Alguns vírus e bactérias conhecidos e desconhecidos por nós, meros civis, podem ter sido criados em laboratórios para serem utilizados como armas biológicas.

Mas acontece um imprevisto: O vírus escapa do seu laboratório de testes natural e acaba se espalhando pelo mundo. As autoridades responsáveis se calam e deixam a notícia crescer naturalmente, com suas inúmeras conclusões erradas - que muitas vezes são plantadas por essas mesmas autoridades responsáveis - até que se torne uma coisa banal, cotidiana. Se uma cura já existisse previamente, ela poderia ser mantida em segredo por várias razões, entre elas a observação da ação do vírus a nível mundial e o lucro obtido com a criação de fármacos que não levam à cura, apenas ao prolongamento do tempo de vida do indivíduo infectado. Se a cura não existisse desde a criação do agente patológico, a situação seria mais complicada, porque nesse caso até os criadores do vírus teriam que tentar achar uma cura.
Isso nos leva a uma outra possibilidade: O vírus criado pode ser o "vilão" que criará o "herói", seja ele a nação, a agência ou o próprio homem que o criou juntamente com sua cura. Provas? Não temos. Argumentos? Sim, alguns. Tirem suas próprias conclusões.
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