terça-feira, agosto 30, 2011

Aeroporto Internacional de Denver: Conspiração!



Você está vendo a imagem do Denver International Airport (DIA), inaugurado em 1995 e dotado de uma arquitetura arrojada e futurista que, como o nome diz, está situado em Denver, no Colorado, em uma região central do Território Americano.


Estranhamente, o antigo aeroporto que servia àquela Cidade, Stapleton, recebera ordens de desativação para que este fosse construído, ao custo de muitos bilhões de Dólares! Por isso, chamam esse complexo de O aeroporto mais inconveniente da América.


O custo inicial da obra era de 1.7 bilhões de dólares mas o projeto final elevou a conta para 4.8 bilhões de dólares: 3.1 BILHÕES de dólares acima do orçamento. Inúmeras irregularidades foram relatadas em relação ao local de construção:

- Diferentes empresas foram contratadas para diferentes partes do aeroporto. Todos foram demitidos imediatamente à conclusão de cada trabalho. Isso leva os observadores a acreditar que foi uma estratégia para se ter certeza de que ninguém tinha um visual completo do projeto.

- 84 milhões m³ de terra foram removidos, muito mais do que o normal necessário. Isso levantou suspeitas da construção ser feita subterrânea.

- 8.500 km de fibra ótica foram instalados para comunicações (para comparação, os EUA de costa a costa tem 4.800km).

- Sistema de abastecimento que pode injetar 4.500 litros de combustível por minuto. Esse montante é totalmente absurdo para um aeroporto comercial.

- Construção de um imenso sistema de túneis (caminhões podem circular nele) e trens subterrâneos. Muitos destes não estão sendo usados no momento.

Uma análise dos dados disponíveis me faz chegar a pelo menos uma conclusão: essa estrutura gigante é muito mais do que um aeroporto comercial comum. Ele tem capacidade para lidar com um grande montante de pessoas e veículos, levando os observadores a pensar que a estrutura possa ser usada como base militar e outras coisas até mesmo como abrigo nuclear para as elites em um futuro próximo.

Uma dessas teorias diz que o inusitado formato desse aeroporto, estamparia para o céu a imagem estilizada da cruz suástica nazista! Observe a imagem por satélite no Google Maps e tire as suas próprias conclusões.

Logo na sua entrada, uma imensa escultura recebe os visitantes: um magnífico cavalo azul empinado….
Cujos olhos brilham intensamente à noite! Algumas teorias dizem que isso representaria um dos cavalos do Apocalipse, conforme o Livro das Revelações da Bíblia…. Todavia, a nossa interpretação é outra: – aqui há um simbolismo muito evidente, porém velado: – quem é, ou foi, militar imediatamente o reconheceria! Um cavalo com as duas patas erguidas significa…. MORTE EM GUERRA!

Na foto, o artista e escultor Luiz Jimenez, o autor do "cavalo mágico" do Denver Airport – também conhecido naquela cidade como "O Cavalo Pálido do Apocalipse" – quando produzia o seu trabalho. Estranhamente, o artista morreu vítima de um inusitado acidente: – um bloco dessa obra despencou sobre sua cabeça e o matou! Seus amigos agora dizem que o cavalo é amaldiçoado.

O simbolismo dos gárgulas sempre foi um mistério. Ninguém pode realmente explicar a razão de suas presenças, especificamente em prédios religiosos. Serão eles restos de antigas crenças que nunca se foram?

Sem dúvida, um estranho aeroporto! Pois, também no piso do seu saguão, existem símbolos – simbolismos somente compreensíveis pelos Iniciados da maçonaria!…

Mensagens cifradas!…

Algo ainda mais estranho acontece por lá: – existem alguns túneis secretos, espalhados por Denver, que conduzem ao subsolo daquele misterioso aeroporto!….

Sim, pois a construção daquele aeroporto incluiu a abertura de profundos túneis e galerias, situados bem abaixo das suas instalações! Curiosamente, as várias empresas que construíram esse aeroporto o fizeram por etapas seletivas – ou seja, cada qual não tinha conhecimento do que a anterior fizera! Por que?

É certo que existe uma linha subterrânea de trens que parte desse aeroporto rumo ao metrô da cidade de Denver. Porém ela é a ÚNICA em operação – os demais túneis não têm a sua finalidade conhecida! E esse misterioso complexo de túneis secretos é inexpugnável, ninguém tem acesso a ele! E sabe-se que deles emana um alto nível de energia eletromagnética desconhecida! Especulações dizem que ali estaria situada uma espécie de "arca de sobrevivência" de modo a ser utilizada no caso de uma catástrofe planetária, ou outros eventos quaisquer.

   
É realmente perturbador, uma vez que em algumas área do seu piso de granito, há também a bizarra representação de RÉPTEIS!

Aqui, vemos um mural no Denver Airport, porém com acesso negado ao público e dotado de um simbolismo bastante estranho, porém muito revelador: – em destaque, vemos um dos símbolos dos Illuminati: um crânio humano com um olho central! Examinando-se mais atentamente os personagens retratados na cena, vemos – em meio a símbolos de morte e demônios – figuras lendárias e históricas tais como: Jesus Cristo, Jimmy Hendrix, Che Guevara, D’Artagnan, Joana D’Arc, e muitos outros – todos dominados pela força maligna, significando, portanto, a negação das coisas e o domínio dos Illuminati sobre o mundo!

Então o site oficial do aeroporto diz que o nome do mural é chamado "Paz e Harmonia com a Natureza". Sério? No centro da pintura, crianças tristes com animais extintos e espécies de plantas. No fundo, uma floresta pegando fogo e mais para trás, uma cidade pegando fogo.

[Imagem: dulcebook_denver09_small.jpg]
Uma das crianças segura um bloco Maia que significa o fim da civilização.

Note, também uma criança desolada que tenta proteger um animalzinho…..

Abaixo, podemos ver três caixões abertos com garotas mortas de diferentes culturas. A esquerda está uma mulher negra e no centro uma india-americana. Por que elas estão deitadas lá? Estamos prevendo a extinção destas raças? Já sabemos que os militares da OTAN desenvolveram armas químicas e biológicas específicas para raças. Aqui o que o Project for New American Century (PNAC), define como política militar dos EUA:

"… a arte da guerra… será vastamente diferente do que é hoje…
'combate' ocorrerá em novas dimensões… formas avançadas de guerra biológica que pode atacar genótipos (raças) específicos podem transformar a guerra biológica de reino de terror a ferramenta de uso político."

E na parte inferior a mãe – qual jaz em um caixão com a sua criança aos braços, igualmente morta!

Outro caixão no qual repousa o corpo de uma menina! Parece que simboliza a morte das crenças Cristãs.

Já na parte esquerda da cena, o corpo de uma mulher negra encerrado em um caixão!

Quanto a esse mural, é talvez o mais assustador: – ele nos mostra seres humanos, perdidos, famintos, maltrapilhos e em penúria, saindo dos seus refúgios em cavernas e arrastando-se pela desolada face da Terra! Uma antevisão do nosso futuro?

Crianças do Mundo dos Sonhos de Paz


Crianças de todas as nacionalidades, vestidas em fantasias folclóricas dão armas embrulhadas em bandeiras de seus países para um…. garoto? Sim, a fantasia dos Illuminati não deixa dúvidas. O garoto no centro da imagem, segurando um martelo e aparentemente construindo algo aparenta ser Alemão. Até mesmo a criança Americana (vestida como boyscout) parece ávida para dar suas armas e a bandeira para o garoto. Você está no maior aeroporto dos Estados Unidos, e este é o mural que colocam. É muito estranho para ser entendido. Isso obviamente representa países do mundo todo entregando seus poderes militares e suas identidades nacionais ao “bem comum”. Outra referência à Nova Ordem Mundial, com um governo e um exército. Mas porque esse garoto está no centro de tudo? Tem tantas alusões ao Nazismo neste aeroporto, que NÃO HÁ forma de ser coincidência. Não posso evitar de pensar na "Operation Paperclip", que trouxe cientistas e pesquisadores Nazistas proeminentes aos EUA depois da 2ª Guerra Mundial.

…. Essa imagem é bastante expressiva!

…. E bem na sua parte inferior, uma visão consoladora: – aquele atemorizante e cruel soldado, o símbolo do sombrio poder, nefasto e cruel, que tentou devastar e conquistar o mundo, jaz morto – a sua arma inutilizada, e sobre o seu corpo inerte, sobrepujando a arma despedaçada, as pombas da paz acham-se triunfalmente pousadas!

O monstro acordou ! Esta figura militar agressiva está vestido com uniforme Nazista (note o símbolo no chapéu) com o rosto parecido com uma máscara de gás. Suas mãos estão segurando um rifle e uma espada que está "violentando" a paz do pombo. Na esquerda uma linha sem fim de mães chorando, bebês mortos. Essa é verdadeiramente uma pintura abominável, sem mensagem alguma de moral ou redenção. O fato de que ela esta sendo mostrada no portão principal do maior aeroporto dos EUA, é totalmente aberrante. A figura militar é glorificada e toda poderosa, situada no centro da ação.

O monstro, protegido pela mascara de gás, esta apontando a linha de vítimas em direção à carta abaixo.

Essa carta foi supostamente escrita por Hama Herchenberg, de 14 anos de idade, que morreu no dia 18 de Dezebro de 1943 no Campo de Concentração de Auschwitz (como escrito no final da carta). Um pouco perturbador não acha ?…. Campo de concentração, estão hoje sendo construídos em todo o território norte-americano pela FEMA (Agência Governamental de Gerenciamento Emergências) – assim como nos tempos do nazismo, e segundo denúncias, também dotados de câmaras de gás! Procure no google: campos de concentração da FEMA.

….. Desde os mais remotos tempos históricos – como foi o caso do Império Romano e mais modernamente no nazismo – através dos tempos o símbolo dopoder repressivo e cruel – da imposição brutal da força!….

Todavia, o uniforme do personagem retratado no mural do Denver Airport torna-se bastante evidente: – exatamente como esses – verdes, militares especiais, dotados de máscaras – destinados à proteção das tropas contra ARMAS QUÍMICAS E BIOLÓGICAS! Contudo, aquele estranho personagem retratado no mural do Denver Airport não aparenta ser americano. Há detalhes que o diferenciam: – o primeiro deles é que a arma que porta é um rifle de assalto AK-47, de fabricação russa e largamente utilizado no Oriente-Médio, como também por grupos terroristas controlados por Illuminati. O segundo detalhe é que o personagem retratado em Denver usa uma cimitarra com a qual trespassa a pomba da paz – outro detalhe que claramente o identifica com o Oriente!

Mas essa imagem, todavia, é o mais estranho e enigmático dos murais: – mostra símbolos cósmicos, lembra tecnologia e, também, a imagem de uma criatura! Ao seu redor, as imagens lembram o renascimento sob a luz de uma aurora radiante, ao fundo. Viria a nossa salvação do espaço sideral? Ou isso sugeriria uma intervenção extraterrestre no processo?


Paz e Harmonia com a Natureza

O que você faz quando matou a maior parte da população do mundo com armas químicas e biológicas? Você festeja ao redor de uma planta geneticamente modificada, é claro ! Pessoas felizes de todo o mundo são atraidas irresistivelmente em direção à planta.

Todas as espécies extintas no primeiro mural estão de volta à ação e você vê até mesmo um pequeno pombo aparecendo na planta. Que beleza. Eles se sentem muito melhor agora que há muito menos pessoas na terra. Os animais também estão felizes e agradecem a você por morrer. As pessoas podem agora usar conhecimento científico de alto nível para viver em um estado de felicidade sintética provida por plantas geneticamente modificadas. Bom para eles. Se você olhar mais de perto para os filhotes de tigre, verá que eles tem rostos de crianças humanas. É bastante bizarro. Toda essa obra fala sobre modificação genética e mágica.

Para resumir, esses murais claramente mostram objetivos admitidos que você pode ler em documentos chamando por uma Nova Ordem Mundial:

- Despopulação massiva da Terra
- Um governo Mundial
- Restauração da natureza

Se você leu artigo sobre as Pedras Guia da Georgia, você irá notar que os temas são estritamente similares.

Tudo muito estranho! E talvez aquilo mais relevante no saguão do Denver Airport seja esse monumento, elaborado pela Maçonaria: – uma Cápsula do Tempo!


"A Cápsula do Tempo, abaixo dessa pedra, contém mensagens e memórias para o povo do Colorado em 2094" – estampam os dizeres do monumento, deixado pela Grande Loja do Colorado em 19 de março de 1994 – portanto, um ano antes da inauguração daquele aeroporto (em 1995).

Divididos em quatro paredes, os murais pintados por Leo Tanguma supostamente representam paz, harmonia e natureza. Quando você analizar o simbolismo nos murais, perceberá que eles contam uma história aterrorizante de eventos futuros, como algum tipo de profecia. Existem referências sociais e políticas específicas e outros detalhes ocultos que basicamente transformam essas pinturas em um manifesto da Nova Ordem Mundial. Leo confirmou que foi dado a ele algumas guias para as pinturas e foi pago 100 mil dólares pelas primeiras. Mais tarde ele negou que foi dado instruções e se recusou a falar sobre qualquer significado oculto nas pinturas. As pinturas prévidas de Leo Tanguma eram tipicamente arte Chicanas, carregadas politicamente e orientadas para a comunidade. Entretanto, seu trabalho no DIA dá uma "vibração" totalmente diferente, fazendo-me pensar que ele desenhou a visão de outra pessoa.

E quando questionado sobre o sentido dessas estranhas imagens no Aeroporto de Denver, o muralista Leo Taguma declarou: – "Não entendo porque os teóricos das conspirações encontraram mensagens ocultas no meus murais sobre ambientalismo"!


Sabe-se que os tais Illuminati, dentro da sua política de engano, indevidamente se apoderaram de vários simbolismos maçônicos e iniciáticos! Muito pelo contrário, é nossa opinião que tudo aquilo que está colocado no Denver International Airport, se realmente tiver sido elaborado pela Maçonaria, é altamente simbólico e revelador, uma mensagem de alerta para a humanidade! Tudo, enfim, que está postado no Denver Airport seria justamente um alerta da Maçonaria contra as forças sombrias que brevemente tentarão desencadear o caos no mundo! Mas, por que Ela escolheu Denver? E por que as suas mensagens são especificamente dirigidas ao ano de 2094?

6 comentários :

O Globalista FMI - Fundo Monetário Internacional

A tríade dos controladores do sistema monetário global inclui o FMI, o Banco Mundial e o Banco de Compensações Internacionais (BIS, do acrônimo em inglês).


Conforme evidenciado pelos crescentes protestos que ocorrem nas ruas durante todo encontro do FMI, esta é uma organização que as pessoas aparentemente acham fácil odiar. Financiado pelos contribuintes de todos os países do mundo, o FMI distribui dinheiro aos bilhões para manter viva a globalização. O mundo é a colônia de ostras e os membros da elite globalista são os pescadores de pérolas.


O Fundo Monetário Internacional (FMI) é:

"Uma instituição pública, estabelecida com o dinheiro fornecido pelos contribuintes de todo o mundo. É importante observar isto porque o FMI não se reporta diretamente aos cidadãos que o financiam ou àqueles cujas vidas ele afeta. Ao contrário, ele se reporta aos Ministros da Fazenda e aos bancos centrais dos governos em todo o mundo."

Essa declaração é de um especialista, Joseph Stiglitz, que serviu durante sete anos como presidente do Conselho de Assessores Econômicos de governo Clinton e como economista-chefe do Banco Mundial. Stiglitz é um globalista da corrente dominante, mas ainda é honesto o suficiente para ter se tornado desiludido com as práticas corruptas do FMI e do Banco Mundial. 

O testemunho de primeira mão dele é muito instrutivo:"Burocratas internacionais - os símbolos sem face da ordem econômica mundial - estão sob ataque em toda a parte. Encontros antigamente rotineiros de tecnocratas obscuros, que discutem assuntos mundanos como a concessão de empréstimos e cotas comerciais, agora se tornaram a cena para furiosas batalhas de rua e enormes passeatas de protesto... Virtualmente toda importante reunião do Fundo Monetário Internacional, do Banco Mundial e da Organização Mundial do Comércio é agora cena para conflitos e protestos."

Por que o FMI é uma organização que as pessoas gostam de odiar? Este relatório tentará lançar um pouco de luz sobre o assunto.

O Início do FMI 

De acordo com sua própria literatura, o Fundo Monetário Internacional (FMI) foi "estabelecido para promover a cooperação monetária internacional, a estabilidade do câmbio e ajustes organizados para o câmbio, para patrocinar o crescimento econômico e altos níveis de emprego, para oferecer assistência financeira temporária aos países e ajudar a facilitar o ajuste da balança de pagamentos."

Dificilmente se pode dizer que essa descrição inócua descreve as funções críticas que o FMI fornece para o processo da globalização. De fato, o FMI é um dos principais agentes de transformação na economia global e na governança global.

O FMI foi na verdade criado em dezembro de 1945, quando os primeiros 29 países-membro assinaram seus Artigos do Acordo, e iniciou suas operações em 1 de março de 1947. (NT: Atualmente existem 185 países-membro.)

A autorização para o FMI veio alguns meses antes na famosa Conferência de Bretton Woods, em julho de 1944.

Bretton Woods: - A Conferência de Bretton Woods e o Acordo de Bretton Woods definiram o cenário para uma nova ordem econômica e monetária internacional para o período após a Segunda Guerra Mundial. Reunidos em Bretton Woods, estado de New Hampshire, EUA, em 1944, os delegados se comprometeram com o Acordo de Bretton Woods, instituindo o Banco Internacional para a Reconstrução de Desenvolvimento (BIRD, melhor conhecido como Banco Mundial) e o Fundo Monetário Internacional. 

Logo após o fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, os Acordos de Bretton Woods estabeleceram um sistema de procedimentos e regras, junto com as instituições para impô-lo, que propunha que os países-membro adotassem uma política monetária que era fixada em termos de ouro. Embora o sistema de Bretton Woods tenha entrado totalmente em colapso em 1971, quando o presidente Nixon suspendeu a conversibilidade do dólar em ouro, as instituições criadas em 1944 continuaram sem interrupções.

Embora qualquer país possa se tornar membro do FMI, o caminho para o ingresso é digno de observação. Quando o pedido de ingresso é apresentado à diretoria executiva do FMI, um "Compromisso de Participação" é feito à Junta de Diretores, que trata a cota do membro, os direitos de subscrição e de votação. Se aprovado pela diretoria, o país candidato precisa fazer emendas em suas próprias leis de modo a permitir que assine os Artigos do Acordo do FMI e cumpra as obrigações requeridas dos membros. Em outras palavras, o país-membro subordina certa porção de sua soberania nacional ao FMI. Isto arma o cenário para o FMI assumir um papel ativo nos assuntos do país-membro.

Soberania: O princípio que o Estado exerce poder absoluto sobre seu território, seu sistema de governo e sua população. De acordo com esse princípio, a autoridade interna do Estado se sobrepõe a de todos os outros organismos. 

O FMI é visto por alguns como uma organização global, mas é preciso observar que o governo dos EUA tem um poder de voto de 18,5% na diretoria do FMI, ou três vezes mais do que qualquer outro país-membro. Além disso, a organização está sediada em Washington DC.

Os Fundadores do FMI: Harry Dexter White e John Maynard Keynes 

Os principais arquitetos do sistema de Bretton Wood e, portanto, do FMI, foram Harry Dexter White e John Maynard Keynes.

Keynes foi um economista inglês que sempre teve um enorme impacto no pensamento econômico global, a despeito do fato que muitas de suas teorias econômicas já tenham sido totalmente desacreditadas. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele propôs a dissolução do Banco de Compensações Internacionais pelo fato de ser dominado por agentes nazistas. Entretanto, após a guerra, quando desmantelar o BIS foi realmente mandado pelo Congresso, ele argumentou contra a dissolução até a criação do FMI e do Banco Mundial. Seu último argumento era a lógica freqüente e bastante surrada: "Se o fecharmos cedo demais, o sistema financeiro internacional entrará em colapso." Os instintos globalistas de Keynes o levaram a propor a criação de uma moeda global, chamada Bancor, que seria administrada por um banco central global. Essa idéia fracassou totalmente.

Harry Dexter White também era considerado um economista brilhante e foi indicado em 1942 como assistente de Henry Morgenthau, o então Secretário do Tesouro. Ele permaneceu como o assistente de maior confiança de Morgenthau durante todo o mandato dele, e argumentava verbosamente contra o Banco de Compensações Internacionais. Como Morgenthau e a maioria dos americanos, White era fortemente antinazista. Entretanto ele NÃO era pró-EUA.

Em 16 de outubro de 1950, um memorando do FBI identificou White como um espião soviético, cujo codinome era 'Jurista'.

Seguindo o colapso da União Soviética em 1991, documentos antigamente secretos vieram ao conhecimento público e lançaram nova luz na questão. White não apenas estava entre os 50 espiões identificados, mas provavelmente era o principal espião da URSS nos EUA.

Em 1999, o Hoover Digest escreveu:

"Em seu novo livro Venona: Decoding Soviet Espionage in America, Harvey Klehr e John Haynes argumentam que dos cerca de cinqüenta americanos que espionaram para Stalin (muitos outros nunca foram identificados), Harry Dexter White foi provavelmente o agente mais importante."

"As interceptações Venona revelaram que na Conferência em San Francisco, que fundou a Organização das Nações Unidas em 1945, White se reuniu com um oficial soviético da KGB e o informou da posição de negociação do governo americano em diversas questões. (O codinome de White na KGB foi em vários momentos 'Advogado', 'Ricardo' e 'Reed') Outra mensagem da KGB observava que White estava pensando em renunciar ao seu alto cargo no Tesouro e ingressar no setor privado porque precisava de uma renda maior para conseguir pagar as despesas com a instrução de sua filha na universidade. White era considerado tão importante para o Kremlin que seus controladores propuseram pagar as despesas com instrução para que White pudesse continuar no Tesouro."

Tivesse White vivido além de 1946, ele provavelmente teria sido processado por alta traição contra os EUA, a pena para a qual é a execução.

Tais eram a fibra moral e as credenciais intelectuais dos criadores do FMI: Um deles era um economista e ideólogo inglês com uma inclinação marcadamente globalista, e o outro era um funcionário de alto escalão do governo americano e que era também um espião soviético.

Tentar descobrir onde esses dois homens realmente estavam aos olhos da elite global tem mais reviravoltas do que um livro de mistérios do Sherlock Holmes. Isto pode ser mais facilmente percebido pelo resultado final - a bem-sucedida criação do FMI e do Banco Mundial, ambos os quais foram calorosamente endossados por tipos como J. P. Morgan e o Chase Bank, entre outros banqueiros internacionais.

Particionando: O FMI Versus o Banco Mundial e o BIS

Existe uma tríade de potências monetárias que dominam as operações financeiras globais: O FMI, o Banco Mundial e o Banco de Compensações Internacionais. Embora eles trabalhem juntos de forma muito íntima, é necessário ver qual é o papel de cada um no processo da globalização.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial interagem somente com os governos, enquanto que o BIS interage somente com outros bancos centrais. O FMI empresta dinheiro para os governos nacionais e freqüentemente esses países estão enfrentando alguma crise fiscal ou monetária. Além disso, o FMI arrecada dinheiro recebendo contribuições das cotas dos seus 185 países-membro. Embora os países-membro possam pedir dinheiro emprestado para fazerem suas contribuições de cotas, ela é, na verdade, dinheiro dos impostos pagos pelos contribuintes.

O Banco Mundial também empresta dinheiro para os governos e tem 185 países-membro. Dentro do Banco Mundial existem duas entidades separadas - o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e a Associação Internacional para o Desenvolvimento (IDA, do acrônimo em inglês). O BIRD enfoca os países de renda média e países merecedores de receber créditos, enquanto a IDA enfoca os países mais pobres do mundo. O Banco Mundial é auto-suficiente para as operações internas, emprestando dinheiro por empréstimo direto dos bancos e pelas emissões de títulos flutuantes, e então emprestando esse dinheiro por meio do BIRD e da IDA para os países em dificuldades.

O BIS, como o banco central para os outros bancos centrais, facilita o movimento do dinheiro. Ele é bem conhecido por fazer "empréstimos-ponte" para os bancos centrais dos países em que o dinheiro do FMI ou do Banco Mundial foi prometido, mas ainda não liberado. Esses empréstimos-ponte então são devolvidos pelos respectivos governos quando ocorre a liberação dos fundos que foram prometidos pelo FMI ou pelo Banco Mundial.

O FMI ficou conhecido como "emprestador do último recurso". Quando um país começa a fraquejar por causa de problemas com os déficits comerciais ou com o peso excessivo da dívida, o FMI pode interferir e oferecer socorro financeiro. Se o país fosse um paciente em um hospital, o tratamento incluiria uma transfusão de sangue e outras medidas para manter o paciente vivo - a plena recuperação não está realmente em vista, nem é algo que já tenha acontecido.

É preciso lembrar que as operações de resgate não seriam necessárias se os bancos centrais, os bancos internacionais, o FMI e o Banco Mundial não emprestassem dinheiro e levassem esses países a contrair dívidas que eles não poderiam pagar.

O Propósito e Estrutura do FMI

De acordo com o panfleto do FMI, "Uma Instituição Global: Uma Visão Rápida Sobre o Papel do FMI":

"O FMI é a instituição central para o sistema financeiro internacional - o sistema de pagamentos internacionais e taxas de câmbio entre as moedas nacionais que permite que negócios ocorram entre os países."

"Ele tem o objetivo de evitar crises no sistema encorajando os países a adotarem políticas econômicas sólidas; ele também - como seu nome sugere - é um fundo que pode ser utilizado pelos membros que precisarem de recursos financeiros temporários para lidar com os problemas na balança de pagamentos."

O FMI trabalha para a prosperidade global promovendo
Expansão equilibrada do comércio mundial; 
Estabilidade das taxas de câmbio; 
Evitando a desvalorização competitiva das moedas e 
Fazendo a correção ordeira dos problemas na balança de pagamentos. 

"Os propósitos estatutários do FMI incluem promover a expansão equilibrada do comércio mundial, a estabilidade das taxas de câmbio, evitar a desvalorização competitiva das moedas e fazer a correção ordeira dos problemas na balança de pagamentos de um país." [Nota: A ênfase é deles]

Embora o FMI tenha mudado significativamente ao longo dos anos, sua literatura atual deixa bem claro que os propósitos estatutários hoje são os mesmos que na época em que eles foram formulados, em 1944:

Promover a cooperação monetária internacional por meio de uma instituição permanente que forneça a estrutura para consultas e colaboração a respeito dos problemas monetários internacionais. 

Facilitar a expansão e o crescimento equilibrado do comércio internacional e, assim, contribuir para a promoção e manutenção de altos níveis de emprego e da renda real, e também para o desenvolvimento dos recursos produtivos de todos os membros como objetivos principais da política econômica. 

Promover a estabilidade do câmbio, manter os ajustes de câmbio de forma ordeira entre os membros e evitar a desvalorização competitiva da taxa de câmbio. 

Ajudar no estabelecimento de um sistema multilateral de pagamentos referente às transações correntes entre os membros e a eliminação das restrições que dificultam o crescimento do comércio internacional. 

Dar confiança aos membros, tornando os recursos gerais do Fundo temporariamente disponíveis para eles dentro de salvaguardas adequadas, proporcionando-lhes a oportunidade de corrigirem os desajustes em sua balança de pagamentos sem que precisem recorrer à medidas destrutivas para a prosperidade nacional ou internacional. 

De acordo com o acima descrito, encurtar a duração e diminuir o grau de desequilíbrio nas balanças de pagamentos internacionais dos membros.

Por mais elevado e nobre que isso possa parecer, pode-se interpretar os significados conferindo suas ações. Por exemplo, "consultoria e colaboração" freqüentemente significa "imporemos nossas políticas ao seu país" e "salvaguardas adequadas" significam "exigiremos garantias e concessões para emprestarmos nosso dinheiro".

O FMI tem sido comparado a uma cooperativa de crédito internacional, em que os países-membro que contribuem para a formação das reservas têm a oportunidade de tomar empréstimos quando surgir a necessidade. O FMI também é capaz de arrecadar fundos tomando empréstimos dos países-membro ou dos mercados privados. No entanto, até aqui o FMI afirma não ter arrecadado fundos junto aos mercados privados.

Este relatório examinará quatro aspectos das operações do FMI: Moeda e funções monetárias, riscos morais, operações de socorro financeiro durante as crises monetárias e condicionalidades.

Moeda, Função Monetária e Ouro

Dois anos antes do colapso do sistema de Bretton Woods, o FMI criou um mecanismo de reserva chamado Direito Especial de Saque (Special Drawing Right, ou SDR).

"O Direito Especial de Saque não é uma moeda, nem é um item do passivo do FMI, mas ao contrário, é basicamente uma requisição potencial em moedas livremente utilizáveis. Moedas livremente utilizáveis, conforme determinado pelo FMI, são o dólar americano, o euro, o iene japonês e a libra esterlina."

Como o valor das moedas componentes muda com relação umas às outras, o valor do Direito Especial de Saque muda com relação a cada componente. Em 29 de dezembro de 2005, um SDR estava avaliado em US$ 1,4291 e sua taxa de juros estava fixada em 3.03%.

Não deve haver engano na mente do leitor que o FMI corretamente vê a si mesmo como o "controlador da moeda" para todos os países que pegaram carona no Expresso Globalização. De acordo com uma publicação oficial:

"Portanto, o FMI está preocupado não somente com os problemas dos países individuais mas também com a operação do sistema monetário internacional como um todo. Suas atividades estão direcionadas a promover as políticas e estratégias por meio das quais seus membros podem trabalhar juntos para garantir um sistema financeiro estável e o crescimento econômico sustentável. O FMI oferece um foro para a cooperação financeira internacional e, portanto, para uma evolução ordeira do sistema e submete uma ampla área das questões monetárias internacionais aos convênios da lei, da persuasão moral e do entendimento.

O FMI trabalha bem de perto com o Banco de Compensações Internacionais na promoção da harmonia nos mercados monetários, nas taxas de câmbio, nas políticas monetárias, etc. O BIS, como o banco central dos bancos centrais, mais provavelmente diz ao FMI o que fazer e não o contrário. Essa noção é confirmada pelo fato que em 10 de março de 2003, o BIS adotou o SDR como seu ativo de reserva oficial, abandonando totalmente o franco suíço em ouro de 1930.

Essa ação removeu todas as restrições para a criação de papel-moeda no mundo. Em outras palavras, o ouro não lastreia mais nenhuma moeda nacional, deixando os bancos centrais com o campo totalmente aberto para criar dinheiro conforme eles somente acharem apropriado. Lembre-se que quase todos os bancos centrais no mundo são entidades privadas ou mistas, com uma franquia exclusiva para obter empréstimos para seus respectivos países.

Isto não quer dizer que o ouro não tenha função atual ou futura no dinheiro internacional. Dentro do sistema de Bretton Woods, o ouro era o ativo de reserva central e os subscritores originais contribuíram com grandes quantidades de barras de ouro. O ouro foi abandonado totalmente em 1971, mas o FMI continua a possuir e manter ouro até o presente: 103,4 milhões de onças (3.217 toneladas) com um valor atual de mercado de aproximadamente 45 bilhões de dólares. Não é uma quantia pequena de ouro!

O Tesouro dos EUA afirma ter 261.5 milhões de onças de ouro, mas nunca houve uma auditoria oficial e física em Fort Knox e em outros depósitos para confirmar essa afirmação. Somente para comparação, a Grã-Bretanha afirma ter 228 milhões de onças em ouro.

O BIS, o FMI e os principais bancos centrais (notavelmente o Federal Reserve Bank de Nova York, e o Banco da Inglaterra) têm coletiva e metodicamente vendido porções de suas reservas em ouro ao mesmo tempo em que afirmam que "o ouro está morto". Essa manipulação provocou a redução do preço do ouro desde o início dos anos 1970. O livro de Anthony Sutton de 1979, The War on Gold (A Guerra Contra o Ouro), trata desse assunto. Mais recentemente, o grupo Gold Anti-Trust Action Committee (GATA) foi fundado em 1999 essencialmente com o mesmo argumento: o ouro tem sido manipulado de forma desleal.

É suficiente dizer que se tantas organizações conspiram para manter "o ouro como dinheiro" longe da mente do público, então o ouro não está morto, mas foi apenas temporariamente colocado de lado. Quando as moedas fajutas criadas a partir do nada tiverem sido totalmente drenadas e exauridas pelo cartel global, o ouro provavelmente será trazido de volta pelas mesmas pessoas que nos disseram que ele estava morto.

Risco Moral

Este é um termo técnico jurídico com um significado bem preciso, mas pode ser compreendido com facilidade. Risco moral é o termo dado ao risco aumentado de um comportamento imoral que resulta em um resultado negativo (o "risco"), porque as pessoas que aumentaram o risco potencial em primeiro lugar não sofrem conseqüência alguma, ou se beneficiam dele.

Embora o FMI esteja repleto de exemplos específicos de risco moral, sua própria existência é um risco moral.

O eminente economista Hans F. Sennholz (do Grove City College) resume as operações do FMI da seguinte forma:

"O FMI na verdade incentiva os banqueiros e investidores a tomarem riscos imprudentes fornecendo fundos criados com o dinheiro do contribuinte para socorrê-los. Ele incentiva os governos corruptos a adotarem políticas de expansão e retração econômica, vindo em resgate sempre que eles ficam sem reservas em dólar."

A movimentação do dinheiro ocorre da seguinte forma: O Banco Mundial e o BIS desenvolvem os mercados para crédito incentivando os governos a contraírem empréstimos. Eles (e os bancos privados juntamente) são incentivados a tomarem empréstimos arriscados por que sabem que o FMI está pronto para resgatar os países que não estiverem honrando os empréstimos - o risco moral. À medida que os juros devidos se acumulam e finalmente ameaçam toda a estabilidade financeira do país afetado, o FMI intervém com uma operação de "socorro". Os empréstimos atrasados são substituídos ou reestruturados com empréstimos do FMI (fornecidos com o dinheiro dos impostos pagos pelos contribuintes). Dinheiro adicional é emprestado para pagar os juros e permitir uma maior expansão da economia. No fim, o país desesperado está ainda mais endividado e agora está sobrecarregado com todos os tipos de restrições e condições adicionais. Além disso, debaixo do falso escudo da "redução da pobreza", os cidadãos invariavelmente acabam ficando em uma posição pior do que estavam no início.

Condicionalidades

Este também é um termo técnico que tem um significado específico: Uma condicionalidade é uma condição vinculada a um empréstimo ou a um alívio da dívida concedido pelo FMI ou pelo Banco Mundial. Tipicamente, as condicionalidades não têm uma natureza financeira, como por exemplo, requerer que um país privatize ou deixe de controlar serviços públicos fundamentais.

Condicionalidades - Os países precisam adotar políticas econômicas especificadas como condição para receberem um empréstimo das instituições financeiras multilaterais como o FMI e o Banco Mundial. Exemplos de condicionalidades são os Programas de Ajuste Estrutural, que incluem medidas rígidas de austeridade que em muitos casos têm efeitos devastadores na economia do país que já luta com dificuldades. 

As condicionalidades são mais significativas dentro dos assim chamados Programas de Ajuste Estrutural, criados pelo FMI. Os países são obrigados a implementar, ou prometer implementar, as condicionalidades vinculadas para que o empréstimo seja aprovado.

Programa de Ajuste Estrutural - Um processo imposto sobre os países pobres em que eles precisam privatizar o setor de serviços, exportar mais e reduzir o papel do governo na economia de modo a obter os empréstimos do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. Os programas de ajuste estrutural produzem devastação para os cidadãos vulneráveis dos países pobres, uma vez que eles perdem mais de suas poucas proteções e serviços. 

Os efeitos das condicionalidades são notáveis. O centro de estudos e debates globalista Foreign Policy in Focus publicou o relatório "Socorro Financeiro do FMI e Fluxos Financeiros Globais", do Dr. David Felix, em 1998. A introdução apresenta os seguintes pontos-chave:

O FMI foi transformado em um instrumento para espreitar e abrir os mercados do Terceiro Mundo para o capital estrangeiro e para coletar as dívidas externas. 

Essa transformação viola o espírito e a substância da Carta do FMI e aumenta os custos para os países que solicitam ajuda financeira do FMI. 

A crise operacional do FMI deriva da crescente resistência dos devedores às suas exigências de política, aumentando os custos fiscais e acumulando evidências do fracasso das políticas do FMI.

O público geral não tem visto essas "críticas internas" do FMI. Se alguém de fora fizesse as mesmas críticas, seria colocado em ostracismo e considerado parte de um grupelho radical.

Portanto, as condicionalidades são um instrumento para forçar a abertura dos mercados nos países do Terceiro Mundo e coletar as dívidas atrasadas das organizações públicas e privadas. O resultado acumulado das condicionalidades é o aumento da resistência a essas exigências, chegando perto do ódio em muitos países. Os países que menos podem pagar são forçados a arcar com custos crescentes, dívida adicional e redução de sua soberania nacional.

Talvez o relatório de mais alta credibilidade sobre essa questão tenha sido produzido em 2002 por Axel Dreher, do Instituto de Economia Internacional de Hamburgo, intitulado "Desenvolvimento e Implementação das Condicionalidades do FMI e do Banco Mundial".

Dreher observa que não houve consideração de condicionalidades na fundação do FMI, mas ao contrário, elas foram acrescentadas gradualmente em número cada vez maior ao longo dos anos e principalmente por interesse dos bancos americanos. As condicionalidades são arbitrárias, não-regulamentadas e impostas em graus variados em diferentes países de acordo com a vontade dos negociadores. Os países recipientes têm pouco ou nenhum poder de barganha.

O August Review já observou diversas vezes que 1973, com a criação da Comissão Trilateral, foi um ano pivô na correria para a globalização. Não é surpresa então, que as condicionalidades tenham se tornado uma prática comercial padrão em 1974 com a introdução da Facilidade Estendida do Fundo (EFF). A EFF criou linhas de crédito que poderiam ser usadas conforme necessário por um país que estivesse enfrentando problemas, criando assim mais riscos morais.

Comissão Trilateral: - Uma organização privada fundada em 1973 por David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski. Existem cerca de 300 membros, que são vitalícios e provenientes da Europa, Japão e América do Norte. Esses membros elitistas consistem de diretores de grandes empresas, acadêmicos e políticos de alto escalão. 

Dreher também salienta a rígida coordenação com o Banco Mundial:

"As reformas sob os programas do FMI são criadas principalmente pelos economistas do Banco Mundial. As condicionalidades do Fundo freqüentemente reforçavam as medidas contidas nas operações de reforma de empresas públicas suportadas pelo banco. A seleção de empresas públicas a serem reformadas bem como as modalidades e os cronogramas também eram desenvolvidos pelo Banco Mundial."

Portanto, vemos que o FMI não atua sozinho na aplicação das condicionalidades e que, em alguns casos, essa aplicação é claramente orientada pelo Banco Mundial.

A meticulosa pesquisa de Dreher revelou outra estatística interessante: A condição mais freqüente incluída é a privatização dos bancos - incluída em 35% dos programas analisados! Os banqueiros internacionais sempre tiveram desdém pelos bancos administrados pelos governos, em vez de pela iniciativa privada, ou empresas de capital aberto. Assim, eles usam o FMI e o Banco Mundial para forçar a privatização do que resta nas mãos dos governos no Terceiro Mundo.

Se tudo isso não fosse preocupante o suficiente, Dreher diz que existem conexões diretas entre as condicionalidades e vários bancos privados que trabalham em sintonia com o FMI e o Banco Mundial.

"Como os credores privados estavam dispostos a emprestar ainda mais somente se os programas do FMI estivessem sendo implementados, a alavancagem do Fundo foi aumentada... como para a solução das crises algumas vezes mais dinheiro é necessário do que pode ser fornecido pelas instituições financeiras internacionais, o FMI e o Banco Mundial dependem desses credores privados que devem, portanto, ter o poder de pressionar por condições que atendam aos seus interesses."

Com o FMI, o Banco Mundial e outros bancos internacionais forçando os governos a administrarem seus países de modos que não são de sua escolha, e com os EUA vistos como o controlador principal dessas organizações, não é de se admirar que o Terceiro Mundo tenha desenvolvido um ódio tão intenso pelos EUA e pela globalização em seu próprio interesse que eles exportam sempre que possível. O processo de globalização é muito freqüentemente antidemocrático e totalmente ineficaz para cumprir seu elevado objetivo declarado de redução da pobreza.

Deve estar evidente agora que o "abridor de latas" para a globalização ocorrer é o poder do dinheiro. O dinheiro emprestado escraviza o devedor e coloca-o na dependência daquele que empresta. Quando o presidente Bill Clinton finalmente reconheceu o erro de suas atitudes durante o caso com a estagiária Monica Lewinski, ele declarou que foi pela pior das razões: "Por que eu podia". Por que essas organizações financeiras se aproveitam daqueles a quem eles sistematicamente colocam em risco? Porque elas podem.

O Socorro do FMI ao Brasil

Em 1998, a crise com a moeda brasileira foi causada pela incapacidade do país de pagar os juros acumulados excessivos sobre os empréstimos feitos por um período prolongado de tempo. Esses empréstimos foram feitos por bancos como Citigroup, J. P. Morgan, Chase e FleetBoston e eles poderiam sofrer a perda de uma imensa quantidade de dinheiro.

O FMI, o Banco Mundial e os EUA socorreram o Brasil com um pacote de 41,5 bilhões de dólares, o que salvou o Brasil, sua moeda e, incidentalmente, alguns bancos privados.

O congressista Bernard Sanders (I-VT), membro do Subcomitê de Política Monetária e Comércio Internacionais, alertou sobre essa operação de lavagem de dinheiro.

Vale a pena ler toda a declaração de Sanders para a imprensa:

Socorro do FMI ao Brasil é Mamata Para os Bancos, Mas Desastre Para os Contribuintes Americanos

Burlington, Vermont - 15 de agosto - O congressista Bernard Sanders (I-VT), um membro influente do Subcomitê de Comércio e Política Monetária Internacionais, propôs hoje uma investigação imediata do Congresso sobre o recente socorro de 30 bilhões de dólares do Fundo Monetário Internacional (FMI) ao Brasil.

Sanders, que se opôs vigorosamente ao socorro financeiro e o considera uma forma de fornecer facilidades às empresas, quer que o Congresso descubra por que os contribuintes norte-americanos estão sendo solicitados a fornecer bilhões de dólares ao Brasil e quanto desse dinheiro será canalizado para os bancos americanos, como o Citigroup, FleetBoston e J. P. Morgan Chase. Esses bancos têm aproximadamente 25.6 bilhões em grandes empréstimos a tomadores brasileiros. Os contribuintes americanos financiam o FMI por meio de uma linha de crédito de 37 bilhões de dólares.

Sanders disse: "Em uma época quando temos um déficit nacional de 6 trilhões, um déficit federal crescente e um número cada vez maior de necessidades sociais não atendidas para nossos ex-combatentes, idosos e crianças, é inaceitável que bilhões de dólares de dinheiro do contribuinte sejam gastos para o FMI socorrer o Brasil."

"Esse dinheiro não irá ajudar de forma significativa os pobres naquele país. Os verdadeiros beneficiários nesta situação são os grandes e lucrativos bancos americanos, como o Citigroup, que ganharam bilhões de dólares em investimentos arriscados no Brasil e agora querem ter certeza que seus investimentos serão recuperados. Esse socorro representa uma flagrante forma de criação de facilidades para as empresas que precisa terminar. Interessantemente, esses bancos fizeram contribuições substanciais para a campanha de ambos os partidos políticos, o congressista acrescentou.

Sanders observou que as políticas neoliberais do FMI desenvolvidas nos anos 1980, empurrando os países em direção ao livre comércio sem restrições, à privatização e ao corte abrupto das redes de segurança social foi um desastre para a América Latina e contribuiu para o crescimento da pobreza em todo o mundo. Ao mesmo tempo em que certos países da América Latina, como o Brasil e a Argentina seguiram essas políticas neoliberais impostas pelo FMI, de 1980 a 2000, a renda per capita na América Latina cresceu a somente um décimo da taxa das duas décadas anteriores.


Sanders continuou: "As políticas do FMI nos últimos vinte anos defendendo o livre comércio sem restrições, a privatização, desregulamentação e o corte súbito dos investimentos dos governos em saúde, educação e previdência social foram um fracasso total para as famílias de baixa renda e da classe média no mundo em desenvolvimento e nos Estados Unidos.Claramente, essas políticas somente ajudaram as grandes empresas em sua busca constante por mão de obra mais barata e regulamentações ambientais mais frouxas. O Congresso precisa trabalhar em uma nova política que proteja os trabalhadores, aumente os padrões de vida e melhore o meio ambiente." [Ênfase acrescentada]

O Socorro Financeiro do FMI à Ásia

A crise das moedas asiáticas estourou em 1998, mas o FMI estava a postos para um gigantesco socorro. Vozes críticas do FMI naquele tempo incluíram George P. Schultz (membro da Comissão Trilateral), William E. Simon (Secretário do Tesouro nas administrações Nixon e Ford) e Walter B. Wriston (ex-presidente do Citigroup/Citibank e membro do CFR, o Conselho das Relações Internacionais). Eles escreveram conjuntamente "Abolir o FMI?" para a Instituição Hoover, onde Shultz também era um membro de destaque. O artigo diz:

"O socorro de 118 bilhões à Ásia, que poderá chegar a 160 bilhões, é de longe o maior já feito pelo FMI. Um segundo distante foi o socorro ao México, em 1995, que envolveu cerca de 30 bilhões em empréstimos, a maior parte do FMI e do Tesouro dos EUA. Os defensores do FMI freqüentemente citam o socorro ao México como um sucesso porque o governo mexicano pagou os empréstimos dentro dos prazos previstos. Mas o povo mexicano sofreu um grande declínio em seu padrão de vida como resultado daquela crise. Como é típico quando o FMI intervém, os governos e os emprestadores foram socorridos, mas não a população." [18; ênfase adicionada]

O ataque virulento continua por todo o artigo e conclui assim:

"O FMI é ineficaz, desnecessário e obsoleto. Não precisamos de outro FMI, como George Soros recomenda. Uma vez que a crise asiática terminar, devemos abolir aquele que temos."

É interessante que esses membros centrais da elite global estejam apedrejando sua própria instituição. O que é causa indignação é vê-los se esquivarem totalmente de sua própria culpa pessoal por terem usado o FMI para dirigir a globalização com todos os seus malfadados efeitos colaterais. O fato que eles descrevem sucintamente o dano feito pelo FMI dispensa claramente sua típica afirmação de "ignorância". Estariam eles armando o cenário para o futuro desmantelamento do FMI para que ele seja substituído por outra autoridade monetária ainda mais poderosa? Somente o tempo dirá.

Argentina: Estudo de um Caso de Privatização

Em 2001, o FMI entregou um pacote de ajuda financeira à Argentina, no valor de 8 bilhões de dólares. Os maiores beneficiários foram os grandes bancos europeus, que detinham cerca de 75% da dívida externa do país. O rio do dinheiro fluiu da seguinte forma: O FMI entregou 8 bilhões de dólares (aproximadamente 1,6 bilhão era dinheiro suado dos impostos pagos pelos contribuintes americanos) para a Argentina; a Argentina comprou títulos do Tesouro dos EUA (o governo americano recebeu os dólares de volta após estes serem 'monetizados'); a Argentina entregou os títulos do Tesouro dos EUA aos bancos credores, que gentilmente concordaram em aposentar os inúteis títulos argentinos.

Menos de uma década antes, o FMI e o Banco Mundial apoiaram a Argentina no maior projeto de privatização das águas no mundo. Em 1993, Águas Argentinas foi formada entre a Secretaria de Recursos Hídricos da Argentina e um consórcio que incluía o grupo Suez, da França (a maior empresa de águas no mundo) e Águas de Barcelona, da Espanha. A nova empresa cobria uma região povoada por mais de dez milhões de pessoas.

Agora, após dez anos de tarifas mais altas para a água, menor qualidade na água e no tratamento do esgoto, e melhorias na infra-estrutura negligenciadas, o consórcio está rescindindo seu contrato de trinta anos e saindo fora. A amargura entre Águas e os oficiais do governo se aprofunda por causa das promessas quebradas e das reações políticas.

A seqüela de Águas Argentinas é registrada na edição on-line de 21 de novembro de 2005 do jornal britânico The Guardian:

Mais de um milhão de residentes na província rural argentina de Santa Fé estão enfrentando uma ansiosa espera para saber se haverá água em suas torneiras e na descarga da privada nas próximas semanas.

Desde 1995, a província tem seu fornecimento de água potável e os serviços de saneamento realizados por um consórcio liderado pela multinacional francesa Suez; agora, o gigante grupo do setor de serviços quer sair e planeja fazer isso no prazo de um mês.

A decisão, que segue o colapso ruidoso de outros esquemas de privatização das águas em países incluindo Tanzânia, Porto Rico, Filipinas e Bolívia, levanta novamente questões sobre a viabilidade de privatizar serviços públicos nos países em desenvolvimento.

O grupo Suez também está se preparando para abandonar antecipadamente sua antigamente lucrativa concessão na capital argentina, Buenos Aires. O contrato, firmado em 1993, marcou o maior projeto de privatização de águas no mundo.

Em ambos os casos, a empresa francesa está rescindindo seu contrato de trinta anos com apenas um terço do período cumprido. O grupo Suez não consegue fazer a concessão gerar lucros - pelo menos não dentro dos termos do acordo atual.

O gigante grupo francês conseguiu ambos os acordos de serviços em meados dos anos 1990, quando a Argentina fez uma gigantesca reforma em seu setor de serviços públicos, em grande parte por ordem do Banco Mundial e de outras agências de empréstimo.

A companhia Águas Argentinas explorou o mercado enquanto pôde e depois simplesmente deu o fora. E por que não? Os lucros cessaram e aquele não é o país deles!

As estatísticas globais mostram que cerca de 460 milhões de pessoas em todo o mundo agora dependem da empresas privadas para o fornecimento de água potável, como a Águas Argentinas, em comparação com apenas 51 milhões em 1990. O FMI (e o Banco Mundial) alavancaram os 400 milhões de clientes adicionais para os contratos de privatização com as megaempresas de abastecimento de água da Europa e dos EUA. Agora que toda a gordura já foi retirada do leite, essas mesmas empresas estão dando desculpas e saindo da festa - deixando os clientes furiosos e os governos trôpegos, incapazes e ainda sobrecarregados com os bilhões de dólares da dívida incorrida (por insistência delas) para iniciar a privatização.


Nota: Em fevereiro de 2003, a CBC News, no Canadá, produziu uma ampla reportagem intitulada "Lucro com a Água: Como as Multinacionais Estão Tomando o Controle de um Recurso Público", que foi apresentada em partes, durante um período de cinco dias.

Conclusão

Este relatório não pretende ser uma análise exaustiva do FMI. Existem muitas facetas, exemplos e estudos de casos que poderiam ser explorados. Na verdade, muitos livros com análises críticas já foram escritos sobre o FMI. O objetivo deste relatório foi mostrar de forma geral como o FMI se encaixa na globalização como um membro crítico na tríade de potências monetárias globais: O FMI, o BIS e o Banco Mundial.

Apesar das propostas para a dissolução do FMI, algumas vindas até mesmo de dentro do próprio sistema globalista, ele continua a operar sem impedimentos e virtualmente sem prestar contas a ninguém. Isso lembra a continuação da operação do BIS mesmo após sua dissolução ser determinada oficialmente após a Segunda Guerra Mundial.

Para os propósitos deste relatório, é suficiente concluir que:

  • Dos dois fundadores do FMI, um era um americano traidor de seu próprio país e o outro era um cidadão britânico totalmente dedicado ao globalismo.
  • O FMI, em coordenação com o BIS, controla rigidamente as moedas e as taxas de câmbio na economia global. 
  • O FMI é um canal para o dinheiro do contribuinte ser usado para socorrer os bancos privados que fazem empréstimos questionáveis a países já sobrecarregados com muita dívida.
  • O FMI usa condicionalidades como uma alavanca para forçar a privatização das indústrias básicas, como bancos estatais e serviços de água e saneamento básico.
  • As condicionalidades são freqüentemente estruturadas com a ajuda dos bancos privados que emprestam junto com o FMI.
  • As políticas de privatização atingem exatamente o efeito oposto do que é prometido.
  • A elite globalista não ignora e nem se arrepende dos problemas e aflições que o FMI tem causado a tantos países do Terceiro Mundo.
  • Quando o clamor público torna-se alto demais, a elite globalista simplesmente junta-se aos críticos (desse movo esquivando-se de toda a culpa) ao mesmo tempo em que caladamente cria novas iniciativas que permitam à elite dar continuidade aos negócios - isto é, aos seus negócios!
"O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta." [Provérbios 22:7]

Fontes:

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segunda-feira, agosto 29, 2011

A Aceitação da Pedofilia está Sendo Incutida na Mente das Pessoas Incautas

Notícia: Modelo de 10 anos que posou para a revista Vogue provoca polêmica


A francesa Thylane Lena-Rose Blondeau faz o que muitas crianças de 10 anos fazem: pinta os lábios, usa salto alto e faz pose para fotos. A única (e grande) diferença, é que Blondeau faz isso profissionalmente, motivo suficiente para provocar a maior polêmica entre ativistas. Eles afirmam que a modelo é jovem demais para ser exibida dessa forma e que o apelo sensual é algo absurdo.

Para quem não sabe, Blondeau já apareceu em inúmeras campanhas e sua imagem é explorada por toda a internet. A pequena modelo até apareceu na capa da Vogue Enfants.

"Temos sérias preocupações sobre as agências de modelos que representam Blondeau, que claramente não sabem se representam uma criança ou um adulto", declarou uma porta-voz da União das Mães ao Daily Mail.



A discussão vai além de achar certo ou errado. Alguns especialistas advertem sobre os danos psicológicos causados às crianças que são tratadas desta forma.

"Estas fotos expõem uma criança a um mundo que ela ainda não está equipada para lidar. Se as crianças estão se desenvolvendo de maneira feliz, fundamentada e equilibrada psicologicamente, a infância precisa ser gasta de forma adequada para as exigências do mundo adulto", disse a Dra. Emma Gray, psicóloga.


Apesar de toda preocupação, a pequena modelo acumula admiradores por todo o mundo. Na sua página no Facebook, ela totaliza mais de 700 fãs – pessoas que postam comentários celebrando sua aparência e incentivando-a.


Nota: Caro internauta, o que vemos neste fato é a concretização de mais um sonho  da NOM. Porque? Talvez você não conheça o modo de imposição de regras comportamentais deles, portanto vou expor abaixo:

 O Plano das Seis Etapas Para a Mudança do Comportamento

Etapa 1. Alguma prática tão ofensiva que nem deveria ser discutida em público é defendida por um especialista respeitável em um foro respeitável.
Etapa 2. A princípio, o público fica chocado, depois indignado. 
Etapa 3. O simples fato de tal coisa ter sido debatida em público tornar-se o assunto do debate.
Etapa 4. No processo, a repetição prolongada do assunto chocante em discussão gradualmente anula seu efeito.
Etapa 5. As pessoas não estão mais chocadas pelo assunto.
Etapa 6. Não mais indignadas, as pessoas começam a argumentar e pedir posições de moderação dos extremos; ou, aceitam a premissa, propondo os modos de alcançá-la.

Vamos usar um caso passado como exemplo. No debate sobre o aborto antes do caso Roe x Wade, os defensores do aborto queriam que ele fosse irrestrito para todos, em qualquer estágio da gravidez e por qualquer razão. Os defensores do status quo queriam que o aborto continuasse criminalizado para todos, em qualquer estágio da gravidez, por qualquer razão.

Após anos de debate, alguém brilhantemente propôs uma contemporização "razoável"; foi proposto que o aborto fosse permitido sob condições muito rígidas e limitadas, isto é, seria legal apenas para proteger a vida da mãe, ou em casos de incesto ou de estupro. Os defensores do status quo ingenuamente acreditaram que tinham obtido uma vitória moral, pois acreditavam que a contemporização tinha evitado um uso muito mais amplo do aborto.

Entretanto, os defensores do aborto radical estavam jubilosos, porque sabiam que tinham acabado de forçar a porta apenas um pouquinho; sabiam que o tempo estava do seu lado agora, e seria apenas uma questão de tempo para poderem escancarar a porta, permitindo o aborto irrestrito sempre que desejado pela mulher.

Logo após a maioria dos estados terem adotado essa "contemporização rígida" sobre o aborto, a Suprema Corte dos EUA escancarou a porta com sua infame decisão no caso Roe x Wade. Desde então, os defensores do aborto têm mantido a pressão ao ponto em que alguns bebês nascidos vivos são mortos por um "médico" que perfura a parte de trás da cabeça do bebê com uma tesoura para poder vender o tecido do cérebro no mercado aberto! Esse procedimento é chamado de "Aborto no Nascimento Parcial" e é juridicamente legal no país.

Neste caso, a contemporização virá e um grande número de pessoas a aceitará ano após ano.

As Etapas 1 e 2 estão ocorrendo atualmente com essa questão da sexualização das pré-adolescentes.

A sensualidade, da vaidade, luxúria e da lascívia, comum aos adultos, aos poucos está sendo induzidas para as crianças, que começam a imitar não somente a aparência dos ícones do mundo fashion, com suas maquiagens horríveis, suas roupas provocantes, suas imagens de objeto do desejo e do consumo, mas também as atitudes: sem limites de exposição das vergonhas, iniciação às drogas e ao sexo, a busca da fama e do prazer a qualquer custo. Não é de se estranhar que cada vez mais surgem os pedófilos. A mídia e a moda estão dando sua colaboração. Mais uma prova de que a agenda da Nova Era está a sendo cumprida à risca.

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domingo, agosto 28, 2011

O Aquecimento Global é uma Mentira

A chave para compreendermos a profundidade da mentira do Aquecimento Global, que tem sido empurrada pela nossa goela abaixo nos últimos trinta anos é simples; tudo que temos de fazer é verificar o que disse o autor de Nova Era William Cooper em seu livro Behold a Pale Horse. A seguinte declaração sucinta nos diz tudo o que precisamos saber sobre a magnitude dessa mentira global.

"As sociedades secretas estavam planejando, já em 1917, inventar uma ameaça artificial..., de modo a colocar a humanidade sob um governo global que eles chamam de Nova Ordem Mundial." [William Cooper, Behold a Pale Horse].

Separe um tempo para ler [neste link] sobre a verdadeira natureza de todos os desastres globais que estão sendo forçados sobre nós atualmente. Cinco Grandes Crises Fabricadas Estão Sendo Constantemente Apresentadas Como Justificativas Para a Formação do Vindouro Governo Global.

Quais são os cinco grandes desastres globais criados pelos Illuminati a fim de levar o mundo para dentro da Nova Ordem Mundial?
1. Aquecimento Global;
2. Terrorismo Global;
3. Guerra Global (Terceira Guerra Mundial);
4. Desastre Econômico Global — acontecerá assim que a Terceira Guerra Mundial começar;
5. Pandemia Global.
Agora que vemos o papel que cada uma dessas crises globais exerce para direcionar os povos do mundo à Nova Ordem Mundial, vamos examinar a seguinte notícia atual, que prova poderosamente que a retórica pública dos últimos trinta anos é uma grande mentira!

Resumo da Notícia: "Virada de 180 graus no Climategate, depois que cientista no centro da batalha admite: Não existe aquecimento global desde 1995", Jonathan Petre, Daily Mail Online, 14/2/2010.

"O acadêmico no centro do caso Climategate, cujos dados primários são cruciais para a teoria da mudança climática, admitiu que tem problemas para 'organizar' as informações... Os dados são cruciais para o famoso 'gráfico do bastão de hóquei de Mann' usado pelos defensores da mudança climática para apoiar a teoria. O professor Jones também admitiu a possibilidade que o mundo estava mais quente na Idade Média do que agora — sugerindo que o aquecimento global pode não ser um fenômeno causado pelo homem."

Depois de admitir que o mundo estava provavelmente mais quente no período medieval do que agora, o Dr. Jones lançou a bomba!

"Ele disse que durante os últimos 15 anos não houve aquecimento 'estatisticamente significativo' algum."

Você quer dizer que nós, que acreditamos em "conspirações" estávamos certos, afinal?

Quer dizer que estávamos certos ao levantarmos todos os fatos científicos legítimos que apontavam para uma conclusão bem diferente?

Quer dizer que estávamos certos o tempo todo quando alertávamos que textos científicos estavam sendo criados a partir do nada, ou pelo menos, estavam sendo distorcidos para atingir conclusões não apoiadas pelos dados primários?

Sim, é isto o que estou dizendo!! Mais uma vez, chegamos à realidade que as únicas "Teorias da Conspiração" são as que estão sendo alardeadas pelas agências do governo e pelos centros de pesquisa "científica" que estão criando esses dados falsos. Já dissemos repetidas vezes que as únicas "Teorias da Conspiração" sobre os ataques de 11/9/2001 são aquelas que saem rapidamente das bocas dos representantes do governo e dos jornalistas totalmente vinculados com eles.

O professor Jones está bem na frente de outro escândalo recente, que está relacionado com esse desastre do Aquecimento Global.

"O professor Jones está sob os holofotes desde que renunciou ao cargo de diretor da Unidade de Pesquisa Climática da Universidade de East Anglia (Inglaterra), após o vazamento de e-mails, que os céticos afirmam demonstrar que os cientistas estavam manipulando os dados. Os dados primários, coletados por centenas de estações climáticas em todo o mundo e analisados pela unidade do professor, foram usados durante anos para corroborar os esforços do Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas, da ONU, e pressionar os governos a cortarem suas emissões de dióxido de carbono."

As palavras-chave neste parágrafo são "usados durante anos". Todas as milhares de notícias e alertas científicos que nos foram apresentados "durante anos" agora são mostrados como falsos — falsificados deliberadamente pelos governos iluministas mundiais e pela comunidade científica que trabalha lealmente para esses governos. Neste ponto, eu me recordo do furor antes da Guerra Civil Americana, quando "cientistas" do Sul apresentaram "provas científicas" que os negros eram inerentemente inferiores aos brancos!

O triste fato é que a comunidade científica é totalmente dependente das bolsas e patrocínios financeiros dos governos para sua própria existência; portanto, os cientistas irão se "prostituir" para que o governo libere o dinheiro. Eles dirão qualquer coisa, tomarão qualquer posição e "provarão" qualquer coisa que o governo queira que eles provem, de modo a manterem o fluxo de liberação das verbas.

Não Espere Mudança Alguma

Que mudança podemos esperar dos oficiais do governo agora que o professor Jones confessou sua grande mentira?

Nenhuma mudança!

Repetimos, não espere nenhuma mudança nas posições do governo concernentes ao Aquecimento Global — pelas seguintes razões:

1) Se os representantes dos governos puderem limitar a quantidade de vezes que essa notícia verdadeira é repetida, eles podem provavelmente impedir que a verdade chegue ao cidadão mediano.
2) Eles sabem que com declarações oficiais, reforçadas pela submissa mídia de massa, podem alardear a mentira de novo, de novo e de novo, isso contra a única vez que essa notícia verdadeira apareceu em uma fonte alternativa de notícias. Os noticiários, programas de televisão e filmes continuarão a ser assistidos, divulgando a mentira inúmeras vezes.
3) Os Illuminati já usaram a mentira do Aquecimento Global para obter a cooperação global. Os principais líderes mundiais já se reuniram em Copenhague, na Dinamarca, e já definiram seus planos de governança global. Mesmo se a falsa ameaça do Aquecimento Global desaparecesse amanhã, a Elite ainda possuiria seus poderes extraordinários.
Espalhe a verdade o mais longe possível, quantas vezes conseguir. Os acontecimentos estão levando toda a humanidade em direção ao sistema global do Anticristo e do Falso Profeta.

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