédios passaram a produzir também os seus genéricos. Assim, saem na frente dos concorrentes e economizam na hora de promover seu produto. Lembra do homem da maleta? Ele aproveita a visita ao médico para falar também dos genéricos da sua empresa. "Nós fazemos um trabalho de fortalecimento da marca que não foca no medicamento especificamente, mas na instituição. Investimos na exposição da marca, para que ela fique na cabeça do médico", diz Telma Salles, diretora de relações externas do laboratório EMS.


Primeiro os médicos

Para ter uma ideia, de 30 a 40% de tudo o que se ganha com a venda de remédios é reinvestido em ações de marketing, a maioria destinada à classe médica. Além de conquistar a simpatia dos doutores, os representantes procuram identificar os formadores de opinião e convidá-los para dar palestras aos seus colegas falando sobre a eficácia de um novo produto.

Em 2007, o jornal The New York Times publicou um depoimento do médico Daniel Carlat contando sua experiência como garoto-propaganda de um laboratório. No ano de 2001, Carlat, psiquiatra e professor da Universidade de Boston, recebeu uma proposta da Wyeth, uma das 10 maiores indústrias farmacêuticas do mundo: discutir com médicos de sua cidade o efeito do Effexor XR, um novo antidepressivo da companhia. Ele ganharia US$ 750 por apresentação. Carlat já havia prescrito o remédio para alguns pacientes e sua avaliação era de que ele funcionava igual a outros da mesma categoria.

Decidiu aceitar a proposta e viajou - tudo pago - para um encontro de treinamento em Nova York. No hotel, recebeu um folder do encontro, convites para vários jantares e dois ingressos para um musical da Broadway. Ao voltar para Boston, apresentou o remédio durante um ano para médicos em clínicas e hospitais.

Durante esse período, Carlat aumentou em mais de 20% sua renda anual. Sentia-se muito à vontade para defender o Effexor, até que teve acesso a dados de pesquisas que mostravam uma incidência comparativamente alta de hipertensão em pessoas tratadas com a droga. Foi quando ele parou para pensar: quantos pacientes haviam sido prejudicados por sua causa?

Os conselhos de medicina acreditam que esse drama de consciência pode ser evitado se o médico manifestar o conflito de interesse antes de cada apresentação. Em outras palavras, avisar à plateia se ele ou o estudo é financiado por algum laboratório. "Isso é fundamental para uma interpretação crítica de qualquer estudo", afirma Reynaldo Ayer, da Comissão de Ética do Conselho Regional de Medicina de São Paulo. Só não está determinado o que fazer em relação ao paciente. Você já foi informado por algum médico de que ele recebe para divulgar entre colegas o remédio que está receitando para você? Ou que recebeu uma viagem de presente do fabricante? E, se fosse, continuaria acreditando nele?

Conflitos desse tipo estão presentes também entre pesquisadores, que podem ganhar centenas de milhares de dólares por ano para conduzir estudos e prestar consultoria para a indústria. Revistas e jornais científicos procuram garantir sua credibilidade acrescentando no início do estudo o nome do laboratório patrocinador, mas entendem que não dá para prescindir da grana dos laboratórios em um processo de pesquisa. "Eles são uma fonte de recursos indispensável", diz Florentino Cardoso, da Associação Médica Brasileira. Até aí, tudo bem. Só não vale omitir dados importantes, como os efeitos colaterais de um princípio ativo, para favorecer o lançamento de um produto. Foi o que aconteceu no caso do antidepressivo Paxil. Em 2004, a Glaxo Smith Kline foi processada nos EUA por não publicar informações que demonstravam que o remédio aumentava a ocorrência de pensamentos suicidas em pacientes com menos de 18 anos. Os fabricantes sabiam disso desde 1998.


Depois você

Tanto esforço destinado aos médicos tem uma explicação muito simples: a maior parte dos remédios não pode ser anunciada diretamente a você. No Brasil, a propaganda de medicamentos possui uma legislação mais rigorosa que a de outros produtos. Só os medicamentos de venda livre, como analgésicos e ácidos para indigestão, podem ser comercializados sem prescrição médica e anunciados ao consumidor. Esses remédios são responsáveis por cerca de 30% do faturamento da indústria no Brasil. Os outros 70% vêm dos "medicamentos éticos", aqueles com a advertência "Venda sob prescrição médica" e que só podem ser anunciados para os médicos.

Para o público leigo, os laboratórios usavam estratégias menos diretas, como investir na campanha sobre uma determinada doença para aumentar a demanda por medicamentos (campanhas sobre impotência, depressão, obesidade ou diabete), mas esse tipo de propaganda foi proibida pela Anvisa no ano passado. Resta usar as técnicas de marketing para tornar a imagem de um remédio mais atraente. Como aconteceu com o Prozac nos anos 80. A pílula trazia um novo princípio ativo para o combate da depressão, é verdade. Mas essa não é a única explicação do seu sucesso: depois de contratar uma agência de imagem, o laboratório Eli Lilly decidiu dar um nome de fantasia ao produto - algo sonoro, que caísse bem em qualquer língua. Parece bobagem, mas até então a maior parte dos medicamentos tinha nomes derivados dos princípios ativos, difíceis de memorizar e associados a efeitos colaterais. A chegada de Prozac transformou o batizado de um remédio em um estudo complexo: Viagra, por exemplo, é composto de "Vi", de vitalidade, e "agara", de Niagara falls, que remete a força descomunal, volume de águas incontrolável e ininterrupto, características desejadas por pacientes com disfunção erétil.

Some ao marketing o aumento do acesso ao sistema de saúde e o resultado é claro: a gente nunca tomou tanto remédio. E isso é bom. "As vacinas e os medicamentos são os principais responsáveis pelo prolongamento da nossa vida", diz Anthony Wong. Mas também há outra notícia: a gente nunca tomou tanto remédio sem precisar. A OMS estima que metade do consumo mundial é feito de forma irracional, ou seja, em dose, tempo ou custo maior que o necessário. Na lista das possíveis causas estão incluídas políticas de preços e atividades promocionais irregulares e falta de informação e educação sobre o uso correto de medicamentos.


É injusto, porém, colocar a culpa só nos laboratórios. "O aumento no consumo de medicamentos é um problema sociológico. Hoje, as pessoas buscam soluções imediatas para tudo, tendo como objetivo a felicidade", diz Wong. "E não há nada mais imediato do que um remédio."

Misturando tantos fatores de risco, uma dor de cabeça vira uma enxaqueca das bravas, bem difícil de tratar. Mas algumas iniciativas têm sido tomadas para melhorar esse prognóstico. Uma delas é a participação ativa das empresas na revisão do código que regulamenta a publicidade do setor, ao lado da Anvisa e dos Conselhos de Medicina e de Farmácia. Outra é o aumento do número de laboratórios envolvidos em ações sustentáveis e em campanhas preventivas. É um comprimidinho da receita. Pra engolir os outros é preciso uma dose de prudência e bom senso. Ou você pode se intoxicar.

338 multas foram aplicadas pela Anvisa em 2007 como punição a propagandas ilegais de medicamentos.

0,06 do montante investido em marketing pelas indústrias farmacêuticas em 2006 seria suficiente para pagar a punição.


A pílula do poder

- 61% dos médicos americanos não se consideram influenciados pelas promoções da indústria.*
- 84% deles acreditam que seus colegas, sim, são facilmente convencidos.*
- 30% de todos os casos de envenenamento registrados no Brasil em 2007 foram provocados por remédios.
- 70% das despesas do SUS decorrem da assistência às doenças que poderiam ser tratadas com mudança de comportamento.
- 70% do faturamento da indústria farmacêutica vem dos medicamentos vendidos sob prescrição médica.
- 23% dos balconistas de farmácia recebem bonificação pela venda de remédios similares**.
- 5% recebem o bônus pela venda dos genéricos**.
- Pesquisa feita com 105 médicos do Centro Médico para Veteranos de Guerra de São Francisco, na Califórnia (2001).
- Pesquisa da Anvisa feita em 1 231 farmácias de 24 estados.

A Verdade sobre os Laboratórios Farmacêuticos
Marcia Angell, Record, 2007.
Origens e Trajetória da Indústria Farmacêutica no Brasil
Monica Musatti Cytrynowicz (org.), Narrativa Um, 2007.

domingo, maio 05, 2013

Arca de Noé russa em órbita no espaço

A cápsula espacial russa Bión M levou para órbita uma centena de pequenos animais. A bordo viajam ratos, caracóis, peixes, lagartixas, entre outras pequenas espécies, e também microorganismos.


Durante uma missão que demorará 30 dias, os animais vão ser submetidos a diversos estudos biomédicos - a falta de gravidade e, claro, de responder como adaptam-se quando eles novamente estão sob a influência da gravidade.

Os cientistas que acompanham a missão russa dizem que todos estes animais apresentam semelhanças imunológicas, biológicas e estruturais com o ser humano. Experiências como esta ajudarão o estudo das consequências da falta de gravidade nos seres vivos, por meio de preparar a humanidade para este tipo de viagens de longo curso fora da terra.

O Demônio está atacando o Mundo

A Palavra de Deus adverte a respeito de um tempo em que forças espirituais tenebrosas virão contra o mundo e tomarão o controle da humanidad...